História Seven months - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Palavras 1.314
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Escolar, Hentai, Lemon, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oe Minna! decidi postar um cap kuroken, pqp né?

kuroken é vida *^*

Capítulo 7 - ''eu te amo'' --Kuroken--


Fanfic / Fanfiction Seven months - Capítulo 7 - ''eu te amo'' --Kuroken--

Seus olhos claros e amarelados como o mel era tão viciante de se olhar, que Tobio tinha cuidado para se segurar. Seus olhos brilhantes como o sol, seus cabelos alaranjados que lembrava o fogo, tanto ousado como puro. Já Tobio, tinha seus olhos negros, como um mar violento e intenso. Seus cabelos lisos e finos, que tinham um tanto brilho que parecia estrelas. Seu cabelo inteiro parecia um céu estrelar. Tobio era a Lua, Hinata o Sol. Agora me diga, caros leitores, essa não é uma combinação perfeita?

 

 

 ‘’ A distância faz ao amor aquilo que o vento faz ao fogo: apaga o pequeno, inflama o grande.’’

Roger Bussy-Rabutin

 

 

                                                       ~~  --Seven Months-- ~~

 

   Kuroo acordara cedo como de costume. A luz do sol penetrava seus olhos como se fosse fogo, lembrou que era sábado. Se levantou, fechou as cortinas e voltou-se a dormir. Até que fora impedido por uma mensagem no celular.

 

@Kenma: Kuroo, Kuroo, está aí? ‘u’

  

 

 

 

@Kuroo: Sim, acordei agora, o que foi?

 

 

@Kenma: LANÇARAM UM NOVO JOGO DE CALL OF DUTY T^T

  

 @Kuroo: Sério? Vou passar aí, que horas posso ir? :D

   

 

@Kenma: Pode ir agora! Estou te esperando, tchau ^--^

 

@Kuroo: Esteja ao aguardo do seu príncipe U.U

 

@Kenma: Besta.

 

                  

 

                                      @Kenma off

  

   ‘’Sério, aquele pudim me fez acordar 7:00 em pleno sábado para jogar call of duty? ‘’ pensara. Mesmo se o levantador insistisse, no final Kuroo sabia que iria ceder. Se levantou, tomou um banho quente e fora para a cozinha. Preparou uma torrada, e foi comendo-a no caminho.

   Enquanto andava, pensava no que fazer e no que falar com o pudim. Faz 4 dias que notara que o amava, e sofria lentamente pensando que era um amor não correspondido. Mas sabia mesmo? O que fizera acreditar que não poderia ser recíproco? Exatamente, nada. Não tinha evidências se o loiro não o amava, e isso o trazia mais esperança do que era para ter. Talvez fosse masoquista, não sabia ao certo.

   Quando chegara na casa de Kenma, seu coração batia rapidamente. Sabia esse sentimento, não era cego e sabia que não poderia suportar por muito tempo. De uma coisa tinha razão: se guardasse esse sentimento iria se arrepender.

-Kuroo, pode entrar- dialoga o amarelado, dando permissão para o maior entrar.

-Com licença...- responde Kuroo, tirando seus sapatos.

-Está com fome?

-Não, comi uma torrada no caminho para cá.

-Tudo bem, vamos jogar call of duty!

-Sim!

   Depois de mais de 2 horas jogando, finalmente os meninos pararam. Kenma não aceitara perder para Kuroo, que incrivelmente era bom no jogo. Com tanta luta e esforço, finalmente deram empate. Kenma acabou dormindo no sofá, Kuroo não pensara duas vezes e pegou seu celular. Tirou uma foto e mandou para o grupo do Nekoma.

   Não demorou 1 minuto para o gatinho acordar. Olhou Kuroo dormindo no seu ombro, com o celular na mão. Estava com várias fotos suas dormindo, sentiu uma veia soltar da testa, pegou seu celular e começou a tirar fotos. Não demorou 10 segundos para o pessoal responder, estavam zoando, brincando e outros. Kenma não sabia se acordara Kuroo ou se deixava ele dormir.

   O vento batia na janela, pedindo permissão para entrar. O céu nublado e cinza fazia com que o clima ficasse frio, e os gatos de rua passando era como se fosse uma cena de filme. Estava tudo silêncio, até Kenma ouvir um barulho de uma voz familiar, o fazendo sair do transe.

-Eu te amo, Kenma

-K-Kuroo?

   O levantador sentia um rubor na bochecha, e não sabia do que se tratava. Parecia que o bloqueador estava dormindo, e pensou que aquilo era brincadeira. Saiu do sofá e fora para o banheiro, entrou no mesmo e se viu no espelho.

   Estava completamente corado, seu coração acelerava e não parava. Era a primeira vez que sentira algo assim, e não parecia querer parar. Aquilo era amor? Ele se perguntava. E agora, esse amor que antes ‘’não era’’ recíproco, agora se tornou mútuo?

 

‘’ Os melhores momentos do amor são aqueles de uma serena e doce melancolia, em que choras sem saber porquê, e quase aceitas tranquilamente uma desventura que não conheces.’’

Giacomo Leopardi

 

                                             *** --------------***

 

 

 

 

 

   3 Dias se passaram. O pudim não falou sobre o ocorrido da noite passada, e nem ousava em falar. Andava normalmente com os outros, mais não conseguira de nenhum jeito olhar para os olhos de Kuroo, quando o mesmo percebeu isso, sempre tentara chama-lo a atenção, mais o menor não cedia.

 

   Kenma resolveu falar com alguém de confiança sobre isso, e lembrou de um ruivinho que conhecera no amistoso.

 

 

@Kenma: Hey, Shoyo, preciso te contar uma coisa... Sobre o Kuroo... vamos nos encontrar no parque hoje, as 14:30, pode ser? >.>

 

 

 

@Shoyo: Okay, Kenma-kun! Te vejo as 14:30! :D

 

 

@Kenma: Obrigado Shoyo, até logo

 

 

   @Kenma off

 

 

 

   Depois de um tempo, marcava-se 14:20. Kenma saiu para ir ao encontro de Shoyo, onde o mesmo já estava no parque.

 

-Desculpe, demorei?- pergunta o levantador, correndo em direção ao alaranjado.

 

-Não, eu cheguei agora- responde-o, com um sorriso estampado no rosto.

 

-Hinata... quero te contar algo...

 

-Desembucha, Kozume!- o camisa 10 senta no balanço, pedindo para o mais velho sentar junto.

 

-Bem... eu to agindo estranho com o Kuroo esses dias, e acho que ele notou. Quando eu chego perto dele, minhas bochechas esquentam, e eu não consigo olhar para ele cara-a-cara. O que faço?- o levantador pergunta para Hinata, desesperado- eu tenho medo dele brigar comigo, eu não entendo, meu coração acelera a cada paço que ele dá diante de mim, e quando ele me encara parece que ele vai explodir!

 

-Kenma, baka- o ruivinho começa a rir, descontroladamente-, isso é amor, idiota!
 

-A-amor? Sem chance!

 

-Eu sentia isso com o Kageyama! E olha, estamos namorando!

 

-E-Eu, amar Kuroo? Somos só amigos, e de sexos iguais!
 

-E daí? Com certeza vocês se amam, só vai, Kenma!

 

-T-tá, vou para casa, obrigado por vir aqui, Shoyo...

 

-De boa, estou esperando Nishinoya e o pessoal, vamos comer sorvete.

 

   Kenma corre em direção a sua casa, quando chega no final da rua, finalmente achou a pequena de longe, e saiu correndo para procura-la.

 

   Quando estava quase chegando, foi parado por uma mão, onde um homem mais velho o puxou para dentro de um beco.

 

-Ora ora, parece que temos uma joia aqui.

 

-Joia? Me solte!
 

-Calma, loirinho. Só vamos nos divertir com você.

 

-V-vamos? Tem mais de você aqui?

 

-Sim, exatamente.

 

-S-socorro!

 

-Não, isso não se faz, loirinho.

 

   O Homem que segurou Kenma o puxou para si, logo tirando sua camisa. Mais 2 caras surgiram de trás dele, e começaram a pegar lubrificante. Kenma não sabia o que fazer, mais de uma coisa tinha razão. Ia ser estuprado, alí, agora e não tinha o que fazer.

 

   Chorava, pedia por ajuda. Mais tudo era em vão. Como queria que Kuroo o resgatasse dali, e nunca mais o soltara. Mais, nem tudo são flores, pensou.

 

   Não sabia o que fazer, estavam tirando sua camisa e seu casaco. Seu colar e seu celular. Quando iam remover a calça, foram impedidos por uma figura estranha.

 

   Tinha ódio estampado no rosto, e veias visíveis em toda parte do corpo. Estava com um bastão na mão, e sem mais nem menos bateu nos 3 homens que estavam assediando Kozume.

 

   O pegou pelos braços, vestiu sua camisa nele e o encarou. De fato, era Kuroo. Seus olhos mostravam expressões de ódio, mais quando olhara para Kenma chorando, mostravam conforto e carinho. Kenma o puxou para um beijo, seguindo de vários outros selinhos. Depois foi se tornando mais quente, e mais quente, até a respiração os parar. Quando naquela noite chuvosa e assustadora, que antes se encontrara silenciosa, fora ouvido uma pequena frase que demonstrava tamanha emoção.

 

 

 

‘’Eu te amo’’

 

 

‘’Quando você estiver sem direção e os seus sonhos parecem desmoronar perante um frágil coração que bate triste e sozinho, eu serei o seu caminho.’’


Notas Finais


É isso, gostaram?


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