História Serial Killer - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Black Pink
Personagens Jennie, Jisoo, Lisa, Personagens Originais, Rosé
Tags Black Pink, Jennie, Jisoo, Lisa, Rose, Serial Killer
Visualizações 46
Palavras 2.212
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), FemmeSlash, Festa, Orange, Policial, Romance e Novela, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Vocês estão bem?

Bem, só quero dizer: prepararem o oxigênio.

Boa leitura e até as notas finais.

Capítulo 5 - Chapter Four


Após aquele dia na cafeteria, Lalisa e Jisoo se aproximaram, não tanto quanto a loira gostaria, contudo um passo seria dado de cada vez.

Assim que começou a anoitecer, Pranpryia começou a arrumar uma roupa para ir até a boate com a Kim. Não queria uma coisa muito despojada, nem uma muito social. Nunca achou tão difícil escolher uma roupa como naquela noite. Talvez, fosse a ansiedade de voltar para seu lugar favorito.

Suspirou e pegou uma roupa qualquer. Literalmente. Puxou um vestido preto e uma blusa xadrez vermelha - que havia pegado emprestado de seu irmão, porém este nunca mais veria a blusa.

Mandou mensagem para Jisoo.

Kim já estava pronta.

Im pegou sua bolsa e saiu de casa.

[◈◈◈]

Lalisa parou o carro perto de Jisoo.

Saiu e deu a volta no veículo.

Abriu a porta e a esperou entrar.

- Até que está bem vestida para onde vamos. - Pranpryia comentou, saindo da propriedade da família Kim.

- Você ainda não me disse para onde vamos.

- É uma surpresa. Apenas para não dizer que sou má: fica em Hongdae. - deu um sorriso de canto sem desviar sua atenção da estrada.

[◈◈◈]

A viajem foi calma.

Trocaram poucas palavras.

Não tinham muito a conversar.

Jisoo ficou maravilhada com aquela casa noturna. Já havia ouvido falar, porém seus pais diziam que não era um bom lugar de ser frequentado por pessoa de tal classe.

Ao entrar na casa noturna, Kim quase ficou surda. O som era altíssimo. A música que tocava era contagiante, porém alta. Ela não conhecia a música, então tentou apreciá-la ao máximo.

- Quero te apresentar uma pessoa. - a tailandesa disse alguns tons mais altos perto do ouvido da outra.

A morena assentiu e se deixou levar por Lalisa. Esta que carregou Kim até o balcão do bar. Sentou-se em uma das cadeiras altas, gesticulando para que a outra sentasse ao seu lado. E assim o fez.

- Este é Park Jimin. - apresentou o barman. - É barman e psicólogo nas horas vagas.

Kim analisou o homem. Ele era muito bonito. Aquela calça de couro preto, junto a blusa social branca e um suspensório da cor da calça, o deixava com um ar sexy. Seu cabelo amarelado, assim como o da tailandesa, destacava seus lábios avermelhados. Que Jisoo com certeza achou chamativo.

Park Jimin.

29 anos.

Atirador profissional, arqueiro profissional.

Perfeita mira.

- Pois é, Pranpryia... Escolheu bem mais uma vez. - ao ver a citada fazendo um sinal negativo com a mão, o coreano ficou confuso. - Qual das duas partes não era para revelar?

- Pranpryia? - Jisoo perguntou confusa.

- Meu nome tailandês. - a loira explicou. - Não ligue muito para o que Jimin diz.

- Tudo bem. Você deveria ter me dito seu verdadeiro nome logo. Disse que era um livro aberto. - para Jimin aquilo iria virar uma DR mais cedo ou mais tarde, então preferiu ir atender outro cliente.

- Im Lalisa é verdadeiro, legalmente. Pranpryia é apenas meu verdadeiro nome de nascimento. - deu de ombros. - Quero que beba alguma coisa.

- Eu não bebo.

A loira revirou os olhos.

- Meu lugar favorito, minhas regras. - deu uma piscadela para a morena. Fez um sinal para que Park a atendesse. - Diz que não bebe, traga um Cuba Libre. - sorriu.

- O que é isso?

- Um drink. - respondeu em tom óbvio, dando de ombros.

- Mas do que é feito? - perguntou revirando os olhos.

- Cola e rum.

- Cola? - Jisoo perguntou assustada, arregalado os olhos.

- Sabe a coca-cola que você toma? Se é que toma isso... É a mesma coisa, só que com rum. - explicou.

Jimin logo trouxe as bebidas.

As colocou em frente das jovens.

E continuou à trabalhar.

- Por que o seu é diferente? - Jisoo perguntou arqueando uma das sobrancelhas.

- Isso é whisky. - apontou para sua bebida. - Puro. Já que não bebe, preferi uma coisa menos alcoólica pra você.

Kim encarou aquela bebida. Parecia realmente com coca-cola. Resolveu experimentar. Já que não podemos julgar um livro pela capa, também devemos julgar uma bebida pela aparência, certo? Aparência esta que Kim achou sem graça.

Deu um gole e degustou de cada sabor envolvido naquela bebida. Não era tão ruim, mas também não era tão bom.

- Dou cinquenta.

- Cinquenta? - Manoban perguntou confusa.

- Minha nota; de zero a cem, dou cinquenta. - explicou.

- Vou te dar um mais sofisticado agora. Acho que vai gostar da aparência, sabor quem sabe. - fez aquele mesmo gesto com a mão, chamando o Park. - Stars & Stripes. - pediu.

- Nome interessante...

Quando a bebida chegou, Jisoo olhou fixamente para cada cor. Estava tentando descobrir os ingredientes de cada uma. Porém, tanta coisa lhe vinha a cabeça que era impossível ter apenas uma resposta.

- O que é isto? - apontou para a parte inferior da bebida; a parte vermelha do líquido.

- Grenadine. E não, eu não sei te explicar o que é isso. Jimin já me explicou, mas passei meses para lembrar só os nomes, imagina do que são.

- E este? - apontou para a parte central, de coloração acinzentada.

- Creme de Yvette.

- Tem nomes italianos, eu acho, ou alguma coisa parecida. E esse aqui? - apontou para a parte branca, a superior.

- Fresh cream. Agora beba. - praticamente ordenara.

Kim bebeu. Talvez aquela fosse melhor que a outra. Talvez não, com certeza era.

Ao longo da noite, as duas dançaram, beberam e conversaram mais.

Aos poucos Lalisa foi percebendo que Jisoo estava cada vez mais bêbada. Era evidente a falta de sanidade. De repente Jisoo começou a falar coisas desconexas e fazer coisas mais loucas e estranhas ainda.

Pranpryia só não passava vergonha pois estavam sentadas. Kim alegara estar sentindo dores nos pés.

Enquanto a tailandesa observava a multidão à sua frente, admirava a música e se deliciava com a bebida, Jisoo estava admirando outra coisa, ou pessoa.

O último pingo de sanidade que ainda lhe restara, fora embora ao ver os lábios da loira pronunciando alguma coisa para si, que não fora ouvida. Jisoo estava muito preocupada nos lábios carnudos e vermelhos, por conta do batom, alheios para prestar atenção em quaisquer palavras que saiam deles.

Assim que a estrangeira virou o rosto para encarar sua convidada, foi surpreendida com um beijo. Ato tal que não durou segundos, já que a morena fora afastada abruptamente pela outra.

De longe, o barman encarava aquela cena, esquecendo totalmente de seu trabalho. Por quê? Nem ele sabia.

- O que você pensa que está fazendo? - Pranpryia perguntou, ainda surpresa. - Está bêbada... Que pergunta a minha. - revirou os olhos. - Vou te levar para a casa. - pegou no pulso de Jisoo, porém foi impedida de continuar a andar pela mesma.

- E você acha que posso voltar para casa desse jeito?

- Que merda fui fazer! - bateu na própria testa, irritada. - Você está sóbria o suficiente para agir normalmente com seus pais, não acha? - segurou ambas bochechas alheias com as palmas de suas mãos.

Jisoo apenas negou com a cabeça.

- Vamos para meu apartamento. Você vai tomar um banho e um chá e depois te levo embora, ok?

Dessa vez, a morena concordou silenciosamente, apenas movendo a cabeça.

[◈◈◈]

Ao chegarem no apartamento da tailandesa, ambas entraram e seguiram caminhos diferentes. Enquanto Lalisa acendia a luz, Jisoo deitou-se no sofá e instantaneamente dormiu.

Ao ver a cena, a loira revirou os olhos e suspirou.

Decidiu deixá-lá dormindo enquanto preparava o banho. Sabia que Kim não estava nas melhores das situações para encarar um chuveiro, então preferiu encher a banheira.

Desceu as escadas e Jisoo não mais estava deitada no sofá. Lalisa se preocupou e começou a correr por toda sua residência, procurando a morena. A encontrou em seu quarto, olhando suas fotos. Jisoo olhava para as fotos como criança admira um brinquedo novo.

- Quem é? - a morena perguntou, apontado para o homem na foto.

- Meu irmão. - respondeu, sentando-se ao lado da outra para também admirar aquela foto.

- Ele é bonito. Qual o nome dele? - parou de encarar a foto para encarar a loira.

- Dylan.

- Mas este não é um nome tailandês. Por que seu irmão tem nome americano?

- Porque minha avó quis. Ela sempre gostou de nomes americanos. - sorriu. - Agora vá tomar banho, a água já deve estar esfriando. - dito isso, Jisoo entregou as fotos para a mais nova e a seguiu até o banheiro de hóspedes. - Vou estar na cozinha, qualquer coisa me chame.

Jisoo assentiu com a cabeça.

Lalisa foi para a cozinha preparar um chá de camomila para Kim.

Por algum motivo, assassinato, Jisoo e Namjoon não se encaixavam na mesma frase, não naquele momento. Ver Jisoo frágil e indefesa era sua brecha, porém estava sentindo dó da mesma. A única vontade que tinha era de cuidar dela.

Voltou para o segundo andar e depositou algumas batidas na porta do banheiro. Logo a madeira fora aberta pela Kim. Esta que estava enrolada na toalha com o semblante menos abatido.

- Seu chá está pronto. - a loira avisou.

Em resposta, Jisoo balançou a cabeça em tom de concordância.

Ambas seguiram até o quarto. Lá, a dona do imóvel separou uma roupa para a Kim. Esta que encarou a roupa como se aquilo fosse a coisa mais anormal do universo.

- E então...?

Kim respirou fundo e se virou, ficando cara a cara com a loira. Ou com os lábios alheios. Novamente, sentiu a necessidade de experimentá-los; de reviver a experiência que teve mais cedo. E sem mais espera, avançou contra a boca alheia. No início um beijo meio estranho, talvez pelo fato de Kim ainda estar sob efeito de álcool, mas logo se transformou em um contato único e gostoso.

Ao perceber o que fazia; ao perceber que Jisoo estava a fazendo esquecer de tudo, Lalisa separou-se da outra.

- Veste uma roupa, por favor. - pediu, ou ordenou, abaixando a cabeça, fitando apenas o chão.

Jisoo, ainda calada, aproximou-se.

- Não hesite. Sei que quer tanto quanto eu. - a morena disse.

- Você está bêbada. Está agindo sem pensar.

- Não vou fazer nada com que me arrependa depois. - Kim soltou a toalha e a deixou ir de encontro com o chão.

- Merda. - a loira murmurou para si mesma.

Automaticamente levantou a cabeça. E acabou por se perder no corpo da outra. Talvez quem estivesse sob algum efeito não fosse Jisoo, mas sim Lalisa.

Ao iniciarem um novo beijo, andaram até a cama da loira. Esta que logo se livrou do vestidos e peças íntimas.

Enquanto se beijavam de forma voraz, Lalisa aperta as coxas alheias. Logo, deitou a morena delicadamente na cama.

Pranpryia desceu de encontro com a intimidade de Jisoo. E então, começou a passar a língua por onde podia. Percebendo o nível de excitação de Kim, Manoban começou a chupar, deixando mais rastros de saliva. Inquieta, Jisoo se mexia e rebolava querendo cada vez mais.

Assim que percebeu que Kim já se encontrava suficientemente excitada, lambeu os dedos e introduziu o indicador na intimidade alheia. Fazendo movimentos giratórios e de "vai-e-vem". Ao introduzir o dedo médio, Jisoo começou a gemer mais alto. Conforme os gemidos da morena aumentavam, os movimentos ficavam mais rápidos e fundos.

Kim gemeu mais alto, deixando que ápice chegasse.

Manoban retirou os dedos do interior alheio e deitou-se ao lado da morena. Ambas com a respiração e os batimentos descompassados.

- Sua vez. - a tailandesa se esquecera de que Jisoo nunca havia feito aquilo. - Apenas repita o que eu fiz em você... A última coisa.

Jisoo assentiu com a cabeça.

Seguiu até as pernas de Lalisa, as abrindo.

Ainda insegura, Kim tentou refazer exatamente o que a outra fizera: chupou dois de seus dedos e começou a esfregá-los no clitóris da loira. Aumentando os movimentos gradativamente. Quando a região estava suficientemente úmida, Jisoo iniciou a penetração, primeiro com um dedo. Fazendo os mesmos movimentos que Lalisa fez. A mesma coisa quando penetrou o segundo dedo. Sempre que aumentava a velocidade dos movimentos, os gemidos da outra também aumentavam. Logo, esta segunda, não se aguentou e deixou que seu ápice também chegasse.

Jisoo retirou seus dedos do interior alheio e deitou-se ao lado de Manoban, a abraçando.

Ambas respiravam descompassado.

Seus corações estavam a mil.

Seus peitos subiam e desciam loucamente.

- Seu nome é muito logo. Vou te chamar de Lisa. - Jisoo disse repentinamente. Talvez ainda estivesse sob efeito do álcool.

- Não gosto de apelidos.

Jisoo mexeu-se um pouco e dormiu abraçada no corpo alheio.

- Jisoo?

A loira revirou os olhos.

Tentou sair de perto da morena.

Mas, simplesmente, não conseguia.

Sua cabeça estava virada. E de um jeito não muito bom. Qualquer sentimento à mais atrapalharia sua vida. Dó talvez fosse o sentimento. Isso, Lalisa tinha dó de Jisoo. O que com certeza não deveria acontecer, ela não deveria ter pena da Kim, afinal, ela era apenas mais uma de suas vítimas.

Jisoo não poderia ter o mesmo efeito que Jennie tivera sobre Lisa.


Notas Finais


MEU DEUS ESSE FINAL FICOU HORROROSO!!!! KSJSJZNSKWKrindodenervoso
Mas bem o que importa é vocês gostarem? Ia o que acharam? Não só do orange, mas do capítulo todo? Levem em conta que é o primeiro orange que eu escrevo :')

Lisa achando que o que sente por Jisoo é dó 🌚🌚 será que é só, dona Pranpriya Manoban?

PERGUNTA: (não me dêem vácuo, por favor) Todo, ou a maioria, dos serial Killer's tem um grupo do qual preferem (homens, mulheres, pessoas altas ou baixas, etc.), qual vocês acham que é o grupo da Lisa, levando em conta as pessoas que morreram até aqui?

Acho que é só isso mesmo.

Beijinhos e até o próximo capítulo 😙😙😙


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