História Sentimentos Reprimidos e o Medo de Dizer Eu Te Amo - Capítulo 2


Escrita por: ß

Postado
Categorias Batman, Liga da Justiça, Mulher Maravilha
Personagens Alfred Pennyworth, Bruce Wayne (Batman), Clark Kent (Superman), Diana Prince (Mulher Maravilha), John Stewart, J'onn J'onzz "John Jones" (Caçador de Marte), Rainha Hipólita, Selina Kyle (Mulher-Gato), Shiera Hall (Mulher-Gavião), Wally West (Kid Flash)
Tags Amor, Batman, Drama, Liga Da Justiça, Mulher Maravilha, Romance, Tita, Wonderbat
Visualizações 122
Palavras 3.015
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi meus amores!

Vocês não fazem ideia do quanto eu fiquei feliz com a receptividade que tive de vocês. Eu agradeço sinceramente cada comentário, cada favorito, vocês são uns verdadeiros amores.

Este capítulo, como o título já diz, tem grande parte dele centrada em Gotham e, como tal, com o Batman. Tentei manter um ar de mistério, agora, se fui bem sucedida ou não, serão vocês a me dizerem.

Boa leitura e enjoy❣

Capítulo 2 - Uma Noite em Gotham


Fanfic / Fanfiction Sentimentos Reprimidos e o Medo de Dizer Eu Te Amo - Capítulo 2 - Uma Noite em Gotham

Gotham City...

 

É apenas um papel que ele representa ali, não é ele de verdade. E, mesmo que há anos ele faça isso, a fim de manter as aparências e não gerar desconfianças sobre o que faz em suas noites, isto o incomoda. E incomoda profundamente.

Para muitos, Batman é apenas o álter ego de Bruce Wayne, mas, para ele, é exatamente o contrário. O que ele está fazendo ali, o que ele está vivendo ali, é somente uma mentira, a fim de camuflar quem ele realmente é.

E, o mesmo pode-se dizer de sua acompanhante da noite, uma notória modelo francesa em ascensão. Charlotte Lamartine é tudo o que se espera de uma mulher vista em um dos restaurantes mais luxuosos de Gotham, jantando com Bruce Wayne, uma mulher alta, de pele alva, olhos amendoados e cabelos castanhos e lisos, ondulados, caindo por suas costas em um elegante penteado.

Ela encara Bruce com uma admiração devotada, como se e sentisse a mulher mais especial do mundo, por ter chamado a atenção do Príncipe de Gotham. Sorri para ele o tempo todo, a fim de chamar sua atenção, coisa com a qual o homem já está muito mais do que acostumado, por sempre ser visto com mulheres assim.

Ele também sorria. Um sorriso mecânico. Automático. Um sorriso fútil pelo qual Bruce Wayne é conhecido. Uma máscara que ele tem de manter se quiser esconder do mundo quem ele realmente é!

Um sorriso que mostra tudo o que ele não sente desde os seus oito anos de idade: alegria e prazer por algo.

Charlotte seria, sem a menor sombra de dúvidas, uma companhia muito mais do que agradável para qualquer homem, menos para ele. Para ele, ela é apenas uma fachada, para que seja visto e fotografado pela mídia, e assim esconder suas verdadeiras atividades noturnas.

― Eu agradeço imensamente o convite para o jantar, Senhor Wayne. – a voz sedutora de Charlotte o tira de seus pensamentos.

― Não há o que agradecer. – responde o Wayne, encenando o seu melhor sorriso – E, pode me chamar apenas de Bruce, afinal de contas, estamos no caminho de aprofundar a nossa amizade.

― Bruce, então. – Charlotte volta a sorrir, agradecida pela quebra de formalidade entre os dois.

O Wayne sabe que precisa sorrir de volta, pois é isto o que é esperado dele, e, é exatamente o que faz, um sorriso ensaiado e que ele usa há tanto tempo, a fim de esconder quem realmente é, e toda a dor que carrega em suas costas, desde os seus oito anos de idade.

Terminam o jantar e após Bruce pagar a conta, eles seguem para o estacionamento do restaurante, onde o Wayne não perde tempo em destravar o alarme de seu carro e, abrir a porta do passageiro para a sua acompanhante e, assim que ela adentra o carro, ele entra no assento do motorista, colocando a chave na ignição e, ligando o carro em seguida.

Enquanto dirige pela noite de Gotham City, Bruce dá pouca atenção a sua acompanhante, mas, aparenta muito mais do que bem a sua fachada de interessado.

Já está acostumado a esta vida, ter de fingir estar alegre na companhia de mulheres e leva-las para a sua casa. Mas, isto é algo que não lhe dar prazer, nunca lhe deu. Isto que faz é apenas uma máscara, cuja intenção é enganar o mundo acerca do que realmente é. Fazer com que as pessoas do mundo jamais possam associar Batman a sua pessoa.

Batman...!

O Justiceiro que protege Gotham a tanto tempo que ele nem ao menos é capaz de contar.

Assim que chegam a Mansão Wayne, Bruce estaciona o carro na garagem e, os dois seguem para a suíte presidencial da mansão. E, seguindo o script que ele segue há anos, começa beijar aquela modelo, que retribui as carícias do homem, querendo, mais do que tudo, aprofundar aquele toque.

― Calma, querida. – fala Bruce, forçando uma rouquidão em sua voz.

 ― Eu estou calma. – responde Charlotte, com a voz rouca de desejo – Eu só quero...

― Sei bem o que você quer, mas, temos a noite toda e, eu não gosto de apressar as coisas.

A resposta da modelo é um sorriso provocante, o qual não tem nenhum efeito sobre o Wayne.

Bruce então afasta-se um pouco dela, dirigindo-se até uma mesinha no quarto, a qual contém uma bandeja com uma garrafa de vinho e duas taças, previamente preparadas por Alfred. Enche as duas taças com o conteúdo da garrafa, entregando uma delas a sua acompanhante, enquanto que com a sua ele faz sinal de quem quer brindar. Charlotte pega a taça que lhe é oferecida, ao mesmo tempo em que sorri e devolve o brinde do Wayne, levando a taça aos lábios em seguida.

Em poucos minutos, a modelo sorve todo o conteúdo de sua taça, enquanto a de Bruce permanece intocável. Ele coloca a sua taça em cima de uma mesinha de cabeceira, para, em seguida, voltar a beijar a modelo, jogando um jogo no qual ele já está muito mais do que acostumado.

Em poucos minutos, a jovem adormece em seus braços e, ele então a deita na cama, tirando os sapatos dela, de tal forma que ela fique bastante confortável. Em seguida, ele deixa o aposento, encontrando-se com Alfred no corredor.

― Imagino que já esteja de saída, Patrão Bruce. – comenta o mordomo.

― Sim, Alfred. – responde o Wayne – Cuide para que eu não tenha surpresas em meu retorno.

― Como queira, Patrão Bruce.

Bruce então segue para a Batcaverna, onde, rapidamente troca seu terno e gravata pela roupa do Justiceiro de Gotham, pois, tem um trabalho a fazer. Após colocar a máscara e ajustar o visor, segue para o seu Batjato, pois tem uma longa noite pela frente, a fim de tentar fazer de Gotham um lugar melhor, onde uma criança de oito anos não precisa perder os pais de forma demasiada violeta e cruel, tendo a sua vida marcada para sempre por esta terrível tragédia.

 

 

*****

 

 

Torre da Liga...

 

Diana segue para a sala de J’onn, decidida a contar a ele sobre o sonho que vem tendo a semanas, e, certa de que há algo por trás dele, caso contrário, não iria ter o mesmo sonho repetidamente, todas as noites.

E, este sonho a vem perturbando tanto que, nos últimos tempos, não consegue pensar em mais nada, a não ser nas imagens e lembranças que invadem a sua mente todas as noites.

Passara o dia pensando em procurar pelo Caçador de Marte, a fim de lhe pedir ajuda, mas, como passara praticamente o dia inteiro fora da Torre em missão, não tivera este tempo.

Mas agora, finalmente está de volta e, mais do que decidida a procurar ajuda para resolver o mistério que, ela tem mais do que certeza de que tem em mãos.

Não demora muito e, a Princesa das Amazonas chega a porta da sala de J’onn. Dá algumas batidinhas de leve na porta e, não demora nada a ser atendida pelo Caçador de Marte.

― Diana. – J’onn J’onzz cumprimenta a amiga – Confesso que não imaginava você por aqui, no momento. Achei que iria descansar um pouco após a missão.

― Bem que eu gostaria, J’onn. – responde a Princesa das Amazonas – Mas, eu gostaria de falar com você, e, receio que seja algo importante.

Por um breve momento, o Caçador de Marte encara a Princesa das Amazonas, e, ao notar a expressão de Diana, ele nem ao menos precisa ler a mente dela, para saber que algo a incomoda.

Sem perder tempo, J’onn J’onzz faz sinal para que Diana adentre a sua sala, o que ela faz imediatamente. Em seguida, o Caçador de Marte fecha a porta e, ele e Diana sentam-se em duas poltronas, um de frente para o outro, e, em seguida, a voz do Caçador de Marte se faz ouvir:

― Em que posso lhe ajudar, Diana? Por sua expressão, percebo que algo vem lhe perturbando.

― De fato, Jon. – responde a Princesa das Amazonas – Há semanas que, todas as noites, venho tendo repetidamente o mesmo sonho, Jon. E, não consigo deixar de pensar que pode haver algum significado por trás destes sonhos. Gostaria muito de contar com sua ajuda, J’onn.

― Pode ter certeza de que, o que eu puder fazer para ajudá-la, eu o farei.

― E eu fico muito grata, J’onn.

Sem perder mais tempo, e, com a autorização da Amazona, o Caçador de Marte entra na mente de Diana, procurando pelo sonho da Princesa das Amazonas. E, não demora muito, ele encontra o que procura, a atual fonte de preocupação da Princesa das Amazonas.

J’onn J’onzz então não perde mais tempo, e, mergulha nas lembranças da semideusa, absorvendo cada pequeno detalhe que lhe é permitido absorver. Detalhe por detalhe, mergulha nas lembranças de infância de Diana, as quais a Amazona não consegue deixar de pensar. E, quanto mais ele mergulha nestas lembranças, mas ele é capaz de entender a aflição de Diana, pois, tudo o que ele vê nas lembranças dela é demasiado intrigante, até mesmo para ele.

Após absorver todas as informações que julga pertinente, o Caçador de Marte deixa a mente da Princesa das Amazonas e, ela abre os olhos, encarando seu amigo de forma apreensiva.

― O que acha, J’onn? – questiona a semideusa, sem deixar de transparecer um misto de ansiedade e preocupação em sua voz.

― Intrigante, Diana. – responde J’onn – No momento, é tudo o que eu posso dizer. Mas, vou investigar o que puder, a fim de encontrar respostas, pois, até mesmo eu fiquei intrigado.

― Estive pensando em ir a Themyscera e falar com minha mãe. Talvez ela tenha alguma resposta que possa ajudar a clarear a minha mente.

― Faça isso. Enquanto isso, também farei as minhas próprias investigações e, nos manteremos em contato, a fim de que possamos nos manter informados quanto aos avanços que formos termos.

Ante as palavras do Caçador de Marte, Diana apenas faz um sinal afirmativo com a cabeça, para então se levantar, e, deixar a sala do Marciano, ainda com a expressão preocupada.

Volta a caminhar pelos corredores da Torre da Liga, em direção aos tele transportadores, pois, antes de ir a seu lar, há algo que ela precisa fazer. E, voltando seus pensamentos para o seu momento atual, não deixa de pensar no sonho, assim como também começa a penar que, certamente, ela e J’onn encontrarão as respostas que ela tanto precisa no momento, para que enfim possa vir a ter a paz de que tanto precisa, e que não vem tendo deste que este sonho começara a se repetir, noite após noite, deixando-a cada vez mais intrigada com ele.

Volta suas memórias para a sua infância. Na época, achara que sua mãe apenas lhe contara uma história, tanto, que a mesma ficara perdida em suas memórias, assim como tantas outras histórias que sua mãe lhe contara quando era apenas uma menina.

Mas agora, tem a impressão de que as coisas possam ser diferentes, assim como também tem a impressão de que, pode não ser tão fácil fazer com que sua mãe lhe conte tudo, afinal, ela conhece a mãe como ninguém, e, sabe que a Rainha das Amazonas tem o costume de esconder-lhe informações, na esperança de que possa estar protegendo-a de algo de natureza maligna.

E, infelizmente, todas as vezes que sua mãe fez isso, acabou acontecendo exatamente o contrário, e, ela acabou envolvida em missões demasiado perigosas, que, quase lhe custaram bem caro.

Espera sinceramente que, sua mãe leve em conta estes argumentos e, com isso, possa lhe dar as respostas que tanto busca e assim, ter alguma direção do que fazer, pois, no momento, sente-se que, de certa forma, está perdida, como se inevitavelmente o destino estivesse guiando-a para algum lugar do qual, ela tem a impressão, de que não será fácil sair.

Diana chega a sala dos tele transportadores e, não perde tempo, trocando algumas rápidas palavras com o Senhor Incrível e, em seguida, dirigindo-se para o tele transportador, pois, chegou o momento de resolver alguns assuntos inacabados, antes de enfim se preparar para o seu retorno a Themyscera.

 

 

*****

 

 

Gotham City...

 

Pilota seu Batjato na noite sombria de Gotham, tal como ele faz praticamente todas as noites desde que se tornara um Justiceiro, patrulhando a sua cidade, a fim de fazer dela um lugar melhor.

Há anos segue esta mesma rotina. Há anos luta contra criminosos. Há anos tenta melhorar sua cidade e, há noites que, inevitavelmente, pensa que seu trabalho não ajuda em nada, pois, por vezes, tem a impressão de Gotham está tão mergulhada nas trevas que não tem salvação.

E, são justamente nestes momentos, em que ele pensa que sua cidade não tem salvação, é que seu velho juramento de não matar volta a sua mente. Quantas vezes, no decorrer dos anos em que veste o manto e o capuz de Batman, ele não pensou em quebrar este juramento? Quantas vezes não pensou que seria melhor para Gotham se esquecesse seu voto de não matar?

Já perdera as contas de quantas vezes tivera que lutar consigo mesmo contra este desejo que, noite após noite, tenta assombrar seu coração.

A tela do Batjato começa a dar um sinal de alerta, tirando o Justiceiro de Gotham de seus devaneios e, fazendo com que ele se volte para a realidade. Alguém está assaltando uma joalheria de Gotham, e, tal como ele faz todas as noites, é hora de impedir este roubo.

Sem mais perder tempo, o Cavaleiro das Trevas muda as coordenadas de seu Batjato e, em poucos minutos, ele chega até a joalheira que o seu radar lhe mostrara. Não perde tempo e aterrissa a sua nave no terraço de um prédio, e, em seguida, prepara-se para a sua investida.

Do local em que ele está, é capaz de ver perfeitamente bem a joalheria do outro lado da rua, e, com um binóculo, também vê a silhueta do assaltante, o qual ele reconhece no mesmo instante. Aliás, é capaz de reconhecer esta pessoa em qualquer hipótese e em qualquer lugar, pois, a história dos dois é longa e complicada demais para ser simplesmente ignorada.

Sem mais perder tempo, o Cavaleiro das Trevas abre o seu cinto de utilidades e, retira dele um Batgancho, o jogando no prédio da frente, para que então possa se jogar e, chegar rapidamente as portas da joalheria, colocando-se à frente da ladra, a qual ele conhece muito mais do que bem, de forma ameaçadora.

Selina Kyle leva um grande susto com a chegada do Cavaleiro de Gotham, mas, sua surpresa logo se desfaz e, a expressão de surpresa em seu rosto logo é substituída por um sorriso que é muito mais do que irônico.

― Ahá, é só você. – a voz da Mulher Gato se faz ouvir, como se o homem à sua frente não fosse nada importante.

― E por um acaso você esperava alguém, Selina? – questiona o homem, a voz carregada de ironia – Deveria saber que me encontraria, caso resolvesse voltar para suas “antigas habilidades”.

Ante as palavras de Batman, Selina nada diz, apenas continua a sorrir, e, caminha em direção ao homem de forma provocante.

― Talvez eu estivesse com saudades de velhos hábitos. – Selina volta a falar – Até porque, eles sempre me trazem você, não é mesmo?

Batman não responde as palavras de Selina, pois, ele bem sabe que isso é irrelevante, visto que, os dois sabem esta resposta muito mais do que bem.

O Justiceiro de Gotham termina de encurtar a curta distância que o separa da mulher, e, é neste momento que ele a segura, forçando-a a olhar para ele. Os olhos verdes de Selina se encontram com os olhos de Batman, por baixo de seu visor.

O olhar da mulher é selvagem, tal como o de um felino, o que não deixa de excitar o homem por trás da máscara, que, conhece muito mais do que bem os jogos da mulher, os quais, de uma forma ou de outra, ele acaba cedendo.

Selina sorri ao notar como o toque do homem mudou e, está pronto para beijá-lo quando percebe Batman a soltando de forma abrupta.

― O que foi? – a Mulher Gato não deixa de perguntar.

Batman nada responde a mulher, ao invés disso, apenas a encara de forma séria, para então a sua voz se fazer ouvir:

― Conversamos depois.

― O que houve? – Selina volta a perguntar.

― Já disse que conversamos depois. – continua o Homem Morcego – Não se atreva a continuar o que estava tramando, ou terá sérios problemas comigo! – ameaça.

Após dizer estas palavras, o Justiceiro de Gotham simplesmente deixa Selina ali, seguindo rapidamente para uma das ruas, onde, ele tem certeza, que vira Super Man se dirigir. Será que aconteceu algo na Torre da Liga, o qual ele não foi informado?

Não demora muito e, ele chega a uma rua em que, vê não apenas Super Man, mas também a Mulher Maravilha conversando. Como está longe demais dos dois, não dá para saber o que eles estão conversando, mas, pela expressão preocupada no rosto da Princesa das Amazonas, parece ser algo sério.

Enquanto os dois conversam, ele permanece ali, observado e, após alguns minutos, ele vê Diana levantando voo, e, deixando a cidade, sob o olhar atento de Super Man. O Justiceiro de Gotham percebe que o Homem de Kripton está para ir embora e, antes que ele levante voo, joga um batarangue em direção ao Kriptoniano, a fim de chamar sua atenção.

Super Man pega o batarangue de seu amigo sem qualquer esforço e, em questão de segundos, está frente a frente com o Cavaleiro das Trevas.

― O que faz aqui, Bruce? – pergunta Super Man, sorrindo para o amigo.

― Esta é a minha cidade. – Batman responde de forma fria – Por isso mesmo, eu lhe devolvo a pergunta.

― Estava fazendo uma investigação por perto.

― Sobre?

― Lex Luthor, tenho a impressão de que ele anda com negócios escuros com contrabandistas de Gotham.

― E quanto a Diana?

― Veio apenas se despedir, pois ela está voltando para Themyscera.


Notas Finais


CONTINUA...

Meus amores, se vocês estiverem se perguntando "Como assim, Tita? Essa fic não é WonderBat?" Tenham calma, que eu garanto que o que tanto queremos ver irá chegar!

Boa semana a todos! o/


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