História Rem - Capítulo 56


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Categorias Channing Tatum, Fifth Harmony, Josh Duhamel, Julian Morris, Matthew McConaughey, Michael Fassbender
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Channing Tatum, Dinah Jane Hansen, Josh Duhamel, Julian Morris, Lauren Jauregui, Matthew McConaughey, Michael Fassbender, Normani Hamilton
Tags Camila Cabello, Camila G!p, Camren, Camren G!p, Fifth Harmony, Lauren Jauregui
Visualizações 1.406
Palavras 1.014
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hey pessoinhas!

Vocês já deram aquela olhadinha hoje nas fics que eu indiquei? Vou colocar os links novamente nas notas finais.
Esse capítulo eu vou dedicar a Mari, não dediquei no aniversário dela, mas agora eu posso. Bom capítulo, Mari. Obrigada por apoiar e sempre estar incentivando.

Qualquer erro...
Boa leitura 🙈

Capítulo 56 - Família


POV Camila

Voltei da casa de praia e fui direto para o trabalho, era cedo, mas eu já imaginava a quantia de papeis para eu assinar que me esperariam sobre a mesa, não deu outra, fiquei até as oito da noite assinando tudo e cheguei no meu apartamento me arrastando.

Me atirei no sofá e fechei meus olhos.

- Oi, filha!

- Ah! Meu senhor, você reclama do meu emprego, mas quem vai me matar é você. Porque você não me avisa que vai vir aqui.

- Eu sou sua mãe, não preciso ser anunciada.

- Céus! – Me sentei no sofá e coloquei a mão no peito, meu coração estava muito acelerado. – Porra!

- Pare de drama. Como foi a viagem? Conte tudo para a mamãe, já que desligou o celular para não ser incomodada.

- Você me ligou oito vezes só na viagem, mãe. Foi necessário.

- Eu não gosto que você dirija tanto.

- Sim. Me distrair no transito é uma solução bem eficaz. – Ela me encarou por um tempo, parecia pensar.

- Sabe como eu sou. Me conte logo como foi.

- Incrível! Magico! Perfeito! Inesquecível! Pode escolher um desses, todos se encaixam.

- Vocês transaram?

- Não. – Ela assentiu. – Estamos mais intimas, ela está mais solta comigo, parece mais à vontade comigo, sabe? Até eu estou mais tranquila, antes eu tinha medo de falar minhas tolices, mas quando falei a primeira, ela achou graça. Ela acha graça de tudo, a maioria acha idiota, mas ela gosta. Sei que todos vocês estavam esperando que transássemos, mas não rolou e foi incrível para mim.

- Mas nem um arreto? – Revirei meus olhos.

- Teve uns esfregas, mãe. Satisfeita.

- Está melhorando. – ela disse sorrindo. – Fiz seu jantar, vai tomar o banho e depois quero ouvir mais sobre o final de semana.

- Tudo bem. E o papai?

- Ele viajou. A filial de Dallas diminui muito os lucros e ele foi conferir o que está acontecendo. Saiu hoje cedo para lá.

- Jatinho?

- Sim. Seu tio foi com ele. – Assenti e fui tomar meu banho.

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Já estava pronta para dormir e liguei para Lauren, ela atendeu no segundo toque a chamada de vídeo.

- Camzi!

- Lo. Como está?

- Bem. – Ela olhou para o lado. – Pat está louco para ver você.

- Eu também quero ver ele. E o Adônis, mas hoje eu tive que trabalhar muito e cheguei exausta, se minha mãe não estivesse aqui já estaria dormindo.

- Quero ver seu pijama de hoje. Agora eu entendo porque não atendia minhas chamadas de vídeo essa hora. – Eu abaixei um pouco a câmera do meu celular. – AI MEU DEUS, CAMZ. É DOS ANIMANIACS. – O rubor subiu nas minhas bochechas e eu sentia o calor nelas. – Preciso de uma dessas.

- Minha mãe que compra para mim. Eu não sei onde ela consegue, ela só compra dos desenhos que eu assistia na minha infância... Eu nem sei como ela lembra todos.

- São lindos. Eu vou pedir um a ela.

- Você gosta mesmo disso? Porque quando me casei fui proibida de usar. Só voltei depois da separação.

- Que besta. Eu achei lindo, você tem um monte de manias fofas.

- Eu não sou tão fofa assim.

- você é sim. E eu amo isso. Eu amo muito você, Camz.

- Eu também te amo, Lo. De verdade. – Ficamos sorrindo por um tempo.

- Mas você está cansada, precisa descansar, amanhã os meninos vão enlouquecer você.

- Vão mesmo. Vamos dormir em chamada?

- Sim. – Ela ajustou o celular ao lado dela e eu fiz o mesmo. – Podemos tentar.

- O que?

- Morar juntas. – Eu ergui meu corpo novamente.

- como assim?

- Bom... Você compra sua casa, Pat e eu vamos para lá com você e Adônis.

- Você quer casar?

- Não ainda, vamos ver se nós habituamos bem a isso e se tudo der certo, podemos nos casar, mas no começo, acho que eu ficaria mais a vontade se não tivéssemos um compromisso tão grande. Mais natural pra mim.

- Lo... Vai ser maravilhoso. Eu super aceito, amanhã mesmo vou pesquisar algo. Uma casa enorme.

- Agora você precisa descansar, amor. Amanhã conversamos mais sobre isso.

- Tudo bem. – Voltei a me deitar. – Boa noite.

- Boa noite.

Ficamos nos encarando por um tempo até ela fechar os olhos e eu ficar a admirando por mais um tempinho antes de apagar.

...........

Os meninos tinham tanta coisa para me contar que falavam ao mesmo tempo e eu pouco entendia. Estamos devorando uma imensa taça de sorvete.

- Papa! Te um dia que aqueles babacas lá da escola foram no fliper, vovô Ale tinha levado nós dois, eles foram me zoar, mas o Adônis falou que era pra deixar o irmão dele em paz porque se não ele ia chamar você, eles fugiram de medo, papa. – Baguncei os cabelos de Adonis e depois o abracei.

- Bom trabalho, moleque. Mandou super bem. – Depois abracei Pat. – Senti falta de vocês, pequenos.

- Nós também, mãe. Na próxima nós vamos.

- Acho que tenho uma surpresa. Agora vamos buscar a Lo na faculdade e vamos escolher uma casa para nós tentarmos morar juntos.

- Tipo morar os quatro, papa?

- Sim, mas vocês sabem que a Lo é especial, então precisamos ver se ela consegue morar assim. É um treinamento.

- Vai ser irado. Já falou com a mamãe?

- Vou falar com Nic assim que escolhermos a casa.

- Vou enfeitar meu quarto do jeito que eu quiser?

- Sim.

- Vamos poder ter uma sala de jogos que interligue meu quarto ao do Pat?

- Pra vocês viverem jogando? Podem até me tapear, mas a Lo não vai gostar.

- Você convence ela.

- Pat... A mãe não convence nada. Só obedece a mama.

- Doninho!

- Mas é verdade.

- Comam logo esse sorvete antes que derreta.

Eles o fizeram e depois fomos buscar a Lauren na faculdade. Ela estava mais comunicativa e ficou muito pensativa depois que ouviu Adônis a chamar de Mama.


Notas Finais




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