História Servamp - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias SERVAMP
Personagens Lawless, Mahiru Shirota, Personagens Originais, Sleepy Ash
Tags Hentai, Kuromahi, Lawlicht, Lemom, Memes, Referencias, Tetsusono, Yaoi
Visualizações 28
Palavras 3.385
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Canibalismo, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Só digo uma coisa, preparem o kokoro.

Aviso; eu alterei um tantinho a personalidade do Mahiru, mas quase não tem diferença.

NÃO é um capítulo, esse é o extra que eu fale no capitulo passado.

Capítulo 9 - Qual o melhor presente? - EXTRA


Fanfic / Fanfiction Servamp - Capítulo 9 - Qual o melhor presente? - EXTRA

Faltavam exatamente uma semana para o aniversário de Kuro.


Mahiru estava totalmente em dúvida sobre que presente daria para o namorado, ele e Kuro haviam começado um relacionamento a uns 4 meses atrás, apesar do pouco tempo de namoro, já haviam tido sua primeira noite, que digamos, foi a melhor noite de ambos.


Além do presente de Kuro, Mahiru precisava escolher o que daria para Licht. Seu aniversário aconteceria uns dias antes do de Kuro, e isso estava acabando com o resto de sanidade que ainda restava em Mahiru.

***


25 de dezembro


Kuro e mahiru já haviam chego no local onde estava acontecendo a festa de Licht. Como Mahiru não conseguiu se decidir a tempo sobre o que dar para o famoso pianista, optou então por fazer algo simples. Hoje mesmo havia decidido que faria uma grande torta, mas como não sabia qual sabor agradaria melhor o moreno mais velho, acabou por pedir ajuda a Hyde, este que se animou e foi ajudar a preparar a grande torta.


Mahiru se dirigiu ao anfitrião e o comprimentou.


– Boa noite, feliz natal, e feliz aniversário, Licht-san! - o mais novo disse alegre. - Bom… isso é um pouco embaraçoso de se dizer.. bem, como não sabia o que lhe dar de presente, acabei por escolher algo simples, mas que não saísse do seu gosto, mas como não sabia que sabor gostaria mas, acabei por pedir ajuda a uma pessoa que lhe conhece muito bem. - o moreno sorriu amarelo ao perceber que já estava dando um de seus discursos enquanto o mais velho apenas o observava. - Resumindo, eu lhe preparei uma torta de melão. - Mahiru lhe entregou a grande caixa branca com pequenos detalhes dourados em forma de anjo. cortesia de Hyde.


Viu os olhos o moreno brilharem em expectativa. O moreno que até agora não falara nada, se pronunciou.


– O-obrigado. - Licht soltou um pouco envergonhado, não era muito bom com elogios ou agradecimentos.


Mas ao lembrar de algo, o pequeno resquício de felicidade que havia aparecido em si, havia desaparecido, o que despertou a curiosidade de um ser chamado Mahiru.


– Licht-san, aconteceu algo? - perguntou.


– Não é nada, nada que deva se preocupar, meio-anjo. - disse simplista.


– A vamos, conte, será mais simples se contar a alguém o que está acontecendo. não é bom guardar as coisas para si próprio. - Mahiru já tinha uma suspeita do que poderia ser, mas queria confirmar.


Derrotado pelo olhar insistente de Mahiru, o pianista desiste de resistir.



– Eu estava esperando alguém, mas até agora essa pessoa não chegou, provavelmente não virá mais. - o maior disse suspirando ao final da frase.


– Não se preocupe, Licht-san, eu tenho certeza de que essa pessoa virá. - Mahiru virou-se e foi em direção aos outros, deixando para trás um moreno muito confuso.


Mahiru sabia muito bem quem era “essa pessoa”. Era Hyde, afinal, ele era o único que ainda não estava lá.


E como sabia que o mesmo viria? simples, ele e Hyde tramaram tudo. Quando estavam fazendo a torta, Mahiru descobriu que o loiro possuía uma quedinha, tipo lá o topo do Monte Everest, por Licht. Ele também desconfiava que Licht sentia o mesmo, mas era orgulhoso e mais para admitir. E claro, como um bom fudanshi/amigo, não podia perder a chance de juntar um OTPzaum desses.


Vamos ao plano que Mahiru armou em dois minutos;


Mahiru chegaria ao local da festa e daria a torta para Licht, quando chegasse a hora do moreno provar a torta, Mahiru quem cortaria os pedaços, na fatia de Licht, estaria uma aliança de namoro que Hyde havia comprado uns dias antes, para dar de presente ao pianista, mas o mesmo não sabia como iniciar alguma declaração sem quase morrer. Esta aliança estaria milimetricamente abaixo de um dos cortes que está apenas 2cm maior que os outros. Quando Licht se desse conta de que havia uma aliança ali, Kuro enviaria rapidamente uma mensagem para o loiro que estaria o outro lado da porta, ele entraria e iniciaria sua declaração.


Hyde sabia que se aquela ideia maluca não desse certo, ele correria o risco e ser chutado, nunca mais poder falar, ou mesmo olhar para Licht. Mas ele queria correr esse risco, achava que já estava mais do que na hora de expor seu sentimentos.


Toda a festa passou tranquilamente. Mahiru havia aproveitado o tempo para conversar com Lilly sobre sua dúvida para com o presente de Kuro. Ele até havia dado uma ideia, mas Mahiru estava meio relutante com ela. O moreno percebeu que não era apenas ele que estava tentando juntar casais, Hugh e Lilly também estavam, e ele já tinha uma vaga ideia do que poderia ser. A hora mais esperada chegou, e todos se juntaram em uma grande mesa. Mahiru se ofereceu para cortar os pedaços como combinado. Após servir a todos, o moreno se sentou a mesa e começou a comer sua fatia, nunca deixando de olhar disfarçadamente para o pianista.


Licht fez uma careta ao sentir uma coisa dura e bem diferente daquela deliciosa torta e melão. Tirou-o da boca e o pôs entre os dedos. era uma pequena aliança de cor prata e com uma pequena pedrinha vermelha, que lembravam os olhos de um certo alguém. Antes que pudesse perguntar alguma coisa, ouviu um grande barulho vindo da porta. A figura loira que se encontrava na porta, rapidamente apareceu do seu lado.


Ao seu lado estava Hyde, ajoelhado e segurando sua mão direita.


– Licht, - o loiro começou. - eu queria te dizer que te amo. - ele foi direto ao ponto. Agora todas as pessoas que estavam à mesa os olhavam curiosos, e isso estava deixando Licht muito envergonhado. Como Mahiru não estava querendo atrapalhar, estava segurando o berro o máximo possível, ocasionando em uma formação de lágrimas nos olhos. - Desde o dia em que eu te vi, eu já sabia que eu estava apaixonado por você. Pode ser estranho ter outro homem atrás de você, mas se me permitir, eu o faria o homem mais feliz de toda a terra. Irá permitir que esse demônio, entre em seu paraíso? - o loiro havia falado com toda a sua sinceridade. Licht estava em estado de choque. aquilo era mesmo real? não seria apenas um de seus loucos sonhos cheios de fantasias?


Ele estava com medo e envergonhado. Aquilo havia trazido a tona todos os sentimentos que Licht mais gostaria de esconder. Mas já estava na hora de encarar seus sentimentos de frente, tinha que parar de se esconder como se fosse uma criança correndo para o quarto da mãe após um pesadelo.


Aproximou-se do ouvido do loiro e falou;


– Me leve ao céu ou ao inferno, não me importa. - puxou o loiro pela gravata e iniciou um beijo. Beijo esse que se tornou mais quente ao moreno passar a língua pelos lábios do loiro. Hyde permitiu a passagem da língua de Liccomt, que começou a explorar cada canto de sua boca. O beijo apenas se finalizou quando Licht chupou a língua do loiro, o fazendo soltar um baixo gemido, que foi abafado pelo beijo. Encostaram a testa uma na outra e ficaram se encarando corados e com a respiração entrecortada.


– Isso é um sim? - Hyde perguntou ainda arfando um pouco.


– É claro que sim, baka-nezumi. - Licht disse sorrindo, o sorriso mais lindo que Hyde já havia visto em toda sua vida.


O loiro pegou a pequena aliança e colocou no dedo de seu, agora, namorado.


E foi nesse momento que eles lembraram que não estavam apenas eles ali.


Todos estavam comemorando e desejando felicidades ao novo relacionamento, mas um grito chamou a atenção de todos e deixou a maioria ali chocados.


– AEEEEEEEEEE PORRA, CARALHO, BUCE**!!!!!!! MEU OTP É CANON SIM, PORRA! - bem, esse era Mahiru comemorando. Hugh e Lilly seguravam o riso, de fato queriam estar da mesma forma que ele. Ele logo percebeu o que estava fazendo e logo tratou de se recompor. - D-digo, meus parabéns, espero que sejam felizes… - ele disse sorrindo amarelo e um pouco envergonhado pelo vexame.


– Quem é você e o que fez com o Mahiru? - foi a vez de Kuro se pronunciar.


– Olhem, parece que aqueles dois também se animaram. - Hugh que até agora estava rindo, se pronunciou e apontou em uma direção um pouco mais afastada do grupo. Todos olharam na direção em que o menor apontava e ficaram boquiabertos.


Lá estavam Tetsu e Misono, aos beijos. Lilly que tinha acabado de se aproximar, já tirava centenas de fotos. Mahiru também não perdeu tempo e foi para o lado de Lilly, tirando também, muitas fotos em ângulos bem inusitados.


E assim se passou o resto da festa, cheia de risadas e um Kuro totalmente perdido sobre quem seria aquele ser que possuiu o corpo de seu querido MahiMahi.


31 de dezemshort,



Mahiru estava nervoso, o presente que escolheu para dar ao seu namorado era um tanto vergonhoso. Ele havia chego pela manhã, havia o escolhido com a ajuda de Lilly. Antes do presente principal, ele havia arquitetado todo um encontro, porém apenas a noite, já que o vampiro não poderia sair ao sol sem se tornar um gato. E convenhamos, não seria nada romântico sair em um encontro com um gato. [Assim vão ser meus encontros no futuro? Com certeza :’v]


Primeiro foram ao fliperama, jogaram diversos jogos, e ganharam várias fichas. No final de todas aquelas horas, eles haviam conseguido juntar uma quantidade considerável de fichas e as trocaram por um gatinho de pelúcia de tamanho médio.


Após isso, foram no karaokê, cantaram alguns duetos, o que ocasionou em algumas surpresas, ambos tinham uma sincronia incrível, Kuro cantava muito bem, mesmo com sua típica voz cansada, mahiru também descobriu que o azulado tinha um fraco pelas músicas da Melanie Martines, ele disse que Mad Hatter era sua preferida, a qual ele cantou perfeitamente bem, deixando Mahiru boquiaberto.


Após mais algumas músicas e pequenas risadas que Mahiru conseguiu arrancar do azulado, eles seguiram para um restaurante. Como o moreno fez uma reserva e logo foram conduzidos a sua mesa e atendidos.


Seus pedidos também vieram muito rápido, talvez seja porque já são quase onze da noite e o restaurante estava quase vazio.


Kuro pediu um lamen de porco e Mahiru um katsudon acompanhado de um suquinho de laranja.


A conversa de ambos fluiu como nunca, falavam sobre a festa e seus melhores momentos.


– Ah, pode ter certeza de que eu vou moldurar aquela foto. - Mahiru falava de uma das fotos que tinha tirado quando Tetsu e Misono ainda estavam se agarrando. Nela Misono está sendo prensado contra a parede e está com as pernas ao redor de Tetsu.


– Mahiru… quando foi que você se tornou tão pervertido assim? - Kuro perguntou um pouco assustado. Ainda não havia se acostumado com essa outra personalidade do moreno.


– Culpe Lilly e Hugh, eu não era a assim antes. Vamos, está na hora de lhe dar o seu presente. - falou Mahiru suspirando e com as bochechas um pouco coradas. Deixaram o dinheiro sob a mesa e saíram na direção do apartamento do menor.


– O que vai me dar, Mahimahi? - Kuro já estava curioso demais. Tentou fazer com o menor falasse logo o que ele iria ganhar o dia todo mas ele sempre trocava de assunto ou dizia que era surpresa.


– Saberá quando chegar em casa. - Mahiru falou baixo sentindo suas bochechas um pouco mais quentes que antes.


Quando chegaram ao apartamento, Mahiru pediu para que Kuro o esperasse no quarto de olhos fechados.


A palavra que melhor definia Mahiru nesse momento era completamente envergonhado. Claro que já havia visto a fantasia e imaginando como ficaria em si, mas agora, está muito arrependido de ter deixado Lilly escolher a fantasia. Resolveu sair logo do banheiro, agora já não adianta mais voltar atrás.


Chegou ao quarto e viu que o azulado ainda estava com os olhos fechados. Se pôs a sua frente e falou.


– P-pode abrir os olhos… - ele disse um pouco relutante.


Quando Kuro abriu os olhos, se deparou com uma das cenas mais excitantes que já vira em toda sua vida.


Mahiru estava com as bochechas inteiramente vermelhas, até a ponta de suas orelhas estavam coradas. A “roupa” que usava apenas consistia em um curto short preto e um pequeno colete preto com fundo vermelho, uma pequena gravata borboleta no pescoço, meias pretas ⅞ transparentes, que mostravam bem suas pernas, também possuía cintos de couro que estavam ligados ao short, e para finalizar, orelhas de coelho também pretas em sua cabeça.


– M-mahiru… Porquê? - Kuro estava confuso e excitado.


– E-eu queria te dar algumas coisa de aniversário, mas como não sabia o que exatamente, acabei perguntando para Lilly na festa. - ele falava um pouco baixo e envergonhado. - Mas se não gostou eu poss— - não pôde terminar pois sentiu sua cintura ser puxada com certa força, por instinto fechou os olhos. Abriu-os quando sentiu uma respiração quente batendo contra seu pescoço.


– Não se preocupe, eu as tiro para você. - falou com uma voz rouca e sexy contra a pele de Mahiru, o que fez todos os pelos dali se arrepiarem.


Kuro passou a língua no pescoço do moreno, vendo o mesmo se estremecer e arfar baixinho. Kuro sabia muito bem onde tocar para fazer Mahiru ir a loucura. Começou a dar mordidas e chupões por toda região do pescoço e clavícula do moreno, queria aquela área completamente pele marcada.


Mahiru sentiu o membro do maior abaixo de si e passou a dar leves reboladas sob o colo do azulado, que soltou um gemido baixo.


O azulado puxou Mahiru para um beijo quente e excitante.


Mahiru sentia a língua do maior explorar cada canto de sua boca com avidez, até encontrar com sua própria. Os sons do quarto apenas eram compostos pelos barulhos molhados e excitantes do beijo.


Quando se separaram, apenas havia um fino fio de saliva os ligando.


– Kuro… - ele falou um pouco baixo e com a respiração descompassada.


O mais velho olhou aquele olhar banhado em luxúria, ele já sabia muito bem o que seu eve queria, então apenas deu um aceno positivo com a cabeça.


Mahiru saiu de seu colo e se ajoelhou a sua frente. Abriu o zíper do mais velho e se deparou com a grande ereção abaixo da cueca, que já estava um pouco úmida pano pré-gozo.


Começou uma leve massagem, ainda por cima do tecido, ouvindo o maior gemer baixinho e estremecer pelo toque.


Fez mensão em abaixar a calça e a box e teve a ajuda do mais velho, que levantou o quadriu para facilitar o trabalho.


Mahiru viu o membro do mais velho saltar para fora do tecido apertado, este que suspirou por ter seu membro libertado. Segurou-o pela base e começou a dar longas lambidas, sempre da base até a ponta. Sentiu o mais velho afundar seu dedos em seus curtos cabelos castanhos quando finalmente havia colocado quase que por inteiro o membro de Kuro em sua boca. Sempre parando para brincar com a glande. O estava sentindo bem no fundo de sua garganta, o que causava um pouco de ânsia. Como sua boca não conseguia abocanhar tudo de uma vez, uma de suas mãos trabalhava na base, enquanto a outra, massageava os testículos do mais velho.


Mahiru sentiu o membro de Kuro estremecer, ele estava prestes a gozar, o moreno continuaria seus movimentos mas sentiu-se ser puxado de volta para cima.


– Eu quero gozar em outro lugar. - Kuro disse próximo ao ouvido do moreno e lhe chupou o lóbulo da orelha.


Rapidamente Kuro retirou toda aquela roupa que ainda existia em si e no moreno. O azulado pegou o tubo de lubrificante e despejou um pouco em seus dedos. Também despejou um pouco na entrada de Mahiru, que estremeceu com o contato com o líquido gelado. Colocou o primeiro dígito e esperou o menor se acostumar. Quando viu que o outro se acostumou, começou a movê-lo, fazendo lentos movimentos de vai e vem. Adicionou o segundo e ouviu o menor grunhiu baixinho, um pouco incomodado. Passou a movimentá-los um pouco mais rápido e começou a fazer movimentos de tesoura. Quando viu que Mahiru já gemia um pouco, colocou o terceiro, acertando em cheio a próstata só moreno. Começou a focar apenas naquele ponto, então viu o membro do moreno, que até aquele momento havia sido esquecido, lá começou uma masturbação. Mahiru gemia em descontrole, quase podia ver estrelas com todo aquele prazer que estava recebendo de uma vez só. Iria gozar, mas não tinha forças para falar. Gozou forte na mão do parceiro e em seu próprio abdômen.


Kuro levou a mão suja de voz a boca e a lambeu.


– É doce. - comentou.


Retirou seus dedos de dentro do moreno, escutando um um gemido de desaprovação, o que lhe fez soltar um sorriso.


Pegou mais uma vez o lubrificante, só que desta vez o despejando sob seu membro. Bombeou umas duas vezes e se posicionou na entrada do moreno e entrou devagar.


– Aah     Kuro.. doi! - Mahiru reclamou. Mesmo com todo preparo ainda doía.


– Relaxe, se não irá doer mais. - Kuro respirava pesado. Havia apenas colocado a metade, e o interior quente de seu eve e amante já estava querendo lhe pôr para fora.


Quando Mahiru relaxou, o azulado voltou a penetrá-lo. Quando estava completamente dentro de Mahiru, Kuro soltou um suspiro. Mahiru ainda era demasiado apertado para seu tamanho, mesmo após todas as vezes que já dormiram juntos.


– Já pode se mexer. - Mahiru falou.


Kuro começou com movimentos lentos mas fortes. Foi aumentando a velocidade das estocadas conforme o prazer crescia.


A cada estocada, o prazer de ambos só aumentava, até que por fim, um gemido mais alto do moreno indicou que achara o ponto que queria.


Focou apenas naquele ponto, ouvindo os gritos e súplicas de prazer de Mahiru apenas aumentarem. Kuro sentia suas costas arderem, Mahiru as havia arranhado completamente.


Mudou a posição. Agora estava sentado novamente na cama e com Mahiru sobre si. O moreno começou a quicar sob seu colo, nunca desviando o olhar do mais velho. O azulado levou suas mãos até a bunda do moreno e a apertou com gosto.


Começou a auxiliar o moreno com os movimentos, segurando firme em sua cintura, deixando a marca de seus dedos bem visível na pele branca e intocada.


Kuro sentiu o membro do moreno sendo pressionado em seu abdômen e começou a fazer uma masturbação rápida. As pernas do moreno estremeceram, ele estava perto de gozar mais uma vez. Kuro acelerou um pouco mais o movimento com a mão no membro do mais novo, que logo gozou, deixando um longo gemido manhoso escapar de seus lábios.


Kuro também gemeu ao sentir seu membro ser apertado de tal forma pelo interior do menor e com mais algumas estocadas, o azulado se despejou no interior de Mahiru. O moreno gemeu ao sentir seu interior sendo preenchido. Sentia-se completo.


Passou os braços ao redor do pescoço de Kuro e o beijou. Um beijo calmo e sem segundas intenções.


Se separaram e sorriram um para o outro.


Eu te amo. -falaram em unissom.


Ambos riram, mas não havia nenhuma piada naquilo que disseram. Eles se amavam de verdade. E ninguém mudaria isso.


Nesse mesmo momento, os fogos anunciando o novo ano, começaram a explodir. Começaram um novo ano juntos, e o terminariam juntos. Estavam unidos, por toda a eternidade. Nada poderia os separar.








Extra;



– A vamos, Misono. Eu quero lhe mostrar uma coisa. - Lilly tentava convencer Misono a deixar seu escritório e lhe acompanhar a um lugar bem especial.


– Está bem, desde que me deixe em paz depois. - o baixinho se deu por vencido e começou a acompanhar o loiro mais alto pelos corredores daquela grande mansão.


– Chegamos. - o loiro abriu a porta de madeira e deu passagem para o menor.


– Lilly, porque diabos você me trouxe para uma sala vazia? - perguntava o menor ainda de costas para o mais velho.


– Vazia?


– Sim vazi— - o menor se virou e imediatamente ficou vermelho. Não acreditava no que estava vendo. Aquelas imagens eram mesmo reais? E se fossem, porque diabos ele estava beijando o Sendagaya? - Lilly, por favor me diga que isso são montagens que você fez no computador..


– Não, isso tudo é real. Não se lembra Misono? - naquele mesmo instante, todas as memórias da festa retornaram a sua mente. Aquele copo de bebida que lhe foi oferecido pelo servamp do orgulho, aquela repentina tontura, e logo após, lá estava ele, se agarrando com Sendagaya na frente de todos os seu amigos.


Não aguentou e acabou desmaiando.


Notas Finais


Se houver algum erro desculpe, estou com muito sono, já revisei duas vezes mas algum erro pode ter passado.

Minhas costas estão todas fudidas pqp.

Iai, quem foram os fodinhas que manjaram uma referencia a um DJ de servamp ai?

Aqui existe algum fudanshi? Parece que Kuro precisa que expliquem uma coisa pra ele.

Xau jovens. E boa madruga pra quem ainda ta acordado '3'


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