Hist√≥ria Porcelain | ABO ūüĆł jjk + pjm - Cap√≠tulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Abo, Baby, Bangtanboys, Bts, Chanbaek, Daddy, Daddykink, Fluffy, Jikook, Jimin, Jimin!bottom, Jimin!√īmega, Jungkook, Jungkook!alfa, Jungkook!tops, Namjin, Taeyoonseok
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Palavras 2.297
Terminada N√£o
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
G√™neros: Crossover, Ecchi, Ficção, Ficção Científica, Fluffy, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta hist√≥ria s√£o apenas alus√Ķes a pessoas reais e nenhuma das situa√ß√Ķes e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma fic√ß√£o. Os eventuais personagens originais desta hist√≥ria s√£o de minha propriedade intelectual. Hist√≥ria sem fins lucrativos, feita apenas de f√£ para f√£ sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 7 - Sete


Seul, Coreia do Sul - uma semana depois da divulgação dos vídeos

A primeira coisa da qual Jungkook tornou-se consciente ao acordar foi o cheiro açucarado que Jimin emanava.

Com os músculos doloridos e sentindo frio, o alfa relutou em abrir os olhos. Sentiu a pele morna do ômega contra a sua e percebeu com espanto que estavam nus, Jimin encolhido contra seu peito.

A constatação o fez se espantar e arregalar os olhos de vez. Estavam praticamente no escuro. As luzes do quarto tinham sido apagadas, mas a porta ficara entreaberta e a pouca claridade que vinha do corredor incidia sobre o lençol que cobria a ele e ao marido.

Lembrava-se de ter se sentido febril e enjoado por dois dias. Os sintomas piorando durante aquela manhã e o fazendo correr para o banheiro e vomitar até ficar tonto e começar a agonizar, não demorando para perder a consciência.

- Taehyung ligou desesperado hoje cedo - ouviu a voz de barítono e se voltou para a esquerda. Park Chanyeol estava sentado ao lado da cama, cabelos despenteados e camisa amassada. Parecia exausto. - Ele disse que Jimin tinha desmaiado e que Yoongi o mandara trazê-lo para cá antes de correr para a sua casa porque tinha certeza que você também estava mal.

Jungkook não entendia o porquê daquilo ter acontecido. Abraçou o marido com cuidado, tendo dificuldade para respirar ao pensar nele doente da mesma forma que estivera. O menor o apertou ainda mais com suas mãozinhas gordas e esfregou a bochecha contra o peito do alfa, ronronando manhoso.

- Yoongi soube dizer o que aconteceu? - indagou, beijando os cabelos de Jimin antes de voltar a encará-lo.

Channie confirmou, parecendo triste. Mirava o ponto em que Jeon acariciava as costas do primo, recusando-se a manter contato visual com o outro alfa.

- Ele te trouxe para cá pouco depois de o Tae chegar com o Chim. Você também estava desacordado - explicava de maneira cuidadosa, fazendo Jungkook ter a certeza de que estava guardando o pior para o final. - Yoongi pediu ajuda pra tirar as roupas de vocês e garantiu pra mim que ou eu corria o risco de Jimin querer me matar ao acordar, ou ele não acordaria.

Seu peito se contraiu com a menção à possibilidade de morte e a ligação entre eles fez Jimin resfolegar durante o sono, também alarmado.

- P-por quê? - gaguejou.

Chanyeol finalmente voltou seu olhar para o dele. Mordia o lábio com força, relutando em dizer a verdade.

- Ele tentou romper a ligação de vocês - disse num murmúrio fraco, como se pedisse desculpas. - Há uns dois dias que tem conversado com Baek sobre querer tentar algo com outro alfa e...

Jungkook parou de escutá-lo, a tontura e o enjoo voltando a lhe acometer. Num impulso, trouxe Jimin mais para cima, fazendo o narizinho gelado encostar em seu pescoço. Suas mãos se espalmaram na cintura dele, possessivas, e Jungkook as moveu devagar pelo dorso descoberto, quase como se quisesse deflagrar aquela pele e marcá-lo como seu.

Os ciúmes faziam sua garganta arder e ele não conseguia enxergar nada. Começou a tremer de raiva e notou que Jimin fazia o mesmo, se encolhendo e murmurando algo incoerente.

Obrigou-se a se acalmar. Seu bebê estava tendo um pesadelo, precisava ficar em alerta.

Afastou-o com cuidado, o ômega se agarrando ainda mais a ele como se protestasse. Espasmos faziam o pequeno se encolher em uma bolinha na cama, gemidos lhe escapando da boca carnuda.

- É melhor voltar pra lá - Chanyeol lhe advertiu enquanto Jeon procurava suas roupas. - Yoongi falou que precisam ficar perto um do outro.

- Não posso - sussurrou, quase sufocando. Desistiu de procurar as roupas com a pouca luz e tateou dentro do guarda-roupa até encontrar o que parecia ser outro lençol. - Os meus ciúmes estão fazendo mal pra ele. É melhor eu ficar longe pra ver se o pesadelo acaba...

Chanyeol o alcançou, segurando-o pelos ombros e o forçando a lhe encarar.

- Jungkook, respira - mandou.

Puxou o ar, se sentindo menos desnorteado. O gosto salgado em seus lábios o fez notar que chorava, com medo.

Jimin gritou e Chanyeol correu para ele, mas Jungkook se obrigou a ficar longe. Não queria machucá-lo ainda mais, não queria continuar o decepcionando.

- C-Channie - ouviu seu bebê falar, desesperado. Os dedinhos apertando-se em volta dos ombros do primo, num pedido silencioso por ajuda -, eu o p-perdi. O p-perdi, Channie. Pra sempre - chorava.

- Quem você perdeu, meu amor? - ouviu Baekhyun perguntar ao entrar no quarto, indo se ajoelhar no colchão ao lado do marido. Provavelmente tinha corrido para lá ao ouvir o grito do mais novo.

- E-ele morreu, Baek - Jimin prosseguiu. Jeon não conseguia ver mais do que os cabelos escuros porque Chanyeol e Baekhyun estavam na frente do ômega.

- Quem morreu, Chim? - Chanyeol insistiu, acariciando as bochechas do primo.

- O meu Jeonggukie, Channie.

Ao escutá-lo, o alfa andou em passadas largas até a cama e Jimin arregalou os olhos quando o viu - não demorando a praticamente fechá-los porque sorria. Se atracou a Jungkook antes mesmo que o alfa pudesse se sentar na cama e, deitando a cabeça em seu ombro, começou a enchê-lo de beijinhos.

Jungkook assentiu para Chanyeol quando este sussurrou que ia deixá-los sozinhos, saindo com Baekhyun e fechando a porta. Se deitou com Jimin, levando a palma da mão dele aos lábios enquanto o sentia descer os beijos para seu peito.

- Eu tô aqui, meu amor - achou melhor dizer. O mais novo parecia desesperado por uma comprovação de que fora só um sonho. - Vai ficar tudo bem.

- Eu pensei que nunca mais ia te ver - Jimin confessou, parando de beijá-lo para lhe encarar. - Senti tanto medo, Jeonggukie.

- Não precisa sentir medo, gatinho - garantiu, lhe acariciando o rosto com o polegar e limpando o rastro que as lágrimas tinham deixado.

Jimin suspirou, deitando em seu colo. Colocou uma perna de cada lado das suas, como se quisesse prendê-lo ali, e cravou os dedos em seus ombros. Jungkook o abraçou em resposta, temeroso de que aquela necessidade em ficar próximo fosse efeito do pesadelo e que, no dia seguinte, Jimin voltasse a odiá-lo.

Quase teve certeza de que não quando o viu ficar inquieto e esfregar uma ereção em sua perna. Jimin deslizou a língua por seu maxilar, dando beijinhos, e Jungkook ficou tenso. Entendia o porquê daquela necessidade, eram um do outro e fazia uma semana que não se tocavam.

O ômega juntou seus membros, gemendo junto com ele, e Jungkook respirou fundo ao senti-lo começar a rebolar.

- Jimin? - o chamou, segurando os quadris dele para pará-lo. A marca deveria o estar influenciando, fazendo-o querer dar para seu alfa.

- Sim? - fazia um biquinho, frustrado.

- Tem certeza de que quer isso? Você estava com tanta raiva de mim - sua garganta quase trancou ao dizer.

O ômega bufou antes de lhe morder o lábio inferior, puxando a carne sem dó. Encontrava-se suficientemente lúcido para que o alfa parasse de se preocupar.

- Eu estou com tanta vontade de acabar com você, Jeon Jungkook - o marido vociferou contra sua boca. Olhos ainda nos seus, o fitando, sérios, ainda que seus sentidos estivessem anuviados pela luxúria. - Bater nessa sua bunda gostosa e te morder todinho pra que amanhã todo ômega que chegar perto de você veja que é meu.

Jungkook não pôde evitar sorrir, se permitindo ter esperanças de que eles começassem a se acertar - o enjoo passara e ele não se sentia tonto ou voltara a tremer, Jimin tão bem quanto.

- Pode morder, amor - sussurrou, movendo os lábios sem pressa sob os dele. Era tão bom poder beijá-lo outra vez. - Pode fazer o que quiser. Sabe que sou seu.

Jimin gruniu uma segunda vez, se sentando em cima dos quadris dele, o membro deliciosamente esmagando o seu.

- Você merece ficar de castigo - o menor apontou-lhe um dedo e Jungkook deu risada.

- Quer me algemar? - provocou, erguendo os pulsos unidos para ele em total submissão - Eu sei que cometi o grave crime de machucá-lo.

- É, você foi muito malvado - seu bebê cruzou os braços, olhando para o outro lado e inflando as bochechas.

Jungkook sabia que as coisas não se resolveriam tão fácil assim. Jimin estava com tesão agora, mas na manhã seguinte era provável que o expulsasse a tapas e fosse teimoso pelo resto da semana, fazendo charme e fingindo que já não o tinha perdoado em parte. Conhecia-o bem, sabia o quão orgulhosa aquela criaturinha fofa poderia ser.

- Mas eu senti a sua falta, sabe? - Jimin voltou a falar numa voz mais manhosa, impulsionando os quadris com força e quase o fazendo perder a cabeça - Quero você, daddy.

Jungkook se sentou com ele no colo. Uma mão o segurando pela nuca e a outra lhe apertando o bumbum.

- Papai também sentiu saudades, amor - fez menção de beijá-lo, mas Jimin o parou, balançando o dedo para ele e voltando a empurrá-lo para a cama, pelos ombros.

Suas mãos ainda estavam no pescoço e no quadril do ômega, e o trouxeram para baixo consigo. Ouviu a risada de Jimin quando ele caiu sobre seu corpo, mas logo o viu engatinhar para longe, ficando de costas para si.

- Já que posso te punir, então quero outro tipo de beijinhos - ele informou, o olhando por cima do ombro.

Tinha um sorrisinho sapeca ao se deitar de lado na cama, fazendo Jungkook entender onde e como ele queria ser beijado. Jimin estava sugerindo que lhe chupasse enquanto fazia o mesmo com seu membro.

Seu gatinho era particularmente viciado naquela posição, não o espantava que quisesse fazê-la antes de tudo. Do mesmo modo que também não o surpreendia a pressa do ômega em abrir as pernas e aproximar o próprio falo da boca de Jungkook ao mesmo tempo em que lambia com vontade o alfa.

Jeon deu beijinhos molhados em toda a extensão e abocanhou a glânde inchada, segurando uma das coxas grossas. Jimin era tão gostoso, um pecado.

Começou a chupá-lo, comprimindo as bochechas para que ele coubesse em sua boca. Sentiu Jimin fazer o mesmo e engasgar, por isso o soltou, labendo-o um última vez antes de repreendê-lo:

- Não precisa tentar me engolir todo, bebê. Sabe disso. Você vai acabar engasgando e não é o que eu quero.

- Não é justo, Jeonggukie - o ouviu protestar. - Você me coloca quase inteiro na boca e eu não faço o mesmo por você.

- Não precisa se preocupar com isso, amor. Papai gosta quando coloca só a parte inchada na boca e bombeia o resto com as suas mãozinhas.

- Gosta? - perguntou, daquela forma erroneamente inocente.

- Sim, bae - deu beijos no interior da coxa que segurava. - Faz do jeitinho que só você sabe fazer, faz. Seu daddy sentiu tanta saudade.

Jimin fez como pediu, o contato com os lábios inchados levando Jungkook a não conseguir conter um gemido. Voltou a chupá-lo também e sentiu o ômega estalar um tapa em sua bunda.

Riu da forma como sempre fazia quando ele era violento, Jimin se contorcendo em suas mãos pelos arrepios gostosos que os tremores da sua risada provocavam contra o falo dele.

O ômega soltou seu membro, com um barulho audível e se afastou, sentando na cama. Jungkook ergueu uma sobrancelha para ele, esperando pela próxima ordem.

- Deita e fecha os olhos - Jimin mandou, o maxilar trincado como se tentasse fazer aquilo soar como uma ameaça. - Nem pense em tocar em mim a menos que eu lhe dê permissão, ouviu bem?

Jungkook começou a salivar, sabendo muito bem o que aconteceria. Aquela era a sua posição favorita.

Deitou as costas na cama e fechou os olhos, um sorrisinho no canto dos lábios. Sentiu o travesseiro afundar dos dois lados da cabeça e o cheiro de Jimin ficar mais forte.

- Abre a boca - o ômega deu a segunda ordem.

Jungkook o obedeceu de bom grado, gemendo quando seu bebê colocou o membro ali dentro. Jimin começou a simular estocadas em sua boca e o alfa teve que se conter para não desobedecê-lo, apertando as mãos em punho.

- Pode abrir os olhos, Jeon Jungkook - sabia que lhe chamar pelo nome como se o desprezasse era uma forma de puni-lo, mas ignorou aquilo quando começou a subir o olhar do falo em sua boca, passando pelo corpo nu e suado, e indo até a boca entreaberta, da qual escapavam gemidos enquanto Jimin arfava.

Brincou com a língua, o vendo vacilar e quase ceder as pálpebras, mas o ômega logo voltou a encará-lo daquele modo presunçoso - como que o desafiando a dizer se mais alguém o tinha deixado louco daquela forma.

- Quer tocar em mim, daddy? - Jimin provocou, mordendo o lábio.

Jungkook devolveu o olhar, mandando uma mensagem clara de quem é que realmente mandava enquanto erguia as mãos e as levava até seus ombros só para descê-las espalmadas pela cintura dele e pará-las no quadril, segurando firme para que pudesse passar a ditar os movimentos.

Começou a fazê-lo se mover para trás, lambendo a extensão e chupando a glânde, só para trazê-lo de volta para dentro de sua boca de forma lenta, sem nunca desviar os olhos dos dele. Jimin levou as mãos aos seus cabelos e o ajudou, rebolando.

Jungkook introduziu dois dedos na entrada úmida, ouvindo-o murmurar seu nome. Bombeou os dígitos com pressa no interior quentinho enquanto Jimin investia com ainda mais vontade contra seus lábios.

O ômega veio em jatos mornos e doces, respirando com dificuldade. Jungkook terminou de engolir tudo e o amparou em seus braços, Jimin tremia.

- Tá tudo bem - sussurou contra a têmpora suada, o apertando junto ao peito. Sabia o quão frágil um orgasmo costumava deixá-lo e deveria estar sendo muito pior naquela situação. - Vai ficar tudo bem.

- Eu te amo, Jeonggukie.

Fechou os olhos, não sabendo como lidar com a frase que achou que nunca mais ouviria.

- Eu também te amo, anjo.



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