História Ready for Supernatural? - Interativa - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Interativa Sobrenatural
Visualizações 68
Palavras 2.982
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Hentai, Lemon, Lírica, Luta, Magia, Mistério, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olha só quem resolveu postar um capítulo bônus pra vocês!

Decidi que vai demorar um pouquinho pra começar a fanfic e por isso vocês provavelmente estão cansados de esperar por isso eu trouxe um capítulo, já aviso que ficou pequeno, pra vocês lerem.

Só apareceram alguns personagens nesse capítulo, não se preocupem que os capítulos da fanfic não vão ser assim, provavelmente todos os personagens vão aparecer nos capítulos, então fiquem tranquilos.

Espero que gostem, a opinião de vocês é muito importante pra mim.

Desculpem qualquer erro de ortografia, eu corrigi mas sempre tem aquele erro que passa despercebido por mim.

Boa leitura, vejo vocês nas notas finais.

Capítulo 3 - Capítulo surpresa - Bônus


Fanfic / Fanfiction Ready for Supernatural? - Interativa - Capítulo 3 - Capítulo surpresa - Bônus

Matthew Hale P.O.V

Outubro de 2017

- Você fez o que? - Reviro os olhos assim que o grito sai da boca de Caim ao meu lado enquanto caminhamos em direção a ala de lazer da escola. 

- Não me olhe desse jeito. - Retruco vendo ele negar com a cabeça totalmente incrédulo. Eu sabia que ele iria reagir mau, mas nunca pensei que seria ao ponto de me olhar como se quisesse me matar. - Eu vi uma chance e peguei. 

- Chance do que, garoto? - Paro de andar enquanto um suspiro sai de meus lábios. Ele para em minha frente e cruza os braços me encarando com uma sobrancelha arqueada. 

- Eu consigui a alma do presidente não consegui? - Ele bufa antes de desviar o olhar e desfazer a postura séria e ameaçadora. - Você estava atrás dele para um pacto desde ele assumiu o cargo e nunca conseguiu. Eu fiz teu trabalho deveria estar agradecido. 

- Tenha cuidado com oque você fala. - Seus olhos se tornam completamente negros enquanto ele dá um passo a frente tentando me intimidar mais tudo o que consegue de mim é um revirar de olhos. - Eu te dei essa marca, eu posso tirar. 

- Poderia. - Concordo abrindo um sorriso completamente debochado vendo seus olhos voltarem a ser castanhos. - Mas eu estou com a primeira lâmina lembra? E pelo o que eu sei o colt está no céu. - Sorrio um pouquinho mais enquanto me aproximo dele ficando a alguns centímetros de distância. - Você me colocou aqui, estou fazendo meu trabalho então não enche meu saco. 

- Seu trabalho é cuidar dessas crianças e não as mandar para a morte certa! - Seu grito faz com que a vampira que limpava a piscina ao nosso lado se escolha totalmente dando alguns passos para longe de nós o que só me faz revirar os olhos. - No que você estava pensando quando assinou a morte deles? 

- Sinceramente? - Ele balança a cabeça em confirmação me fazendo dar de ombros em seguida. - Não estou nem ai, se eles morrerem não vai fazer a mínima diferença em minha vida, achei que nessa altura você já saberia disso. 

- Você é um demônio mais parece o diabo em pessoa. - O tom de desprezo e julgamento em sua voz me faz gargalhar, ele sabe que não me importo nem um pouco para a opinião dele não é? 

- Isso vindo de um cara que é chamado de "pai do assassinato". - Debocho fazendo aspas com as minhas mãos vendo ele me fitar irritado. - Eu não pedi pra ser assim, você me transformou nisso, não tem a mínima moral para me julgar. 

- Um dia você vai amar alguém, Matthew. - A voz dele sai totalmente séria enquanto me encara nos olhos. - E quando esse dia chegar, eu prometo garoto, eu vou estar lá para arrancar o coração dela do peito com meus dedos. 

- Se você realmente acredita nisso, é mais ingênuo do que eu pensava. - Ele ri de maneira sinica antes de agarrar minha nuca com as mãos e me fitar seriamente. 

- Pode rir, mas você melhor do que ninguém sabe que eu cumpro minhas promessas. - Rio antes de empurrar com uma força desnecessaria seu braço para longe de mim e o fitar com ódio. 

- Se esse dia chegar, eu vou me certificar de cravar a primeira lâmina no seu peito e te ver morrer aos poucos. - Me aproximo dele sentindo todo o ódio tomar conta de meu corpo e meu braço começar a arder no local em que a marca fica. Não preciso olhar para saber que ela está brilhando e que em poucos segundos minha sede de sangue vai se fazer presente. - Eu deveria ter feito isso quando tive a chance 300 anos atrás. Eu precisava de você naquela época, mas lembre-se Caim, eu não preciso mais. 

Como um passe de mágica ele se afasta de mim e desaparece no ar me fazendo respirar fundo, eu tenho uma reunião com os professores agora e não estou nem um pouco afim de matar um deles antes mesmo das aulas começarem, não sou obrigado a aturar as ameaças dele e ficar calado. Se ele pensa que ainda sou aquele garoto com medo de tudo e todos e que precisava dele pra sobreviver, lamento dizer mais está muito enganado. Ele me colocou aqui dentro e me tornou diretor agora terá que lidar com as consequências de cada escolha que eu tomar, o sangue de cada aluno que morrer vai estar nas mãos dele. 

Bufando continuo meu caminho em direção a sala de reuniões descontando toda a minha raiva nos funcionários que faziam a limpeza do local que passasse por mim. Se eu não estivesse com tanta raiva provavelmente iria pedir desculpas por ser um idiota sem motivo mais no momento eu não estou nem ai, se eles tiverem medo de mim não terei problemas no futuro então que se dane. 

Me aproximo da porta de vidro que me separa dos professores vendo alguns conversando e alguns quietos em seu canto, não quero nem ver a reação deles quando souberem que mandei seus queridos alunos para a morte certa. Estou nessa merda a dois meses e já consegui assinar o atestado de óbito de centenas de adolescentes. Não é que estou ficando bom no meu trabalho? 

- Uau. - Reviro os olhos assim que vejo Bethany parada na porta com um notebook nas mãos e um celular. - Caim me falou que você estava difícil hoje, o que aconteceu? Chutaram seu cachorro? 

- Não enche boneca. - Ela ri enquanto desliza o dedo pela tela do celular antes de virar o aparelho em minha direção. - Não estamos com o quadro de funcionários completo ainda, esses são os antigos e os que não fazem ideia de onde se meteram. 

- Acho bom que eles saibam seu lugar, não estou com cabeça pra aturar engraçadinho e idiotas que pensam que sou como o anjo que estava aqui antes de mim. - Aviso vendo ela puxar a porta para fora, o que chama a atenção de todos que estão no lado de dentro. 

- Só não mate ninguém. -  Dou de ombros enquanto caminho em direção a cadeira na ponta da mesa me jogando nela em seguida. 

- Não prometo nada. 

Assim que ela desliza para trás um sorriso se faz presente em meu rosto enquanto eu firmo meus pés no chão e dou impulso para trás escutando apenas o barulho das rodinhas deslizando pelo chão antes de Bethany me jogar uma das canetas que tem em mãos no rosto e me encarar incrédula. Reviro os olhos e agarro a ponta da mesa de vidro puxando a cadeira novamente para frente, vendo ela revirar os olhos com tédio. 

- Para quem não me conhece meu nome é Bethany e eu sou a responsável pela coordenação e esse ano talvez pela direção. - Jogo um beijo para ela assim que ela me fita ainda irritada me vendo girar entediado na cadeira. - Como vocês sabem tivemos uma mudança na direção e o anjo Gadreel voltou para o céu. 

- Para o alto e avante. - Debocho vendo Bethany novamente me fuzilar com os olhos espalmando as mãos em cima da mesa e me fitando com seriedade em seguida. 

- Eu juro por Lúcifer que se você não prestar atenção e levar essa reunião a sério eu mesmo te jogo novamente no inferno! - Tento segurar a risada, eu juro que tento mais tudo o que eu consigo é a deixar com ainda mais raiva enquanto jogo a cabeça para trás e gargalho. 

- Você sabe que eu iria sair antes da primeira tortura, boneca. 

- Mas eu faria mesmo assim só pelo prazer. - Ela rosna me fazendo erguer as mãos em sinal de rendição e me ajeitar na cadeira ficando com uma postura ereta e séria. - Como eu estava dizendo, a direção mudou e nesse ano temos um novo diretor. - Ela aponta para mim e não demoro a perceber como todos me fitam surpresos e até incrédulos. - Matthew Hale. 

- O cara corrompido pela primeira maldição? - Arqueio uma sobrancelha antes de fitar com tédio um dos professores da escola. Ele obviamente era um dos mais antigos e por ser um dos poucos humanos aqui tenho certeza que trabalhou nessa Ilha a vida inteira. - Desde quando essa escola deixou de ser um lugar de prestígio e sim de idiotas com complexo de Deus? Para não dizer coisa pior. 

Bethany arregala os olhos assim que me levanto da cadeira espalmando as mãos no meu peito e me empurrando novamente para trás, tentando de todas as formas me fazer sentar novamente. O desespero em seus olhos e a forma como ela tenta me acalmar deixa todos alerta enquanto a marca em meu braço começa a brilhar em uma luz vermelha. Agarro os braços de Bethany e nos viro a jogando na cadeira em que estava sentado antes de me virar novamente para ele e o fitar nos olhos fechando minha mão em um punho antes de a virar com delicadeza. O sorriso de deboche sai de seu rosto em poucos segundos enquanto ele leva as mãos até a garganta e o sangue começa a escorrer de sua boca. 

- Matthew, não! - Bethany grita se agarrando em minha cintura. O verme me fita com desespero cada vez se afogando um pouco mais com o próprio sangue enquanto sente seus pulmões sendo esmagadas dentro de seu corpo. 

Torço minha mão escutando um grito sair de seus lábios junto ao sangue enquanto o estalo do osso de seu braço direto ecoa pela sala, não demora muito para que todos se levantem de pé se afastando do homem e me fitando totalmente incrédulos. Do meio da rodinha que se formou vejo um cara loiro passar pelas pessoas com pressa e parar em minha frente antes de fitar Bethany e me encarar novamente em seguida. 

- Você não precisa fazer isso, Matt! - Rio torcendo novamente minha mão vendo o braço direito ser quebrado dessa vez. - Você não é assim! 

- Você não faz ideia. - Retruco sorrindo um pouco mais ao fechar novamente minha mão em punho vendo ele se desesperar sem conseguir respirar. 

- Espera! - O idiota grita em meio ao desespero me fazendo sorrir e abrir minha mão vendo ele conseguir respirar novamente. - Eu disse o que me mandaram dizer! - Franzo o cenho confuso antes de encarar a Bethany que me fita tão confusa quanto eu. 

- Quem mandou você falar? - O cara ri depois de um suspiro acompanhado por gemido de dor sair de sua boca. 

- Você tem muitos inimigos. - Reviro os olhos irritado antes apontar com um dos meus dedos em direção a parede de vidro da sala vendo seu corpo ficar esmagado lá, fazendo mais pressão a cada segundo que passa. 

- Eu quero um nome! - Grito fechando novamente minha mão. Ele grita começando a se contorcer enquanto sente um dor insuportável no lado esquerdo do peito, sentindo seu coração ser esmagado e uma pressão sem fim, que joga cada vez mais seu corpo contra o vidro. 

- Se eu falar eu morro! - Rio totalmente incrédulo antes de me aproximar dele e cravar meus dedos ao redor de seu olho direito vendo ele começar a gritar sentindo meus dedos atravessarem cada vez mais sua carne. 

- Você deveria se preocupar com o que eu vou fazer com você. - Aviso vendo ele gritar um pouco mais. Cansado de não ter resultado cravo minha outra mão em seu peito novamente adentrando sua carne com a mão vendo as lágrimas começarem a descer pelo seu rosto. 

- Caim! - Ele grita o que faz com que eu franze o cenho confuso. - Por favor, para! 

Me afasto dele e me aproximo de Bethany que me figa extremamente confusa, tentando entender o porque de Caim fazer algo assim se depois de todos os anos em que ele se mantém vivo eu fui o único pra quem ele passou a marca, o único em quem ele confia e que faz seu trabalho sujo. Caim sabe que eu estou cansado de abaixar a cabeça e obedecer e por isso está tentando me mandar um recado, odeio esse joguinho. 

- Eu sou só o mensageiro cara. - O homem fala em meio ao choro me fazendo rir. 

- Eu acredito em matar o mensageiro, manda uma mensagem. - Retruco vendo ele começar a chorar um pouco mais. 

- Eu conheço meu irmão, você não é assim droga! - Austin praticamente grita. Rio antes de estalar os dedos vendo o corpo do idiota explodir em minha frente. Dou um passo para trás impedindo que o sangue acerte Bethany, vendo a sala e todos que estão nela, incluindo eu,  ficarem completamente encharcados pelo sangue. - Matthew! 

- Espero que isso tenha servido como aviso. Eu não vou tolerar qualquer tipo de comentário relacionado a minha pessoa entenderam? - falo vendo todos completamente chocados, algumas das mulheres com o rosto coberto por lágrimas e sangue. - Eu não tenho medo de sujar minhas mãos e acreditem eu vou. 

- Aqui. - Bethany murmurra se levantando da cadeira e me estendendo um lenço enquanto olha ao redor, de todos nessa sala ela é  a única que se mantém completamente limpa. 

- Eu não sou o último diretor e nem vou agir como ele, entenderam? - Deslizo o lenço por meu rosto limpando meus lábios, nariz e olhos. - A marca em meu braço me impede de ter qualquer tipo de emoção em relação a vocês então não me irritem. 

- Você ficou totalmente louco. - Austin fala incrédulo me olhando com julgamento. - Você não pode simplesmente matar as pessoas! O que nossos pais iriam dizer se te vissem agora? 

- Eu não sei, Austin. - Falo enquanto o fito com raiva. - Eu os matei lembra? -  Meu irmão mais novo engole em seco e desvia o olhar para o chão. - Não pense que porque é meu irmão vai me tratar dessa forma e vai continuar vivo entendeu? Eu não te matei 400 anos atrás, mas nada me impede de te matar agora.

- Você não pode sair por aí explodindo as pessoas só por que não gosta do que elas tem a dizer sobre você!  - Uma loira grita, ainda de olhos arregalados e as mãos levantadas. Ela parecia paralisada pela situação que havia acabado de presenciar. 

- Como é seu nome? - Pergunto enquanto deslizo outro lenço por minhas mãos a olhando de canto. 

- Skylar. - Balanço a cabeça confirmando, dava pra ver claramente que ela estava um pouco assustada com a situação, ela é gostosa pra morrer por isso, apesar de ser claramente do tipo de garota que não vale meu esforço por que claramente ela tem morais demais e isso não combina comigo, mesmo assim vamos relevar. 

- Muito bem, Skylar. - Murmurro antes de levantar os olhos e a fitar vendo ela engolir em seco em seguida. - Eu acabei de fazer isso então eu acho que eu posso. - Ela nega com a cabeça pronta para retrucar mais eu não deixo. - Se seus queridos colegas se comportarem eu não vou precisar explodir mais ninguém e nós dois ganhamos. - Dou de ombros. - Alguém tem mais alguma coisa pra acrescentar? Gostaria de lembrar que eu acabei de matar um de vocês e a marca no meu braço ainda está brilhando, implorando pra mim matar mais alguém, então pensem bem antes de falar. 

Arqueio uma sobrancelha enquanto Bethany estende um lenço para Austin e para na minha frente em seguida, deslizando o lenço por meu rosto novamente deixando claro que eu não havia feito um bom trabalho antes. Todos se entre olham mais permanecem em silêncio o que me faz sorrir por que pelo jeito todos me odeiam mais ninguém quer morrer então... Acho que não terei problemas com eles esse ano. 

- Vamos começar as aulas um pouco antes esse ano, uma guerra está chegando e nós precisamos ter certeza de que nossos alunos são capazes de se manter vivos. - Aviso enquanto Bethany esfrega a merda do lenço em minha testa. - Façam seus planos de aula, mas tenham em mente que vocês também serão treinados e vão aprender a se defender. 

- Que guerra é essa? - Um dos caras pergunta enquanto se aproxima de mim, Bethany para de esfregar o lenço em minha testa, tirando outro da caixinha e entregando a ele que sorri em agradecimento. 

- Tem um bando de idiotas querendo acabar com a humanidade, nós obviamente não vamos ficar ao lado deles mas sim de quem precisa de ajuda para se defender. - Dou de ombros vendo todos balançaram a cabeça. - O presidente dos Estados Unidos ficará conosco, juntamente com sua família e um exército do governo americano com ordem pra matar qualquer coisa que não tenha minha permissão para entrar na Ilha. 

- Sem ofensas, mas você não parece do tipo de homem que se preocupa com os outros. Por que vamos ajudar nessa guerra que nem é nossa? - Outro professor com a mandíbula levemente torta pergunta, o tom de voz apenas exalando curiosidade. 

- Eu fiz um pacto, sempre cumpro com meus acordos. - Dou de ombros vendo ele me fitar confuso. - A ONU está nos devendo um favor e de quebra ainda consegui a alma do presidente em troca. 

- Vamos começar a dividir as aulas e turmas assim que limparem essa sala. - Bethany murmurra se voltando para todos. - Tirem uma hora para tomar banho e se limparem, após esse tempo nos encontramos aqui novamente. Esse vai ser um longo ano. 


Notas Finais


Lembrando que o prazo vai se encerrar nesse sábado dia 18/11 as 21:00 da noite. O capitulo com os aceitos vai sair no dia 19/11 as 19:00 da noite.

Se você já mandou uma ficha e foi aceito, lembre-se que você tem direito a quatro fichas então se quiser ter mais personagens participando da fanfic, reserve sua aparência e se diverta.

Se você mandou sua ficha e não foi aceito, aproveite sua segunda chance e mande outra ficha, quem sabe esse personagem não é aceito?

Lembre-se de conferir as aparências reservadas para fazer seus amigos e parentes na ficha. Leiam o BESTIÁRIO que está nos comentários do primeiro capítulo para fazer sua ficha.

Aos que já enviaram, deem uma olhadinha na sua palavra-chave e tenha certeza que ela está escrita corretamente.

Lembrando que esse é apenas um capítulo bônus e por isso nem todos os personagens apareceram. Os capítulos oficiais da fanfic não seram nesse modelo.

Espero que tenham gostado dessa prévia. Obrigado por darem uma chance a fanfic.


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