História Seu Sorriso - Capítulo 11


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Categorias Originais
Tags Amor, Drama, Faculdade, Paixão, Passado, Romance
Visualizações 15
Palavras 1.595
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Steampunk, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 11 - XI - Casalsinho Clichê


Fanfic / Fanfiction Seu Sorriso - Capítulo 11 - XI - Casalsinho Clichê

A vida é uma caixinha de surpresa, 

tudo acontece no seu devido tempo. 

Na surpresa do momento..

 

 

Nathaniel 

Depois de uma tarde totalmente cheia de acontecimentos e tédio. É a vida é uma bosta mesmo. Fazer o que né, viver é isso, uma mistura de coisas ruim.

Chego em casa tarde naquela domingo. Depois de ter me despedido da cabelo de fogo mais conhecida como Sophia, fiquei mais um tempo na faculdade jogando conversar fora, isso até aquela garota do bilhete começar a encher o meu saco com charme.

Tive que explicar que figurinha repetida não colava no meu álbum, e isso deixou a garota irritada que me chamou de babaca. Como se isso não fosse novidade.

Entro em casa desejando somente a minha cama, desejando tudo o que meu quarto pode me proporcionar, que é o silêncio e conforto. Há dias que eu não durmo direito. Minha mente não desliga. Parece um complô contra mim.

-- E olha quem chegou -- dirijo meu olhar para o dono da voz.-- Não, eu ainda estou lá na faculdade se você não percebeu -- reviro os olhos bufando.

-- Tão doce quanto um limão -- diz ele zombando.

-- Vá se ferrar!

Reviro os olhos e escuto uma pequena risada e só ai percebo uma terceira pessoa presente na sala. Um linda loira, mais conhecida como Elizabeth Müller, a queridinha do professores e nerd da classe.

-- Olha o que temos aqui! Uma bela pombinha.

Olho para ela que estava sentada no sofá e sorrio de lado, recebendo um tapa na nuca do Ricardo, o que faz meu sorriso se transformar em uma careta.

-- Isso dói porra! -- Passo a mão pelo local.

-- Tira o olho dela -- disse ele me fazendo revirar os olhos, como se eu quisesse algo com ela

-- Menos Ricardo, menos.

Olho mais uma vez para ela e depois dirijo o olhar pelo local procurando outra loira. Minha melhor amiga no caso.

-- Cadê a Ash?

-- Não veio para casa hoje, disse que iria na casa de um cara.

Franzo a testa achando aquilo muito estranho, Ashley não começaria a sair com alguém sem me contar. Esse não é o feitio dela, quando ela chegar teremos que ter uma boa conversa e ela vai me explicar essa história direitinho.

-- O povo dessa casa anda muito ciumento -- diz ele se jogando no sofá do lado da Liz.

-- Você principalmente em Ricardo, se eu fosse você Elizabeth fugiria enquanto ainda dá tempo.

Sinto o olhar do meu irmão queimar em mim e abro um sorriso.

-- Não se preocupe Nathan, eu sei me cuidar -- diz ela beijando a bochecha dele que sorri de um jeito bobo. -- E por favor, sem Elizabeth, somente Liz, ok?

É tão lindo o amor no ar, só que não, se eles começarem com o agarramento e aquelas coisas melosas, eu vou vomitar no tapete caro da minha mãe. Qual a necessidade disso? Desse amor todo? E o pior é que eu também já passei por isso, e não quero repetir a dose nunca mais.

-- OK só Liz, mas cuidado em. 

-- Cala a boca Nathan!

Desvio de uma almofada e me jogo no outro sofá enquanto rio das idiotices que o Ricardo contou e pelo visto eles estão quase namorando. Parabéns ao casal, só que não.

-- Comando perdemos um soldado, soldado ferido. Câmbio perdemos um soldado. -- digo fingindo que o controle é o radio.

-- Ridículo você -- disse meu irmão rindo.

Olho para a futura senhora Salvatore que está vermelha de vergonha, quem diria que eu a veria essa semana.

-- Tchau casal e por favor não transem no sofá e usem camisinha ainda sou muito novo para ser tio.

-- NATHAN! 

Dou risada desviando de uma almofada que a senhorita Liz tomate jogou em mim. 

Me levanto do sofá ainda ouvindo a mesma resmungar e subo para o meu quarto, fecho a porta assim que entro.

(...)

Alguns dias haviam se passado e eu estava mais focado do que nunca na matéria da faculdade e quanto mais cedo eu aprendesse melhor. 

Nada havia mudado nesses dias, apenas o fato da Ash está mais estranha do que nunca. Ricardo e Liz naquele enrola enrola. Acho que terei que dar umas dicas ao meu irmão.

Meu pais como sempre desapareceram do mapa, eu nem ligo mais para de isso de tão acostumado que eu estou. Eles não estão acrescentando ou tirando nada. Eu e o Ricardo temos a Rosa e ela nos basta.

Continuo fazendo algumas anotações e sorrio para Liz que pisca para mim, acho que ganhei uma nova amiga, espero que a Ash não escute isso. Se não seria o meu fim.

Por mais que eu ainda ache que aquilo tudo dela não passa de ciúmes besta, sempre formos eu, ela, Hanna e Ricardo. Mas agora tudo mudou e temos que aprender a lidar com isso. Aprender a lidar com a dor e tudo aquilo que nos prendem. A quem eu quero enganar?

Eu sou a prova viva de que isso não funciona na prática, porque se funcionasse... Eu já teria esquecido.

-- Terra chamando Nathan, Terra chamando Nathan -- Saio dos meus pensamentos ao ver uma mão estalando na minha frente.

-- Ah, oi Liz -- sorrio olhando ela.

-- A aula acabou já faz -- ela olha no relógio -- 8 minutos.

-- Tudo isso? Nossa -- começo a guarda o meu material na pasta.

-- Você estava no mundo da lua -- escuto sua risada.

-- Estou é com fome -- digo rindo -- Vamos comer, vamos comer.

-- Vamos maluquinho

Me levanto da cadeira e sigo com ela para o refeitório, hoje ele esta movimentado o que me lembra da Sophia. Olho para mesa em que ela estava no dia e por coincidência ela estava sentada no mesmo lugar

Destino ou macumba? Não sabemos ao certo. Reviro os olhos bufando, era só o que me faltava. Olho para o meu lado e vejo o casal de sentar na mesma mesa que eu.

Desvio o olhar deles e olho novamente para mesa, flagrando o olhar da Sophia em mim. E por alguns minutos ficamos ali nos olhando. Como se tudo tivesse parado ou algum tipo de imã nos atraíssem. 

Depois de um tempo eu sou o primeiro a desviar o olhar pôs a Liz estava falando comigo e no mesmo instante Ash aparece no refeitório e logo me abraça apertado.

Correspondo ao seu abraço sorrindo e beijo a testa da mesma com carinho.

-- O que houve? -- aliso o rosto dela devagar.

-- Nada não Nath, eu vou ficar bem.

Mesmo sabendo que aquilo não era verdade me mantenho calado, em casa eu pergunto o que realmente aconteceu e lá ela não tem aonde fugir.

-- Ok princesa.

Sorrio de lado e a folgada se senta no meu colo fazendo cara de nojo para a Liz e recebendo um beliscão meu.

-- Pare com isso Ash, que coisa feia -- reclamo em forma de sussurro. 

-- Eu não gosto dela! -- rosnou a senhora irritada.

-- Acostume-se a isso e pare de agir feito criança.

Respiro fundo e vejo um garoto se aproximar e me entregar um papel. Franzo a testa. Se for ele me pedindo um encontro já vou logo dizendo que não vão rolar

Abro o pedaço de papel e leio o papel que estava escrito: "Um empurrãozinho para você " e em seguida o número de telefone com o nome da Sophia.

Abro um sorriso de lado olhando para o papel e anoto aquele número no meu celular rapidamente ouvindo a Ash resmungar e querer saber do que se trata o que está no papel.

(...)

E novamente eu estava em casa, especificamente no meu quarto, deitado na cama enquanto olho o número no meu celular, será que devo mandar mensagem? Analiso seus cabelos ruivos e a sua pele branca, sem falar em seus olhos.

Suspiro abrindo o Chat e começo a digitar.

-- Um passarinho verde me deu esse número será o da linda princesa Sophia? 

-- Han? Quem é e como conseguiu o meu número?

Solto um riso nasalado, isso é típico dela. 

-- Bom, nem eu sei quem me deu o seu número e para me descobrir é fácil. É só pensar na palavra beijo

-- Nathan?!

-- Bingo, ruiva, sou eu mesmo, cada vez mais lindo e gostoso.

-- Você nem se acha Nathan.

-- Eu não preciso me achar, eu sou um gato.

-- Menos Nathan, menos.

Dou risada lendo a mensagem e imaginando a mesma revirar os olhos.

-- E você o que está fazendo? 

Perguntei e logo ela enviou a mensagem

-- Nada e você?!

Penso um pouco antes de responder, e abro um sorriso de lado pensando em algo, que depois daria merda, mas hoje isso daria para o gasto.

-- O que você acha de ir a uma festa?

Bufo vendo a mesma saindo do WhatsAap e depois de um tempo voltar.

-- Festa? Eu não sou muito afim dessas coisas não

-- Vamos lá, vai ser legal e aqui em casa, vem por favor, vai.

Aguardo sua resposta. A mesma deve está pensando e ponderando sobre o assunto.

-- Ok, eu vou, só preciso do endereço.

-- Mandarei com muito prazer.

Escrevo o endereço para ela e envio. Preparo alguns convites improvisados e mando para galera. Isso aqui vai lotar e fazer a Rosa pirar. 

Hoje eu só quero beber, rir, dançar e me divertir até o dia nascer.



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