História Revenge - Trying to find peace - Capítulo 3


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Palavras 1.000
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Suspense
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi! Eu não sei o que falar por aqui sobre esse capítulo risusrisus então. só vou desejar uma boa leitura! sz

Capítulo 3 - It's a new day to try


Ao acordar naquela manhã, Isabelle sentiu-se mais disposta, mais decidida de que iria reagir a essa situação, saindo do emaranhado dramático de dor em que se meteu, ou caso contrário, Alec não a liberaria para o combate e ela realmente precisava disso.

Sentia falta de estar em campo, e sabia que se seus devaneios e hesitações continuassem e ela não mostrasse uma melhora em seu quadro emocional, quando acharem o ser que encerrou a vida de Max, ela seria a última a saber.

Tinha que se mostrar bem, mesmo que ainda estivesse desmoronando por dentro.

Pegou a jaqueta preta que tinha lançado em cima da cama e a vestiu, animando-se com o resultado da sua aparência. Depois de tanto tempo vestindo largos moletons e meias, quase tinha se esquecido de como é bom estar em um jeans justo e salto alto.

Jogou seus longos cabelos para trás, enrolou o chicote em seu pulso e saiu do quarto, esbarrando em Jace e Clary nas escadas.

— Bom dia, casal. – Ela fala sorridente para os dois.

A ruiva troca um olhar desconfiado com Jace, que apenas dá de ombros, sem muito que entender.

Talvez – infelizmente – estivessem tão habituados a uma Izzy amargurada e cabisbaixa, lutando com a própria dor se fechando de tudo, que vê-la tão sorridente e radiante as sete da manhã, fosse algo estranho.

— Bom dia, Izzy. – Jace responde. — Está tudo bem?

Izzy arqueia uma sobrancelha para o loiro, começando a descer os degraus.

— Por que não estaria? – Ela não olha para os dois que ficaram no começo da escada, ainda parados.

—  Porque você está perfeitamente animada as sete da manhã. – Clary responde simplesmente, seguindo Isabelle em sua descida.

Isabelle para, virando-se para a ruiva que estava a um degrau antes do seu.

— Não era por isso que torciam? Minha saída triunfal do fundo do poço?  - Ela fala óbvia.

Clary olha para o topo da escada, onde Jace ainda permanecia observando as duas confuso, mas dá de ombros novamente.

Clary suspira, sentindo-se aliviada pela amiga dar os primeiros sinais de reação a situação, torcendo para sua desconfiança ser apenas um sentimento de estranheza pela situação diferente.

— Sim, Izzy, era exatamente isso. – Ela dá um meio sorriso, e abraça a morena.

                                                                        •••

Sam estaciona o Impala em frente a uma cafeteria no Brooklyn, chamada Java Jones. O  lugar tinha um ar aconchegante e jovial, carregava um quê de modernidade e exalava conforto, mesmo parecendo pequeno.

— Sei que Nova York pode ser confusa, garotão, mas isso não é Manhattan – Dean fala espreguiçando-se.

Sam rola os olhos, observando o irmão com a cara sonolenta e amassada por ter dormido durante as últimas duas horas em um banco de carro, e retira a chave da ignição, abrindo a porta do automóvel.

— Não me diga, senhor GPS. – Ele salta para fora, semicerrando os olhos devido a claridade. — Precisamos comer.

Dean fez o mesmo, sentindo um leve incômodo nas costas ao ficar ereto.

— Nunca concordei tanto com você. – Ele boceja, fechando a porta do carro e andando até a porta de entrada da cafeteria.

Sam fez o mesmo, notando uma mudança quase imperceptível no humor do irmão e sentindo-se melhor por ele ter saído por pouco que seja daquele lugar obscuro – ou estava fingindo muito bem.

Dean pegou uma mesa de canto, que ficava ao lado de uma ampla vidraça que dava vista para a rua e próxima ao balcão, observou a massa de Nova iorquinos, sempre apressados pelo vidro enquanto esperava Sam chegar.

Estava se esforçando para parecer melhor e quem sabe, ficar melhor. Sam não tinha culpa de nada e agora, teria que se controlar e manter seu emocional estável se quisesse pegar o assassino de Castiel sem oferecer riscos desnecessários para Sam, já que com sua segurança ele estava se lixando.

Sam deslizou para a cadeira a sua frente e empurrou para ele as chaves do carro sobre a mesa, Dean as pegou e as guardou, puxando o cardápio para escolher sua refeição.

— O que te fez vir até Manhattan? – Sam questionou sem muita cerimônia.

Ele sabia muito pouco sobre tudo, embarcou nessa porque sabia que Dean não estava em condições mentais de viajar para o outro lado do país sozinho, mas sequer tinha certeza do que estavam perseguindo.

— Crowley me disse. – Dean dá de ombros, relembrando da conversa com o príncipe do inferno.

Sam arqueou uma sobrancelha.

— Crowley te disse? – Ele fala incrédulo, levemente irônico. — Viajou até nova York porque Crowley te disse que seja lá o que matou Castiel estaria aqui? Dean? Sério?

Dean virou-se para o irmão, incomodado com sua incredulidade.

— Sim, Sam. Exatamente isso. – Ele chama a garçonete com um movimento na mão. — Tinha alguma fonte melhor?

— Não, mas qual a probabilidade de Crowley ter entregado um dos dele de bandeja? – Sam fala como se aquilo fosse uma óbvia enganação.

— Primeiro, julgando que esse ser está ameaçando seu lugar no topo da hierarquia, é uma probabilidade alta. – Dean olha para o irmão. — E segundo, ele não entregou de bandeja, ele me deu pistas e eu as segui.

Sam respirou fundo, sua confiança nos instintos de Dean estava completamente baixa, talvez ele realmente estava cego por isso e vir para Nova York foi uma mera perda de tempo.

—  Ah Dean... – Ele lamenta. — Viajamos vinte e seis horas confiando em Crowley e suas suposições?

Dean suspira, revirando os olhos.

— Não te obriguei a vir comigo, aliás, eu não queria que viesse comigo. – Dean fala claramente, erguendo o cardápio plastificado em frente ao seu rosto, privando o contato visual.

— E você acha que conseguiria lutar com algo que foi capaz de matar um anjo sozinho nesse estado que está? – Ele pergunta retoricamente.

Dean abaixa o cardápio e olha fixo para o irmão.

Sam não sabia com o que estavam lidando, e ele preferia que continuasse assim, mas sua vontade de esfregar na cara do irmão que ele não era tolo e sabia o que estava fazendo, era maior.

— Não é algo, Sam – Ele fala expectante. — O que matou Castiel foi um Nephilim.

 


Notas Finais


Aaaaaaaaaah! Eu acho que vocês vão amar o próximo capítulo - vai ter treta - na verdade, eu espero que gostem dele risus.
Divulguem a fic, se gostaram da ideia, para as amigas (os).
Obrigada por lerem!


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