História Seven in One - Undertale AU - Capítulo 1


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Categorias Undertale
Tags Alpys, Asgore, Chara, Frisk, Papyrus, Sans, Saven, Seven, Toriel, Undertale, Undyne
Visualizações 7
Palavras 1.689
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Aventura, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Survival
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - A Criança


A muito tempo atrás, humanos e monstros viviam em paz em um vilarejo. Um dia, após uma humana chamada Chara matar o filho do Rei, Asriel, surgiu uma rivalidade violenta entre as espécies.

Asgore começou a planejar um ataque, e no dia do ataque, os humanos foram capturados e presos no subterrâneo. Toriel e Asgore brigaram sobre o que o Asgore fez.
           Toriel: Eu sei o que eles fizeram! Mas não devemos ficar generalizando os outros humanos!
         Asgore ficou furioso, atacou, cegou um dos olhos dela e a abandonou nas ruinas de uma velha cidade. Um dia, sete magos se reuniram em Hotland e começaram a fazer um grande plano.

Os magos após diversas tentativas finalmente conseguiram. Uma criança com uma alma feita da essência de 7 almas humanas. Eles achavam que seria impossível, todos ficaram maravilhados. Aquela criança é a esperança de todos os humanos.

Um dos espiões do Asgore estava ali perto e viu tudo. Ele foi até Asgore, falou o que aconteceu. Asgore mandou Undyne para lá, assim iriam capturar a criança e matá-la. Mas a criança correu e se escondeu. Undyne notificou ao Asgore sobre o desaparecimento da criança. Gaster, o conselheiro do Rei, aconselhou ao Asgore mandar o Sans e o Papyrus para capturar a criança. E Asgore seguiu o conselho, mandando Sans e Papyrus.

A criança estava escondida em uma parte de Waterfall e de repente sente alguém atrás dela.

Sans: hey, pivete.

A criança se assusta e corre para longe, mas Sans aparece na frente dela.

Sans: calma kiddo. Não Rei te machucar! Sou Sans, o esqueleto. Eu deveria te capturar e te levar para o Rei mas não estou com muita vontade. Mas o problema é o meu irmão, Papyrus, leva as ordens do Rei a sério então... tome cuida-

Sans e a criança escutam passos de Papyrus vindo na direção deles.

Sans: falando nele... se esconda atrás de mim.

A criança se esconde atrás de Sans, ela tremia um pouco.

Papyrus: Sans! O que você faz ai parado!? Nós temos que achar a criança e entregar para o Rei! Como eu Rei entrar para a guarda real se eu tenho que ficar de olho em você!?

Sans: eu estou procurando o humano.

Papyrus: então procure mais!

Sans: mas já estou me esforçando até os ossos!

Papyrus: SANS! 

Sans: não fique furiOSSO irmão, estarei com o humano aqui em pouco tempo

Papyrus: Argh... ok! Mas se eu voltar aqui e você estar parado sem fazer nada... Rei falar para o Senhor Asgore!

Papyrus sai dali com raiva. O pequeno humano sai dali e olha para Sans.

Sans: ufa... Então kiddo, qual é seu nome? 

A criança escreve "Frisk" no chão 

Sans: Uh? Frisk? Nome legal, pivete. Bem, se você seguir em frente, poderá chegar na barreira e sairá daqui. Estarei de olho em você!

Sans some do nada e a criança continua a andar. Ela para em uma grande barreira de pedras grandes, não tinha como ela escalar aquilo tudo.

De repente uma lança acerta a parede e a criança olha para trás e vê Undyne.

Undyne: humano, se renda. Não tem para onde você ir.

O humano estava com medo. Ele tentava subir, mas sempre escorregava para baixo.

Undyne: vamos direto ao ponto!

Undyne começa a lançar lanças nela, mas ela desviava com dificuldade. A criança ao perceber as lanças presas na parede de pedras, percebe que se ela for ágil, conseguirá subir segurando nas lanças.  Ela começava a escalar segurando as lanças que ficaram presas na parede de pedras.

Undyne: Ei punk! Onde pensa que está indo! 

Undyne atacava violentamente, mas a humana desviava com dificuldade. Ela subia e chegava ao topo, correndo dali em seguida.

Undyne: droga! Como eu pude perder essa chance!? Preciso notificar isso ao Rei Asgore

Undyne saia andando. O humano chega na barreira e a atravessa, conseguindo sair do subterrâneo. Ela chega em uma cidade em ruínas e resolve procurar algum lugar para ficar. Ela andava e andava, e de repente ouve o som de alguém dentro de uma escola. Ela entra na escola e Toriel escuta ela, indo até a mesma.

Toriel: uma criança? O que você faz aqui, pequena? Não é seguro estar na superfície.  Mas importante... como você saiu do subterrâneo?

A criança explica tudo por gestos e desenhos. Era fácil de entender

Toriel: oh! Entendi. Você é bem especial e corajosa, Rei cuidar de você. Venha comigo. 

Toriel ia até um quarto improvisado dentro de uma sala de aula.

Toriel: desculpe não ser muito bom mas, é o melhor que eu pude fazer. Irei fazer algo para você comer, espere ai.

Toriel vai para a cozinha.

A criança deita na cama e dorme. Quando ela acorda, vê que no chão tinha uma torta de limão no chão, a comendo em seguida.

Toriel chega no quarto e sorri

Toriel: dormiu bem minha criança? 

A criança afirma com a cabeça.

Toriel: ótimo! Precisa de algo?

A criança pergunta para ela se pode sair da cidade. A expressão de Toriel muda totalmente.

Toriel: sair? Você não pode sair. ELES podem te matar. ASGORE pode te matar.

A criança insiste.

Toriel: você não vai sair! 

Toriel ataca a criança com uma bola de fogo, a criança desvia rápido.

Toriel: eu não posso perder mais alguém!

Toriel atacava e a criança desviava, depois de um tempo, os ataques de Toriel começam a enfraquecer até que ela cai no chão cansada.

Toriel: criança... por favor...

A criança abraça Toriel.

Toriel: ...haha... bem, se você quer sair, não volte. Nunca.

A criança sai da escola e da cidade, andando até uma floresta onde achava um laboratório improvisado. A criança entra e ouve alguém cantando.

Alphys: SEU SORRISO É TÃO RESPLANDECENTE, QUE DEIXOU MEU CORAÇÃO ALEGRE! ME DÊ A MÃO PARA FUGIR DESSA TERRÍVEL ESCURIDÃO!!

A criança se escondia e observava alphys silenciosamente, mas sem querer pisava em um saco de batatinhas.

Alphys: QUERO SABER SE COMIGO VOCÊ QUER VIR- ?

Alphys pausava o anime e andava até onde o som veio, achando o humano. O humano tremia de medo.

Alphys: AHHHH!! UM HUMANO!!

Alphys: e-eu nem arrumei a c-casa! N-Nem vesti uma roupa l-legal!

A humana olhava para ela.

Alphys: o-oh! Não se preocupe! N-Não Rei te matar, sou Alphys, estou estudando para ser u-uma cientista r-real. E você é?

A humana escrevia "Frisk" em um papel e mostrava para ela.
                     Alphys: Frisk? É-É um nome legal. V-Você parece não s-ser muito de f-falar. V-Você provavelmente conseguiu escapar do s-subterrâneo de algum jeito, pode me contar mais tarde. N-Não se preocupe, não i-irei te dedurar para o Rei. Depois que terminar o meu anime eu v-vou te guiar para l-libertar os o-outros humanos. 
           Depois que o episódio do anime que Alphys estava vendo acaba, ela veste seu jaleco e vai até a criança.
                        Alphys: e-estou pronta! Vamos l-logo
          Elas saem do laboratório e começam a andar até o palácio de Asgore.
                      Alphys: Eu conheço alguns a-atalhos para irmos a-até o rei s-sem sermos vistos. 
         Alphys e a criança entram pelos fundos do palácio e entram em uma ventilação em seguida, se arrastando até estarem acima de Asgore.
                     Asgore: IREMOS MATAR TODOS OS HUMANOS QUE ESTÃO PRESOS NO SUBTERRÂNEO! TODOS ELES IRÃO SENTIR A NOSSA FÚRIA! E IREMOS VINGAR ASRIEL! 
                     Alphys: i-isso não é bom. Temos que arrumar um jeito de s-salva-los!   
         Elas saem do palácio e vão correndo até o Mt. Ebott, mas lá estava Undyne, Sans e Papyrus.
                     Sans: olá pivete
                     Papyrus: humana! não resista!
                    Undyne: você está cercada.

Frisk corre em direção deles, com a esperança de conseguir achar uma fresta. Sans invoca um Gaster Blaster.
                     Sans: desculpa criança, é por isso que não faço promessas.

Ele atira e acerta Frisk. Mas, espera... algo está reagindo na alma dela. A parte de determinação começa a brilhar e ela se recusa a morrer, continuando a correr mesmo assim.

        Undyne  e Papyrus: QUE!?

        Sans: wow, isso foi inesperado 
         A criança consegue passar por eles e cai para dentro do Mt. Ebott. Ela corria sem parar até a barreira. E sem aviso, bolas de fogo voam em direção de Frisk, mas ela desvia.

         Asgore: humana. Se renda. O meu plano irá começar daqui a alguns instantes, e não há nada que você possa fazer. Eu vou mostrar para eles como eu sofri quando aquela ABERRAÇÃO matou meu filho.

Asgore pega seu tridente e começa a atacar a humana, ela desviava com dificuldade. Ela percebia que não podia ficar parada, então atacou Asgore de volta. A cada segundo os ataques ficavam mais intensos, até que Asgore fica fraco e cai de joelhos no chão. 
                     Asgore: c...como? Eu fui vencido por uma garotinha... haha.. eu.. apenas queria ver meu filho... queria minha esposa de volta... queria que tudo voltasse ao normal...
          Frisk vai até Asgore e o abraça.

         Asgore: o-o que? Você está me poupando? ..Obrigado
         Frisk olha para a barreira. Ela iria usar sua alma para quebra-la e libertar os humanos.
                    Asgore: humana, por sua causa, irei declarar paz aos humanos e irei corrigir tudo que eu fiz. Desculpa por tudo...
        Ela sorri e quebra a barreira usando sua alma, uma luz ilumina o subsolo e a humana desmaia por falta de energia. Quando ela acorda, estava em um hospital. Papyrus, Alphys, Sans, Undyne, Toriel e Asgore estavam ali.
                  Toriel: olá, minha criança 
                  Alphys: achei que não iria acordar! 
                  Undyne: não somos amigas, só vim aqui por causa da Alphys.
                  Sans: e papyrus chorou 
                   Papyrus: Eu não estava chorando, eu estava suando pelos olhos. O Grande papyrus não chora.

Toriel levou Frisk para uma casa que Asgore havia dado para ela e os outros humanos como pedido de desculpa.

                                                                                              2 MESES DEPOIS. . . 

            Asgore e Toriel acabaram voltando com o casamento. Undyne e Alphys se casaram, tendo a guarda de Frisk como filha. Alphys se tornou uma cientista, ajudando o governo com suas pesquisas. Undyne da aula de luta na escola que Toriel trabalha como professora. Sans e Papyrus trabalham em um restaurante de comida italiana. Frisk vive uma bela vida, dessa vez com os humanos e monstros em paz. E assim ficou até os dias de hoje. 
                  



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