História Quando eu voltar - Capítulo 18


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Categorias Stranger Things
Personagens Chefe Jim Hopper, Dustin Henderson, Eleven (Onze), Jonathan Byers, Joyce Byers, Karen Wheeler, Lucas Sinclair, Mike Wheeler, Nancy Wheeler, Personagens Originais, Steve Harrington, Will Byers
Tags Aventura, Byers, Caleb, Dustin, Eleven, Ficção Cientifica, Finn, Gaten, Harrington, Hawkins, Henderson, Hopper, Ives, Jane, Jim, Jonathan, Joyce, Lucas, Mike, Millie, Nancy, Noah, Onze, Romance, Sinclair, Steve, Suspense, Terror, Wheeler, will
Visualizações 117
Palavras 947
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Ficção Científica, Fluffy, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sci-Fi, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oiii zenti!
Espero que gostem do capítulo de hoje e recomendo que não pensem muito no que pode acontecer com a insanidade de vocês. Peço que não se obriguem a imaginar tanto e pensem num monstro como quiserem, aproveitem.

Beijos
😍😍😘😘

Capítulo 18 - Max


Fanfic / Fanfiction Quando eu voltar - Capítulo 18 - Max

Pisquei. Era escuro e aterrorizante, o ar era frio e pesado, flocos brancos como a neve, mas sabia que não era neve. Meus olhos estavam pesados, senti que queria dormir. Pisquei novamente. Árvores e raízes pretas e mofadas. Pisquei. Os meus sentidos estavam voltando e eu pude sentir algo ruim, um gosto horroroso. Pisquei pela última vez, me dando conta de que não estava em minha casa ou na de Lucas. Olhei ao redor e senti algo pressionar minha boca, tentando entrar por ela e forçando a ida até minha garganta. Olhei para baixo, uma das raízes pretas estava tentando entrar pela minha boca. Segurei firme e a arranquei dali.



-Pare!-Gritei a jogando longe no chão.-Me solta!-Ao me sacudir, pude notar que algo me segurava.-Saia daqui, me solte agora!-Gritei e me debati fazendo aquilo me soltar.



Cai com as mãos no chão. Ao me levantar e me arrumar, pude notar que algo estava errado mais do que o normal.  Olhei mais uma vez para tentar assemelhar alguma coisa dali com as coisas que eu conhecia. Ao notar não daria em nada eu tentar achar algo que fizesse sentido, comecei a andar pelo lugar. Vi mais casulos ou, sei lá o que era aquilo que me puseram dentro, até chegar em um que a cor dos musgos em volta estavam diferentes, mais escuras. Assim que parei em frente aquele casulo, ouvi barulhos e me abaixei próxima ao casulo, que também era ligado ao chão. Notei que o pé, se é que se poderia chamar ass, do casulo era igual ao caule de uma árvore.”Floresta”!



Voltei minha atenção para o lugar de onde o barulho veio e assim que vi o que fez o barulho, me encolhi. O mesmo bicho que me capturou à, não sei quanto tempo, estava alí, próximo a mim. Pernas e braços finos e grandes, uma de suas mãos não existia, era um enorme tentáculo enquanto a outra era uma mão, com cinco dedos, muito ossuda e com unhas enormes, que poderiam te rasgar de um lado ao outro. Pelo seu tronco, julgava ser um homem, mas a parte onde deveria ficar seu membro sexual, era como seu tronco, lisa, como se usasse uma cueca e blusa bege.  Seus pés eram como os de um ser humano, mas não haviam dedos.Careca e sem face. Sem boca ou olhos ou qualquer cavidade que demonstrasse que um dia já os teve. Com mais ou menos três metros de altura. Eu tremia de medo, mas se ele veio por ali, eu iria sair por ali. Ele andava lentamente e arrastando seu braço pelos lugares onde passava. Esperei que ele se afastasse para poder seguir meu caminho para fora daquele lugar.  Olhando em volta a sua procura, notei que ele já estava do outro lado do local, então aproveitei para passar para o próximo casulo. Me abaixei, desta vez na parte de trás.



Eu estava pronta pra seguir adiante quando vi que ele estava voltando, entrei em pânico e não sabia o que fazer. Fiquei parada esperando que ele não me visse, depois de alguns segundos ele voltou pelo o túnel que havia vindo. Muito atrás dele, o segui, escondida atrás de tudo o que eu pudesse. Andei muito até chegar próxima a uma abertura que estava deixando tudo mais claro pelo túnel. A medida em que fui me aproximando, pude notar que não era uma abertura qualquer, era a saída daquele lugar horrível.



Assim que consegui sair, pude notar que estava toda melecada, algo pegajoso e grudento. Não conseguia mais ver a criatura estranha que estava no túnel comigo, continuei caminhando e consegui reconhecer o lugar em que estava, a floresta, a mesma floresta a qual a criatura havia me levado até o túnel. Era de dia, meus olhos ainda estavam se acostumando com a claridade, aos poucos pude ver a casa do club bem ao longe. Comecei a correr, ainda cambaleando e meio tonta pela mudança drástica no ar, e a cada passo minha cabeça latejava mais ainda, mas não parava de correr nem por um momento. Quando estava me aproximando da casa ouvi um grunhido engasgado e parei instantaneamente olhando para todos os lado, até que, no alto de uma árvore, estava ele, o monstro.



-Socorro! Alguém? Lucas, Dustin, Will? Mike? Socorro!-Gritava descontroladamente.-Socorro!



Continuo a correr em direção a casa e começo a ver alguém saindo de dentro da cabana. Corro mais depressa para chegar mais rápido e de repente vejo as folhas que estam no chão. Olho para frente e vejo Mike e Jane fazendo gestos e gritando, olho para trás e vejo o monstro, ainda me perseguindo. Retorno ao mundo real pelo choque da imagem e me levanto depressa e me aproximo da porta.



-Venha, entre!-Gritou Jane.



E consegui pisar no primeiro degrau, que me deu mais impulso e motivação para correr até o último cômodo. Olhei em volta, não tinham vindo atrás de mim. Então, escutei gritos que me fizeram voltar para a frente da casa. Eu e Mike estávamos na parte protegida pela tela enquanto Jane estava do lado de fora, com a mão levantada e os dedos tortos, gritando em direção a criatura, que agora se encolhia. Aos poucos a criatura foi diminuindo de tamanho, até ficar do tamanho de uma criança de dez anos. E saiu correndo para o lugar de onde havia saido.



O nariz dela sangrava e de repente, ela caiu no chão junto às folhas e a terra. Eu e Mike corremos para perto dela e tentamos ajudá-la. Eu falei para ele que deveríamos levá-la para  dentro. Na mesma hora ele a pegou no colo e entrou, eu fui atrás trancando tudo.



-Ligue para os meninos, manda eles virem aqui.-Disse ele, então o fiz.



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