História Quando o AMOR acontece. - Capítulo 6


Escrita por: ~

Postado
Categorias MasterChef Brasil
Personagens Ana Paula Padrão, Erick Jacquin, Henrique Fogaça, Paola Carosella
Visualizações 346
Palavras 994
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fantasia, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Mais um amores! 😍
Amandoooo o comentário de vocês! ❤❤❤❤

Capítulo 6 - Reencontro


Fanfic / Fanfiction Quando o AMOR acontece. - Capítulo 6 - Reencontro

Achou mesmo que eu ia te deixar embora assim? Diz Henrique dando risada ao me ver com a calça dele.

- Henrique, não tem graça ok? Você rasgou minha saia e eu não tive saída. 

- Até que você ficou linda com minha calça? Sabia ? 

- O que você está fazendo nesse táxi? Eu deixei você dormindo. Digo cruzando os braços. 

- Ah paola, até parece que cê não me conhece né ? 

Você sabe que eu sou doido. A galera desse hotel me conhece, logo me avisaram que você estava na recepção, e que tinha solicitado um táxi. 

Conheço todos os taxistas que fazem ponto aqui na porta do hotel, um deles me cedeu o carro pra eu te fazer essa supresa. 

- Mas onde você conseguiu outra roupa? Assim tão rápido? Digo levantando a sombrancelha. 

- Um amigo está hospedado nesse hotel, exatamente no quarto ao lado do que nós estávamos. Ele deixou a chave reserva comigo caso eu precisasse. 

- Parecia que ele estava adivinhando que a senhorita ia roubar minha calça né? Ele diz dando risada. 

- É querido, mas não pedi pra você rasgar minha saia. Falo virando o rosto para a janela. 

- Vamos voltar para o quarto? Vamos terminar o que começamos? Diz Henrique pegando em minha mão. 

- Henrique, melhor não, melhor eu ir pra casa. Acho que me precipitei em ter aceitado o seu convite. 

- Paola, não precisa se sentir culpada, somos adultos, fazemos o que nos da vontade, você só cedeu por que também sentia desejo, assim como eu sempre senti por você. Ninguém vai te condenar por fazer o que te dá vontade. Henrique diz virando meu rosto e colocando bem perto do dele. 

- Henrique, eu tenho medo. Digo fechando os olhos pra sentir a respiração dele. 

- Não precisa ter medo, eu tô aqui com você. 

Henrique cola os lábios dele nos meus, e num movimento leve e delicado me da um beijo intenso, e forte mas sem perder a delicadeza. 

Sinto uma imensa vontade de repetir a dose, e me entregar novamente pra ele. Mas não, precisava ir pra casa, e assimilar tudo o que eu estava sentindo naquele momento. 

- Me leva pra casa, por favor! Digo separando os meus lábios do dele. 

- Tem certeza? 

- Sí, tenho! 

- Ok, então vou levar você pra casa. Henrique diz ligando o carro e saindo da porta do hotel. 

No caminho me dei conta que o hotel era próximo da minha casa. O que me fez sentir alívio, estava confusa, precisava ficar só. 

Chegando na porta da minha casa, Henrique pergunta : 

- Quando te vejo novamente? 

- No sei henrique, te ligo depois. Digo saindo do carro, sem deixar que Henrique me impeça. 

Ao bater a porta do carro, e sair correndo para abrir a porta, Henrique baixa o vidro do carro e diz : 

- Continua gostosa, mesmo com essa calça folgada. Henrique finaliza dando risada e se retirando dali. 

- Filho da mãe! Digo rindo e ao mesmo tempo com raiva por estar naquela situação. 

No dia seguinte...

Acordo bem cedo, e corro para o arturito, tinha uma reunião com minha equipe da cozinha, íamos montar um novo cardápio. 

- Bom dia Dona Paola!

Era Lindalva uma das funcionárias mais antigas do meu restaurante. 

- Bom dia Linda! Digo sorrindo, dando um abraço carinhoso nela. 

- Tem um presente pra senhora no escritório. Eu mesma que recebi e deixei lá. 

- Presente ? Pra mim? Quem mandou? Digo pegando em seu ombro e entrando no arturito. 

- Não sei, um rapaz me entregou, e disse que era pra senhora. 

- Ok linda, obrigada! Digo me separando de Lindalva e indo pro meu escritório. 

Chegando lá encontrei na minha mesa, orquídeas lindíssimas, junto a elas tinha um cartão que estava escrito; 

"Olá meu amor, estou de volta, quero muito poder te encontrar, pra terminamos aquela conversa que ficou pendente, podemos nos encontrar hoje?! Te ligo mais tarde! Beijos Marcos!"

- Mierda, não pode ser! Digo rasgando o cartão e jogando no lixo! 

Não acredito que Marcos havia voltado pra me infernizar.

Marcos era meu ex namorado, tivemos um relacionamento conturbado, algumas vezes ele foi muito agressivo. Ao ler aquele cartão senti nojo, e ao mesmo tempo medo. 

Medo do que ele pudesse fazer pra estragar o melhor momento da minha vida. 

- Dona Paola? Alguém bate na porta. 

- Sí, pode entrar. Tento disfarçar o incômodo que eu estava sentindo. 

- Estamos todos esperando a senhora. Diz Lucas, meu Sub Chef. 

- Sí lucas, já estou indo. 

O dia foi tranquilo, restaurante lotado, cardápio novo bem encaminhado.

Tudo ia bem, menos dentro de mim, nos meus pensamentos, estava tão confusa, tão insegura, mas tentava controlar para que ninguém percebesse isso. 

No fim da tarde, resolvi voltar pra casa, precisava relaxar um pouco, sempre deixava meu carro estacionado próximo da entrada do arturito. 

Quando abro a porta pra entrar no meu carro, alguém puxa o meu braço. 

- Gostou do presente amor? 

- Marcos? Digo assustada e ao mesmo tempo sem entender. 

Marcos estava com o rosto roxo, e inchado. 

A forma como ele me segurava, me lembrava exatamente da pessoa que havia me rendido na noite em que Henrique apareceu. 

Marcos estava diferente, quase não consegui reconhecer.

- O que é isso no seu rosto? Digo olhando fixamente para o lado direito do seu rosto. 

- Seu namoradinho que me bateu, não lembra? Tive que desembolsar um grana pra me livrar dos amigos dele. 

- Me deixa ir marcos, tenho mais o que fazer e nós não temos mais nada pra conversar. 

- Ahhhhh temos sim, me da uma oportunidade pra te explicar o que aconteceu naquela noite? Marcos falava segurando em meus braços quase me dando um beijo. 

- Me solta Marcos, ou vou começar a gritar! 

De repente uma voz grossa e atraente que eu conhecia bem, ecoa em todo o ambiente. 


- Que q tá pegando Aí?



Notas Finais


😓


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