História Queda Livre - Capítulo 23


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Palavras 1.120
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Hentai, Mistério, Poesias, Romance e Novela, Saga, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olarrrrrrr, meus nenéns lindos!
Como estão?
PREPAREM SEU CORAÇÕES, ESSE CAPÍTULO ESTÁ EMOCIONANTE!
VOCÊS VÃO CHORAR, HEIN!

Boa leitura <3

Capítulo 23 - Laço de fita


Fanfic / Fanfiction Queda Livre - Capítulo 23 - Laço de fita

Em Brain, país onde fica Ghosttown e HB City, há uma tradição em todos os estados e cidades. Tradição que nasceu de uma lenda muito antiga, vinda dos grandes feiticeiros reais. Quando havia nascimentos e casamentos, os mestres religiosos amarravam fitas nos braços dos participantes.

Nos casais, a fita era para simbolizar o laço daquela união. Além da aliança, os casais fazem juras amarrando a fite no braço. Nos batizados, os padrinhos amarram a fita no braço das crianças, representando a linhagem que se unia a ela naquele momento.

Pode parecer bobo, mas a finalidade da fita era mostrar os laços de amor entre a família. Os Brain’s sempre acreditaram que a família vem antes até do que a própria magia.

Lolita

- Bom dia, papai! – sentei à mesa – Você parece cansado.

- Bom dia, minha florzinha. Não consegui descansar – ele suspirou – Fiquei pensando no divórcio e como vai ser quando o Mundo descobrir que sua mãe está viva.

- Penso nisso desde que a reencontrei, mas não comentei porque não queria causar mais problemas.

- Você não causa problemas, meu amor – ele sorriu docemente – Você é um ponto de luz no meio desse caos.

Lilica

- Você ainda usa o laço do seu batizado, Joe? – perguntei achando mega inusitado.

- Claro que sim! Meus pais morreram, no caso, meus pais adotivos. Eu não conheço minha verdadeira família, mas sei que fui entregue a eles com a minha fita de batismo. É o meu modo de estar com eles. Por que não usa a sua?

- Não combina muito com as roupas que costumo usar – comecei a rir e ele me acompanhou – Tentei falar com minhas irmãs hoje de manhã, mas elas não atendem o telefone. Será que estão com raiva de mim?

- Eu acho que não. E mesmo se estivessem, lembre-se da lenda: Vocês têm o laço que unem vocês. E uma vez entregue os ventos, nunca mais será desfeito.

- Ih, garoto, pau no cu da lenda – voltei a rir – De qualquer forma, preciso falar com elas. Precisamos decidir o que vamos fazer.

Lolita

Após o café da manhã, disse a meu pai que iria para a faculdade, mas menti. Fui visitar Erick. Meu coração doía a cada passo que eu dava enquanto entrava naquela cadeia, mas eu precisava fazer isso!

Entrei em uma sala onde Erick me esperava. Assim que me viu, ele me abraçou e começou a chorar, fazendo com que eu chorasse também.

- Lolita, eu preciso do seu perdão! – ele gritou – Você precisa entender que eu te amo e que não fiz por mal. Entrei nessa vida para ajudar minha mãe que estava doente. Aqueles caras mataram minha mãe, mas continuei trabalhando com eles achando que conseguiria me vingar – ele chorava como uma criança – Eu não tinha medo de morrer até que te conheci. Você se tornou o meu laço que os ventos trazem. Tive medo que eles te fizessem algo se eu saísse dali.

Eu não conseguia conter as lágrimas e o abracei forte. Tirei da minha bolsa a fita que papai Henrique me deu para que eu entregasse ao homem que eu amasse de verdade. Olhei nos olhos dele e enquanto amarrava a fita em seu braço, lhe disse: “Meu amor é manso como o meu espírito. O meu amor é bom. Entrelaço o meu amor no seu braço para que ande de mãos dadas comigo até os fins dos nossos dias”.

- Lolita, isso são votos de casamento! – ele respondeu enxugando as minhas lágrimas e juntando nossos rostos.

- Eu sei, Erick – segurei as mãos dele – Eu aceito...

Bebeca

- Bom dia, papai! – entrei no quarto dele com uma bandeja.

- Café da manhã na cama? – ele respondeu rindo e beijou minha testa – Como posso agradecer?

- Não precisa, papai – sorri ao vê-lo feliz – Prometi que iria cuidar de você, lembra? É isso que vou fazer!

- Prometo que irei compensar de alguma forma – ele continuava sorrindo – Agora que percebi – ele pegou meu braço – Você ainda usa a sua fita de batismo!

- Claro que sim! – sorri – Essa fita marca o meu primeiro amor.

- Helena? – ele perguntou confuso.

- Claro que não! – comecei a rir – Meu primeiro amor foi você e a mamãe – sorri sem esconder a emoção – A fita que eu tinha com Helena foi jogada na Lagoa das Cinzas. Nosso laço foi quebrado, papai. Mas o meu laço contigo e com a nossa família é eterno.

20hs

- Flor, obrigada por ter vindo! – Daniel puxou a cadeira para que ela sentasse – Pode ficar tranquila, esse restaurante é dos meus pais, arrumei tudo para que você não fosse vista.

- Obrigada por isso, Daniel – ela sorriu gentilmente – Fiquei muito feliz com sua ligação!

- Imagino que curiosa também – os dois riam, estavam visivelmente nervosos – Estou aqui para falar sobre as meninas.

- Nossas filhas? – ela perguntou com a voz dócil.

- Sim! – ele sorriu e seu coração se encheu de alegria – Nossas filhas! – ele segurou nas mãos de Flor – Eu quero agradecer por você ter me dado o melhor presente desse mundo. O amor da minha vida nunca foi o Henrique e sim as três florzinhas. Elas são parte de mim. São a parte do meu corpo mais frágil. Aquela parte que se tocar machuca muito. Obrigada por não ter desistido, ouvi que foi muito difícil. Principalmente a gravidez da Lilica.

- Eu que agradeço – ela respondeu e os dois já não escondiam as lágrimas – Você foi um anjo na vida das minhas pequenas – ela abriu a bolsa – Trouxe uma fita pra você!

- Uma fita? – ele sorriu e estendeu o braço, enquanto ela amarrava a fita, ele continuava dizendo – Estamos ligados desde o momento em que vi nossas meninas sorrindo. Um sorriso tão lindo quanto o seu!

- E agora é oficial, Dani! – ela estendeu o braço e ele amarrou a fita no braço dela e depois beijou a mão dela.

- Agora é oficial! Vamos nos unir e cuidar de nossas florzinhas. Elas são a razão do meu viver, Flor.

- Então, o nosso viver tem o mesmo coração. Um coração com três nomes!

- Sim! – os dois sorriam e as lágrimas desciam – Rebeca de Lis Garcia, Halle de Lis Garcia e Luiza de Lis Garcia.

- Pra falar a verdade, os três nomes do nosso coração deveriam ser: Rebeca de Lis Garcia Gomez, Halle de Lis Garcia Gomez e Luiza de Lis Garcia Gomez.

- Flor, mas “Gomez” é meu sobrenome! – Daniel levantou e a abraçou forte.

- Eu sei – ela o abraçava da mesma forma – Você é o pai delas, não é? – os dois choravam bastante – Obrigada por cuidar do meu coração, Dani. Obrigada por nunca te deixado com que ele deixasse de bater.

 


Notas Finais


AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
EU DISSE QUE SERIA EMOCIONANTE, NÃO DISSE? <3


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