História Prerogative (Park Jimin - Incesto) - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin
Tags Hentai, Incesto, Jimin, Romance, Você
Visualizações 195
Palavras 1.073
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Ecchi, Escolar, Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


BERREM COMIGO

Esse capítulo tá muito bom (ou não)! Enfim não quero enrolar, aproveitem.

Capítulo 2 - II. Aproveite a festa


(S/N) POINT OF VIEW

Após eu descer, sentei-me na cadeira e esperei por longos minutos o Jimin descer para podermos jantar, mas o mesmo estava demorando, e quando ele demora, é porque algo de ruim vai acontecer, e como ele é uma peste, eu não duvido nada. Assim que iria me levantar da cadeira o mesmo desceu.

— Vai com calma maninha, vai a algum lugar? — sorriu sacana.

Ignorando totalmente a pergunta de meu "querido" irmão, pude tocar no assunto que queria agora.

— Em falar em ir a algum lugar… — sentei na cadeira e Jimin em uma ao lado. — Eu me esqueci de dizer que vai ter uma festa do pijama na casa de Beatriz. — falei enquanto me servia. — E queria saber se você deixa eu passar a noite lá hoje..

Esperei minha mãe reclamar ou falar algo, mas só ouvi um "tá" saindo de sua boca. Minha mãe tinha sido abduzida, só poderia ser isso. Não tirou satisfação alguma, ou deu algum aviso, meu Deus, me toquei que Jimin não tinha falado nada também.

Ao longo do tempo eu só tinha uma pergunta; CADÊ MINHA FAMÍLIA??

Não que eu sentisse falta, mas assim de repente? Tá, tá, é melhor eu parar de “reclamar” e aproveitar a situação.

— E o papai? Quando vai voltar?

Mudei logo o assunto, vai que ela volta atrás, ou Jimin fala algo e tira aquele sorriso idiota do rosto. Ele estava aprontando, claro ou com certeza?

— Não sei, pois ele ainda disse que é tempo indeterminado. — disse minha omma.

— Ah, sim. — concordei.

Comecei a comer olhando para todos os lados. Não sabia quando seria bombardeada, né.

Depois de comer tudo, literalmente, me retirei e fui direto para meu quarto arrumar tudo. Igual a um tiro de headshot ou até igual o cara que lê a bula da televisão.

Fala sério, eu estava super atrasada. Coloquei algumas roupas na mochila, e vesti outra, mais decente, como diz minha mãe, e desci.

— Estou indo, omma. — fui até o meio da sala e gritei, mesmo que não precisasse.

A peste estava ali, jogando videogame como se fosse um anjo. Eu conheço essa peça, Jimin.

— Ok, dê tchau para seu irmão. — gritou de volta

Revirei os olhos, com seu pedido, pra que se eu iria vê-lo amanhã? Desnecessário. Jimin só gargalhou com isso.

— Tchau, Oppa-ah! — falei com uma voz carinhosa em alto e bom som para que a omma ouvisse, ajeitando a mochila nas costas. — Seu trouxão. — falei um pouco mais baixo só para que mesmo ouvisse e dei tapa em sua nuca, logo saindo gargalhando.

Era super engraçado machucar meu irmão, sendo fisicamente ou verbalmente. Era hilário quando eu beliscava suas coxas por debaixo da mesa enquanto jantava-mos com o papai e com a mamãe. Ele não podia falar nada já que eu poderia abrir minha boca e falar tudo o que ele já tinha feito pra mim. É aquela frase "Atura ou surta". E Jimin aturava quase surtando. Não sei como nossa mãe aguentava, era briga pra tudo quanto é lado.

...

20:38H

Eu já estava na frente da casa de Beatriz, dei batidas na porta e a mesma a atendeu.

— Onde estão seus pais? — perguntei logo entrando no espaço que a garota deu.

— Não estão em casa. — respondeu fechando a porta. — Sabe ainda não acredito que sua mãe te deixou vir.

— Pois é. E no final de tudo, foi beeem fácil. Fácil demais… — disse subindo as escadas da sua casa.

Após entrar no quarto de Beatriz, coloco minha mochila na sua cama e vou retirando vários itens que coloquei ali, tendo ali, maquiagem, perfume, roupas e coisa para higiene bucal.

— Trouxe uma frigideira aí, também? — gargalhou.

— Talvez, mas deixa eu ver aqui, se trouxe mesmo o tapa que falta no meio da tua cara! Vem logo me ajudar a escolher uma roupa, tenho que ficar lindona pro Jeongguk!

— Tá, tá! — revirou os olhos.

21:48H

Após nos arrumarmos, estávamos a um pé de ir para a festa, se não fosse por eu dar uma última checada em mim, no espelho. Eu estava linda com aquele vestido colado em meu corpo, com aquela bolsa brilhosa e com aquela maquiagem básica que fazia bastante diferença.

E finalmente saímos, o salto fazia barulhos altos quando batiam-se no piso. Parecia que estávamos desfilando. Duas doidas, com certeza.

Depois de trancar sua casa, lá íamos, à casa de Jeongguk. Sambando no salto 15.

Chegamos na frente da casa dos Jeon. Meu Deus e que casa ein. Linda e luxuosa.

Ao entrarmos na casa que estava literalmente aberta, pudemos ver várias pessoas ali. Estava lotado tudo. Todos os lugares. Eu estava tão atenciosa a cada detalhe que não vi Jeongguk chegar.

— Oi garotas. — sorriu gentil. — Que bom que pôde vir (S/N). Fico muito feliz.

— Ah, obrigada por e convidar. — sorri de volta.

— Vou falar com os outros convidados. Bebam o quanto quiser. — chegou mais perto de mim. — Peça especial no bar, (S/N), tenho certeza que vai gostar. — cochichou em meu ouvido me fazendo ter um pequeno arrepio.

Jeongguk se foi. E eu também, fui dançar sozinha por um longo tempo e depois fui para o bar, eu estava louca para beber o especial que Jeongguk tinha falado.

Depois que eu pedi mais uma, Jeongguk chegou até mim e pediu para eu segui-lo, e assim fiz, deixei o mesmo me levar pelo pulso, guiando me pelo meio daquelas pessoas. Mas infelizmente fomos impedidos no meio do caminho.

— Ei! — segurou o pulso de Jeon. — Pra onde pensa que está levando ela? — falou Jimin com uma face séria. — Solte-a, agora! — falou autoritário.

— Quem é você? — falou Jeon, levantando uma de suas sombrancelhas.

— Vou repetir apenas mais uma vez: SOLTE-A! — Ele estava quase partindo para cima de Jeon. — está nítido que ela está bêbada, e vou levá-la para casa agora. — Jimin me puxou contra seu corpo. — Não quero que chegue mais perto dela, está me ouvindo?! — Jimin arregalou os olhos, apontando para Jeon. — Alguém com seu caráter não merece ficar perto de ninguém. — ali era a penúltima frase do Jimin, pois a última foi: — Aproveite sua festa — sorriu.


Notas Finais


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