História Podemos dar pra Mimi - Capítulo 1


Escrita por: ~, ~AnaLu9855, ~Mile05 e ~TaynaFN

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Nina
Visualizações 54
Palavras 2.619
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Orange, Shoujo (Romântico), Yuri
Avisos: Bissexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


AHUAHUHAIHAU
TA UMA BOSTA.
MAS FAZER O QUE NÉ.

Comentários de o quanto sou iludida são livres.

Capítulo 1 - Experimento e loucuras


Fanfic / Fanfiction Podemos dar pra Mimi - Capítulo 1 - Experimento e loucuras

Sobre finalmente eu ter conseguido levar ela para "sair" , digamos assim. E eu esteja comemorando internamente com direito a fogos de artifício e besteiras que engordam. Mas claro que ela não sabia disso. Ela nem sonhava. No entanto eu não me importava, eu estava feliz e ela também. E ver ela feliz me deixa ainda mais alegre. 

Acho que passo tempo demais a observando. Isso é extremamente perceptível. Lu, uma outra amiga nossa, sempre percebe como eu a olho e não perde a chance de me zoar como uma boba apaixonada de um filme romântico. Eu não me denomino apaixonada... Apenas boba. Eu gosto dos traços que ela tem e acho extremamente fofo a forma que ela sorri. Acho que posso até me perder no brilho de seus dentes, que tem uns formatos engraçados mas não deixam de ser adoráveis. Seus lábios são carnudos e super bem desenhados. A forma como ela faz biquinho para tomar milk-shake me causa uma enorme vontade de beija-la. Mas não que eu esteja apaixonada.

Seu cabelo comprido e volumoso cai em um uma cascata de cachos sobre seus ombros. Este de uma cor não especifica mas, de acordo com a mesma, ser cor de ferrugem. O cabelo que já é comprido, nela parece ainda maior devido a sua falta de altura. Com seus 1,54m ela consegue ser um amor, mas não a provoque pois ela pode chutar a sua canela. Mesmo assim eu ainda quero colocá-la dentro de um potinho, ou melhor: pacotinho.

Estávamos caminhando sobre o piso cristalizado do shopping e conversando sobre assuntos aleatórios. Eu prestava completa atenção nela. Acho que mais nela em si do que realmente na conversa. Observo seus lábios se moverem conforme as palavras saíam e quando eram repuxados formando um sorriso. Aquele sorriso. Eu sabia as vezes que tinha que concordar fingindo estar prestando atenção no papo e agradeço por ela ainda não ter me feito alguma pergunta. Então percebo que seus movimentos pararam e então eu também parei ficando junto a ela em cima do piso de Marmoglass. Acompanho seu olhar com o meu e vejo ela encarando a vitrine com vidro escuro. Não podíamos ver dentro da loja já que a entrada era tampada por uma cortina vermelha sangue e o vidro era fumê. Isso me causou uma certa curiosidade, como se escondesse algo precioso ou até o que continha dentro fosse algo um tanto restrito que ninguém poderia ver. Minha segunda opção foi confirmada quando olhei para cima lendo a placa personalizada que continha o nome da loja. Exclusiva Sex.

Meus olhos se arregalaram e era visível minha cara de espanto. Ao contrário de mim Tatá tinha um maldito sorriso no rosto. Pareciam ae que tinham lhe dado popoca. Então ela me encarou e lançou a seguinte pergunta.

— Vamos entrar, não vamos? – e lá continuava seu sorriso um tanto quanto malicioso – Eu sempre quis entrar em uma sexshop!

—O QUÊ? – estava visivelmente espantada – A que nível de maluquice você chega? É uma sexshop, não podemos! – murmurava como se fosse um segredo –.

— Ah, qual é. – fez uma cara que eu acharia fofa se não estivesse desconcentrada – Não é como se fôssemos comprar algo. Só vamos dar uma olhadinha e..

— Não, não e não. –interrompi – isso é maluquice, loucura e extremamente constrangedor! E se alguém nos vê saindo ou entrando. E SE TIVER ALGUÉM LÁ DENTRO? – Tampei a cara com as duas mãos por conta da vergonha. Sem ser dramática, claro. –

— Óbvio que vai ter alguém lá dentro sua lesada – ela retirou minhas mãos e ficou segurando-as entre nossos corpos, ação que me fez da um leve pulo pela surpresa – a vendedora! E vai ter agora eu e você. 

E assim fui puxada para dentro da Exclusiva Sex. Por uma Tatá super ansiosa. A parede era toda revestida por um matérial que me parecia veludo. Havia várias prateleiras de vidro e e várias coisas estranhas nelas. Meu Deus Tatá. As cores vermelho e preto eram as principais. Poderia olhar para qualquer lugar e elas apareceriam em seus olhos com força. Mais fundo a loja tinham diversos tipos de lingerie. Tudo isso era um tanto... Sexy. Tatá, onde você nos meteu? 

— Com licença, posso ajudar? – ouvi uma voz atrás de nós e me pergunto como essa atendente foi parar ali tão rápido – procuram algo em específico?

— É-é... – fodeu? Fodeu! –

— Ah, não se preocupe. Estamos dando uma olhada nos vibradores – Tatá sorriu como se não tivesse falado algo tão constrangedor. Eu? Eu só quis morrer – 

Saímos de perto da mulher loira com uma roupa tão colada que até acho meio impossível ela se sentar. Andamos alguns corredores e vimos diversas coisas que na minha opinião é bem masoquista. Meu receio ainda existia, porém estava menor conforme o tempo passava e eu me acostumava com o lugar. Tatá tocou um tanto de coisas e ficou analisando como se fossem peças expostas em um museu. Andamos mais um pouco e entramos em um corredor que só haviam artefatos de borracha e alguns de acrílico. Pênis. A menor então tocou no que, na minha opinião, era um martelo. Aquela coisa era tão grande que um pensamento passageiro surgiu: @. Tatá olhou aquele mastro que continha veias falsas pulsando e com uma cor exótica.

— Nick, aqui diz que brilha no escuro!! – Tatá e sua empolgação que me dão medo –

— E isso é lá algo pra ficar histérica? – tentei parecer firme mas também admirando aquela cor florescente. Era realmente tentadora – bota isso aí de volta e vamos sair daqui pelo amor de Deus!?

— Que guardar o que? Eu vou levar esse. – eu ouvi isso? –

— Levar com que dinheiro, Deus? Eu não vou dividir meu dinheiro com essa... Essa coisa colorida – apertei a bolsa contra meu corpo – Eu preciso desse dinheiro para comer! EU ESTOU COM FOME!

— E me diz quando você não tá? — fiz cara de falsa indignação — e quem disse que vamos pagar?

E foi assim que eu cometi minha primeira loucura com a Tayná.

~ Quebra de tempo ~

Agora estávamos em meu quarto. Minha mãe trabalhava até mais tarde da noite e meu pai já trabalhava nesse período. Meus irmãos estão na casa da minha vó e tem um pênis de borracha florescente na mesa de frente pra cama que eu e Tatá estávamos sentadas. 

— Eu te odeio – manifestei – você é maluca.

— Ei! Não fica assim! Não fizemos nada demais. — me encarou emburrada –

— ROUBAMOS UM PÊNIS. UM PÊNIS COLORIDO! – me exaltei –

— PARA DE CHAMAR ELE DE COLORIDO! ELE SÓ TEM UMA COR, BURRA!

— "ELE"? – a olhei indignada –

— O QUÊ? POR ACASO É FÊMEA? – indagou –

— NANÁ, É UM PÊNIS! Mas que merda!

Me levantei e comecei a dar voltas pelo quarto. Como fui me meter nessa furada? Onde vamos esconder essa coisa??? Santo G-Deus me socorre! Depois de uns 20 minutos eu já estava mais calma, ainda em pé e tentando formular algo para reverter a situação.

— Uma vez eu conversei com a Mimi sobre pênis de borracha. Queríamos comprar um para ficarmos encarando. Ela vai surtar quando descobri que eu consegui um. – riu de leve, tive um certo ciúme por não ter entrado no esquema de olhar o pênis, mas agora nessa situação eu só quero que tudo volte ao normal – poxa, você ficou toda estressadinha. Não é como se fôssemos usar ele.

— Me desculpe, eu só estou nervosa, não sei o que fazer e.. – pensei que seria melhor eu não falar –

— E...? – me incentivou –

— E por que não pretende usar? – a encarei, bom. Já que a merda tá feita. Que se foda. Vou usar ao meu favor –

— Huh? Não me diga essas coisas! Olha o tamanho dessa coisa! Não entra! – apontou pra "ele" –

— Como saber se não tentar? – sorri maliciosa –

— Você é maluca Ni – riu –

— Eu tô falando sério. Lembra que te marquei naquele negócio do Facebook?

-- Lembro..

— Então, quer... Assistir Netflix? – estendi minha mão –

Não sei o que me deixou mais surpresa. O fato dela ter pegado minha mão e ter dito: Por que não? Ou de ter me puxado pra cama e me beijar.

Caralho.

Ela está me beijando! Meu Deus! Como eu sonhei poder tocar sua boca mais profundamente, já que nossos toques eram alguns selinhos roubados por mim. E como aparenta seus lábios são estremamente macios. Sua língua pequena se enroscando na minha era uma sensação vitoriosa. Deus, eu estava beijando-a!!! E porra, que beijo. Então tomei minha consciência de volta e pude aprofundar ainda mais os toques. Eu gosto do quão macia é sua pele e poder apertar com vontade me deixa extasiada. Segurei seu quadril com uma mão e a outra usava como suporte para que não caísse. Seus braços estavam rodeando meu pescoço e me puxando para mais perto. Aquilo era tão bom, mas eu queria mais. Tentei ousar e subi minha mão parando-a em seu seio direito e apertando-o. Senti ela se esquivar um pouco e cortei o ósculo. Encarei aqueles olhos que sempre me perco aos pensamentos e tirei a mão de seu busto e apoei sobre seu rosto, fazendo um leve carinho.

— Olha, se não quiser eu vou entender – sorri solidária – não se preocupe com isso. 

— É que eu nunca fiz isso — riu tímida, Tatá tímida? Novidade! –

— Não se preocupe com isso, nem eu. Mas sabe... As vezes é bom mudar um pouco e fazer coisas novas.

Ela pareceu relutante e pensou em algo que suponho nunca saber o que é. Então ela sorriu sem mostrar os dentes e acenou com a cabeça confirmando e tirando seus óculos. Essa então seria minha segunda loucura com Tatá. 

Logo então a puxei novamente para um beijo voltando ao leve sabor adocicado de seus lábios. Queria poder dizer o misto de minha emoções mas não consigo pensar em nada que diga o qual incrível está sendo. Muitas coisas estavam acontecendo e pelo que parece não só comigo. E eu ficava maravilhada por não querer desgrudar de seus lábios nem por um minuto. O ritmo era lendo, calmo, extremamente sensual. Era inacreditável. Mesmo assim eu ainda não sabia se ela queria isso mesmo.

— Tatá.. – mumurrei sem fôlego – você não tem que fazer isso..

— Mas eu quero... Eu.. eu realmente quero. Eu sempre quis mesmo saber como era beijar uma garota, e pude ainda com você.

Okay, agora sim. Não posso mais parar. Na verdade, nem queria. Agora sei que é recíproco então posso continuar. Ai meu Deus! Eu vou chupar uma boceta! 

– Isso é uma diversão certo? – ela me encarou – nunca fiz sexo com uma garota, nunca nem beijei! Mas assim como o beijo, tenho boas expectativas. Vamos logo então! – suas mãos deslizavam pelo meu corpo com sutileza – Também não posso negar que estou excitada.

PUTA QUE PARIU NANÁ

Então deitei-a com calma na cama e voltei a beija-la. Jamais cansaria de sua boca. Comecei a levantar sua blusa sentindo ainda mais de sua pele. Parei o beijo para poder retirar por completo aquele tecido e tive uma das visões que ficariam na minha mente por um bom tempo. Oh, eu já amava aquele corpo. Ela soltou um suspiro quando comecei a deslizar minha mão desde sua clavícula, passando por seu abdômen e enfim chegando ao cós de seu shortinho. Comecei a abaixá-lo sempre a olhando nos olhos, caso qualquer sinal eu pararia. Me afastei um pouco e ela levantou as duas pernas me ajudando a retirar a outra peça. Deus, eu só posso estar em um sonho. O destino do short foi o mesmo de sua blusa: o chão do meu quarto. Nao pude conter o sorriso sacana ao ter a bela visão de minha crush com as pernas levantadas juntas para mim. Beijei seu tornozelo e admirei aqueles pézinhos tão pequenininhos quanto ela, o que não durou muito tempo já que eu me apressei em abrir suas pernas e me encaixar sobre elas atacando o pescoço de Tatá. Mordi o local com certa força e com consciência de que aquilo viraria uma bela marca. Minha marca. Essa ação fez com que a garota soltasse um gemido perto de minha orelha. 

Porra.

Esse som foi como um tiro e me acertou em cheio. Precisava ouvi-lo novamente. Já ia começar meu trabalho novamente até que sou derrubada na cama tendo uma garota extremamente sexy com sua lingerie preta me encarando mortalmente.

Como eu amo essa cor.

— Você está com roupas demais – Me lançou aquele maldito sorriso – não é necessário.

[...]

E lá estavam minhas roupas como todas as outras peças jogadas no chão. Tayná é realmente uma garota sexy. E porra, eu estou amando. Ela beijou meu pescoço e começou a rebolar em meu colo. Se eu tivesse um pênis, eu estaria ereta e pulsante. Ela começou a massagear meus seios ainda cobertos pelo sutiã vermelho e tentei achar o fecho do dela. O que não deu certo, já que eu nem acho o meu imagina o dela. Ela viu o que eu tentava fazer e ergueu a coluna. Me encarou e retirou aquela peça com tanta facilidade que tive inveja. Deus. Eu que sempre quis tocar esse par e agora tenho eles para mim. Como é possível? 

Agarrei um deles e ataquei com a boca, chupando e dando leves mordiscadas enquanto massageava o outro com a mão livre. Repeti o movimento com ambos e desfrutava ainda mais daquele corpo.

Ela então me empurrou de volta para a cama e retirou meu sutiã que era aberto na frente. Logo ela começou o mesmo trabalho que eu fizera nela anteriormente. Que boca!

[...]

Naná começou a descer por minha barriga e eu a impedi. Sabia o que ela iria fazer. 

— Hoje eu que te dou prazer – beijei-a e inverti as posições novamente. Comecei a beijar seu pescoço, indo para a cravícula, beijei cada seio e continuei descendo dando beijos delicados que formavam uma trilha. Cheguei perto de seu umbigo e olhei para cima vendo que ela olhava todos os movimentos com a boca meio aberta. Abaixei sua calcinha úmida pelo prazer e sorri quando ela tampou o rosto. Tão fofa.

Então fiz. Mergulhei com minha boca em sua intimidade e passei a língua por toda a extensão. Os espasmos e gemidos vindo da boca dela me exitavam cada vez mais. Vê-la sentindo tamanho prazer era o meu próprio prazer. Usei minhas mãos e retirei minha calcinha, voltando com o oral. Usei minha mão esquerda para penetra-la e com a direita masturbava a mim mesma. Deus, eu estava chupando uma vagina e estava gostando. Enquanto sugava seu clitóris adentrei um dedo nela. Ela gemeu pelo desconforto da dor que a alastrava e chupei ainda mais seu ponto prazer. Me movimentei de leve e ela gemeu, continuei os movimentos em um ritmo lento para que ela não se assustasse ou se machucasse. Inseri outro dedo e ela urrou. Merda Tatá, não faz isso comigo. Comecei os movimentos rápidos e ela não parava de gemer baixinho. A sensação de estar dando prazer para uma outra pessoa era incrível e me consumia inteiramente. Suas feições prazerosas me deixavam louca. Até que então uma certa expressão foi formada por aquele rosto bonito que ela esbanjava, e com razão, me proporcionando arrepios e esparmos. Ela se contorceu juntamente a mim e nós gozamos. Seu gosto predominava minha boca e era tão doce quanto ela. Retirei meus dedos de dentro dela e os chupei erotizando de propósito. 

 Nos jogamos exaustas sobre aquele colchão que sempre que eu deitasse me lembraria dessa noite louca. Foi no meu quarto, quarto que agora cheirava a sexo.

Do nada essa maluca começou a rir.

— Do que você tá rindo, Naná? – abracei ela –

— A gente nem usou ele – apontou para aquela peça que nos observava desde cedo e riu – o que vamos fazer com ele? 

— Hum – pensei – podemos dar pra Mimi.




Notas Finais


Só pra deixar claro que que Naná e Tatá é a mesma pessoa.


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