História Quando o gato erra o pulo (Imagine Woozi) - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Palavras 3.324
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Escolar, Esporte, Hentai, Mistério, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Mais uma. Boa leitura.

Capítulo 1 - Chiclete derretido no asfalto


Fanfic / Fanfiction Quando o gato erra o pulo (Imagine Woozi) - Capítulo 1 - Chiclete derretido no asfalto

Imagine Woozi

 

(Seu nome) on

 

O momento mais esperado do jogo havia chegado sim esse era o mais esperado por mim, nem sempre foi. Até ver algo que não deveria ver. Saber algo que quase ninguém sabia.

O “gatinho” preto dançava no gramado pra lá e pra cá, provocando risos de muita gente e claro provocando das meninas outra reação quando alguns movimentos ousados apareciam como se ali não houvesse malicia se engana quem pensa que não. Eu sabia. Eu via.

Sua fantasia de gatinho lhe cai bem apesar dela ter uma expressão meio macabra, parecia ser a vocação de ele animar a torcida depois do time ganhar. Ou perder. Rara essas vezes, normalmente a pessoa que se vestia de mascote era vaiada e recebia varias embalagens de comida. E era por isso que vivíamos sem mascote ninguém mais na faculdade queria, nem os que gostavam de serem os bobos da corte.

Se eu sei quem está por baixo dessa fantasia? Não só sei como o desejo.   

Só que não há apenas isso somos da mesma sala e somos uma dubla na maioria das vezes, as reações que ele tem perto de mim me levam a crer que ele sente algo por mim, carnal ou sentimental, quero levar qualquer uma dessas opções ao extremo. Quando sua aparição acaba Woozi corre em direção ao banheiro, sim esse é o nome do gatinho preto que está roubando toda minha atenção. Sem a fantasia, tímido comportado da vontade de guardar em um potinho. Mas quando está camuflado se torna totalmente desinibido e ousado, quero poder ver e arrancar dele cada traço dele que normalmente ele esconde.

Nunca tenho chance de confronta-lo. Pensei em um dia entrar no banheiro enquanto ele se troca, mas como uma boa observadora notei seus amigos jogadores o ajudar a sair sem nem ser percebido e havia os que não jogavam o que facilitava mais ainda.  

Porém um dia o gatinho vai errar o pulo e aí será a minha chance.

Estou saindo das limitações da faculdade e sigo ao ponto de ônibus. Alguns minutos se passam e Woozi aparece, deve que vai pegar o ônibus hoje, todas as vezes que fiquei pra vê-lo atuar voltei de ônibus, mas nenhuma dessas vezes topei com ele dessa vez devo estar com sorte irei provoca-lo um pouquinho. Sei que se ele sonhar que alguém sabe capaz de enfartar.

-- Não sabia que assistia aos jogos. – puxou assunto ao se sentar ao meu lado, e noto sua respiração rápida deve estar ficando difícil manter o segredo, sorrio de lado preparando-me para respondê-lo.

-- Sim não costumava, mas de umas semanas pra cá se tornou frequente. – ele pareceu pensar.

-- E o que lhe fez tornar esse hábito frequente. – a como eu estava adorando vê-lo tão tímido esse contraste, alguns minutos atrás o vi sarando no ar com aquela fantasia.

-- Uma pessoa, por causa de uma pessoa. – noto sua expressão, mal sabe que estou falando de você, poderia abrir o jogo agora a mais não estou afim, quero que seja em flagrante não quero dar a chance de ele negar. Ele é bem inteligente poderia muito bem passar a perna em mim.

-- Mas pra você voltar sempre não conseguiu falar com esse alguém. – olho pra ele, ele é mesmo inteligente. Mas ao longe vejo ônibus vindo, levanto e aceno pra parar.

-- É porque essa pessoa está mais para um gatinho fujão. – pisco pra ele, e subi ao ônibus deixando um Woozi pensativo pra trás. Ele deve estar louco pensando se sei ou não.

Amanhã, estaremos cheios de provas e provavelmente ele não conseguirá falar comigo e logo terá outro jogo com um dia de intervalo. E será nesse que devo surpreendê-lo caso se não der acabarei falando com ele sem ser em flagrante, porque apenas de sentir seu cheiro meu corpo pede pelo dele.

Mas não vou ser somente safada eu não presto atenção apenas nisso, ele sorrindo é minha perdição, mais ainda quando morde o lábio em nervosismo.

Quando estou indo pro meu quarto e passo pela porta do meu irmão ouço algo bem interessante. Volto pra sala e coloco o telefone no ouvido, podendo ouvir tudo que estão falando.

“Cara estou dizendo não vai ser fácil descobrir uma forma de sequestrar, o mascote deles.” “como sabe?” “ Minha irmã é de lá, ela me garantiu que a identidade da pessoa ninguém sabe”

“Sua irmã não está ouvindo né???” “ Ela já deve estar dormindo”

“Vamos fazer assim então...”

Então queriam sequestrar o meu gatinho, mas não vão mesmo, fiquei ali até desligarem o telefone e eu saber o plano. Obvio que vou bolar algo e também irei me aproveitar disso e muito bem. Subi pro meu quarto e dormir, afinal esses dias que viram prometem.

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Terminei a prova, e como de costume levantei a mão para que a professora viesse pega-la durante a prova inteira pôde sentir os olhos de Woozi a fitar.

Com certeza ponderando se a mesma sabia algo. A como estou amando seus olhos em mim. Adoraria as suas mãos também.

Quando o sinal bateu levantei como se não esperasse que ele viesse falar comigo, mas espera e muito, seria muito bom até se ele que me jogasse na parede pedindo a verdade.

-- (Seu nome). – chamou, terminei de guardar as  minhas coisas e fui em sua direção.

-- Oi. – ele estava bem confuso até parecia que tinha perdido o sono pela saliência embaixo dos olhos.

-- Ontem fiquei bem confuso com algo, poderia explicar? – tadinho realmente ele estava preocupado, mas meus planos são outros, afinal tenho que salvar meu gatinho de um possível sequestro. Meu irmão é um idiota mesmo nunca foi bom com planos.

-- Woozi adoraria falar com você agora, porem tenho assuntos inacabados. – estava já saindo porem resolvi ser um pouco mais ousada, voltei para trás indo em sua direção que ficou surpreso por estar perto primeiro enlacei meus braços em seu pescoço em um abraço e ao senti-lo tremer sorri satisfeita, levei meus lábios a sua pele exposta depositando ali um cálido selar, subi os lábios pro seu ouvido e declarei convicta.

-- Meu gatinho não perde por esperar. – soltei-me dele saindo da sala, mas antes confiro como ele está ele permaneceu parado com as bochechas coradas atônito. No fundo eu sei que isso é reação por pensar que outras pessoas viram a cena, mas eu sei pelo seu olhar que se fosse apenas nós dois eu pagaria de uma forma bem prazerosa pelas minhas provocações.

As aulas que não tenho avaliação. Irei faltar. Pra que? Simples tenho que por em prática como vou interceptar os estudantes da outra faculdade. Andei os corredores pensando no plano deles e bolando o meu. Meu irmão terá uma ótima surpresa estou sendo até boazinha.

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 Em casa deitada revisando os passos do outro dia, por mais que não fui ás outras aulas, sei por uma amiga que Woozi ficou me procurando e perguntou de mim, pra mais de 3 pessoas.

Realmente estou ansiosa. Minha história e do Woozi chega a ser um tanto cômica a vida nos separando e nos juntando em diversos momentos das nossas vidas, mas dessa vez pretendo aproveitar. Certa época eu fui a amiga que o ajudou a perder o bv você acha que eu o beijei errado, a trouxa aqui arrumou uma garota pra ele e só depois de o ver beijando ela que notei que eu queria fazer isso.

E pensei é só uns beijos depois eu posso ter minha chance, chance o caralho os dois começaram a namorar, gente quem namorada a primeira garota que beija, ele! Por isso um conselho não deixem oportunidades passarem elas não voltam, na verdade não logo e nem antes de você sofrer um pouco. 

Uma semana vendo eles mais grudados que chiclete derretido no asfalto quente. Já pisou num desses? Parece que aquilo quer lhe prender no chão ou simplesmente lhe puxar ao subsolo pra uma visita rápida ao demo. Voltando, foi trágico o arrependimento corroendo, até que minha família precisou mudar e me levou pra longe daquilo, na verdade eu nem me dei o trabalho de despedir da turma.

Ele sabe quem sou eu e como fomos próximos, reclamou de que fui embora sem falar nada. Descobri nas conversas de leve que tivemos que um mês depois ele já não estava mais namorando, pensei “porra vida”. Acredito que por timidez esse meses não tiveram coragem e nem oportunidade de nos pegar, quando isso acontecer será como chegar ao extremo, esperamos por isso e sei que ele também, estava nas entrelinhas não sou tão iludida ou sou?

Termino meus pensamentos ao notar que o sono já vem.

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Ando nos corredores conferindo algumas coisas, pelos meus informantes o gatinho ainda não saiu do gramado, o carro que vou usar pra tira-lo daqui já esta no aguardo. Percebo uma movimentação é o tapado do meu irmão praticamente arrastando o Woozi. Dou sinal pra minha amiga ficar atenta, pego meu celular e ligo pro meu irmão ele vai pensar que é minha mãe, troquei o toque dele, afinal ele deixa aquela merda em qualquer lugar. Eles param bem enfrente a porta, enquanto meu irmão se vira pra atender minha amiga puxa ele pra dentro e fica no seu lugar, quando faltei a aula foi pra isso não é nada fácil achar uma fantasia dessas, me escondo e vejo meu irmão passar.

Vou a sala antes que ele saia correndo quando puxo a porta dou de cara com o gatinho sorrio animada, pego na sua mão e saio o puxando desviando dos lugares que possivelmente podem nos ver. Pensou que ele ia resistir a entrar no carro? Também pensei. Mas acho que ele também quer esse tempinho comigo.  

Quando já estou longe da faculdade começo a rir pela adrenalina, certeza que meu irmão vai se tocar que fui eu.

-- Pode tirar essa cabeça de gato, pode confiar na sua salvadora. – dito e feito quando ele retirou aquele cabeção e mostrou aquele lindo rostinho que eu queria ver.

-- Você que pediu pra me sequestrarem? – seu olhar era forte, continuei prestando atenção na estrada, estávamos indo pra casa na fazenda, amanhã seria sábado mesmo.

-- Não fui eu foram os alunos da faculdade que jogaram contra hoje eu apenas lhe salvei e agora estou roubando pra mim. – disse sem virar pra ele, não quero ver uma expressão descontente.

-- Com qual direito você me deixa confuso daquela forma some e agora volta assim! – bufei ele podia facilitar.

-- Só queria um tempo com você e claro lhe tirar da enrascada. – continuei dirigindo, porem devagar caso ele discorde muito dou meia volta e devolvo-o em casa e não tento mais nada.

-- Podia falar como uma pessoa normal sim! E como você sabia que isso ia acontecer você foi cumplice. – cara isso está ficando chato era pra ser melhor e diminui mais a velocidade e ele nem sequer notou.

-- Apenas ouvi a conversa do meu irmão, estou começando a me arrepender já. – ele se calou por um momento. Porem continuou.

-- Falar comigo seria uma boa okay! Avisar! Sabe o sentido da palavra? E onde estamos indo?  – como era noite a via estava vazia, parei de vez.

-- Porra! Estamos indo pra casa da fazenda, mas já que você está falando tanto das minhas ações, não vamos mais! Caralho Woozi! Você também podia fazer disso um passeio legal, não é como se você não me conhecesse. – troquei de macha e já ia dando meia volta, mas uma das suas mãos segurou em meu braço.

-- Está muito longe de chegar? – estava com a respiração acelerada pela breve irritação, apenas acenei que não. Olhei pra ele que agora está com as bochechas coradas.

-- Vamos fazer esse de um passeio legal então. – após falar isso voltou o rosto ao vidro e mais nada falamos, estava feliz que ele aceitou. Quando chegamos ele teve um pouco de dificuldade com a fantasia.

-- Você precisa de roupas ou você...

-- Preciso sim. – ele estava envergonhado.

-- Venha no quarto do meu irmão tem roupas e um banheiro pra você tomar banho. – digo apontando a direção que era pra ele ir.

-- Está insinuado que preciso de um banho?

-- Ahhh Woozi você dançou correu engravidou o ar. Obvio que soou. Não se faça de limpinho. – ri da careta de desgosto dele, mas mesmo assim foi pra onde eu disse. Fui pra cozinha peguei aquelas pizzas congeladas e coloquei duas pra assar. Ele pode escolher entre vinho ou refrigerante. Comecei a mexer no meu celular. O alarme que pus indicando quando era para olhar as pizzas soou, estavam no ponto as retirei, quando arrumei toda a mesa notei que Woozi estava encostado no batente da porta.

-- Desde quando está aí? – perguntei sorrindo notando como a roupa do meu irmão ficou larga pra ele.

-- Pouco tempo, mas tempo suficiente pra ver sua bunda empinada. – parece que o Woozi tímido sumiu.

-- Cadê o menino tímido? – sentei e indiquei que ele fizesse o mesmo.

-- Hora (Seu nome), estamos sozinhos e garanto que não foi apenas você que esperou por isso. – revirei os olhos, e nos servi.

-- Não era você? Agora pouco, que estava cheio de mimimis. – agora foi sua vez de revirar os olhos, esta sendo bom poder tirar essa barreira que colocamos entre nós na faculdade. Ia dizer algo sobre ele ser (o mascote) mais fui interrompida pelo toque do meu celular, provavelmente meu irmão para insultar minha humilde pessoa.

 -- Fala. – estava apenas esperando a gritaria.

-- Vai sua trouxa descobri primeiro que você quem é (o mascote), quem diria que o gatinho na verdade é uma gatinha. – pus a mão no rosto com vergonha pelo meu irmão como pode ser tão burro ainda mais porque estava na opção viva-voz.

-- Serio?

-- Claro que é, vou mandar uma foto e porque não está em casa? Os nossos pais não estão foram em outra viagem alias não apareça aqui hoje. – e aquele inútil desligou. Realmente um tempo depois recebi a foto, ela estava com outra fantasia de gato, porem sexy sentada no colo do meu irmão esse burro pelo menos se deu bem. Mostrei pra ele que sorriu com aquilo. Decidimos tomar vinho e nada mais falamos achei que ele estaria mais falador e á todo momento eu o olhava e era pega.

-- Porque na ultima semana que você foi embora você se distanciou de mim? – agora já estávamos no sofá, realmente eu havia passado um pouquinho na quantidade de vinho já ele apenas tomou dois copinhos, eu realmente avançaria sobre ele caso ele der a entender que quer.

Olhando pra ele agora sentado bem ali tão próximo, temos tempo pra falar depois, quero na verdade matar a vontade que só cresceu em mim a partir daquele momento que vi beijando outra, desde a distância que foi surgindo, pelo vinho que tomei parecia que minhas emoções iam me levar a uma explosão.

Sem mas conter minhas vontades passei minhas pernas pela lateral de seu corpo subindo em seu colo, vi seu olhar de surpresa, suas mãos foram para minha cintura mostrando que apreciava e permitia meu ato ousado.

-- Talvez isso responda sua pergunta. – puxei seu rosto até o meu. Primeiro encostei minha testa na sua recapitulando todos os momentos e que me vi ali fazendo o que estou preste a fazer e respirei buscando o cheiro que emana da sua pele e como esperado isso me afeta me fazendo remexer em seu colo. Devagar aproximei meu rosto do seu, nossos lábios se tocaram levemente e recuei sentindo um formigamento em meus lábios. Voltei aos seus lábios com vontade arrancando tudo que posso eternizar desse momento. Suas línguas se enroscaram, causando sensações gostosas. Enfiei minhas mãos em seus fios húmidos o puxando mais pra mim suguei seu lábio mordendo logo em seguida, minhas mãos não paravam quietas, elas foram pra baixo da blusa dele arranhando seu peitoral, gemeu em resposta dando satisfação a mim, que acelerei mais o beijo. Soltei dos seus lábios jogando a cabeça pra trás e rebolando em seu colo sentindo sua ereção em baixo da minha bunda, seus lábios alcançaram meu pescoço, gemi manhosa pedindo por mais.

-- Aqui ou no quarto? – perguntou ofegante no meu pescoço.

-- Se você quiser até no chão. – senti seu riso na minha pele seguido de uma mordida.

Levantei e eu mesma comecei a me despir, seu olhar estava preso em meu corpo, mas suas mãos se encarregavam de despi-lo, aquela pele senti vontade de chupar e morder.

Realmente irei realizar agora tudo que eu sempre quis fazer e ver o corpo dele reagir a isso. Quando ele veio em minha direção apenas o levei de volta ao sofá que por um momento ficou confuso.

Comecei pela testa dele mostrando que eu o respeito, segui pra lateral de seu rosto e suspirei perto do seu ouvido vendo sua pele arrepiar. Selo seus lábios nos meus, mas sigo pro seu pescoço, lambendo e sugando sua pele, ganhando dele um gemido baixo, mas que foi o suficiente pra inflar meu ego. Passo minhas mãos por seu peitoral sentindo sua pele e por onde minhas mãos passaram meus lábios também, senti a barriga dele contrair em expectativa quando estava próxima ao seu membro.

Não hesitei em acolhê-lo em minhas mãos levando meu parceiro a fechar os olhos, comecei devagar vendo como ele gostava, lambi apenas a cabecinha seus lábios estavam sendo maltratados, ele queria segurar os gemidos, aumentei a velocidade dos movimentos. Quando coloquei tudo na boca ouvindo o soltar os gemidos. Permaneci apenas com uma mão masturbando o que não estava na minha boca com a outra apertei um pouco seus testículos, que o fez se agitar, mas permaneci assim no mesmo ritmo acariciando, masturbando e chupando, seus gemidos e contrações faziam me pingar de excitação. Queria fazê-lo gozar, mas fui impedida com suas mãos agarram meu cabelo com força me fazendo o soltar, estava ofegante e excitada pelo puxão.

Colocou-me de quatro no sofá sem soltar meus cabelos, senti se posicionar na minha entrada, arfei esperando, soltei um gritinho quando ele puxou meus cabelos pra trás e assim me penetrando fundo.

-- Hummmm tão molhada e quentinha... – senti seus lábios em meu pescoço, estocadas continuas fazendo me gemer seu nome. Estava tão gostoso. Impulsionei meu corpo de encontro ao dele, a sincronia dos movimentos era nítida assim como o suor dos nossos corpos. Uma de suas mãos agarrou meu seio brincando com o bico, mandando choque por todo o meu corpo, senti minhas pernas começarem a perder a força, Woozi continuava com uma mão firme nos meus cabelos e agora a outra ia para minha cintura, era visível que estávamos perto do extremo, as estocadas antes ritmadas e coordenadas agora estavam rápidas.

Nossas respirações falharam senti meu ápice, meu corpo tremeu perdendo as forças mais Woozi sustentou meu corpo, até que ele conseguiu chegar ao orgasmo caindo por cima de mim ofegante, ambos tentando se estabilizar. 

-- Essa é sua resposta? Você queria meu corpinho nu. Sua safada. – acabei rindo arrumamos nossa posição no sofá. Apoiei minha cabeça no peito dele.

-- Sim eu queria me faz um favor? – olhei em seus olhos, afinal por mais que eu quisesse a parte carnal isso não significa que todos esses anos eu não nutri algo por ele, á outras coisas além de desejo.

-- Fala. – ele fez pouco caso mais sei que quer saber.

-- Não me deixe mais, não vá se esfregar em outra, se for pra grudar que nem chiclete em alguém gruda em mim. – depois que falei notei com meloso e possessível foi, rimos, ele beijou o topo da minha cabeça.

-- Então, não seja burra apresentando outras garotas como se não gostasse de mim. – bingo!

-- Aprendo com meus erros. – e pisquei pra ele, que riu me aconcheguei em seu corpo, e ali dormimos.

 


Notas Finais


Comentem, me sigam para ficarem sabendo das outras. Beijos e obrigado quem leu ate aqui.


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