História Resisting Love - Capítulo 6


Escrita por: ~

Postado
Categorias MasterChef Brasil
Personagens Henrique Fogaça, Paola Carosella
Visualizações 135
Palavras 1.721
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


eu estou tão enrolada tentando encontrar a Paola que esqueci que eu tinha uma fic para postar 😂 enfim o negócio da Paola não está dando certo mas fé no pai pelo menos o capítulo sai! é isso espero que gostem

Capítulo 6 - Seis


Era domingo, Paola já estava na casa de Ana para aproveitar sua folga. A amiga queria levar a argentina de qualquer jeito para o clube mais famoso de São Paulo, porém Paola não se sentia tão confortável com a ideia. 

— Vamos Paola será legal! — Ana pediu juntando as mãos como se estivesse implorando.

— O que você não me pede sorrindo que yo no faço chorando. — Paola sorriu irônica revirando os olhos ao ver a amiga comemorar.

Ana e Paola se arrumaram rapidamente e foram para o clube. Durante o trajeto Paola olhava pela janela do carro enquanto Ana estava concentrada na estrada usando seus novos óculos escuros, a argentina olhava a paisagem passar como um borrão colorido pela janela do carro, o vento responsável por desajeitar seu cabelo colaborava para que a cozinheira deixasse seus pensamentos tomarem conta. Desde o acontecimento na varanda com Henrique, o homem não conversou tanto com Paola – aliás os dois quase não tinham contato o que deixava Paola um tanto frustada, pois ela queria ter uma relação mais saudável com o chefe. Entretanto, Paola sabia que ela apenas estava ali para servi-lo, porém seria interessante servi-lo de outro modo. Paola deixou sua imaginação tomar conta e fechou os olhos deixando as imagens se formarem em sua cabeça e transparecer seus desejos mais íntimos.

 

 Paola estava na cama de Fogaça sentada sob o colo dele rebolando lentamente sobre o membro do chefe enquanto o sentia enrijecer em contato com sua intimidade já pronta para ele. Ambos se olhavam com desejo, luxúria e paixão deixando seus corpos responderem por si. Henrique a puxou para um beijo e as línguas logo se encontraram, se beijavam em perfeita sincronia sentindo o doce hálito um do outro, vez ou outra Paola mordia o lábio inferior do chefe voltando a beija-lo da forma mais lenta que poderia existir enquanto continuava a mover a cintura por cima dele. Os desejos de ambos iam se aflorando conforme o mover de corpos se tornavam mais urgentes e mais intensos até que...

— Paola você tá me ouvindo? — Ana gritou fazendo a argentina abrir os olhos assustada e voltar para sua realidade. 

— Estoy... Estoy... — Paola disse se remexendo no banco do carro para encontrar uma posição que não fizesse seu corpo pulsar. 

— Não parecia... — Ana disse e voltou a falar coisas aleatórias. 

 

 Uma hora depois chegaram finalmente ao tal clube. Para a alegria de Paola o lugar era absurdamente lindo e rodeado pela natureza do jeitinho que ela gostava, Paola costumava dizer que ninguém jamais iria transmitir a paz que a natureza conseguia transmitir a ela. 

 Compraram seus ingressos e entraram no clube indo em direção as lojas para comprar roupas de banho para Paola. A argentina por incrível que pareça escolheu um biquíni ao invés do maiô, pegou um biquíni da cor preta a parte dos seios não era grande assim como a parte da calcinha, Paola colocou por cima um vestido branco quase transparente, também comprou um óculos de sol e um short jeans. 

 Depois das pequenas compras as duas amigas seguiram para a área da piscina, arrumaram duas espreguiçadeiras e se deitaram ali somente de biquíni enquanto conversavam. Até que Ana decide ir  comprar um sorvete deixando Paola sozinha por alguns minutos tempo suficiente para a argentina decidir entrar na piscina sendo acompanhada com alguns olhares masculinos. Paola entrou na água gelada e por incrível que pareça ela conseguia se virar muito bem dentro da água – não era nenhuma atleta de nado, mas se virava bem. Paola mergulhou e quando emergiu sentiu que havia batido em alguém.

— Perdão. — Paola disse com a voz falha por ter acabado de soltar a respiração e limpou os olhos para abri-los.

— Não foi nada. — Henrique disse deixando a argentina com os olhos arregalados ao vê-lo. 

A tensão que existia entre os dois estava ali presente em cada olhar que eles trocavam. Paola já sentia novamente aquela sensação estranha que sentia toda vez que o via.

— Aproveitando a folga? — Henrique perguntou. Seu tom de voz era leve apesar de sua expressão facial que como sempre era indecifrável.

— Sí... Vim com uma amiga! — Paola sorriu leve.

— Ana Paula? 

— A conhece? — Paola perguntou surpresa.

— A mulher que infernizou o telefone do meu escritório para conseguir uma entrevista de trabalho para você? Sim conheço. — Henrique disse e viu Paola rir. — Contei alguma piada?

— No claro que no, é que Ana consegue ser bem insistente quando quer... 

— Entendo, enfim... Aproveite a folga, senhorita Carosella. — Henrique disse passando por ela e antes de ir sussurrou em seu ouvido: — Até logo. 

Paola não havia percebido, mas prendeu a respiração ao senti-lo tão perto de si, a argentina mantinha os olhos fixos no tatuado a sua frente que se distanciava cada vez mais. 

 Paola voltou para a borda da piscina encontrando Ana se deliciando com seu sorvete de chocolate. 

— Aquele era o Henrique não?! — Ana perguntou assim que Paola sentou ao seu lado.

— Sí... 

— Ele consegue ser mais bonito pessoalmente. — Ana sorriu maliciosa o que fez Paola revirar os olhos.  — Ah qual é Paola vai dizer que não acha ele bem atraente? 

Paola encarou a amiga sem saber o que responder exatamente. Ela achava sim o chefe bem atraente, ele a atraia de uma forma que ela não conseguia entender – era como se toda vez que ela o visse perdesse as forças nas pernas apenas para se jogar nos braços dele. Mas, isso era errado completamente errado. 

 Paola continuava a encarar Ana com seus pensamentos a mil por causa do chefe que lhe arrancava arrepios que surgiam sabe-se lá de onde. 

— Um pouco nem tanto... Tatuados no me atraem muito. — Paola disse com a voz um tanto falha o que não transmitiu nenhuma convicção de sua frase mentirosa. 

— Sério? Eu acho. — Ana deu de ombros. — Se quiser pode me arrumar ele. 

— Acredite você não quer isso... — Paola disse um tanto séria. — Ele é estranho não deixa ninguém chegar  muito perto das coisas dele.

— Isso é normal Paola... Muita gente tem ciúmes de seus pertences eu mesma odeio que mexam na minha maquiagem. — Ana riu.

— No caso dele não é ciúmes é outra coisa... O cara ficou furioso só porque eu ia entrar em um quarto lá. 

— Era o quarto dele? — Ana perguntou vendo que havia caído um pouco de sorvete entre seus seios e passou os dedos para limpar. 

— No... Isso que é intrigante... No quarto dele mesmo eu posso entrar.  — Paola disse num tom de voz baixo sentindo um calor percorrer por sua pele ao se lembrar do quanto próximos os dois chegaram dentro daquele quarto.

— Vai ver ele só quer você no quarto dele mesmo. — Ana sorriu maliciosa arrancando risadas por parte das duas.

 

 Depois que almoçaram Ana e Paola seguiram para as quadras de tênis. Paola sorria se lembrando de sua infância que havia sido bem dedicada aos esportes – naquela época a argentina gostava muito de se exercitar, hoje nem tanto, preferia mesmo era estar escondida entre as panelas da cozinha. Paola e a amiga pararam em uma das quadras e se sentaram na arquibancada vendo o espetáculo a sua frente. Henrique e um amigo disputavam concentrados para acertar a bola no chão no lado do adversário. Henrique debatia a bola fazendo uma careta toda vez por conta da força que colocava na raquete. Paola o observava apenas de bermuda com o peitoral coberto de desenhos coloridos de fora.

— Não sei quem é o mais bonito. — Ana disse se referindo a Henrique e o amigo dele que também estava jogando.

 Já Paola mal prestava atenção no amigo, seus olhos como sempre estavam fixos no chefe. 

— É... — Paola concordou meio sem pensar apenas para não deixar Ana falando sozinha. 

Henrique deu uma última raquetada dando assim a vitória a ele. Paola o viu comemorar e rir com o amigo coisa que ela não via desde que começou a trabalhar para ele. 

 Fogaça se virou para a arquibancada e viu Paola sentada com as pernas cruzadas fazendo suas coxas aumentarem um pouco de tamanho. Os óculos de sol moldando perfeitamente seu rosto e o biquíni a mostra por baixo daquele vestido transparente. 

 Ambos se olhavam com a mesma intensidade de sempre parecia que havia literalmente um imã maldito entre os dois. 

 Paola foi tirada do transe assim que viu Ana descer a arquibancada e se apoiar na grade em volta da quadra, a argentina meio sem opção a seguiu.

— Olá meninos. — Ana sorriu. Já Paola se sentia constrangida pela audácia da amiga.

— E ai... — o amigo de Fogaça sorriu. — Me chamo Erick. 

— Me chamo Ana e essa é minha amiga...

— Paola. — Henrique concluiu olhando fixamente para a argentina que sentiu suas bochechas ficarem vermelhas.

— É isso ai. — Ana sorriu e entreolhou o casal. — Então minha amiga aqui joga muito bem essa coisa que vocês estavam jogando.

— Tênis Ana isso é tênis. — Paola corrigiu.

— Que seja! — Ana sorriu animada e Paola não estava gostando nada daquela conversa e gostou menos ainda ao ouvir a menor concluir: — Ela desafia vocês.

— Desafia? — Erick ergueu uma das sobrancelhas.

— Ana no acho que... — Paola tentou falar.

— Relaxa vai ser legal! — Ana a tranquilizou. — É simples se Paola ganhar vocês nos dão alguma coisa e se Paola perder...

— Já topei. — Erick disse animado gostando muito da ideia. 

— Isso é ridículo. — Paola e Henrique falaram juntos em perfeita sincronia. 

— Vai Paola estamos aqui para nos divertir e você ama jogar... — Ana pediu fazendo biquinho.

— Ta bem. — Paola sorriu ao sentir a tão conhecida adrenalina que o tênis lhe causava surgir.

— Vai Henrique você contra ela já que se conhecem mesmo. — Erick sugeriu e saiu da quadra segurando o portão para Paola entrar. 

A argentina deixou a bolsa com Ana e tirou o vestido sendo muito bem observada pela parte masculina. Paola colocou apenas um short jeans e foi com Henrique para o meio da quadra enquanto Ana e Erick assistiam da arquibancada. 

— Chefe. — Paola sorriu tímida pegando firme na raquete.

— Se eu ganhar você tem que me dar algo não é? E se eu perder... 

— Você me dá algo. — Paola sorriu travessa.

Fogaça a encarou e se afastou indo mais para o meio do campo dele, Paola se afastou da rede também ficando no meio do seu campo. 

 Henrique jogou a bolinha para o ar  dando a primeira raquetada com a força certa mostrando que o jogo havia acabado de ficar interessante.


Notas Finais


obs: sei que gostam das coisas calientes mas jaja chega ta bom? hahahah beijo gente


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