História Rodoviária - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Clichê, Muito Cliche, Quandoeumenosesperava, Rodoviaria, Serendipity
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Palavras 1.452
Terminada Sim
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Fluffy, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oi Oi!!(^ω^)
Tudo bom com vocês? Comigo está tudo ótimo, até porque eu decidi postar essa "história".
É uma coisa curta e clichê, mas espero que gostem mesmo assim!
ps: Eu sei, a capa da fanfic é totalmente aleatória, é porque eu não sei fazer capas.ㄟ( ▔, ▔ )ㄏ
Boa leitura!

Capítulo 1 - Inesperado


Fanfic / Fanfiction Rodoviária - Capítulo 1 - Inesperado

Irritação. Irritação era a droga do sentimento que estava o consumindo no momento. Ele nem era alguém explosivo, era alguém até calmo demais para os hormônios a flor da pele de um adolescente, mas sua mãe não estava o ajudando. Ele até entendeu quando sua mãe disse para ele que a sua prima da cidade ao lado, viria para passar uns dias na casa deles, mesmo odiando aquela atirada. Sempre aparecendo namorando garotos diferentes, e mesmo comprometida, vivia jogando charme para si. Só de pensar naquela baixinha irritante andando pela sua casa, dava nojo! E não adiantou ela aparecer para perturbar e sua mãe permitir, como já havia dito, isso ele fez esforço para entender, o pior é ele ter que levantar de sua amada e preciosa cama em um sábado de manhã para buscar a prima na rodoviária. Foi acordado a contra gosto por sua mãe para isso.

-Tira esse bico da cara, filho! Deixar de ser preguiçoso! Você deixaria ela vim andando, cheia de malas e cansada da viagem?- Sua mãe diz, sentando em sua frente na mesa em que tomava o café da manhã.
Ele havia acabado de descer, após um banho tomado e meia hora de enrolação escolhendo uma roupa, apenas para demorar e fazer a sua prima atiradinha esperar.

-Você sabe que sim.-responde sem muita animação.

-Olha, bebê, eu não estou fazendo você ir buscá-la para causar intriga, muito pelo contrário, eu quero ver se essa sua raiva sem motivo por ela, passa se você passar um tempo com ela.-Diz a sua mãe calmamente. Ele entendia os motivos dela, mas como a boa atriz que a sua prima era, os adultos, incluindo sua mãe e os seus tios, não conheciam o lado piranha da menina, apenas o lado que a mesma passava de garota meiga e exemplar.

-Eu já disse pra você, mãe, não é uma raiva sem motivo. Existem várias pessoas falsas nesse mundo, minha prima é uma delas. Ela não é oque passa para você e muito menos para os meus tios.-Responde se levantando após terminar seu café da manhã. Sua mãe nem o respondeu, ela não queria dizer na cara do filho que não acreditava nele, porém o garoto entendia. Sua prima atiradinha era uma ótima atriz.

Ele pegou as chaves do seu carro, sim, ele tinha um carro, fazer oque se no país que o garoto morava era permitido tirar a carteira de motorista a partir dos dezesseis?
Ele pegou as chaves do seu carro e saiu de casa.
Durante o caminho todo, a única coisa que passava na cabeça dele era a imagem da sua cama. A cama macia, cheirosa e linda dele.


Avistou a rodoviária, estacionou perto da entrada da mesma e saiu do carro, logo entrando no enorme local.

Após algum tempo caminhando, o garoto encontra a sua prima sentanda em um dos bancos de espera da rodoviária e um sorriso se abre em seu rosto. De felicidade ao ver a prima? Claro que não! Foi sim por tê-la feito esperar! Isso o animou. Foi em direção a garota.

-Ei, atiradinha!-Ele a chama e a garota logo vira o rosto para a direção em que escutou a voz familiar do seu primo. Um sorriso se abre no rosto dela, obviamente por motivos diferentes dele.

-Oi, priminho! Você ficou mais alto? Ficou mais gato? Eu fico sem te visitar por uns meses e te encontro lindo desse jeito?-Começa com as tentativas falhas de conquistar o garoto.

-Já começou? Achei que fosse esperar eu pelo menos perguntar como foi a viagem.-Abriu um sorrisinho sarcástico.

-Você não iria perguntar, mesmo.-Respondeu se aproximando do mais alto. Nisso ela havia acertado.

-Vamos logo, eu não quero ficar muito tempo tendo que olhar para sua cara. Quanto mais rápido a gente ir, mais rápido eu irei voltar para a minha cama.-Disse a empurrando de leve, já que ela havia ficado quase grudada em si no tempo em que ele falava.

-Ah, não, gatinho, vamos ficar aqui. Eu ainda nem comi nada hoje. Me leve para uma lanchonete.-Diz com uma voz manhosa super irritante aos ouvidos do garoto e fazendo o mesmo revirar os olhos.

-Já lhe pedi para parar de me chamar de gatinho, não temos toda essa intimidade.-Chamar o garoto de gatinho já era ultrapassar os limites.

--Não temos porque você não quer, priminho.

-Vamos logo!-Exclamou com clara irritação. Pegou as malas dela e foi em direção a saída do local, nem se importando se ela o seguia ou não. Mesmo ele querendo que não.

Já perto da saída da rodoviária, algo, mais especificamente alguém, entra em seu campo de visão. Alguém que faz o garoto parar instantaneamente, fazendo sua prima bater contra suas costas, Alguém linda, sim, uma menina. Para o garoto, não uma menina, mas sim a menina.


Ele a analisou dos pés a cabeça. Ela usava um tênis de uma marca desconhecida para o garoto, porém parecia ser uma marca cara, estava usando também calças consideravelmente apertadas, apertadas e rasgadas em uma parte do joelho subindo até um pouco das coxas. E que coxas! Eram coxas volumosas, lindas. Estava usando uma camiseta marsala qualquer, que mesmo meio folgada, ainda dava para perceber a cintura fina da garota. 

Quando chegou a vez do rosto dela, o garoto rapidamente se sentiu um idiota. Parece que havia sido planejado. No momento em que os olhos do garoto pararam no rosto dela, ela deu uma risada, uma risada tão fofa e verdadeira. Ele se encantou de primeira. Ela parecia ter rido de algo que as garotas que estavam com ela falaram. Ele agradeceu mentalmente aquelas garotas por terem dado a ele o prazer de ver aquela garota rir. Ela era realmente muito linda. Sentiu alguma coisa ao olha-lá por esse tempo.

Amor á primeira vista? Não. Ele não acreditava nisso, porém com certeza sentiu uma forte atração por ela.

-Gatinho? Paralisou?-Estalou os dedos em frente ao rosto dele, tirando ele do transe que o mesmo nem sabia que estava.

-Hã?-Ainda estava um pouco atordoado pela beleza da garota.

-Sério que aquela garota chamou a sua atenção?-Perguntou indignada. Para ela, ele sempre se demonstrava totalmente desinteressado. Chegou a pensar que o garoto fosse gay.

-Sério.-Respondeu sem nem hesitar.

Após dizer, voltou a caminhar em direção a saída da rodoviária. Chegou em seu carro, colocou as malas da prima no porta-malas e se direcionou ao banco do motorista, e só após a sua prima entrar no carro, ele ligou o mesmo e foi em direção a sua casa, meio distraído e sem falar nada com a sua prima. Estava pensando na garota da rodoviária. Chegaram não muito tempo depois.

-Tia, que saudade!-Exclamou a atiradinha para a mãe do garoto. Ele nem estava prestando atenção na falsidade da garota para revirar os olhos, estava ocupado demais pensando na garota da rodoviária.

-Como foi a viagem? Como estão minha irmã e meu cunhado? Como vai a escola? Me conte tudo!-O garoto não prestou nem atenção na animação da sua mãe ao ver a garota, nem pensou em como ela estava enganada sobre a prima e nem comentou que não entendia como alguém ficaria feliz em ver a atiradinha. Só pensava na garota da rodoviária.

-Será que seu eu correr, eu ainda encontro ela lá?-Perguntou para si mesmo.

-Converse conosco, filho!-A mulher chamou o seu filho, porém já era tarde. Ele havia saído sem nem perceber daquela casa e estava em seu carro, indo procurar a garota da rodoviária. Só estava pensando nela.

E quando ele menos esperava, uma garota de sorriso encantador estava o levando de volta aquela rodoviária.

Chegando a rodoviária, ele correu para dentro e passou seus olhos pelo local, procurando um sorriso encantador. Andou até os bancos de espera onde havia visto sua prima atiradinha.
Ele avistou a garota, ela estava sentada exatamente onde a sua prima estava, porém alguém muito melhor estava lá agora. Abriu um sorriso. De felicidade ao ver a garota? Claro que sim! Ela era tão linda.
As garotas que a fizeram rir, não estava lá agora, ela estava sozinha, estava mexendo em seu celular. O rosto calmo mostrava tanta tranquilidade. O rosto calmo dela encantou o garoto, igualmente como o riso dela. Passou rapidamente pela cabeça dele, que o rosto zangado dela também deveria ser lindo, ele ficaria encantado.


Parou de apenas a admirar e começou a caminhar em direção dela, se sentou no bancou vazio ao lado da garota, aquele banco estava o esperando.

-Olá!-Falou animado.
Ela havia se assustado momentaneamente, não esperava que alguém estivesse realmente falando consigo.

-Oh! Olá!-Respondeu o cumprimento surpresa, era realmente consigo e era um garoto. Um garoto muito lindo, ele tinha um sorriso no rosto. E que sorriso! Ela se encantou por aquele sorriso de primeira.


Notas Finais


Perdoa o meu amadorismo e não desisti de mim! Juro que em pouco tempo postarei fanfics de verdades e com plots interessantes.
Se tiver gostado favorita e comenta oque achou, qualquer elogio ou crítica...não, não! Crítica, só se for construtiva, por favor!
ps: Peço desculpas por qualquer erro, é bem ruim escrever pelo celular.
ヾ( ̄▽ ̄)Bye~Bye~


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