História Qualquer maneira de amor vale a pena - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Malhação
Tags Benê, Gune, Guto
Visualizações 318
Palavras 2.852
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Musical (Songfic), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Tô de volta, gente e muito chorosa por causa da briga das minhas meninas na novela. Quase morri vendo o bolinho (Benê) daquele jeito. Mas também, nem sei se quero que chegue semana que vem para ver elas fazendo as pazes, já que isso só vai acontecer tão rápido porque a Benê vai tá sofrendo mais. Chega, né, Cao, deixa a Benê ser feliz um pouquinho, pode ser?
#DesculpemoDesabafo!
Mas se lá é só sofrencia, aqui tá todo mundo bem felizinho.
Boa leitura, pessoas.

Capítulo 7 - Game over


Your cheats don't work

(Os seus truques não funcionam)

Your 3 lives up, bad luck

(Suas 3 vidas acabaram, azar o seu)

Now, it's game over!

(Agora, o jogo acabou)

 

Puxo um livro da estante e o trago até o nariz.

Respiro fundo.

Eu nunca vou me cansar desse cheiro. Se o paraíso tiver um aroma, com certeza é esse. Livros são perfeitos.

Devolvo o livro à prateleira e deixo meus dedos passearem pelas lombadas. Clássicos. Nacionais. Estrangeiros. Romance. Fantasia. Eu me sinto uma criança num parque de diversões. A biblioteca é o meu segundo lugar favorito nessa escola. O primeiro ainda é a sala de música, apesar do meu histórico com ela.

Caminho pelo espaço, pensando no que quero para ler, mas com tantas opções é difícil me decidir. Paro numa sessão com distopias e um me chama a atenção. A rainha vermelha, da Victoria Aveyard. Fala sobre um mundo que é dividido entre pessoas com sangue vermelho e prateado. Enquanto os Prateados, têm poderes e mandam em tudo, os Vermelhos – que não têm poderes – sofrem nas mãos de um governo opressor, comandado pelos super poderosos. Até que uma garota com sangue vermelho, descobre que também tem poderes.

Uou! É esse!

Estou tão ansiosa para começar a leitura, que puxo uma cadeira em volta de uma das mesas redondas espalhadas pela biblioteca, e abro o livro de uma vez. 

Percebo vagamente, quando um garoto se senta na minha mesa. 

– Eu já li esse. É bem legal. – Levanto os olhos da página a contragosto e olho pra ele.

Cabelos castanhos perfeitamente arrumados, óculos, camisa xadrez... Eu conheço ele. Ele estuda comigo. Joca?

– Pois é. Até agora tá parecendo. – Eu não tô com a menor vontade de conversar. Eu estou lendo. É um momento sagrado. Mas também não quero parecer mal educada.

O silêncio se prolonga, e é meio constrangedor já que a gente tá olhando um pro outro sem ter nada pra dizer. Quando estou a ponto de voltar à leitura, ele fala novamente.

– Eu sou o Juca.

Juca? Ainda bem que a gente não conversou o bastante pra precisar usar nome, ou isso ia ser mais constrangedor.

– Benê. – Informo.

– Eu sei. Quer dizer, todo mundo sabe, por causa do lance com o Guto.

Perfeito. Era isso mesmo que eu queria. Achei que essa história já tinha acabado.

A minha cara deve ter explicitado o meu estado de espírito, porque logo ele está se desculpando.

– Foi mal. Isso não é da minha conta. Esquece tudo que eu falei. – Ele faz um barulho com a boca como se fosse um chiado, e então começa a refazer seu passos de trás pra frente. Levantando, colocando a cadeira no lugar, e andando de costas até desaparecer atrás de uma estante.

Observo sem entender nada, até que o garoto reaparece, e caminha casualmente até mim.

– Olá, bom dia. Você vem sempre aqui? – Ele cumprimenta, me fazendo rir.

Nós estamos recomeçando.

– Eu pretendo vir. – Respondo entrando no jogo.

– Sério? Então a gente vai se ver bastante porque eu tô sempre por aqui. Eu sou o Juca, posso sentar?

– Claro, Juca. Eu sou a Benê. – Nós estendemos as mãos um para o outro.

Eu meio que gostei dele.

����

Eu sou a última a chegar na mesa na hora do almoço. As meninas já estão reunidas em volta dela, cada uma revirando a sua comida sem falar muita coisa.

– Tá tudo bem? – Pergunto me sentando.

– Tá. É só a Keyla contagiando todo mundo com esse mau-humor dela. – Responde Lica que ganha um olhar de reprovação de Tina e de Ellen. Keyla por outro lado, nem parece ouvir. Ela está ocupada demais encarando Tato e K2 almoçando em outra mesa.

Ela não parece bem desde sábado. 

Depois que viu o amigo de infância beijando a K, Keyla decidiu que tinha cansado do show. Ela pediu desculpas, congelou um sorriso no rosto – que todas nós sabíamos que era falso – e decidiu que precisava ver Deco. Era óbvio que Deco era só uma distração, mas eu não entendia. Se ela gostava do Tato, por que dizer pra ele que os dois eram só amigos? Por que sabotar a própria felicidade desse jeito? Isso não faz o menor sentido na minha cabeça.

Enfim, ela decidiu que queria ver o namorado, e nós só tínhamos ido ao show por causa dela, então, cada uma foi para um lado. Ellen e eu pegamos uma carona com Keyla, e Tina e Lica foram procurar seus respectivos namorados.

– Onde você tava, Benê? Você é sempre a primeira a chegar. – Tina pergunta tentando quebrar o silêncio.

– Na biblioteca. Eu perdi a hora conversando com o Juca. 

– Sério? Ele é tipo, um dos meus melhores amigos. E da Ellen. Se bem que a Ellen prefere o Jota, né, Ellenzinha? – Tina provoca.

– Vai te catar, Tina! – A morena rebate, irritada.

Fazendo quase todas nós rir. Menos Keyla, que nem parece ouvir o que estamos dizendo.

– E se a gente fosse pra piscina mais tarde? Ouvi dizer que vai fazer o maior calorão hoje. – Tina tenta de novo.

Olho pra cada uma de nós usando um casaco. Essa foi péssima.

– Keyla Maria Romano, agora chega, né? – Lica fala aumentando um pouco a voz e dando um tapa na mesa, fazendo a garota pular. – Você não acha que já secou os dois de mais, não? Não esquece que a culpa disso estar acontecendo é sua, e se você não gosta do que está vendo, faz alguma coisa ao invés de ficar aqui sentada bancando a coitada. Até porque esse papel não combina em nada com você.

Keyla olha pra Lica com os olhos arregalados – o que é meio que uma característica que ela está dividindo comigo, Tina e Ellen – e por um segundo, eu acho que elas vão sair no tapa. Mas então, Keyla se recupera do susto, e começa a rir.

– Você não existe, Lica. Mas você tá certa.

O clima ruim se dissipa e logo estamos na risada, brincando e conversando uma com a outra, e nós quatro fingimos que não percebemos Keyla olhando de canto de olho a cada dois segundos, para a mesa de certo moreno.

����

–  E aí, a gente resolveu dar um tempo. – Lica finaliza, nos explicando porquê terminou, quer dizer, deu um tempo com MB.

Ela contou que o relacionamento aberto não estava funcionando, já que o loiro não gostava muito da ideia de vê-la com outros. Mas apesar da pose de desapegada de Lica, todas nós sabemos que ela não estava totalmente confortável em ver MB com outras meninas também. Esses dois me deixam confusa. Eles estão sempre brigando, mas não conseguem ficar longe um do outro, e apesar de quererem parecer descolados com essa história de relacionamento aberto, não conseguem esconder o ciúme. Então por que eles simplesmente não admitem que se gostam, e começam um relacionamento normal, com toda a monotonia e comodidade que ele vai trazer?

– E de quanto tempo vai ser esse tempo dessa vez, Lica? 24 horas? – Tina provoca rindo.

– Eu acho que você tá superestimando Blica, Tina. Eu daria umas 12 horas. No máximo. – Ellen comenta, entrando na brincadeira.

Lica mostra o dedo do meio para as duas que riem. Mas  a risada é abafada por um grito de comemoração. Guto deve ter ganhado outra partida.

Eu tinha acabado de tomar banho, quando Ellen bateu na minha porta, me chamando pra descer pra sala de jogos. É um espaço em que a galera vem pra se divertir quando não estão em aula. Mas eu não chamaria de “sala”, é um espaço amplo e arejado que abriga algumas mesas e cadeiras, com jogos de cartas e tabuleiros, sofás, uma TV, entre outras coisas, inclusive – pasmem – uma mesa de pebolim. Lica disse que foi ideia de Guto, e inicialmente Edgar não aceitou, mas acabou sendo vencido pelo cansaço.

Olho para o garoto animado atrás do sofá em que estou com as meninas. Eu não o via desde sábado, e ele parece ainda mais bonito hoje, o que é muito injusto, na minha opinião. Ele já estava aqui quando cheguei, mas estava tão concentrado no jogo, que eu acho que nem notou minha presença, mas de qualquer forma, não é como se eu esperasse um abraço, ou mesmo um sorriso. Um segredo compartilhado e uma conversa no meio da rua, não transforma duas pessoas em amigos.

– Isso tá ficando fácil demais pra mim. Quem é o próximo? – Guto grita, chamando a atenção de todos.

Olho em volta, mas ninguém parece interessado em perder pra ele. Até que uma pessoa inesperada se aproxima, provocando risadas nos que estão assistindo. 

– Você quer jogar contra mim, Juca? – Dava pra ouvir em cada palavra de Guto, que ele estava achando aquilo divertido e que até sentia um pouco de pena do outro garoto.

– Na verdade, eu vim perguntar se eu posso jogar uma partida. – Juca responde arrumando os óculos no nariz. 

Guto olha para Juca, e depois para trás do garoto.

– Mas quem vai jogar contigo? Não dá pra jogar pebolim sozinho. – O irmão de Lica pontua.

Juca olha pra trás e seu amigo, Jota, balança a cabeça de um lado para o outro. Não vale a pena.

– Deixa pra lá.

– Qual é, Juca! Só uma partida. Todo mundo aqui já perdeu pro Gutão pelo menos uma vez. Vai, tenta. O máximo que vai acontecer, é você ser massacrado. – MB grita, fazendo os outros rirem.

As meninas, que estão alheias à confusão, começam uma conversa sobre esmaltes, mas eu mal as escuto. Toda a minha atenção está voltada para a mesa de pebolim. Isso me lembra um pouco o que acontecia comigo na minha antiga escola. Os “populares” se juntavam para me zoar ou “brincar” como eles diziam, por qualquer coisa. Eu odiava quando isso acontecia, e ver acontecendo com outra pessoa, não é nenhum pouco melhor.

Quando me dou conta, já estou de pé caminhando até eles. Ouço Lica me chamando mas não respondo, ela já vai ver onde estou indo.

– E se fosse um jogo de duplas? – Ouço o desafio em minha voz e quase faço uma dança da vitória por ela não ter tremido como geralmente acontece, quando falo em público. Mas acho que a adrenalina ajuda. Tudo o que eu quero é tirar o sorriso arrogante da cara desses idiotas que se acham melhor que todo mundo só porque têm dinheiro.

Escuto mais risadas, mas não sei bem de quem vem, porque eu olho diretamente para Guto, do outro lado da mesa.

– O que você tá fazendo, Benê? – Ele pergunta confuso.

– É. O quê que você tá fazendo, Benê? – Juca também está confuso, quando pergunta baixinho no meu ouvido.

– Pedindo pra jogar também. Não pode? – Ignoro Juca, e encaro Guto enquanto pergunto tentando parecer inocente. Mas não é mentira. Eu quero jogar.

– Claro que pode. Eu só achei que você não gostasse de ser o centro das atenções. – Guto responde, olhando sugestivamente ao redor, como se me mostrando todas àquelas pessoas.

– Ótimo. – Digo ignorando seu comentário. – Então, duplas? Eu e o Juca e você e... – Me interrompo esperando ele chamar alguém. Mas ele não chama. Guto apenas sorri me olhando como se não tivesse certeza de que estava me ouvindo direito.

– Você tá falando sério?

– Tô.

Então ele ri, e ainda me olhando grita um alto e sonoro “Samantha”. Samantha que está vendo tudo de um sofá, levanta e caminha até nós, parando ao lado dele.

A arrogância nos olhos dela me faz querer gritar mas eu fico quieta.

– Quem fizer dez primeiro leva. – Proponho e Samantha ri.

– Você não quer um tempo pra pensar no que está fazendo? De você eu tenho um pouco de pena. – Guto garante, me deixando mais irritada.

– Guto, você tá insistindo tanto pra eu desistir que eu tô começando a pensar que você tá com medo. – Provoco e ele levanta uma sobrancelha sorrindo. Quase consigo ouvir sua voz em minha cabeça “Eu gosto quando você é ousada, ursinha”. Bem, vamos ver se ele vai gostar hoje.

O meu comentário faz a galera gritar, e as meninas estão entre eles.

– Vamo nessa, então. – Ele finalmente concorda.

– Espera! – Samantha grita. – Se ela tá assim tão confiante, por que a gente não deixa as coisas mais interessantes? Quem perder, paga a primeira rodada de bebidas sábado lá no Point.

– A gente topa! – Juca se pronuncia pela primeira vez em muito tempo. E eu sinto vontade de bater nele. O cara não diz uma palavra durante toda a provocação e quando fala, é pra fazer a gente arrumar uma dívida? Não é que eu não ache que a gente pode ganhar. A gente pode! Mas existe 50% de chance disso não acontecer e aí, eu não tenho ideia de onde a gente vai tirar o dinheiro pra pagar isso.

– Ué, o que foi Benê? – A garota pergunta, pronunciando meu nome deu jeito estranho, com o primeiro “e” mais forte, o que soa como BÊne. – De repente perdeu a confiança? – O veneno escorre de cada uma de suas palavras enquanto ela me encara sorrindo, esperando que eu recue. Eu detesto ela.

– Eu topo. – Samantha sorri ao me ouvir.

– Guto? – Ela pergunta, esperando que ele também aceite. 

E é obvio que ele não ia fugir.

– Por mim, tudo bem.

– Ótimo. Vamo começar. – A garota pede se posicionando ao lado de Guto.

– Espera! – MB grita, fazendo todos nós olharmos para ele. – Apostas aqui comigo, hein!

Que idiota! Ele acha mesmo que... Antes que eu possa terminar o pensamento, pessoas começam a cercá-lo, incluindo Ellen, Lica Tina e Keyla. 

Uau. Isso está tomando proporções muito maiores do que eu tinha planejado.

Guto, Samantha, Juca e eu, voltamos nossa atenção ao jogo, e um par ou ímpar entre os dois meninos decide que nós começamos.

Coloco a bolinha no centro da mesa, e o jogo se inicia. Eu consigo driblar bem Samantha, mas não demora muito para Guto roubar a bola de Juca, e quando ele está prestes a fazer o primeiro gol, eu defendo a minha trave, e a bola volta para o meu time. Lances parecidos se repetem pelo menos umas três vezes, antes do primeiro gol sair.

E é deles.

A gritaria recomeça e Samantha pula nos braços de Guto. Eu acho que ela não entende que de 1 para 10, ainda faltam 9.

– Benê, só porque é você, eu te dou a chance de desistir agora, antes que fique muito feio. – Guto me diz por cima do barulho de comemoração.

– Nem pensar. 

Ele posiciona a bolinha, e o jogo recomeça. Os dois times estão bem equilibrados, na verdade. Enquanto Juca e Samantha são péssimos, Guto e eu somos muito bons. Ele é um adversário muito melhor que Julinho. A bolinha passa de um lado para o outro várias vezes, até que finalmente, eu consigo fazê-la entrar. A comemoração é menor – apenas as meninas e Jota – mas existe.

Guto me encara meio surpreso e eu levanto a sobrancelha pra ele. Então nós voltamos para o jogo.

2x1

2x2

3x2

3x3

O jogo está super competitivo e as conversas paralelas acabaram. Todos pararam para nos assistir.

7x6

7x7

8x7

8x8

Em algum momento, Juca e Samantha se afastaram da mesa e deixaram apenas Guto e eu disputando. Nós dois estamos concentrados e nenhum de nós quer perder, e a rodada de suco nada tem a ver com isso.

9x8

9x9

Chegou a hora. É tudo ou nada. Ganhar ou perder. E nenhum de nós esta disposto a encarar a segunda opção. A bolinha vai e volta de um lado para o outro diversas vezes. Minhas mãos começam a suar, se eu só conseguisse passar  ela para lá... Guto rouba a bola, e eu corro para recuperá-la. Se concentra, Benê! É tudo uma questão de física. O valor do ângulo do gol, mais a velocidade da bola e...

Roubo a bola, ao som de vários “Vai, Guto” e “Vai, Benê”, e movo-a para o outro lado da mesa, passando-a por todos os bonequinhos, Guto vem com tudo pra cima de mim mas é inútil. Com um giro do pulso, jogo a bola direto no gol.

10x9

E as quatro meninas começam a gritar feito loucas.

Juca começa a pular ao meu lado e nós nos abraçamos animados, quando ele me levanta no meio do abraço, gritando. As meninas também correm pra me abraçar quando ele me solta.

– Eu te venero, Benedita! – Keyla grita, soando animada pela primeira vez no dia.

– MB, cadê o dinheiro da aposta, hein? – Tina pergunta, e o loiro tira um bolo de notas do bolso e entrega para a menina de cabelo rosa, mandando-a dividir entre os cinco ganhadores.

– E por falar em aposta, e aí, Guto e Samantha, vocês vão cumprir a parte de vocês, né? – Lica zoa rindo.

– Não enche, Lica! – Responde Samantha que vai embora irritada, tendo vaias como despedida.

Os olhos de todos se voltam para Guto que não se intimida com isso, e nos encara de volta. Ele cruza os braços no peito e sorri.

– Rodada de bebida por minha conta sábado! – Ele grita fazendo todos comemorarem.

Então, ele olha para mim.

Eu olho para ele.

E nós sorrimos um para o outro.


Notas Finais


Não tem jeito, Gunê e pebolim sempre vai dar competição brava, a não ser que um dia os dois estejam do mesmo lado, quem sabe?
Quem gostou do Juca aparecendo? Não se preocupem, ele vai ajudar bem mais que atrapalhar, prometo.
Samamthinha odiou perder pra Benê, vocês não tem noção da maldade que ela vai aprontar com o bolinho no próximo capítulo, deu vontade de entrar e revidar, cretina. Mas o que é dela tá guardado.
E as five maravilhosas torcendo pra Benê? Que amizade, né? Amo essas meninas, não vejo a hora das CINCO fazerem as pazes na novela, mas por enquanto, aqui vai ter um monte de momento fofo e engraçado delas pra ajudar nem que seja um pouquinho na saudade.

Hum, não sei se alguém aqui shippa, mas escrevi uma oneshot Samuca ontem, vou deixar o link aqui, caso alguém se interesse:
https://spiritfanfics.com/historia/thanks-for-making-me-smile-samuca-10954470
É isso, pessoas.
Um beijão, e até a próxima!


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