História Rich boys in love NYC - Romance gay (Yaoi) - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Palavras 1.542
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Hentai, Lemon, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Um século depois, eu volto... me desculpem! Me atrasei por vários motivos. Os principais? Provas finais da faculdade e falta de criatividade. Eu reescrevi esse capítulo no mínimo CINCO vezes!

Boa leitura.

Capítulo 9 - Procedimentos


Jonathan P.O.V. 

Estou em Los Angeles há um dia, cheguei ontem de manhã. O clima entre eu e os meus pais não é dos melhores. Eles, principalmente minha mãe, detestaram a ideia de serem avós. Jude é o único da família que gostou do membro novo. E eu já entendi qual é o grande problema para eles nessa situação. Não tem a ver com a minha idade, não sou tão novo, mas por eu nem saber que possuía um filho e por meu namorado ter de bancar a "mãe" sendo que o mesmo nem completou o ensino médio. Ela disse que, se você não planejou ter um filho e não criou consciência disso antes, dificilmente você conseguirá tomar conta da criança, já que a ideia não era ter uma, então você não desenvolverá o instinto paternal, provavelmente. Infelizmente, minha mãe está certa. 

Hoje de manhã, liguei para para Morgan. Nossa conversa foi curta e grossa. É, não estamos bem e pelo o que estou vendo, não faremos as pazes tão cedo. Ele me informou que um dos processos para o julgamento será hoje. O mesmo fará a primeira seção de exames no UCLA Medical Center

Visto um conjunto de moletom cinza e desço ao estacionamento, junto a Adde Louis - agora, mais conhecido como meu filho - e dirijo para o local em minha BMW x5

Deixo o carro frente ao edifício e vejo outros veículos estacionados a diante. Um deles é uma Porsche Panamera Turbo S E-hybrid, é o carro de Edward, o pai de meu namorado - que está mais pra ex. É de se  perceber que muitas pessoas vieram acompanhar Morgan. Há familiares perto da entrada. Olho para os lados e avisto um indivíduo do outro lado da rua. É Mike, junto com outros dois que nunca vi na vida. Como ele soube que Morgan viria aqui? Não é coincidência estar aqui na frente justamente hoje. 

Ignoro sua presença e entro no lugar. Não conheço nenhum daqueles que estão na entrada, mas sei que são os Moore só pelo jeito extremamente caro que se vestem. 

- Jonathan? - Alguém me chama e eu me viro em direção. Era Edward, surpreso - Então, você está em Los Angeles? Morgan não me contou nada. 

- É. Cheguei ontem - Mordo o lábio superior - Não estamos bem. 

- Hm - Ele ergue um sobrancelha - É por causa da criança? 

- É - Abaixo a cabeça - Me desculpe! Você deve me achar uma vergonha. 

- Não gosto nada dessa história do meu filho ter um namorado que é pai, mas sei que você é uma boa pessoa. Está tudo bem - Ele sorri - Aonde ele está? 

- A criança? - Olho para o carro de dentro através do vidro da recepção - No carro. 

- Eu posso vê-lo? 

- Ah, claro. 

Fomos até veículo. O pequeno arregalou os olhos ao ver o mais velho. Ele intimida qualquer um, até crianças. É impossível não olhar para o senhor e não pensar: esse homem é o dono do mundo. Edward, como já disse antes, se parece muito com o personagem Tony Stark, mas ele é um tanto mais magro e exageradamente mais alto. 

- Qual é o seu nome? - Indaga o garoto. 

- Adde Louis. 

- Que porcaria de nome é esse? - Ele olha para mim.  

- Não me pergunte. Foi minha ex que deu - Dei de ombros. 

- Pelo menos Louis é bonito. Não é tão ruim assim - Howard pega o menino no colo. 

- Quem é você? - Adde Louis põem as mãos no peito do mais velho tentando se afastar. 

- Sou tipo o seu... avô. Quase isso. 

- Eu posso te chamar de vovô? 

- É, acho que pode. Pode sim. 

Olho para o outro lado e Mike ainda está lá, observando. Acho que está na hora de avisar o homem sobre isso.

- Está vendo aquele rapaz do outro lado da rua? - Discretamente, aponto com a cabeça. 

- Sim, estou. 

- Conheci ele numa festa onde seu filho também estava. Não éramos amigos na época, aliás, Morgan me odiava. 

- E? - Ele parecia indiferente, prestando atenção no pequeno ser no seu colo. 

- O nome dele é Mike. O sobrenome? Não sei. Ele não parece ser uma boa pessoa. Acho que ele fez algo ruim com seu filho. 

- Como é? - Edward largou meu filho com cuidado no chão e olhou para mim. 

- Eu estava meio bêbado ou drogado, não me lembro direito. Isso aconteceu há quase três anos. 

- Drogado?! Vá logo ao ponto! 

- Eu entrei num quarto e Morgan estava desmaiado junto com outras pessoas. Perguntei o que tinha acontecido e o mesmo, esse na nossa frente agora, disse que eles faziam brincadeiras de mau gosto nas festas ou com certas pessoas. Sei lá, achei que o senhor devia saber disso, porque... não é a primeira vez que ele aparece em um lugar específico onde eu ou o seu filho está. Sinceramente, não faço a menor ideia de como ele ficou sabendo a onde estamos. 

Então, Edward, virou-se para encara-lo. Foi possível ver que Mike teve medo, mas não moveu um músculo. Ele sabe muito bem que o homem que o olha não é qualquer pessoa. A família de Morgan é a mais rica e influente da Califórnia, pode-se dizer que eles mexem nos "botões" da economia do estado. Mexeu com eles, mexeu com a cidade inteira. 

- Ia deixar seu filho no carro sabendo que esse indivíduo te conhece e é mau caráter? - O mais velho olha para mim com o cenho franzido. 

- É... não pensei nisso. Ele não seria capaz de uma coisas dessas? 

- Ele me parece ser um gangster ou um traficante, vamos tomar cuidado. 

Subimos para o quarto andar, onde seria a coleta de provas para o julgamento. Lá, encontrei Christian - o chato que tentou roubar o meu namorado - Valentin - o piloto de fórmula um de Monte Carlo e ele é legal - e sua irmã, Virgínia. 

- Quanto tempo, cara! - O ruivo levantou-se da cadeira e me deu um abraço apertado - É bom te ver. 

- É bom vê-lo também - Sorri e  cumprimentei a garota.

- Sabe me dizer quem é esse loiro? - Valentin cochicha.

- Christian. Ele tentou roubar meu namorado há dois anos atrás. No começo de tudo.

- Ele e Morgan são super íntimos. 

- Aé? - Arqueei a sobrancelha e cruzei os braços e olhei para o loiro de canto - Nós não estamos bem, sabe...

- É por causa daquela criança? - Aponta para Adde Louis, que estava sentado no colo de Edward. 

- Puta merda! - Quase gritei - Ele contou pro mundo que eu tenho um filho. 

Escutei a voz de Morgan me chamar de dentro da sala na nossa frente. A porta se abriu e ele saiu meio exasperado. 

- Você está aqui? 

- Conversamos de manhã. Achou que eu não viria, não é? 

- Isso não é verdade. 

- Você não queria que eu viesse, entendi - Me jogo no banco - Vai, pode voltar para a consulta. 

- Isso também não é verdade. 

- Ok, depois discutimos sobre isso. 

[...] 

Morgan saiu chorando dos testes. Contou que os médicos o encheram de perguntas sobre seu abuso sexual e o despiram para usarem objetivos estranhos e gelados no seu corpo. Com certeza foi horrível, mas ele exagerou. 

Agora, nos encontramos do lado de fora do hospital. Estou com Valentin e Virgínia, pois Morgan nem olha direito na minha cara. Ele está com família e os amigos deles. Christian também está lá. Não quero adiantar desgraça nenhuma, mas tenho certeza que Morgan já me trocou por ele. 

- Bem, eu estou indo - Digo, pegando Adde Louis que agora está comigo, no colo. 

- Tudo bem. Se cuida. Se precisar de ajuda, é só ligar. Sério, pode contar comigo! - Ele pousa sua mão em meu ombro. 

- Muito obrigado, de verdade. Até logo, Virgínia - A ruiva apenas sorri de maneira doce. 

Deixo o garoto no banco de trás do carro e entro. Quando ligo o carro para milésimos de segundos depois partir, Morgan praticamente se joga na frente do veículo me dando um baita susto. 

- Por que fez isso? - Abro a minha porta e saio para vê-lo jogado na frente do automóvel - Você está bem? 

- Estou - Ele se levanta e para na minha frente meio bambo. 

- Ah. Não faço isso de novo - Entro de novo e fecho a porta. 

- Espera! - Bate na porta - Eu preciso fazer uma coisa. 

- O que? 

- Só abre a porta. 

- Por que? - Franzi o cenho. 

- Abre! - E eu o faço. 

Morgan agarrou-me pelo rosto e me beijou com força, sedento. E eu desesperado, sentido falta daquilo, o puxei para mim. 

- Es-espe-ra! - Ele desgrudou sua boca da minha e olhou para a criança atrás de nós, que nos olhava assustada como se fossemos monstros. 

- O que foi? Qual é o problema? 

- E-ele está aqui?! A GENTE NÃO PODE SE PEGAR NA FRENTE DE UMA CRIANÇA INGÊNUA, JONATHAN! 


Notas Finais


Me avisem dos erros, por favor! Esse capítulo foi simples, eu sei... rumo aos 500 favoritos na 1ª temporada! Se puderem, recomende aos amigos. Muito obrigada!


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