História Quando L'amore Diventa Poesia - Il Volo - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Il Volo
Personagens Gianluca Ginoble, Ignazio Boschetto, Personagens Originais, Piero Barone
Tags Amizade, Amor, Família, Ilvolo, Ilvoloversbrasiliane, Romance
Visualizações 26
Palavras 2.210
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Ciao,Ciao Bambina hehehe! uma segunda fanfic que estou escrevendo,não sei por que mais do nada me deu uma vontade de escrever ela e ta aqui hehe. Espeor que gostem

Capítulo 1 - Prólogo e Capítulo I


Fanfic / Fanfiction Quando L'amore Diventa Poesia - Il Volo - Capítulo 1 - Prólogo e Capítulo I

PROLOGO


Alheia ao que,de fato,iria fazer,Maya mordeu a tampa da caneta com o cenho franzido,o que diabos estava acontecendo com ela?Já era de se esperar que ela começa-se a escrever seu mais novo livro,a expectativa de todos os editores e leitores estava alta,ela mesma se colocou suas próprias expectativas em alta,declarando a si mesma que faria o melhor dos trabalhos naquele novo material,o mês de julho estava para acabar e ela nada havia conseguido escrever.Thomas,seu colega de apartamento e de vida havia dito que poderia ser a pressão da expectativa,já a mãe achava que sua fase como escritora estava no fim,a mãe nunca foi de apoia-la em seu sonho de ser escritora,de acordo com sua mente para lá de estranha e fechada,a literatura nunca levava a lugar algum,ela deveria ser uma médica e não uma escritora.O pai achava apenas que a filha deveria ser feliz,ele a apoiava em qualquer coisa que a fizesse sorrir.


Cansada de ficar encarando o vazio nas folhas a sua frente,ela encostou-se na poltrona favorita,onde já havia escrito várias aventuras,diálogos e enredos,que resultou em dois bem sucedidos livros,atirando a cabeça para trás,tendo como imagem o teto branco,a cada vez que seus cílios vibravam em sua bochecha quando piscava ela deixava um suspiro tristonho e frustrado sair de seu lábios.Como era possível,escrever dois livros,ambos com 61 capítulos,bem estruturados e satisfatórios para ela,e simplesmente não conseguir dar continuidade a sua obra?Ela estava bem até o começo do ano,tinha tempo de sobra para dedicar-se,estava mentalmente descansada,estava contente com sua vida e estabilidade,tudo estava em ordem e com um sopro imperceptível d\ falta de criatividade,ela se trancou,sua criatividade vivida e fértil havias e escondido em algum canto de sua cabeça recusando-se a sair e dar o ar da graça,bem quando ela mais precisava. Ali,sem ao menos ela notar se encontrava Thomas,ele adentrara a sala de leitura para chamá-la para jantar,cuidadosamente caminhou na ponta dos pés até a garota,que tinha os olhos fechados e uma expressão injuriada e a cabeça inclinada para trás,estranhando tal comportamento ele se aproximou,talvez ela tenha dormido ou tenha desmaiado.Ele não sabia,mas de qualquer jeito se preocupava!


Por tudo que era sagrado,que ela não esteja morta! Pediu ele,conscientemente,repetindo como um mantra,não saberia lidar com Maya desmaiada ou morta,ele surtaria,sabia bem disso.A encarou por um certo tempo,tentando descobrir o que raios havia acontecido e sentindo a aproximação e a respiração pesada sobre sua testa,a jovem escritora desperta se assustando e por reflexo se levantou,as testas de ambos se chocaram,os dois se curvaram e tocaram o local,o centro de suas testas ardia e pulsava pela colisão. Droga!


- Mas que droga,Thomas! - praguejou Maya franzindo as sobrancelhas,encarando irritada e curiosa o amigo,que tinha um ponto vermelho na testa e os olhos arregalados pelo susto do impacto.''Graças aos Céus,ela não estava morta!'' com um suspiro ele sorriu de canto.- Thomas?


- Eu vi você com a cabeça para trás e olhos fechados,imaginei que tinha passado mal...- respondeu rapidamente,agora olhando atentamente para sua amiga,a expressão injuriada dela ainda estava em seu lindo rosto,seus lábios estavam entre abertos,indignados,as sobrancelhas franzidas e as íris castanhas giraram-se.''Sim,ela estava bem viva e puta!''observou o rapaz.


- Podia ter me chamado...


- Por que essa cara de quem chupou limão? - Maya bufou,havia esquecido a sua frustração momentaneamente,Thomas a distraíra.- Não conseguiu escrever?


- Não,nada saí de minha cabeça.- respondeu irritada,bufando e apanhando sua xícara vazia de café,avia bebido completamente o liquido numa tentativa da cafeína desencadear sua criatividade,passou Thomas e caminhou em passos fundos até a cozinha,estava furiosa consigo,lavaria a xícara e prepararia mais um pouco de café,quem sabe com mais da droga legalizada a fizesse pensar em algo que preste.


- May,precisamos conversar sobre sua técnica de escrita.Sei que não entendo nada sobre isso de escrever mas tudo que fazemos,precisamos de descanso depois de fazê-lo,você passou dois anos escrevendo seus dois livros,sem parar...precisa descansar.


- Eu já descansei o suficiente,já me dei férias,já ouvi músicas calmas,segui todas as dicas da internet e nada funciona.Estou começando a achar que minha mãe estava certa,a minha fase já passou! - disse com pesar,passando as mãos furiosamente pelos cabelos,empurrando-os para trás.


- Não,não descansou,está cansada mentalmente,precisamos nos dar uma trégua de tudo isso. New York está nos consumindo,vamos viajar! - o rosto de Thomas se iluminou,não havia pensado nisso,viajar sozinho com Maya seria uma fantástica distração,além de ajudar a mente da jovem escritora a funcionar.- Vamos para um lugar que esteja longe de tudo,tudo o que te bloqueia.


- Não sei se isso...


- Não,não comece!Na internet está escrito que precisa espairecer,eu sei disso por que também tive problemas com o bloqueio,não para escrever mas para criar.Sou um cozinheiro,e por mais que as receitas me orientem,também gosto de criar as minhas próprias.- interrompeu Thomas,sorrindo com sua genial ideia,Maya ponderou entre ir na onda do amigo ou permanecer com sua cabeça trancada e na poluição de New York,ouvindo sua mãe resmungar sobre ela ter destruído a carreira como médica.


- Tudo bem,já tentei de tudo mesmo.- se deu por vencida,sabia que Thomas não desistiria e nem largara de seu pé até aceitar a ideia.

 

Se ele quer viajar,eles viajariam!

CAPÍTULO I


A luz do dia penetrou com certa força as pálpebras de Maya assim que elas se abriram lentamente,ela virou-se de costa para todo aquele holofote natural buscado adaptar-se a luz matutina que invadia seu quarto,graças ao seu esquecimento,ela deveria ter fechado bem as cortinas.O som dos carros barulhentos e pedestres mau educados não a incomodavam,nunca foi um problema lidar com a barulhenta cidade onde nascera,é claro que ela já havia se arriscado junto a família,se mudando para o interior,um local calmo e com um silêncio que chegava a ser ensurdecedor,ela detestou a experiência,lembrando de como ficou frustrada por tudo ser longe e de como tudo parecia calmo demais para o seu gosto.Maya se declarou alguém da cidade grande a partir daquela pequena e curta experiência no interior pacato.


Após alguns minutos de lado,completamente adaptada a luz que quase lhe cegou,Maya empurrou as cobertas,procurando com seus pés as pantufas de tubarão que Thomas havia lhe dado após ver num catálogo infantil,o fato de os pés dela serem pequeninos,assim como ela,fazia com que Thomas tira-se sarro de sua cara grande parte do tempo.Formou uma concha com as mãos assim que abriu a torneira da pia do banheiro,lavando o rosto,escovou seus dentes e penteou de qualquer maneira os cabelos,acabando por prendê-los num coque frouxo com fios e mais fios soltando-se,o apartamento nunca mais foi silencioso por completo com a vinda de Thomas.


O futuro chefe era barulhento quando se tratava de cozinhar,derrubando as vezes algumas coisas,xingando por não encontrar algum utensílio,cantando em voz alta as músicas pop chicletes que tocava em seu IPod e as vezes rindo alto de algo na tv,hoje não foi diferente,Maya caminhou até a cozinha ouvindo o som alto de uma musica,animada,porém não pop chiclete,tinha um certo tom erudito e ele se mexia nos acordes da música,batucando no granito da pia numa língua bem conhecida por ela.Escorando-se no batente da porta,Maya riu assistindo o gingado do amigo,ele usava uma espatula como microfone e atirava panquecas para o alto,com um técnica perfeita,que ela nem se tentá-se conseguiria fazer igual.


- Buongiorno,ragazzo! - saudou assustando Thomas,que virou-se com os olhos azuis arregalados,os cabelos espetados para o alto graças ao sono,o rosto num tom suave de rosa nas bochechas e a boca aberta,totalmente hilário.


- Puta merda,Maya,você fala de mim mas quase não ouço seus passos pela casa.Deus,eu poderia ter morrido do coração! - resmungou fazendo-a rir,ele virou-se para o fogão desligando-o assim que a última panqueca tipica americana estava pronta,colocando-a num prato junto as outras,empilhadas.Levou os dois pratos com a pilha de três panquecas a mesa,ainda resmungando sobre o susto,abaixando o som da música.- Pegue o suco,por favor!


- Desde quando gosta de música italiana? - perguntou assim que pegou o suco de laranja,servindo-o para ambos,juntou-se a Thomas,quase salivando sobre suas panquecas.


Que cheiro divino,pensou.


- Desde quando eu decidi que iremos viajar para a terra da pizza e de outras comidas boas e fáceis de serem feitas! - disse com um garfo no caminho para sua boca,os olhos castanhos de Maya se arregalaram em surpresa.- Vamos visitar o nonno Michele!


- Só pode estar brincando! - bebeu suco,pois tinha certeza de que o pedaço de panqueca não desceu completamente por sua garganta,assim como a notícia da viagem a Itália.
- Não estou,assim que você dormiu ,eu vasculhei suas coisas e achei um postal do nonno e daí me surgiu a ideia de irmos até a Itália,lá seria um bom lugar para ter inspiração,aliás,o seu avô sente sua falta! - dito isso,Thomas encarou a escritora esperando alguma reação que não fosse piscar lentamente e balançar a cabeça em negação.


- Não vamos para a Itália e como desde quando vasculhamos as coisas dos outros neste apartamento?


- Ah,May!Eu estava afim de ler algo e como só é no seu escritório que tem livros em abundância eu invadi e acabei encontrando o postal dentro de um deles.- respondeu com naturalidade,Maya suspirou,por que não havia trancado o escritório? - Não me olhe assim,o seu avô sente saudades,pelo menos era isso que estava no postal!


- Não vejo ele desde quando tinha cinco anos,minha mãe e ele brigaram e nunca mais tivemos contato,é estranho chamá-lo de avô.- Maya tentou buscar nos confins de suas lembranças o rosto de seu nonno apenas lembrando da vez em que caiu dentro da Fontana di Trevi e foi salva por ele,que ao invés de brigar com ela como a mãe havia feito,a levou para tomar sorvete,ela pediu quatro bolas gigantes,uma de cada sabor.Foi uma lembrança boa,ela sorriu com isso.


Thomas percebeu o sorriso nostálgico.


- Então,sua mãe e ele brigaram,não você e ele.Vamos para a Itália,eu nunca saí dos Estados Unidos antes,porém tenho passaporte,graças a você,vamos até lá explorar as cidades e comer muito como a Julia Roberts em 'Comer,rezar e amar'! - o sorriso largo e brilhante de Thomas fez com que ela risse,ele não tinha jeito mesmo!


- Minha mãe vai surtar!


- Que se dane,você não mora mais debaixo do teto dela,é uma mulher adulta e paga as próprias contas.Vamos ou não?


- Vamos,é claro,precisamos nos organizar bem.- Concordou,afinal,tinha dito que viajaria para tentar abrir a porta onde sua criatividade estava.Ela se assustou quando Thomas levantou rápido da mesa,arrastando a cadeira pra trás,quase derrubando o suco por todo ela.


- Itália,aqui vamos nós! - berrou com um olhar sonhador arrancando uma risada anasalada de Maya.


[...]


O entusiasmo de Thomas estava atraindo olhares de todas as pessoas que estava presentes no aeroporto.Fora uma semana inteira de discussões com a mãe de Maya,ela gritou que a filha não tinha o direito de ir a lugar algum quando se não tem dinheiro,coisa que era mentira,a filha havia faturado muito com seu talento incrível para escrita,Thomas nunca entendeu o motivo de a senhora Sparks ser tão azeda e irritada,Maya era o oposto dela e com certeza sentia-se mal por ter a nuvem negra da mãe sobre sua cabeça,a deixando para baixo em diversos momentos.Era um saco.


Aquela bruxa não pode mais mandar nela,pensou Thomas,assim que os dois deixaram a casa do Sparks no domingo de manhã indo em direção ao aeroporto Internacional John F.Kennedy,com seus devidos passaportes,malas prontas e passagens compradas com destino a Itália,Maya apenas sorria com cautelo para o amigo,era engraçado o quanto ela não estava ligada ao esteriótipo,visto e conhecido por todo o mundo,dos italianos,ela era tão calma,falava num tom baixo,era difícil estar em pé de guerra com alguém e gesticulava o minimo possível,Thomas estranhou isso quando descobriu que a amiga era metade italiana,ele acreditou veemente que ela era daquelas bem exageradas mas se enganou quando melhor a conheceu.


O voo finalmente decolou,depois algumas horas que se arrastaram com lentidão,o sofro frio que passou pelo estômago de Thomas o fez se agarrar na única coisa ao seu lado,que era Maya,rindo do medo de altura do amigo e recebendo resmungos em resposta.Ele nunca tinha andado de avião antes,era assustador e maravilhoso ao mesmo tempo,Thomas nunca tinha visto as nuvens tão de perto e os carros e prédios tão de longe.A sensação de medo passou e lentamente ele soltou a escritora,deixando respirar e se acomodar na poltrona.


- E aí,se lembra de como seu avô é? - ele perguntou após se ajustar na poltrona,olhando para menina ao seu lado,ela sorriu de canto.


- Tem fotos dele na internet,então sim,eu me lembro.- Thomas riu assentindo.- É estranho,mamãe nunca me deixou responder as correspondências dele e nem ter o telefone,só quando lancei o primeiro livro que nos falamos por e-mail,mas fiquei com certo receio de responder,sabe,faz muito tempo...


- Família é família,não importa quanto tempo fiquemos sem nos falar,ela sempre será sua.- Thomas disse,ele sabia bem como era ficar anos sem se comunicar com a família,achava que Maya tinha sorte por ser somente o avô e não toda a família em si.- Ele ficará contente de vê-la novamente.


- É,não acha que eu deveria ter ligado antes de embarcarmos?


- Acho legal estarmos indo sem avisar,é como uma surpresa para ele.- Maya sorriu,o sorriso tímido e contente que somente ela sabe dar,Thomas riu e se inclinou para beijar os cabelos escuros dela,sentindo o perfume de rosas vindo deles.


- Uma surpresa para mio nonno!


- Isso aí! 

 

 

 

 


Notas Finais


É meio que a primeira vez que escrevo em terceira pessoa,estou com medo de esta fic não prestar!
Enfim,espero que tenham gostado do capítulo,se gostarem mesmo,com sinceridade, continuo me arriscando neste estilo de escrita que não domino bem

Beijinhos^^


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