História Seven months - Capítulo 5


Escrita por: ~

Visualizações 54
Palavras 1.192
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Escolar, Hentai, Lemon, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


GALERA, ME PERDOE PELO CAP BOSTA, ME PERDOEM MESMO!
OLHA, A EXPLICAÇÃO ESTÁ NAS NOTAS FINAIS, ENTÃO ESPEREM AE

Capítulo 5 - Óbito?


Fanfic / Fanfiction Seven months - Capítulo 5 - Óbito?

‘’ Não existe desespero tão absoluto quanto aquele que surge nos primeiros momentos de nosso primeiro grande sofrimento, quando não conhecemos ainda o que é ter sofrido e ser curado, ter se desesperado e recuperado a esperança.’’

George eliot.

 

   O pequeno estava acordado, confuso. Se olhava no espelho, olhava para os lados, e nada lhe era familiar. Olhou para seus braços, tubos e mais tubos ligados a suas veias, tubos no seu nariz e em todo canto que possa entrar em seu corpo. Estava sangrando, Médicos seguravam uma agulha e um bisturi, e sem dúvidas, aquilo assustou o menor.

 

-Ele vai ficar bem?- pergunta um jovem adolescente de 16 anos andando para os lados, ansioso.

-Se encontrarmos um doador, sim- responde uma enfermeira de cabelos ruivos. Seus olhos eram verdes, e ela tinha sardas. Seus cabelos lembravam cada vez mais Hinata, e isso atordoava Tobio. Não queria que o menor morresse, queria ficar mais tempo com ele, queria construir boas lembranças com ele. Lembranças que jamais havia aproveitado em sua vida.

-E se não encontrar?- retruca o maior, cocando a cabeça.

-Ele já não vai estar mais vivo.

   Essas ultimas palavras ecoavam lentamente pela cabeça de Tobio. Por alguns segundos esqueceu de tudo ao seu redor e só fixou em Hinata. Nas lembranças que fez com ele, nos dias divertidos de chuva, nos conselhos, nos abraços, em tudo. Aquele baixinho era tão viciante que quase era que nem uma droga.      

   Kageyama não queria parar de ficar com essa ‘’droga’’, queria ela mais e mais, queria a ter somente para ele. E no último momento, conseguiu. Mais depois, como se tornou tão fácil de perdê-lo?

   Algumas horas se passaram. Hinata ainda estava em cirurgia. Kageyama não sabia o que fazer, não sabia como agir, só queria sair daquela situação o mais rápido possível. Ele ligou para os amigos, explicou toda a situação e todos vieram.

-Kageyama!!!!!- gritava o careca, correndo junto com Nishinoya.

   Estavam chegando toda a galera. Nishinoya, Tanaka, Azahi, Daichi, Suga, Tsukki e outros. Ambos estavam com o semblante preocupado, e, como os pais de Shoyo estavam viajando, não chegariam a tempo para ver o filho. Estavam a caminho, estavam quase chegando.

   Suga confortou a mente do maior. Suas palavras e suas dicas o acalmaram, foi menos um peso na consciência. Kageyama falou para sua mãe o ocorrido, e a mesma entendeu. Estava indo aí em torno de 30 minutos, todos estavam á espera do baixinho.

-você não pode morrer. Se morrer, eu te mato- fala Tanaka, olhando para baixo.

-Idiota, sabe o quanto de lembranças que fizemos? Volta para casa!- retruca Nishinoya, deixando cair sobre si pequenas lágrimas.

 

A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos.’’

Chaplin

 

   Quando ele abriu os olhos, notou que não estava sozinho. Mais 6 pessoas estavam dormindo ao seu lado. Olhou o celular, viu a hora, bocejou, olhou para os lados e se notou do seu triste presente. Acordou Suga, que estava dormindo sobre seu ombro. Depois lentamente os outros acordaram. Era 5:45 da manhã.

-Vejo que já acordaram- dialoga uma moça de cabelos loiros olhando para o grupo de amigos sentados na cadeira- quem é o responsável por Hinata Shoyo?

-Os seus pais não puderam vir, mais creio que aqui e agora sou o mais íntimo dele. Isso serve?- responde Tobio, olhando para a mulher, esperando a resposta.

-Sim. Venha aqui por um minuto- a moça o chama, e assim o maior fez. Foram para uma sala pequena com pouca entrada de ar. Aquela aura que emanava pelo corpo de ambos ecoavam em sintonia pela sala apertada. Ambos se encaravam, sérios.

-Bem, Tobio. Vejo que é jovem, não quero te assustar.

-Sou responsável o suficiente para você me dizer a mais pura verdade. Estou pronto, me diga, por favor. Como ele está?

-As condições de Shoyo não são as melhores, isso você já sabe- fala a menor, lendo um papel que estava com a mesma- ele está com a  doença renal policística, lúpus e outras condições que afetam o sistema imunológico do corpo, obstruções que incluem pedras nos rins, tumor e outros.

-E?

-Graças a essa doença, ele perdeu um rim. E por nosso azar, seu corpo não aceita um rim qualquer. Tem que ser o mesmo sangue que o dele. No caso, é o O-. Só 2% da população o tem, e só pode doar quem tem sangue O-. E ainda não achamos ninguém que tenha.

   Kageyama mesmo sofrendo por dentro, ouviu tudo com atenção a moça. Se segurou para não chorar, não poderia ter uma dor de cabeça agora. Ele então não acha o que fazer. Começa a perder as esperanças, e quando lembra do ruivinho, flashbacks emanavam pelo seu corpo, suas vozes calmas e doces acalmavam tanto o maior, que era como se fosse realmente uma droga.

‘’Cada cicatriz que temos é a confirmação de que uma ferida sara. Cicatrizes são marcas de superação que só um verdadeiro guerreiro possui.’’

(não tem dizendo o nome da autora dessa frase, desculpa T^T)

 

-O que podemos fazer, doutora?- responde o maior, deixando se dar por vencido pelas lágrimas, que caíram rapidamente em sua camisa que já havia molhado.

-Esperar. Sei que dói, mais mesmo que queira não poderá fazer nada. Hinata Shoyo, está praticamente morto.

 

 

‘’ Hinata Shoyo, está praticamente morto.’’

 

 

Depois de um tempo, fora aberto para visitas. Todos entraram, viram Hinata, ‘’conversaram’’ com ele, tentaram animar Tobio e nada foi vitória. Depois de muitas tentativas falhas, deixaram os dois a sós, afinal, era a grande e velha dupla de esquisitões.

-Sabe.... Hoje não foi tão legal sem você....- fala Tobio, segurando a mão gelada que se tornou quente aos toques do maior- estou com saudades. O Tanaka derramou chá na Shimizu, acredita? Ela bateu muito nele, era a sua camisa nova! O Nishinoya riu muito, e confesso que também ri. Você tinha que estar lá para ver... nosso time não é completo sem você. P-por isso, trate de acordar e mecha seu corpo, vamos jogar vôlei! Eu te dou quantos toques você quiser! Eu posso te encher de cócegas e pagar um iogurte quando e onde quiser! Eu posso te beijar, fazer o que você quiser fazer comigo! E-então... Volte.... Shoyo....

 

 

 

 

 

 

   Eu sinto tanto sua falta. Meu Sol.

 

 

   Kageyama chorava, chorava tão e tão alto que pouco se lixava se os outros iriam ouvir. Segurava a mão do menor, buscava por algo que o fizesse acordar, mais era tudo tão em vão. Ele se achava um inútil, um mísero humano que nasceu só para sofrer. Um defeituoso, um Demônio Hipócrita.

 

-Senhor Kageyama- chamava um idoso, um médico.

-S-sim?- retruca o maior, enxugando as lágrimas na sua camisa (pobre camisa -.-)

-Shoyo era um garoto forte, saudável e muito otimista. Não achamos nenhum doador, o prazo era até hoje de noite. Sinto muito.

 

 

   Hora do óbito, 23:11 da noite.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

-Espera!!!- uma figura sai correndo pelo corredor, com uma seringa na mão.

-Pai?- responde Kageyama, duvidoso.

 

 

 

 

‘’ Cada escolha, uma oportunidade.
Cada queda, um aprendizado.
Cada atitude, uma consequência.’’


Notas Finais


Me desculpem.... esses dias sem postar é o seguinte, mesmo eu sendo de alta idade, ainda tenho pais -.-
aí tipo, eu fico 24 horas no not, aí meu pai brigou, por que tenho que me dedicar aos estudos, aí complica -.-
semana de prova, né?
me desculpem pelo cap bosta :c


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