História Segredos de Família - Parte um (FDIII) - Capítulo 13


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags A Praga Do Século, Amor Gay, Bruno, Entre Garotos, Hoffenhein, Leandro, Mfc, Olhares Na Escola, Romance Gay, Universolove, Wilkens, Willash, Yaoi, Yuri
Visualizações 52
Palavras 2.071
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Famí­lia, Fantasia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Incesto, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Sim, esse capítulo é explícito, vou logo avisando. É como um aperitivo para "Segredos de Família 2", que terá muita cena de sexo.

Esse é o penúltimo capítulo da temporada.. e assim como neste, o próximo virá com muitas descrições ilícitas, então esteja avisado.


Boa leitura e até breve.

Capítulo 13 - 12. Um caso por acaso (explícito)


Fanfic / Fanfiction Segredos de Família - Parte um (FDIII) - Capítulo 13 - 12. Um caso por acaso (explícito)

12. Um caso por acaso (+18)

 

- Vai ficar choramingando aí mesmo? – perguntou Afonso que vinha da cozinha com um copo de leite na mão.

- Eu acho que estou ficando louco amigo. – falei ainda soluçando. Ele revirou os olhos.

- Eu sei disso. Vem. Me acompanha num copo de leite. – disse ele insistindo.

Fui para a cozinha e me sentei em um dos bancos da cozinha americana. Afonso ficou do lado oposto ao meu e colocou alguns biscoitos de Maisena para que molhássemos no leite.

Depois disso ele ficou me encarando como se esperasse por algo.

- Que foi? – perguntei dando de ombros.

- Você… me surpreendeu hoje. Primeiro que você estava transando com o escritor anônimo e não me disse nada, segundo que ele fez uma declaração de amor pra você e tudo o que você conseguiu fazer foi partir o coração dele!

- Você está equivocado… o Júnior e eu não… não transamos.

- Porque você não quis. – disse Afonso irritado – Ele é tão lindinho, parece um bebê… e aqueles braços fortes… nossa… queria eu ter um desses na minha vida. – Afonso fez uma pausa e segurou minha mão – Porque você insiste em mentir pra você mesmo? Você sabe que gosta dele!

- A única coisa que eu sei é que esse sentimento que ele diz sentir por mim é uma grande ilusão, é coisa de adolescente. – falei com uma voz chorosa – Olha pra mim! Eu sou um senhor de trinta anos! Tenho um filho adolescente pra criar… eu tenho responsabilidades. Imagina a cara do Joe se descobrisse que eu estou me envolvendo com o melhor amigo dele… além do mais… eu não acredito nessa bobagem de amor.

- Bobagem? O que te faz pensar que o amor é uma grande bobagem?

- Ora… as pessoas sempre encontram uma maneira de ferir você quando você abre seu coração. É sempre assim. Porquê dessa vez seria diferente?

- Porque vocês sentem o mesmo um pelo outro! – completou Afonso.

- Ora… foi você mesmo quem disse que ele só queria brincar comigo, que ele me largaria quando a idade chegasse pra mim e…

- Chega Sam! Eu sei bem o que eu disse, mas… existem evidências que provam que eu estava errado.

- Que evidências?

Afonso arfou.

- Só alguém muito apaixonado pra persistir em ficar com você mesmo com todos os seus surtos psicóticos.

Fiquei pensativo.

- Mas… não tem como dar certo. Ele é só uma criança de dezessete anos.

- Ai Samuel, não força a barra também né querido? Além do mais, maturidade não tem nada a ver com a idade da pessoa, mas com as experiências e com base nisso, me atrevo dizer que ele é bem mais maduro que você…

- Então… o que você faria se estivesse no meu lugar?

- Eu deixaria todos os traumas para trás e me daria uma chance.

- Mas… e se não der certo?

- Então você vai poder se levantar e tentar viver de verdade quantas vezes quiser, porque o bom da vida não é a chegada, mas a jornada… a aventura que te leva ao resultado final.

- Mas… eu sou só um louco.

- Exatamente! Cometa mais uma loucura! Vá contra todos os seus princípios, vá além das fronteiras do destino e fique com ele. Talvez ele seja exatamente o que você precisava para acordar de sua vidinha sem graça.

- Mas eu tenho um filho… e… eu sou mais velho do que ele…

- A idade não interessa cacete! Viva o agora! Pare de sofrer por antecipação. Faça valer a pena. Tudo bem, você tem um filho, mas também tem uma vida pessoal. Seja feliz e se você quebrar a cara depois, levante e faça tudo de novo até dar certo. Porque viver é isso… cair e levantar. Amar é saber que mesmo que seu coração seja despedaçado, ainda existe chance de ser feliz, independente do passado ou do futuro. O amor foi feito para o AGORA! Viva seu amor intensamente. Desfrute dos prazeres da vida porque quando você ficar velho e caído, você vai poder olhar pra trás e dizer que teve uma vida de verdade. As cicatrizes que a vida lhe causar servirão para te fortalecer sempre. Portanto levante a cabeça e tome vergonha na cara! Chega de ficar choramingando porque um cara te comeu à força na sua adolescência. Passou!

- Mas eu não sei se consigo, eu… - fui interrompido com um tapa na cara. Afonso estava mais sério do que nunca.

Ele me sacudiu pelos ombros e fixou seu olhar em mim.

- Eu vou bater na sua cara até você acordar pra realidade! Deixa de ser idiota e vai viver um pouco! – disse Afonso com um sorriso se formando nos seus lábios enquanto me via digerir aquele sermão.

- Acho que você tem razão… eu… eu… vou atrás dele.

- Acho bom mesmo que vá atrás dele e continue o inspirando a escrever mais! – quando Afonso disse isso eu parei na hora e saquei qual era o real motivo de toda aquela conversa motivacional.

- Espera um pouco seu safado! Você só está me encorajando porque ele é o Unlove! – falei irritado.

- Não é só por isso… mas devo admitir que saber a identidade do escritor anônimo é um grande marco e se você ficar com ele poderemos ter acesso exclusivo às obras dele, quem sabe até contrato de publicação… imagina o sucesso que poderemos ter… todo mundo sairia ganhando e…

- Você é um desgraçado oportunista!

- Ora… eu sou um homem de negócios, mas não pense que só te encorajei por causa dos meus interesses pessoais, mas também porque acima do tesão que você me faz sentir, eu sou seu amigo e quero te ver feliz. Você sabe… eu sempre te amei e sempre te amarei, mesmo você tendo me dado um fora… te amo tanto que estou fazendo a última coisa que eu imaginei que faria: te juntar com outro cara… agora vai atrás dele antes que seja tarde demais!

- Você não presta Afonso!

- Você é tão puritano. Anda, vai logo atrás dele antes que eu vá por você!

- Bom eu… ham… preciso de um carro emprestado. – falei sorrindo meio sem graça.

- O que eu não faço por amor a você, né? A chave está na gaveta perto dos vasos ali da escada.

- Obrigado. – falei dando um abraço e um selinho nele.

Peguei as chaves e fui até a garagem tirar o carro quase ao mesmo tempo em que via Mariano chegar de taxi. Acenei para Mariano e segui rumo à casa de Júnior. Eu precisava superar meu medo e ir atrás da minha felicidade ante que fosse tarde demais.

 

//Anexo único: Relacionamento a três (Contado por Afonso)//

 

Por uma fração de segundos senti que todos os meus pecados tinham sido perdoados ao convencer meu amigo Samuel a ir para os braços de seu amado garoto.

Fiquei suspirando enquanto imaginava Samuel e Júnior transando… era inevitável… Samuel todo bonitão com aquela carinha de vinte e cinco anos e Júnior com sua carinha de bebê, devia ter a cabecinha do pau bem rosadinha.

Não resisti e comecei a rir sozinho na cozinha enquanto imaginava os dois fodendo meu rabo com muito prazer.

Nunca vou esquecer da noite em que consegui transar com Samuel… tão gostoso e tão másculo transando. Difícil imaginar ele como ativo, por outro lado, por ele ser tão dramático e choroso, eu acreditava fielmente que Júnior seria o ativo na primeira relação. Eu daria minha alma ao diabo pra ver a primeira vez deles.

Meus pensamentos foram interrompidos quando ouvi alguém bater na porta dos fundos. Sorri maliciosamente enquanto abria a porta.

Mariano estava ali como o combinado.

- Oi delícia! – disse ele apertando minha bunda e me dando um beijo.

- Oi safado! – falei apertando seu pau.

Não perdemos tempo e começamos a nos agarrar ali mesmo.

Deixei que ele tirasse a minha roupa e me chupasse por inteiro, mas não por muito tempo, já que eu sempre preferi chupar a ser chupado.

Pedi que ele sentasse em uma cadeira e abrisse as pernas. Comecei a entalar minha garganta com aquele cacete cheio de veias pulsantes que eu adorava sentir entrando no meu rabo.

- Nossa… você é tão gostoso… - falei gemendo feito uma putinha enquanto ele dava tapas na minha cara… eu adorava.

- Cala a boca que eu quero foder teu cuzinho até você não aguentar mais! – disse ele com uma cara de mau. Eu adorava a violência dele.

Fiquei de quatro e deixei que ele continuasse socando com força e usando apenas a saliva como lubrificante, assim eu sentia mais dor, o que consequentemente dava mais prazer.

Abri minha bunda com as mãos pra sentir ele mais fundo. Eu já estava quase possuído quando as luzes acenderam e minha esposa olhou de Mariano para mim com os olhos arregalados.

- MAS QUE PORRA TÁ ACONTECENDO AQUI? – dizia ela que tinha acabado de chegar de uma de suas noitadas com as amigas – MARIANO! EU NÃO ACREDITO QUE VOCÊ TÁ ME TRAINDO COM O MEU MARIDO! – disse ela atirando a bolsa nele, que se defendeu atrás de mim.

- COMO É QUE É? – perguntei sem entender o rumo daquela discussão.

- FICA NA SUA AFONSO! EU NÃO FALEI COM VOCÊ… - disse ela irada – MARIANO, COMO PÔDE? DEPOIS DE TUDO O QUE VIVEMOS? DEPOIS DE TODOS OS PRESENTES CAROS… EU JÁ IMAGINAVA QUE VOCÊ GOSTAVA DE COMER BICHAS, MAS LOGO O MEU MARIDO!

- Espera um pouco… então quer dizer que você dois eram amantes? – falei arregalando os olhos para Mariano, que ainda tinha o ereto que encostava na minha bunda.

- O MARIANO É MEU AMANTE POR DIREITO! NÃO SE META A BESTA COMIGO AFONSO! SAI DE PERDO DELE!

- SAI VOCÊ! – falei empurrando Clarisse – VAI DORMIR QUE O MEU AMANTE VAI TERMINAR O QUE COMECOU VEM! GOZA NA MINHA BOCA COMO VOCÊ SEMPRE FAZ! – falei provocando Clarisse.

- Seu depravado! Ele não vai gozar em boca nenhuma… - disse Clarisse puxando ele pelo braço – você vai subir agora comigo e vai fazer minha buceta pegar fogo, tá em entendendo?

- SUA VADIA! – berrei a Clarisse.

- VIADO! – retrucou.

- SERÁ QUE DÁ PRA VOCÊS DOIS PARAREM DE BRIGAR! – disse Mariano em um tom mais alto que o nosso – Vocês não percebem que apesar de tudo, continuam sendo marido e mulher? Deus uniu vocês e…

- Me poupe desse discurso. – falei revirando os olhos de raiva.

- Vocês tem duas opções: ficar brigando por macho aqui na cozinha, ou aproveitar para desfrutar o melhor prazer que existe. – quando ele disse isso os olhos de Clarisse brilharam.

- E que prazer é esse? – perguntamos ao mesmo tempo.

- Poliamor! – disse ele com um tom de voz que me causava arrepios – Se quiserem, podemos superar tudo isso juntos… você vão descobrir que existe amor por trás desse ódio de vocês e eu serei o canal… darei a vocês dois tudo o que quiserem, e muito mais…

- Muito mais?

- Exatamente. – disse ele mordendo os lábios.

Clarisse olhou para mim meio hesitante e então me deu um beijo na boca. Não nos beijávamos há muito, muito tempo.

Mariano começou a tirar a roupa de Clarisse, que me masturbava com suas mãos delicadas.

- Nossa! Eu não sabia que você beijava tão bem! – falei surpreso.

- E eu não sabia que seu pau era tão grosso. – disse sem pudor enquanto se aproximava do meu ouvido – eu deixo ele gozar no teu cuzinho, mas só se você gozar no meu, amor… - mordi meus lábios.

Aquilo tudo era muito excitante.

Não perdemos tempo e fizemos tudo o que tínhamos vontade: Mariano comeu meu cuzinho com toda a violência que eu adorava e eu, pela primeira vez comi o cuzinho da minha esposa, que nem era tão apertado como eu imaginava, mas vou deixar pra contar isso em outra história.

Depois que nossos segredos de família foram revelados naquela noite, passamos a nos amar de verdade em todos os sentidos. Mariano era o ingrediente que faltava para que nossa relação desse certo e eu não me importava nem um pouco de saber que ele comia minha esposa e a fazia gemer feito uma cachorra no quarto ao lado, pois eu sabia que no dia seguinte seria a minha vez de ser a putinha dele, então estava tudo certo.

 


Notas Finais




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