História Possessive - Capítulo 14


Escrita por: ~

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Categorias Supernatural
Personagens Castiel, Chuck Shurley, Dean Winchester, Hannah, Lilith, Mary Winchester, Michael, Personagens Originais, Ruby, Sam Winchester
Tags Bottom!castiel, Casdean, Destiel, Gangster!dean, Jared Padalecki, Jensen Ackles, Misha Collins, Supernatural, Tops!dean, Yaoi
Visualizações 307
Palavras 2.699
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oieee
cheguei atrasada?! Acho que não...
Me perdoem o lemon bosta, pra quem lê heterochromia sabe que eu faço melhorzin akajsksjdd

Capítulo 14 - Possessivo


 

「Possessivo」

 

 

— Olha, Dean... Já está tarde e acho melhor eu ir embora... ­— Falei tentando fugir.

— Não. ­— Ele disse grosso e autoritário. — Você vai subir! ­— E por algum motivo eu obedeci.

Sentei-­me no sofá enquanto observava Dean se servir um copo de whisky.

— Você quer? ­— Ele me ofereceu.

— Eu não bebo. ­— Pensei que ele já sabia.

— Ok, você não sabe o que está perdendo. ­— Ele deu de ombros.

— É, devo estar perdendo muita coisa mesmo.­ — Murmurei ao ver sua careta após dar um gole na bebida.

— Você pode ser um pouco mais direto? ­— Perguntei.

— Ah, claro... ­— Ele deu mais um gole. ­— Você é uma vadia e está sabendo e se envolvendo demais nas coisas... — Ele disse naturalmente.

— Vadia não! — Levantei-me. ­— Eu sou ouro perante das putas que você pega, e pode confessar que você também acha isso, Dean. — Cheguei mais perto, o encarando.

— Ah, não se iluda, Castiel. Você não está com essa bola toda. — Ele disse largando a taça com a bebida.

— Não estou? — Falei logo tirando a camiseta e mostrando meu abdômen pra ele. — Tem certeza? ­— Ri ao ver o olhar de Dean parar em meu corpo enquanto ele mordia os lábios hipnotizado. Ele avançou o sinal me pegando com uma tremenda força.

— Ok, talvez um pouco... — Ele sussurrou em meu ouvido.

O empurrei e me agachei para pegar minha camiseta de volta. Inútil. Dean foi mais rápido e pegou antes de mim.

— Me devolva! — Gritei.

— Mal tirou e já quer colocar? Ah que sem graça. ­— Dean disse com um sorriso totalmente malicioso.

— Me devolva, Dean. Eu não estou brincando. ­— Falei, sério.

— Ninguém mandou você tirar. — Ele disse indiferente.

— Ah é? Então eu vou sair assim mesmo na rua. ­— Falei indo até a porta, a abrindo, e depois indo até o elevador apertando o botão.

— Volte aqui. ­— Dean veio até mim e me pegou a força. ­— Você não vai sair assim. ­— Ele disse me colocando para dentro do apartamento e trancando a porta. E dessa vez, as coisas haviam mudado, eu estava gostando de jogar.

— Nossa, Dean. Como você é possessivo. ­— Falei, provocativo. ­— E olha que eu nem sou seu.

— Você não é meu? Tem certeza?

— Absoluta! ­— Exclamei. ­— Por que eu seria seu? Você é grosso demais. Tem que ter romantismo, onde está as rosas vermelhas? Poxa, que fora hein, Dean. — Me fiz de bobo e cruzei os braços. Ele riu irônico.

— Ai é que está. ­— Ele começou a falar. ­— Um dia eu estava pensando...

— Não, espera um pouco... — Interrompi. ­— Você pensa? Ai meu Deus, que orgulho! ­ — Impliquei.

— Cala a boca, porra. Não me interrompe, eu odeio que me interrompam. Já não basta eu estar com o cu entalado de tanta raiva por causa das drogas das sua intromissões nos meus assuntos, e não é a primeira vez que você me impede de acabar com o seu amiguinho boiola. ­— Tentei falar algo, mas ele não deixou. ­— Ah e sem contar, que você é um burro... — Ele partiu para as ofensas. ­— Preferiu a vida do seu amiguinho em troca da sua virgindade, sendo que ele é um cuzão e nem te valoriza, só sabe pisar em você... E hoje, estava prestes a morrer. Inútil isso né?

Dean estava sabendo como me atingir perfeitamente.

— Você não cumpriu seu trato. — Falei.

— Cumpri sim e muito bem, desde quando eu quebro tratos? ­— Ele disse firmemente. ­— No dia seguinte eu não lembro de ter batido nele.

— Seu pau no cu! — Gritei. — Você me enganou.

— Eu não te enganei, gato. Você que foi burro e acabou entendendo tudo errado. Nosso trato só valia para eu não acabar com Jackson no dia seguinte e não para a vida toda. Ridículo. Ou você acha que Zack ia mandar cinco homens bater em mim, mandar invadir meu cofre, roubar quinze milhões, entre outras merdas e eu, Dean Winchester, ia ficar batendo palmas pro show dele porque você passou uma noite comigo? Se liga garoto, vadias é o que menos falta para eu comer. — Meus olhos se encheram de lágrimas por causa da enorme raiva que me consumia, peguei um vaso médio de vidro que enfeitava a mesa de Dean e quando me dei conta, o vaso havia o atingido no braço e quebrado.

Dean levou a mão esquerda ao seu braço direito que agora sangrava, logo ele me olhou incrédulo com os olhos em chamas de tanto ódio, foi aí que eu percebi: Eu só nasci para fazer merda.

— Eu vou matar você. — Dean tirou a arma da cintura. Engoli em seco. Alec adoraria estar presente nesse momento.

Dean apontou aquele troço para mim, chegando mais perto e mirando bem no meio do meu rosto. Todo o medo que eu não havia sentido dele em todo esse tempo, estava ali. Eu tremia e me sentia frio, mas em nenhum momento deixei de olhar Dean nos olhos.

— Ninguém, ninguém mesmo, tem direito de tocar em mim, causando algum tipo de estrago. — Olhei para o seu braço sangrando.

— Na verdade, foi o vaso que tocou em você... ­— Como eu tive coragem de falar aquilo?

— Você adora brincar né, Castiel? Até nas horas erradas, desculpe dizer mas, ninguém faz meu sangue escorrer e sai vivo.

— Mas aqueles caras que Jackson mandou bater em você...

— Estão mortos! — Dean gritou, em nenhum momento ele tirou a arma do meu rosto, eu odiava aquele seu jeito, eu o odiava.

Comecei a entender mais ainda porque as pessoas o temiam.

— Dean, pa-para com isso. ­— Disse nervoso e tremendo.

— Você quer que eu pare, vadio? Repete, quero ver você sofrendo. — Ele riu.

— Eu não sou vadio. ­— Não suportava quando ele me chamava assim.

— Você realmente não tem medo de morrer mesmo né?! ­— Ele disse.

— Dean, pare de enrolar, me mate logo. ­— Falei já cansado daquilo.

— Seria muito fácil. ­— Ele abaixou a arma. ­— Eu não gosto de coisas fáceis. — Mentira, ele não tinha coragem de me matar, eu podia ver e sentir aquilo. ­— Deveria ter deixado pro Alec. ­— Ele largou a arma em cima da mesa. Respirei novamente, nossa eu havia me esquecido de como era bom respirar. — Agora, pegue algo para fazer um curativo na merda que você fez, antes que eu mude de ideia. — Dean disse autoritário — como sempre — e eu peguei minha camiseta a vestindo novamente.

Levei-­o para o banheiro, passei uma água e fiz um breve curativo, o corte não havia sido tão grave assim, até porque, na hora que eu fui atirar o vaso, minha mão meio que afroxou diminuindo o impulso.

— Você não tem medo que as autoridades descubram que você é um Hunter? ­— Aquilo saiu da minha boca automaticamente.

— Por que? Quer me entregar para a polícia? Eu te mataria...

— Mas você estaria na cadeia. — Falei indiferente, sentando em seu sofá e colocando os pés para cima.

— Você não tem jeito mesmo, vai chegar um momento em que a única maneira vai ser estourar sua cabeça. — Dean disse irritado e eu ri, logo ele entrou no corredor desaparecendo.

Fiquei sentado ali por um tempinho, até estranhar o desaparecimento do Mr. irritadinho. Fui atrás. Eu realmente precisava ir embora e lembrei-­me que ele havia escondido a droga das chaves. Andei pelo seu corredor enorme e logo avistei a porta do seu quarto semi aberta. Abri ela totalmente e avistei Dean deitado em sua cama com uma calça de moletom, sem camisa e de barriga para cima fitando o teto.

— Ah, que lindo! ­— Falei. ­— Você ia dormir e me deixar aqui trancado, eu tenho que ir embora, seu idiota.

— Garoto, não enche. Eu já estou de saco cheio de você.

— Ok, abre a porta, eu vou para a minha casa e te deixo em paz com todo o prazer. ­— Dean me olhou rapidamente e voltou a fitar o teto.

— Estou com preguiça. ­— Ele disse simples.

— Porra, Dean. Não fode minha vida e abre a droga dessa porta. Ao contrário de você, eu não sou independente, devo satisfações para o meu pai.

— Sempre esqueço que você é um pirralho filhinho de papai. ­— Ele disse. ­— Mas enfim, ele trabalha muito, nem deve estar em casa.

— Depois sou eu que estou sabendo demais né. ­— Falei sarcástico.

— Foda­-se. ­— Ele deu de ombros.

— Que garoto de merda mesmo. ­— Falei entrando totalmente em seu quarto, pegando sua calça que estava atirada no chão e procurando as chaves no bolso da mesma.

Dean continuava deitado, tranquilão, em uma calmaria sem fim. Apenas de implicância, claro.

— iiih, tá frio... ­— Ele disse como se fosse aquelas brincadeiras, que alguma pessoa esconde algo e a outra tem que procurar. Era quase isso. Abri as gavetas e mexi em tudo... ­— Polo norte para você hein... ­— Ele continuava a brincar, incrível como ele conseguia ser completamente infantil as vezes.

Subi na cama onde ele estava e comecei a procurar por baixo de um travesseiro que havia ali já que a cama era de casal e procurei até em baixo do próprio travesseiro que Dean estava deitado.

— Porra! — Gritei irritado. — Onde estão as chaves, Dean? ­— Perguntei parando de joelhos ao seu lado, ele me puxou meu braço fazendo eu me desequilibrar e cair em cima dele.

— Você quer mesmo saber? ­— Ele perguntou com diversão em sua voz.

— Sim. ­— Disse sério.

— Segue esse caminho aqui. ­— Ele disse se referindo aquele caminho chamado de "caminho da felicidade" ou seja, do seu abdômen definido até seu membro.

— De novo, Dean? Chave na cueca? Que porra mesmo. ­— Falei estapeando seu peitoral.

— Só que da outra vez, você não precisou pegar... ­— Ele disse com um sorriso maravilhoso em seus lábios. — Agora... Bom, agora eu quero ver. — Ele adorava fazer esses joguinhos comigo, adorava.

Que droga mesmo, seria mais fácil se ele tivesse atirado. O único jeito era pegar as chaves ali. Eu precisava ir embora.

Dean continuava deitado, enquanto eu sentei ao seu lado na cama. Minha mão partiu de seu peitoral, até ir de encontro com a cintura de sua calça, antes passando por seus quadris, enterrei minha mão levemente para que ela passasse por baixo de sua calça e cueca e logo pude sentir pau já quase totalmente petrificado. Soltei um riso.

— Com apenas um toque, Dean? ­— Ri enquanto ele mordia seus lábios. ­— Não estou sentindo as chaves? ­— Disse estranhando.

— Ah, as chaves... Elas estão em cima da pia do banheiro. Larguei lá quando você foi fazer meu curativo, se você não viu, eu não tenho culpa. — Ele disse e logo começou a rir. Filho da puta.

Montei em Dean e comecei a bater nele até não poder mais, ele conseguia me irritar com uma extrema facilidade, era como se ele tivesse nascido especialmente para isso.

Dean segurou meus dois braços e me puxou para si, logo me beijando... Ele passava as mãos por dentro da minha camiseta e eu comecei a passar as minhas pelos seus cabelos os bagunçando totalmente, beijei e mordisquei o pescoço de Dean e vi ele ficar louco com isso.

Em um movimento brusco, Dean tirou minha camiseta e a jogou em um canto qualquer do quarto, nossos lábios se encontraram novamente e nós parecíamos estar em algum tipo de batalha.

Dean logo tomou o comando, ficando por cima de mim. Ele olhou meus mamilos como um prêmio logo caindo neles de boca me fazendo soltar um gemido alto. Ele lambia e chupava como se aquilo fosse algum doce, e talvez para ele, fosse.

Meus mamilos estavam totalmente enrijecidos. Logo ele desceu e começou a beijar todo o meu corpo, chegando em minha calça e a tirando, me deixando apenas de cueca. Eu já estava totalmente duro e entregue... Dean apertou meu membro com força, fazendo eu me contorcer naquela cama.

Eu o odiava, mas era incrível que mesmo com todo esse ódio, ele conseguia me levar ao paraíso e fazer meu corpo precisar dele cada dia mais.

Fiz questão de tirar a calça moletom que ele vestia, o deixando apenas de cueca, pois sem camisa ele já estava. Dean beijava meu pescoço enlouquecidamente, me fazendo apertar suas costas com toda a força do mundo, e por um segundo, nos vimos totalmente nus.2

Dean saiu correndo para pegar o preservativo e logo voltou, e de novo, eu tive o trabalho de colocar nele, eu odiava isso.

Dean desceu por todo o meu corpo e foi direto em minha entrada, pedindo para que eu abrisse mais minhas pernas e começou a beijar lentamente meu orifício, dando leves sugadas de vez em quando, eu me contorcia de prazer, dando altos gemidos.

Em uma velocidade anormal, ele subiu em cima de mim novamente me penetrando sem avisos prévios e começando a dar leves estocadas, enquanto eu arranhava suas costas doloridamente, mas ele estava, aparentemente, entorpecido. Só se importaria com a dor depois que aquilo acabasse, ou não...

Dean começou a estocar mais rápidos e nossos corpos se enchiam de prazer, ele gemia baixo em meu ouvido me estimulando mais ainda e eu beijava seu pescoço o máximo que podia.

— D-Dean, mais rápido! — Falei quando ele diminuiu a velocidade de suas estocadas.

— Mais rápido?

— Sim... ­— Falei logo soltando um gemido.

— Assim? ­— Ele aumentou os movimentos, fazendo minhas costas se arquearem.

Segurei em suas costas com força, sentindo meu ápice chegando. Ele deu mais algumas estocadas leves e seu corpo amoleceu em cima de mim, logo caindo ao meu lado.

Caralho, aquela tinha sido a melhor transa da minha vida.

Até eu voltar ao normal e perceber que realmente, eu tinha que ir.

— Agora é sério, Dean. Eu tenho que ir. ­— Disse levantando-me da cama ainda ofegante e com certa dor nos quadris. Vesti minhas roupas rapidamente.­ — E você vai me levar. — Falei para Dean.

— Te levar? ­— Ele perguntou ainda deitado.

— Sim, já está tarde e eu não vou andar 4 quarteirões sozinho. Seja um cavaleiro pelo menos uma vez na sua vida, não vai doer, eu juro.­ — Eu disse revirando os olhos e Dean se levantou vestindo suas roupas também.

— Não dá nem pra gente tomar um banho? ­— Ele perguntou agarrando minha cintura e beijando meu pescoço.

— Sim, eu tomo na minha casa e quando você voltar, você toma aqui, na sua. ­— Não era falta de higiene, mas eu realmente precisava voltar.

Fomos no carro em silêncio o tempo todo, se bem que para chegar a minha casa de carro, eram apenas 7 minutos, mais ou menos.

Dean estacionou e antes que eu descesse do carro ele
disse: ­

— Você é meu, querendo ou não, porque eu simplesmente anseio que seja assim, você não tem escolha.

— O quê? ­— Perguntei incrédulo.

— Isso que eu acabei de falar. ­— Ele disse simples, sem demonstrar nenhum sentimento. ­— Está decidido.

— Como assim, Dean? Você é louco?

— Se o garoto transa mais de uma vez comigo, automaticamente, ele se torna meu.­ — Ele disse.

— Ah, então tem mais um milhão de garotos que são "seus"? — Fiz aspas com os dedos e Dean riu debochado.

— Não... Isso só vale para você...­ — Era efeito da maconha, só podia.

— Essa é uma maneira de dizer que você me quer, Dean? ­— Falei, provocando.

— Não, essa é uma maneira de dizer que eu tenho posse sobre você. ­— Ele disse com uma mão no volante me olhando sério nos olhos.

— Ou se não? — Perguntei arqueando as sobrancelhas.

— Simples, você morre. ­— Ele deu de ombros e acendeu um cigarro.

— Deixa eu ver se eu entendi... Eu sou seu, mas você não é meu... Você é do mundo.

— Correto. ­— Ele disse. ­— Pela primeira vez vi esperteza em você. — Dean disse e piscou para mim. ­— Agora desce, quero ir para a casa e tomar um banho, você deveria fazer o mesmo... A noite foi frenética. — Desci do carro, ainda incrédulo, não raciocinando da melhor forma.

Quando Dean ia arrancar o carro, gritei pedindo para que ele parasse.

— Se eu quiser ficar com outros garotos... Eu fico. ­— Disse sério, com os braços cruzados.

— Sim, e eles morrem. ­— Dean arrancou o carro novamente e se foi


Notas Finais


LEVANTA A MÃO QUE TREMEU COM A FAMOSA FRASE DO DEAN.

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