História Sete Finais - Capítulo 20


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), Black Pink
Personagens Jennie, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Rosé, Suga, V
Tags Black Pink, Bts, Romance
Visualizações 84
Palavras 3.223
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 20 - 20


Fanfic / Fanfiction Sete Finais - Capítulo 20 - 20

Seoul, Capital da Coréia do Sul

O pessimismo tomava conta do que parecia ser ansiedade. O pé de Taehyung era proibido de sair do acelerador. Era cedo, apesar de já ser noite. Oito horas da noite. Cada calçada era ocupada por pessoas andando normalmente, acompanhadas ou simplesmente sozinhas cumprindo algum compromisso.

Kim olhava cada local com curiosidade se perguntando como Yoongi havia conseguido sumir tão rápido. Lembrava-se muito bem de que o carro de seu amigo era um Elantra Vermelho•, mas ainda assim não conseguia avistar qualquer sinal de algum automóvel cor de sangue.

Rodou por mais tempo algumas ruas, recordava-se com toda certeza o caminho da casa de Soyoon, seu único receio era que Yoongi já estivesse lá.

Observou cada esquina e respirou fundo entrando na rua da esquerda ao ver o sinal indicar que poderia seguir. Pegou um atalho. Era o que poderia fazer no momento. O atalho tornou o trajeto um pouco menos convidativo pelo fato das ruas serem mais escuras, mas estava tudo certo, levando em conta o fato de que já estava muito perto da residência Yun.

Assim que estacionou em frente à casa de tintura azul bebê, desceu do carro sem pensar duas vezes. Encostou-se em seu Camry escuro• com os braços cruzados e puxou ar para os pulmões. Puxou o capuz de seu casaco preto protegendo sua cabeça e enfiou as mãos nos bolsos olhando para frente. Analisou cada janela da pequena casa.

As luzes da frente não estavam ligadas, nem mesmo as luzes do andar de cima, o que fazia Taehyung afirmar consigo mesmo que era muito provável que o quarto de Soyoon estivesse desocupado por ela.

Colocou os lábios analisando a rua silenciosa sendo marcada por som de pneus macios. Tae franziu os olhos vendo de longe os faróis da frente iluminarem ainda mais o espaço. Quase gruniu. Era o carro de Min Yoongi.

Em uma distância considerável do carro de Taehyung, Yoongi estacionou seu automóvel, desligou o motor e desceu calmo. Parou ao lado do próprio carro ao avistar o garoto bronzeado também o analisando. Travou o maxilar e forçou as pernas nada grossas a andarem em direção a seu amigo.

— Você realmente me seguiu? — Yoongi questionou erguendo as sobrancelhas.

— Eu estou aqui há mais tempo, tecnicamente não te segui. — Tae retrucou dando de ombros.

— Você tem sérios problemas, Kim. — Yoongi deduziu divertido.

— Não tô nem aí pra isso. Eu só quero que me responda o que caralho você veio fazer aqui! — Taehyung exclamou esticando o pescoço em direção ao pálido.

— Eu tenho que resolver algumas coisas com a garota.

— Como você descobriu o endereço dela?

— Como você descobriu? — Min retrucou.

— Diferente de você, eu tenho contato direto às informações dos alunos graças à minha mãe. Ou seja, você tem algum outro meio ao qual vai me explicar.

— Eu não vou explicar nada, Kim. — Yoongi esbravejou por último antes de se virar, mas logo sua blusa branca foi puxada pelos dedos longos e fortes de Taehyung.

— Você não tem nada pra resolver com ela! — soltou com raiva. As sobrancelhas franzidas do mais alto declaravam como estava insatisfeito com a situação.

— E isso é você quem resolve?

— O que tanto vocês falam?! Primeiro aquela ceninha ridícula na sala de aula, depois você a convida pra assistir ao jogo e agora... Agora você está bem aqui! Em frente a casa dela! — Taehyung questionou tudo de uma vez com o tom de voz alto. Yoongi revirou os olhos lentamente.

— Não é da sua conta. Que tal você ir pra casa agora? Não cansa de perder seu precioso tempo? Volta pra casa do Jungkook, vai beber e me deixa em paz.

— Se você tocar esta campainha, eu vou te encher de socos! — Taehyung soltou sem perder olhando cruelmente para o garoto alguns centímetros mais baixo que ele.

— Por quê? Você por acaso tem algo com ela? Por que anda tão incomodado com isso, Taehyung? — Tae virou o rosto.

— Você não tem que se meter com ela.

— Quem decide isso sou eu. — Yoongi respondeu duramente.

— Não. Quem decide isso sou eu. — após ouvirem a voz suave se impor, olharam em direção ao caminho de onde a mesma vinha. Soyoon se aproximou em passos pesados parando perto do carro de Taehyung e suspirou os olhando enquanto segurava duas sacolas brancas.

— Você não estava em casa? — Yoongi perguntou mantendo a típica expressão fria em sua face.

— O que é isso?! Será que da próxima vez que estiver chegando em casa irei encontrar o incrível Hulk me esperando? Ou talvez o Harry Potter? — a garota negou com a cabeça. — Vocês dois... Saiam daqui!

— Por que você não foi?! — Yoongi retrucou passando pelo corpo de Tae e encarando a mais baixa.

— Porque eu não quis. — foi rápida e sem receio. — Eu vou entrar. Se vocês preferem ficar aqui fora perdendo o fim de semana de vocês, o problema não é meu.

— Você acha seguro sair andando por aí sozinha, à noite? — Taehyung perguntou despreocupado olhando as sacolas sendo seguradas firmemente pelas pequenas mãos femininas.

— Se não for seguro, isso só diz respeito à uma única pessoa. Eu.

— Soyoon...

— Para de fingir que se importa com os outros, número 5°! Isso só me faz ficar mais brava ainda. — Yoon torceu os lábios olhando para as mãos.

— Eu pensei que depois do que eu fiz, você faria o que eu te pedi. — Yoongi voltou a falar com indignação.

— Se você só fez aquilo pra conseguir algo em troca, então eu prefiro que não me ajude mais. — após a mesma dizer, Yoongi segurou com delicadeza seu braço.

— Eu fiz aquilo por muito mais do que você imagina, Soyoon. Eu fui sincero, só pensei que talvez... o jogo te ajudasse à se divertir e torcer por mim. — pronunciou baixo. Soyoon olhou diretamente dos olhos negros e bem puxados do número 2°. Engoliu saliva mantendo o contato firme, umedeceu os lábios e desviou do olhar fulminante que o mesmo lhe lançava.

— Eu tive medo. — murmurou.

Taehyung ficou parado ouvindo as palavras de ambos sem se importar em interromper. Queria acabar com cada coisa, mas ainda assim queria ouvi-los e saber o que acontecia. Sua mão formigava pedindo para tirar os dedos de Yoongi do enlaço ao qual prendia o braço fino de Yoon, mas continuou parado.

— Eu sei qual o seu medo, é só que...

— Você não pensou nisso quando me disse pra ir. — Yoon interrompeu.

— Então você também tem medo de mim?

— Outras pessoas têm? — Soyoon rapidamente jogou-lhe a pergunta contra o peito.

Você não precisa ter medo de mim.

Soyoon ficou calada. A cada resposta dada por Min, uma fila de sensações desconexas atingiam seus pontos fracos, transformando qualquer coisa perto de seu corpo em pequenas pontas de agulha que lhe pinicavam até por dentro. Um calor intenso se apossou dos órgãos agitados de seu corpo, sentia vontade de sorrir, mas não achava que caberia ali uma situação do tipo, então se contentou em apenas tentar molhar a boca seca e observar o moreno parado perto o suficiente.

— Eu tenho medo dele. — num sussurro, Yoon soltou a confissão apontando minimamente para Taehyung.

Taehyung se desconcertou enquanto se mexia um pouco e suspirou sentindo um vento gélido passar por seu tronco. E não era por causa do frio noturno.

Negou com a cabeça desorganizada e pisou com força a caminho de seu carro, abriu a porta brutalmente, entrou e arrancou em uma velocidade ainda aceitável.

Soyoon observou as ações do garoto alto minuciosamente. Prendeu um dos lábios nos dentes e olhou sorrateiramente para o garoto em sua frente.

— Você quase me atingiu com essa firmeza na voz. — Yoongi falou baixo, mas ainda assim divertido. Soyoon não entendeu o que havia de engraçado.

— Não é nada que ele já não soubesse.

— Eu fui sarcástico. — Yoongi parou de rir. — O seu tom de voz não engana ninguém, Yun Soyoon.

Ele soltou o braço da morena e se afastou um pouco mais.

— Acho que posso levar em conta o fato de que você é uma péssima mentirosa. Sendo assim... Seria certo dizer que você sente sim medo de mim? — a pergunta foi feita com lerdeza, Yoon não ousava olhá-lo, mas ele a cercava com suas pupilas dilatas e escondidas nas íris escuras.

— Eu não tenho medo de você. — Min deu risada.

— Okay... Tsc... — Yoongi mordeu um dos lábios com força pensando no que dizer rapidamente. — Me espere aqui segunda-feira de manhã.

— O quê?

— Você irá pra escola comigo. Vou te dar uma carona.

Soyoon arregalou os olhos sem entender.

— Eu não preciso de uma carona.

— Ah... Mas eu preciso te dar uma carona. — Min ergueu uma sobrancelha. — Me espere até quando achar que não virei, porque no final... Eu vou estar aqui. Entendeu?

Ele questionou abrindo a porta do carro e olhando para o rosto delicadamente confuso.

— Por que quer me levar pra...

— Pegar ônibus todos os dias me parece cansativo...

— Como você sabe que eu...?

— Soyoon... — ele respirou fundo. — Você entendeu? Vai me esperar?

Soyoon abaixou a cabeça contendo o sorriso nervoso que tomou conta de seu rosto e cerrou os lábios.

Eu vou te esperar.

Yoongi lhe entregou um sorriso gengival e entrou no carro satisfeito.

~◈~

Jungkook e Jimin se mantiveram parados na mesma posição desde que Yoongi e Taehyung saíram da casa. Jungkook franziu o rosto em uma careta confusa olhando para seus amigos que ainda estavam em silêncio, exceto pela risada de Nya.

— O que foi que aconteceu aqui? — Jungkook perguntou.

— Parece que o Min comentou com a irmã que havia chamado a bolsista pra assistir o jogo, mas ela não foi, e bom... O Taehyung ouviu. — Hoseok respondeu distraído em seu jogo de dominó seguro nos dedos.

— Ah, é isso? — Jimin deu risada. — O que o Yoongi queria chamando a bolsista pro nosso jogo?

— Talvez brincar um pouquinho. — Han comentou parando ao lado de Nya enquanto segurava uma garrafinha de alguma bebida. — É só pra isso que a criaturinha serve, não é?

— O Yoongi não é de brincar. — Hoseok afirmou sério. — Alguma coisa anda acontecendo.

— E você por acaso sabe o quê, Hoseok? — Han perguntou sorridente se sentando ao lado de Jung e ele revirou os olhos.

— Mesmo se eu soubesse, por que diabos eu te contaria, gatinha? — questionou sarcástico recebendo um olhar repreendedor da ruiva.

Aish... Porque eu quero saber o que anda acontecendo. Me parece interessante saber o que o Min quer aprontar com a pano de chão.

— E não te parece boa coisa, Han? — Nya perguntou se aproximando da mais alta. — Talvez você devesse ficar um pouquinho mais calada. O meu irmão não é da sua laia.

— Ah, fala sério, Nya! Todo mundo aqui sabe que o Yoongi não brinca em serviço, o que mais ele poderia querer com a pobretona? Hum? — Han revidou mansamente e com o olhar desafiador. — Uma rapidinha ou algo assim?

— Vocês duas já vão começar? — Linn deu tapas nos ombros das duas garotas. — Tá cada vez mais difícil aturar essas briguinhas.

Alguns dos garotos davam atenção ao que ocorria, como Namjoon, Jungkook e Jimin, mas Hoseok apenas se concentrava em seu jogo e Jin se aproximava aos poucos de Jungkook.

O peso da mão de Seokjin na nuca de Jungkook o acordou percebendo o quanto prestava atenção na discussão. Olhou para o lado avistando o sorriso falso de seu companheiro e respirou fundo se segurando para não revirar os olhos.

— O que é? — perguntou baixo sem tirar os olhos das garotas.

— Parece que eu posso dizer uma das formas pra você me manter calado. — Jim respondeu no mesmo tom.

— O que você acha que tá ganhando enquanto me chantageia, Jin?

— Escuta de uma vez, Jeon! — Jungkook suspirou. — Você vai acabar com o noivado.

Jungkook arregalou os olhos e virou-se rapidamente para fitar Kim.

— Você tá maluco?

— Não muito. Mas você não pode se casar com ela. — Jin sorriu cinicamente soltando a nuca do moreno.

— Desde quando você está realmente apaixonado pela Han a ponto de querer me chantagear pra acabar com o noivado?

Fazia um ano desde que a família de Han e a de Jungkook os juntaram como um casal. Han fora apaixonada por Jungkook no primário, os pais de ambos acharam certo querer que os dois se casassem, mas não levaram em conta o quanto Jungkook sempre afastava a garotinha dizendo que não queria ter algo com ela. Han se convenceu de que o que sentiu por Jungkook com sete anos de idade foi apenas coisinha de criança, pois no tempo atual se denominava completamente apaixonada por Jin.

Ainda assim, as famílias os forçaram à serem noivos, e era o que eles eram. Noivos à espera da hora certa para se casarem.

Mesmo que Han vivesse com Jin para todos os lados, ninguém fazia questão de contar às famílias que seus herdeiros não levavam o compromisso a sério, já que Han vivia como namorada de Seokjin e Jungkook agia como um garoto solteiro.

— Você acha que é isso o que está acontecendo? — Jin perguntou ficando sério.

— Há outros motivo pra você fazer tudo isso só pra não me ver casando com ela? Jin, eu nunca vou sentir algo por essa garota! Você não precisa insistir em continuar com essas brincadeiras.

— Cala a boca, Jeon! — Jin exclamou engolindo seco. — É mais complicado do que você imagina.

— Jin, o que tá acontecendo?

— Eu também não acho que eu deveria te chantagear, mas eu tenho que dar um jeito de acabar com esse noivado ou a Han... A Han...

— O que a Han vai fazer? — Jungkook perguntou extremamente baixo. — A Han sabe de algo que te comprometa, Jin? É isso?

— Jungkook...

Hyung, você sabe o quanto eu não quero me casar com essa garota. Eu já tentei de tudo pra acabar com essa palhaçada, você acha que é necessário uma chantagem pra me fazer agir com o intuito de destruir algo que eu abomino?!

— Não é só isso. Usar algo que tenho contra você vai te fazer agir sob pressão e essa agonia vai acabar mais rápido. — Seok explicou em murmúrio.

— Meus pais e os da Han estão irreversíveis em relação à isso. Eu ouvi que a mãe dela à levou até uma estilista pra preparar o vestido! Eu não sei se eu vou conseguir parar isso!

— A Han não quer se casar. Então eu tenho que arranjar uma forma de terminar com isso. Jungkook, você escolhe se me ajuda ou se age obrigado me vendo como um inimigo, você não pode...

— O que tanto vocês conversam, hum? — Jin parou de falar ao ter seu pescoço rodeado pelos braços de Han, a mesma olhou feliz e sorridente para Jungkook, em seguida acertou o rosto de Kim com um beijo molhado e demorado.

— Han, espaço pessoal. Esqueceu? — Jin reclamou.

— É impossível seguir a regrinha do espaço pessoal quando se tem você como namorado, meu amor! — a ruiva respondeu feliz enchendo novamente o rosto do garoto de beijos.

— Será que vocês podem parar com isso? — Jeon perguntou irritado apontando para os dois.

— Ah, olha só... — a menina fez biquinho se aproximando de Jungkook e apertando levemente suas bochechas. — Parece que alguém está com ciúmes...

Jungkook deu um tapa violento em uma das mãos da mesma. Ela gemeu em reprovação.

— Ciúmes de você? Fala sério, garota. — revirou os olhos. — Vocês querem mesmo ficar se agarrando aqui? Minha mãe pode não estar, mas os empregados dela são seus olhos e ouvidos, se algum deles virem uma porra dessa, eu vou deixar você explicar o quanto você se comporta como uma vadia e que nosso casamento nunca vai dar certo.

Han arregalou os olhos incrédula e empurrou o peito do moreno com raiva.

— Você é um babaca, Jeon Jungkook! Eu nunca vou me casar com você. Nunca mesmo! Me recuso à isso! — torceu o rosto apreensiva.

— É! Eu sou um babaca. Mas se você quiser arcar com as consequências de estar agindo como a burra que você realmente é, o problema é seu. Não é assim que vai conseguir acabar com o compromisso que a gente tem a cumprir, ruivinha. — extremamente irritado, Jungkook continuou falando de um jeito duro e frio.

— Jin, você vai deixar ele falar assim comigo? — ela se virou para o namorado surpresa ao percebe-lo calado.

— Vamos embora, Han. — segurou sem força o braço da menina.

— Eu vou fazer de tudo pra acabar com qualquer vínculo que eu tenha com você.

— Você vai estar me fazendo um favor. — Jeon retrucou raivoso.

Os três ficaram em silêncio no momento em que perceberam que todos na sala haviam ficado tensos acompanhando a discussão. Estavam acostumado às discussões de Han e Jungkook, mas na maioria das vezes, Jin estava longe dos debates.

— A ceninha de novela mexicana foi legal de assistir, mas você tem coisas mais importantes com o que se preocupar, Jin. — Namjoon se levantou do sofá seguindo diretamente até seu primo e o fitando sério.

— Qual outro problema ele teria no momento além de insistir no fato de que eu não posso me casar com este imbecil? — Han questionou sarcástica apontando com a cabeça para seu “noivo”.

— Fica quieta, garotinha. — Namjoon mandou sério e esticou o braço em direção à seu primo e lhe entregando o celular.

Jin segurou o aparelho com firmeza sem entender e olhou para a tela acesa.


“O jornal AKD foi informado formalmente na tarde deste sábado que a diretoria geral de investigações de Osaka foi responsável por apontar que o candidato à Debutado de Seoul, Kim Binwoo, é o principal suspeito à desvio de dinheiro das principais empresas Akudan BKing e Lemora Krossan.

As conclusões foram tiradas através de uma investigação superficial que teve como resultados confirmações de presença do futuro deputado em reuniões que tinham como intuito discussões sobre os desvios.

Kim Binwoo, além de candidato, é também um dos filhos de Kim Kwan-Han, atual quarto homem mais rico da Coréia do Sul e o primeiro mais influente da Ásia. É também casado com Kim Valéry, francesa herdeira de restaurantes, com quem tem um filho, Kim Seokjin.

O peso do nome e sobrenome do herdeiro, empresário e candidato, promete causar complicações até que as investigações finais sejam feitas e saibamos se Kim Binwoo será ou não inocentado.”


Jin entreabriu os lábios com cuidado e engoliu saliva entregando o celular rudemente nas mãos de seu primo. Afastou a ruiva, Jungkook e Namjoon, e saiu andando sem olhar para trás.


Notas Finais




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