História Porque Não Basta Só Amar - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Palavras 849
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


GENTE ME DESCULPA!
Meu celular quebrou e fiquei todo esse tempo sem ele. Ou algum de reserva. Mas estou de volta e amanhã mesmo já irei postar outro capítulo
Boa leitura!

Capítulo 4 - Resgate


Pulo da cama em um susto frenético

Um clarão invade minha visão me causando dor nas minhas vistas.

Clarão?



Onde eu tô meu Deus?



Aquilo tudo foi um sonho?

Abro os olhos devagar e percebo que não estou no cofre do porão. Estou em um hospital, em um quarto grande e comprido, cheio de camas e pessoas.

Espera aí. Pensei.

Avistei uma enfermeira.

-ONDE EU ESTOU? CADE MEUS PAIS E MINHA FAMÍLIA! gritei pra enfermeira se assustando na hora.

Eu não podia ter desmaiado por tanto tento, aquilo tudo foi um sonho? Eu os perdi? O terremoto ou o sei lá o que causou tudo aquilo realmente aconteceu?

A enfermeira para do lado da minha cama e analisa a bancheta.

-Senhorita Kurosaki, Sou yousi, Sou enfermeira especialista da marinha do nosso país, mas eu e minha equipe estamos ajudando a população toda da nossa cidade.  Preciso te adiantar algumas  coisas. A enfermeira disse abaixando a cabeça e sentando na cama. você família foi um caso de emergência federal. A casa de vocês era uma terra fofa, e no subsolo tem ou tinha uma vala antiga de esgoto, fazendo que vocês no terremoto afundassem pro fundo do sub solo. 

Ela ainda de cabeça baixa, suspira e continua:

-Eu mesma e a minha equipe estamos cuidando da sua família, encontrei tudos e mantive tudos juntos. Já que todos tinham os sobrenomes paralelos, Nara e Lori Funji Kurosaki e Miná Hamato Kurosaki. ficaram inconsciente até acharmos eles, mas nada muito grave. Já o sr. Ren Hamato yuá teve uma hemorragia cerebral e chegou no hospital já morto. Naomi Funji Kurosaki. infelizmente teve uma fratura na coluna e está passando por cirurgia nesse momento. Diz conferindo no relógio. Liz Hamato Kurosaki. teve que fazer vários tratamentos psicológicos. Pela perda do pai e pelo ataque de pânico e claustrofobia. A Senhora Emi Maringá Kurosaki, está na UTI entre a vida é amorte, Pela grande falta de sangue e com um tumor na bacia. Yudi Garija Kurosaki,e Kim Young Kurosaki e Ken Uzumaki Kurosaki. sairam praticamente ilesos do resgate. Apenas alguns machucados mas nada grave como os outros.

Paraliso onde estou deitada, e sem processar tudo o que a enfermeira disse uma pergunta escapa da minha garganta:

-Quanto tento eu fiquei desacordada?

A Enfermeira endireita o corpo ainda mais pela minha pergunta e solta:

-4 semanas e 2 dias, todos já saíram do hospital e foram pra um abrigo na cidade vizinha. Somente você, Naomi e Emi estão hospedadas aqui.

Por um momento perco a voz e a consciência, eu fiquei um mês naquele pesadelo?! Como isso é possível? Por outro lado penso que tudos estão bem, menos eu e minha querida vó... E a omi... Automaticamente meu coração se aperta pensando na situação da minha vó, e da minha prima Tão boas passando por uma situação dessas.

-Avisarei o mais rápido possível seus familiares pra você ter alta logo e ir para o abrigo. Recomendo você descansar bastante Sakura. A situação lá fora esta muito pior que aqui. Com licença.

Não respondo, e ela automaticamente sai da minha cama e já vai atender outras pessoas. Não consigo e nem tento processar as coisas que acabei de ouvir. Eu perdi um tio, e posso perder a minha conta Emi e minha prima-irmã. Como estão os que restaram? Quem era a pessoa do meu sonho? Porque tudo isso aconteceu? 

Tendo medo de dormir então ainda no meu bolso tem meu celular, ou a carcaça dele. A tela está tão quebrada que o vidro já começou a cair. E obviamente, descarregado. Não presta pra mais nada. Pensei. Mas ainda o coloco no bolso e fico olhando a confusão do quarto.

Pessoas com roupas de hospitais improvisadas correndo pra lá e pra cá. Demorei pra perceber a confusão e a gritaria que estava aqui dentro. Gente ajoelhada ao lado das camas chorando, gente dormindo, gente morta, gente sendo atendida. 

Isso é um hospital ou um hospício? Martelei na minha cabeça. 

Tenho que sair daqui.

Sem pensar nem sequer uma vez, tiro os tubos e as agulhas em mim e me levanto da cama. Estou descalça e suja de esgoto e poeira. Tento ignorar o cheiro mas é impossível. 

-Os chuveiros são a porta 15 desse andar se você quiser. Disse uma moça de jaleco, deduzi que é enfermeira.

-Obrigada. 

E já fui a caminho da porta número quinze. Chegando perto de uma porta tinha várias macas com roupas em cima, procurei algumas peças e caminhei correndo pro banheiro. 

O lugar não tinha divisórias ou portas. Ambos sexos tomando banho em um lugar só. Tremi lembrando do meu sonho. E fui caminhando até o último chuveiro. Mais escondido. 

Meninos da minha idade e até velhos com cara de safado estavam lá. Comecei a tirar minhas roupas do lado da lata de lixo, e depois a jogando fora. Corri pro chuveiro e comecei a tomar banho, rápido. Porque não quero ficar nesse lugar todos me olhando exposta assim. 

Quando eu finalmente me sinto limpa coloco as roupas ainda molhada e corri pra fora do banheiro. No corredor também estavam distribuindo botas e tênis pras pessoas. Peguei a primeira do meu número corri pro quarto onde eu estava dormindo. 


Notas Finais


Gostaram ou não, comentem a opinião de vocês!

Até o próximo cp❤


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