História Se fores meu parceiro - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Originais, Romance
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Palavras 1.134
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção Científica, Lemon, Luta, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 1 - Confiar ou Não confiar


Fanfic / Fanfiction Se fores meu parceiro - Capítulo 1 - Confiar ou Não confiar

Minha família inteira tem se comunicado com espíritos por meio de um tabuleiro, eu não gosto disso por isso nunca o usei mas minha mãe quer que eu use para eu me casar com um espirito já que meu pai é um, mas eu nem sei que espirito quer vai ser meu destinado e nem quero saber. Sai da cama encarando o tabuleiro em cima da minha escrivaninha, passei a mão por ele sentindo a madeira bem limpa,(Se é pra ele ficar no meu quarto que esteja limpo). Fiz minha higiene e tomei banho pensando seriamente sobre o assunto, todo dia pensava nisso pois era uma tradição de família e não sabia nem o que queria trabalhar- tenho apenas 17 anos-, peguei um moletom cinza com o nome Daddy e coloquei até os cotovelos, peguei uma calça preta colada rasgada nos joelhos e um tênis converse preto all star, ajeitei meu cabelo castanho escuro com mexas loiras nas pontas meio ondulado e joguei ele para o lado, coloquei meus olhos de gatinho que davam destaque a meus olhos verdes, rímel e coloquei batom vermelho, observei minha pele morena clara e não achei nenhum cravo ou espinha então sorri e desci pela grande escada branca feita de mármore que não colava na outra e fiquei me segurando no corre – mão de ferro frio que fazia meus pelos eriçarem, quando desci vi meu pai e minha mãe, o espirito de longas asas pretas e brilhantes era meu pai, famoso pelos olhos violetas, o espirito do dinheiro, foi ele que nos deu essa mansão. Ele percebeu e me olhou com um largo sorriso, minha mãe colocava a comida na mesa, eles quando casam com humanos se materializam, é estranho explicar já que sou péssima nisso e nem entendo direito:
(Richard- Pai de Alice)- Alice, sente-se vamos comer.
-..- Apenas assenti, não gosto de falar com meu pai não produzo nenhum som, ele acha que sou muda, minha mãe também, eu falo com eles por um caderno, não quero que meu pai saiba da minha voz, ele já foi meu pai e ter essa preciosidade como presente- É o que ele diz.- Eu só queria ser normal, como qualquer um, então tenho que evitar contato de som, pois ele ainda é meu pai.
(Amanda- Mãe de Alice)- Então filha como foi na escola ontem?- Escrevi no meu caderno e estendi, todos esses anos escrevendo me deram uma linda letra.
“Foi legal, tenho umas atividades pra fazer, vou na praça e quando voltar iriei fazer as atividades e irei estudar.”
(Amanda)- Okey, só tome cuidado.- comi minhas torradas com café e peguei meus patins, meu capacete e protetores, coloquei minha luva de preta que não cobre os dedos e as costas das mãos e fui.
Entrei dentro de um beco onde um cara alto mais de dois metros pediu o meu cartão e eu o entreguei, o cartão tinha o nome meu nome e minha foto com apenas em baixo o clube, eles sabiam do meu segredo conhecia todo mundo daqui. A porta com o nome de “Pais das Maravilhas” tinha uma historia e lá só poderia entrar quem fosse inscrito e viraria um personagem do pais das maravilhas, eu sou Alice, tem chapeleiros malucos, o gato sorridente entre outros, eu no caso sou Alice e sou a melhor dançarina nos patins. Entrei minha sala que estava vazia, a pista era grande com o chão feito de madeira clara e brilhante, o local havia vários espelhos na frente e um aparelho de som a uso de bluetooth, as manobras que sei são de Soy Luna e algumas que inventei. Coloquei Space Between, e comecei a dançar, eu me sentia com o poder de fazer tudo, qualquer coisa poderia acontecer eu não queria parar, até que sinto alguém me acompanhar e segurar minha cintura, fechei os olhos e apenas dancei com ele que me levantava para o alto estávamos em perfeita sincronia até que no final ele me segurou pela cintura, e eu queria mais, estava necessitada pelo prazer de dançar era como uma dominação sem fim, senti sua respiração ofegante no meu ouvido e o esperei falar:
(???)- Por que não quer seguir a tradição de sua família?- Abri meus olhos rapidamente assustada e me movi pra trás deslizando pelo pátio até bater na parede e ver o tabuleiro ao lado da minha mochila, o meu salão estava vazio, olhei de um lado pro outro e suspirei, tentando me acalmar, minha mãe deve ter trazido ele pra cá e acho que estava tão vibrada na música que nem percebi que pulei quase voando e dancei de um lado para o outro e acabei batendo na mochila, era isso- Ou era isso que queria acreditar- coloquei o tabuleiro lá e logo quando fui me olhar no espelho, um homem alto, másculo, olhos meio puxados estilo coreano e obtinha olhos negros, o cabelos bem arrumado jogado para o lado, moreno, com os pés cruzados assim os braços encostado na parede me olhando com atenção, me levantei pronta pra atacar o procurando, suspirei, estava louca, peguei minha mochila e sai dali. Entrei em casa e me joguei no chão. Pensando no homem me lembrei do tabuleiro e o tirei rapidamente, decidi usa ló, respirei fundo e senti um calafrio e meu coração acelerar, repeti a palavra da nossa família, meus pais não poderiam ouvir:
-Meu destino selarei, entre a vida e a morte nos casaremos, e quando me juntar a ti serei apenas você.- Após dizer isso, uma nevoa invadiu meu quarto e as palavras brilharam, o homem lentamente de transparente veio aparecendo para mim, quando percebi, o homem de 1,81 me fazia ficar mais baixa do que já era- Tenho 1,56-, olhei e suspirei, ele era o mesmo homem que dançará comigo, que sussurrou em meu ouvido e que me vigiou:
(???)- Você fez tudo direitinho.- Assenti e peguei meu caderno e quando ia escrever ele segurou minha mão, seu toque frio gelou meu corpo, paralisei.- Eu sei sobre como é frustrante ter o pai como espirito, estou aqui pra responder suas perguntas, mas quero que faça isso usando a bela voz de sua garganta.- Ele estendeu a mão na direção da porta e fechou o punho trancando a mesma, corri e comecei a bater e a gritar, estava apavorada, não queria saber se meus pais brigariam por eu saber falar e não ser muda, mas tudo que queria era sair dali. Ele tapou minha boca e tocou minha mão e falou.- Desculpe se a assustei, não sei falar essas coisas sem parecer um psicopata.- Me tranquilizei um pouco com seu toque e toquei sua mão sinalizando que ele podia soltar, ele soltou e se desaproximou das minhas costas devagar, ainda encostada na porta, a questão é, confia ou não....

 

Continua....



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