História Simplesmente Grávidos - ABO - Capítulo 12


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Abo, Alfinha Grávido, Comedia, Flopada, Fuffly, Jikook, Jimin!ômega, Jungkook!alfa, Jungkook!pregnant, Kookmin, Minkook, Mpreg, Namjinseok, Sobrenatural, Tá Mo Amorzinho, Taegi
Visualizações 734
Palavras 5.384
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Fantasia, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OLÁ COMO VOCÊS ESTÃO?

Eu to nadando nas lágrimas dos haters tomando suquinho, depois dos recentes tiros de Jikook, eh istoh

SÉRIO VIADO EU PRECISO COMPARTILHAR PRA VOCÊS O AMOR QUE EU TENHO POR ESSES DOIS BIXO, QUE APARECE AUMENTAR CADA DIA MAIS

Esse vídeo que o Jungkook fez e editou, tendo o Jimin como "ator", quebrou meu coração em pedacinhos, sério mesmo, porque isso me fez acreditar cada vez mais que eu sou stan do OTP certo. Sendo real ou não (como namorados), Jikook é perfeitinho do jeito que é e eu me sinto muito feliz em ver a interação deles.

Só esperem plot surgindo daí-Q

Falando de SG agora: OBRIGADAAAAAAAA pelos comentários nhonhonho do capítulo anterior e os 576 favoritos, além das listas de leitura, sério, muito obrigada por achar SG "digna" o suficiente pra ser colocada em uma listinha do nosso digníssimo OTP.

Eu espero que gostem do capítulo - desculpe pela quantidade grande de palavras - apesar das brisas que tem nele -Q

Até lá em baixo pudinzinhos♡

Capítulo 12 - Eu tenho AIDS!


Fanfic / Fanfiction Simplesmente Grávidos - ABO - Capítulo 12 - Eu tenho AIDS!

— Está se sentindo relaxado?

— Pra falar a verdade? Nenhum pouco. — respondeu sincero e dando uma gargalhada nervosa.

— Então relaxe. Sua tensão acaba por tencionar os músculos, e isso dificulta um pouco. — alerta, mas com os olhos em duas linhas retas beirando a compreensão.

— Está tudo bem Jungkookie, eu estou aqui ok? — o ômega resolveu proferir-se depois de alguns minutos se mantendo calado, observando apenas o processo de Jungkook deitando-se na maca e o médico preparando os aparelhos a qual iria utilizar, pacientemente.

O alfa de sangue puro não dissera nada, apenas assentiu, ainda de forma apreensiva. Estava ali mais cedo que imaginava, considerando o fato que só iriam no último dia da semana, mas no consultório em uma manhã de segunda-feira estavam, pelo fato que o mais novo passou o domingo inteiro entre enjoos e sono excessivo, alimentando seu mau humor que apenas Jimin sabia lidar com jeitinho.

O mesmo procedimento da última vez fora feito, porém mais demorado, considerando o fato que Jungkook já estava com um mês de gestação e quase duas semanas, e o embrião se desenvolveu ao menos um pouco. Era possível enxergar apenas um pontinho na tela, mas aquilo aquecia seus corações de uma maneira descomunal. Aquele som que tão pouco haviam escutado, mas que se tornara uma música tão melódica para o que seria os dois pais babões, se reverberou pela sala de consultório mais uma vez, e o alfa e o ômega tinham certeza que nunca enjoariam de escutar algo tão bonito.

Minutos se passaram quando o mais velho do ambiente tornou a desligar os aparelhos e anotou algumas coisas em sua prancheta, para em seguida se locomover para detrás de sua mesa e ajeitar-se em sua cadeira. Jimin aguardou seu alfa ajeitar sua — de milhares — camiseta branca de botões para em seguida descer da maca com a ajuda do menor, ao que parecia que Jungkook estava lutando contra uma vertigem pelo fato de ser manter tanto tempo deitado.

— Está tudo correto com o alfa e o filhote até agora, não se preocupem. — disse Kumiko, para o alívio dos dois mais novos. — Ao que parece o embrião está se desenvolvendo bem e ele apenas começará a se alimentar do sangue do Jungkook quando atingir aproximadamente cinco ou seis meses.

— Fico feliz em saber que tudo está andando bem. — suspirou o ômega, feliz, entrelaçando seus dedos com o do alfa que já estava com sua cara de bunda novamente, como se há segundos atrás não estivesse tão emocionado quanto si.

— Doutor, todos esses enjoos que eu veio sentindo é normal? — inquiriu o maior, amargando suas palavras e deixando isso nítido em sua feição que piorou em uma careta. Não estava em seus melhores dias, isso era incontestavelmente notável. Além que sentia uma dorzinha irritante na região do seu peito, o que alimentava seu mau humor ainda mais. — Tipo, é normal eles aparecerem só agora?

— A gravidez pra cada um é um pouco diferente, Jungkook. Ela reage de acordo com o seu corpo. E sabemos que o filhote naturalmente não deveria estar dentro de si, afinal, seu corpo não é compatível pra tal coisa. Então os enjoos, o excesso de sono e alguns outros sintomas da gravidez pode até significar algo bom, já que sua gravidez está se assemelhando com a de um ômega normal.

— Ahn... certo... — a resposta certamente não agradou o alfa, porém fez de tudo para disfarçar seu mau humor quando notou o olhar repreendedor do ômega sobre si. — Acho melhor irmos, não? — se dirigiu agora para o menor ao seu lado que assentiu. Mesmo que fosse falta de educação tal ação e certamente iria levar bronca do seu ômega depois, Jungkook levantou-se da cadeira e sequer deu um “tchau”, para o médico antes de sair e aguardar o ômega rosado lá fora. Pode ouvir um “me desculpe doutor, ele está com um humor horrível”, antes do menor sair e lhe fitar de forma branda.

— Quer passar em algum lugar antes de irmos pra casa?

— Eu deveria estar trabalhando, isso sim! — retrucou grosso, nem ao menos se dando conta de como havia soado rude com o menor que apenas suspirou. Paciência Jimin, a virtude do homem é ser paciente. — Mas como você já me arrastou pra cá, podíamos ir ao shopping.

— Certo Kookie. — o mais baixo assentiu, sorrindo amarelo. — Amor, a saída é pra cá! — alertou o ômega calmamente quando Jungkook foi pro lado oposto da saída, anterior a recepção onde que estava uma beta como recepcionista.

— Se na rua tiver um mictório onde eu possa usar, me avise! — Jungkook lhe fitou com deboche nos olhos negros, antes de adentrar a porta do banheiro masculino.

Suspiro. 

Vamos lá Jimin, você é o culpado que colocou seu alfa nessa situação, agora lide com as consequências, pensou ao que uma grande lufada de ar escapou de seus pulmões antes de percorrer o mesmo caminho que o maior e entrar na área do banheiro masculino.

Viu Jungkook parado em frente a um mictório prestes a percorrer os dedos longos pela braguilha. Não era pra lembrar, mas ele lembrou. Lembrou daquele maldito episódio que assolava seu orgulho de “um ômega sempre satisfazendo seu alfa”; e aquilo se tornou ainda mais vergonhoso quando a cueca do seu marido surgiu. As bochechas imediatamente assumiram um tom de vermelho gritante e virou-se para a parede oposta, tanto para poupar o constrangimento de seu alfa vê-lo assim, tanto para não ver a causa que destruiu sua dignidade em pedacinhos.

Era os hormônios, Jimin. Se lembre: apenas os hormônios, outro suspiro carregado de tensão veio. Estava tão perto, tão pertinho. 

Grunhiu. 

Não é hora de pensar de como se tivesse gozado gostoso se caso seu marido não tivesse broxado, Park Jimin!, choramingou, revoltado consigo mesmo.

Era pedir demais pra ter sua dignidade de volta? 

Maneou a cabeça diversas vezes para afastar tais pensamentos. Não podia ficar pensando na tentativa fracassada de fazer sexo dias atrás, poxa, seu alfa precisava de si naquele momento como jamais precisou em todos aqueles anos compartilhado juntos.

Mas se ele tivesse aguentado só um pouquinho... 

Você NÃO é uma cadela sedenta por sexo, Jimin!, mordeu o lábio inferior com força quase levando o pedaço da carne cheia com aquele ato. Suspirou até umas cincos vezes antes de esboçar um sorriso forçado e amarelo no rosto, para se virar em direção ao seu alfa. Contudo, não esperava que o citado estivesse massageando o lado esquerdo do peito como se algo estivesse errado, o que atiçou o desespero em Jimin que imediatamente foi até o alfa.

— Amor, o que houve huh? Está sentindo alguma dor? Quer que eu chame o senhor Kumiko? Vamos Kookie, responde! — indagou desesperado, visto que nenhuma de suas perguntas em intervalos de segundos, fora respondida pelo alfa que já detinha seu rosto vermelho e a cada vez que massageava o peito, sons inteligíveis escapava dos lábios finos do maior. Se Jimin não estivesse tão desesperado, até veria aquela cena como algo excitante.

Gente, eu tô virando uma cadela sedenta por sexo que nem o Taehyung, socorro!, o ômega pensou desesperado.

— Jungkookie, me espera aqui, eu vou chamar o doutor Kumi...

O maior revirou os olhos ao notar como seu ômega era lerdo e puxou-o de encontro a si, interrompendo o que seria suas últimas palavras com um beijo cálido e necessitado, absorvendo todo desespero de Jimin em um rompante, mesmo que esse estivesse indiscutivelmente confuso, talvez as lembranças de um beijo mais profundo com seu alfa transformasse toda aquela sua confusão em necessidade. 

Todavia, como tão inesperado o ósculo surgiu, tão rápido ele se foi deixando os lábios do ômega formigando e prontos para sentir a boca de seu alfa novamente, porém os murmúrios do Jeon novamente atraiu sua atenção e afundou novamente naquela preocupação.

— S-sim, e-eu estou sentindo d-dor sim. — a voz do seu alfa se reverberou de forma rouca, como se cantasse as mais bonitas músicas eróticas e aquilo atiçou o ômega mais do achava que deveria. — Mas é aqui... — olhou incerto pra as mãos rechonchudas e pequenas do seu baixinho, até que segurou uma delas e levou em direção ao seu peito, onde seus mamilos doíam impiedosamente, e jogava aquilo tudo em cima dos hormônios, afinal, era tudo culpa dos hormônios. Em seu juízo perfeito, nunca pediria pra o menor o tocar bem ali, — apesar do ômega já ter o feito, já que era suficientemente ousado pra isso, — era uma região sensível demais para si e mesmo que fosse diferentes dos outros alfas, Jungkook ainda pertencia a essa classe e o seu orgulho era demasiadamente grande como as dos outros, principalmente pelo fato de o seu lobo ser um alfa puro e que nunca lhe permitiria os toques que o deixassem mais “submissos”, embora que aquilo estivesse mudando aos poucos com Jimin. — Faz parar Chim, por favor. — choramingou e aquilo realmente fora um tiro em seu orgulho.

Já não havia sobrado mais nada dele, afinal. 

Jimin nada disse, e o Jeon achou realmente que ele não iria ajudá-lo, por que o ajudaria? Não o culpava depois do fiasco da última vez, ele certamente havia adquirido trauma e não é como se ele tivesse sido o único. Porque Jungkook não deixava de ser um maldito que broxou bem na hora “H”.

Talvez levar um chute no saco fosse menos doloroso a sua dignidade de  “macho alfa”. 

Contudo, Jungkook surpreendeu-se quando, Jimin ainda em silêncio absoluto, o guiou para a primeira de duas cabines que havia no banheiro masculino. Nos próximos milissegundos tudo fora em um rompante. No primeiro segundo estava com cara de “aluno de humanas em aulas de exatas”, quando no outro, seu ômega já estava perto de si novamente, beijando-o como se não tivesse provado de seus lábios há anos. Seus braços longos percorreram em uma animação constante pelo corpo esbelto de seu ômega, assim como as línguas imitavam o mesmo percurso de explorarem com toques libidinosos um lugar onde eles conheciam bem. Jimin partiu o ósculo cálido com um sorriso arteiro mesclado a malícia, descendo as mãos pequenas pelo corpo musculoso de seu alfa, trilhando um caminho arquejante para o maior que arfava cada vez que os dedos gordinhos de Jimin se aproximavam do lugar onde doía tanto, para depois se afastarem e ele ficar brincando com aqueles dedos pequenos — porém que faziam enormes estragos, suas costas eram a prova disso! — pelo seu tronco.

— ChimChim...

— A paciência é uma virtude que molda a perfeição, Kookie-ah. — um selo foi depositado na pintinha adorável que o alfa carregava abaixo de seus lábios, arrancando mais uma arfada do alfa, tanto pela sua boca volumosa tocando-lhe ali, assim como a voz do ômega lhe soando a uma rouquidão que deveria ser considerado um pecado. Mas Park Jimin era seu pecado. E era o único que podia desfrutar disso. — Sabe o que é engraçado? — ele riu.

Não, não, não. 

Os malditos joguinhos não! 

Choramingou.

Sua mente estava enevoada pela dor mesclando-se ao prazer denso que sentia, seus mamilos doloridos pelos hormônios que corriam desenfreadamente pelo seu corpo, estavam precisando apenas de um estímulo, apenas de um. Então porque seu ômega não podia se tornar complacente com a situação?

Como em resposta às provações do seu ômega, o lúpus apenas grunhiu, querendo mostrar ao seu pequeno o quanto estava sedento por seus toques em sua epiderme tão sensível agora pela gravidez atípica.

Mas o ômega sabia, e aquilo tornava os jogos do rosado ainda mais instigante. 

— N-não, eu n-não sei. — as palavras foram jorradas por seus lábios molhados e vermelhos pelos beijos anteriores, de forma tremida e curta.

— Então vamos lembrar, Kookie-ah. — a risadinha provida da voz um pouco aguda de Jimin se reverberou de forma erótica aos seus ouvidos. Outro choramingo saltou pra fora de seus lábios. — Se lembra de quão antigamente eu tinha que insistir pra tocar em lugares a qual a sua natureza “não permitia”? — os dedos gordinhos do tronco fora subindo novamente até estar emaranhado naqueles fios castanhos que gostava tanto de bagunçar. Empurrou mais seu alfa contra a parede, enquanto sentia as mãos dentes percorrem pela sua cintura de um jeito desgovernado, a mente do alfa estando tão enevoada que nem era mesmo capaz de devolver a provocação do menor. Maldito Park Jimin! — Quando eu toquei na sua bunda pela primeira vez, você ficou sem olhar na minha cara durante quase uma semana, e quando eu pedi pra tocar o lugar que agora você praticamente implora pra que eu chupe, você apenas negou, me virou de lado e me fodeu como se no outro dia eu não tivesse que dançar. — o ômega riu; feliz de como suas palavras estavam enevoando cada vez mais a mente do alfa sem nenhum resquício de sanidade existente. Mas era isso que o menor fazia consigo: lhe deixava sem sanidade alguma. — Você me destruiu naquele dia, Jungkookie. Mas então vê? Vê como a vida não passa de uma ironia? — a voz afundada no libido atingiu seus ouvidos de forma intensa, onde só fez apertar cada vez mais o tronco de seu ômega que para provocar, gemeu em resposta. — Agora quem está implorando por algo aqui, babe? 

Às pálpebras entreabertas agora tornaram-se cerradas com força; um fio de transpiração ligando-se do pescoço até a clavícula; os lábios constantemente judiados pelos dentes salientes; uma bagunça de ofegos e sensações; esse era o alfa lúpus Jeon Jungkook naquele momento.

— M-Mochi...

Jimin abaixou sua cabeça e devido às diferenças de altura, não fora tão difícil. O nariz afilado e pequeno se resvalou na carne do pescoço de seu alfa que já estava começando a transpirar devido a todo tesão que sentia. O cheiro de seu alfa estava entorpecendo-o; era um cheirinho amadeirado, mas com um aroma de ervas enlouquecedor, e o aroma doce com o cítrico sempre se misturavam-se quando se tornavam um.

Naquele momento até o menor havia se cansado de jogos.

Afastando-se em um rompante, levou às mãos gordinhas na camiseta de botões de seu alfa e foi-os tirando-os das casas impacientemente, até chegar no antepenúltimo e aplicar uma força mais necessária do que o normal, resultando no botão explodir e se eclodir com alguma parte do banheiro que, sinceramente, não deu a mínima. O alfa com a mente de tão entorpecida, apenas observava seu ômega realizar tais atos, até que se assustou quando umas de suas camisetas preferidas perdeu uns dos botões e de como ela foi tirada de forma impaciente do seu torso, sendo jogada desleixadamente pela cabine. Antes que o alfa pudesse retorquir o mais velho, os lábios foram tomados daquele jeito inerente que fazia tudo em si revirar-se, como se estivesse resgatando aquela época colegial onde que ele era apenas um alfa tímido e Jimin um ômega doce.

Às mãos do maior enfim pode retribuir os toques de forma mútua, apreciando como cada curva do corpo curvilíneo de Jimin parecia encaixar em suas palmas grandes, que deslizavam por cada parte de sua pele como os pés do mais velho deslizava ao chão quando dançava. Era intenso. E era único. 

O ósculo intenso partiu-se quando Jimin o rompeu, descendo os lábios cheios para baixo, beijando cada pedacinho da epiderme que surgia, parando em seu pomo de adão onde sugou de uma forma tão suja que nem parecia ser seu doce ômega de olhos meia-lua. Retribuiu o chupão que receberia ali com as mãos espalmando-se agora no bumbum farto do rosado, que soltou um gemido incoerente, o espaço em suas peças inferiores diminuindo ao sentir aos pouquinhos a lubrificação já querendo escorrer de sua entrada. Suspirou, se contendo. Ainda estavam em um banheiro público, não podia-se deixar levar por algo mais intenso, por mais que quisesse muito. Naquele momento iria apenas satisfazer seu alfa mau humorado.

— Vamos fazer um joguinho, Jungkook-ah? — os lábios se afastaram da derme macia e cheirosa do seu alfa, e com muito esforço, conseguiu tirar as mãos do maior de suas nádegas volumosas. — Só eu te toco está bem? Se você me tocar, a nossa brincadeirinha acaba e você se vira com esse problema sozinho. — mas logo surgiu um sorriso impudico. — Ou seriam dois? — encarou o volume que crescia entre as pernas cobertas de seu alfa com o mesmo sorrisinho de segundos atrás.

— I-isso é injusto. — murmurou o outro com a voz falha, sentindo-se injuriado por não poder tocar seu pequeno também.

— Você opta por resolver seus probleminhas sozinho então? — elevou umas de suas sobrancelhas, preparando-se para se afastar do maior, quando este segurou seu pulso forçando-a ficar perto de novo. Olhou pra o mais velho com aqueles olhinhos suplicantes; o corpo grande se apoiando de forma desengonçada na parede. Só então que o rosado pode notar os mamilos entumecidos do mais novo, que tornavam-se ainda mais durinhos e latejantes a cada milissegundos que se passava, também pelo fato de estarem desprovidos de qualquer peça de roupa. E fora inevitável o ômega não salivar com a visão dos mamilos do maior estarem duros feito pedrinhas, há quanto tempo não sentia a textura daquela parte sobre seus lábios ou dentes? O mais próximo de toque que Jungkook permitia ali era os dedos, e as vezes nem isso, então pela primeira vez Jimin agradeceu os hormônios por ter o presenteado um alfa todo sensível que necessitava carícias em lugares que o Jungkook de antes não permitiria.

Uma arfada mais alta escapou dos lábios inchados do maior quando Jimin entrou em contato com a região dolorida, massageando uns dos botões utilizando apenas as pontinhas dos dedos rechonchudos. Percorreu uma linha imaginária dos mamilos até a clavícula de seu alfa, substituindo os dedos pela sua boca volumosa e quente novamente. Às mãos do Jeon tremeram em visível arquejo; não tocar seu ômega enquanto recebia um prazer exacerbado lhe corroía o interior por completo, e droga! 

Jimin tinha a plena consciência disso! 

— J-Jimin... — Jungkook espalmou as mãos na parede em visível desespero; as unhas curtas fincadas na parede da cabine procurando algo para conter a insatisfação de não está recebendo toques naquela região em questão. Vamos lá Jungkook, você é um alfa, um alfa lúpus, você não implora. — P-por f-favor.

Quem não ia implorar por nada hein, Jungkook?, pensou o alfa.

O ômega, por sua vez, estava realmente determinado no objetivo de enlouquecer seu alfa, todavia, o pensamento de que a qualquer momento alguém poderia entrar no banheiro o atingiu novamente e embora quisesse muito brincar com o estado sensível de seu alfa, como sempre optara pelo lado racional de sua mente, fazendo-o descer os lábios para baixo mais uma vez, deixando ali um rastro de sua saliva quente que arrepiava ainda mais a epiderme do alfa.

Jungkook estava se afogando cada vez mais naquela tortura provocada pelo seu ômega; queria toca-lo e acima de tudo, queria vingar-se por aproveitar-se de sua frágil sensibilidade de forma filha da puta, contudo, deliciosa, ainda mais quando a boca carnuda finalmente acariciou um de seus mamilos com a pontinha de seu músculo áspero e esponjoso; o domínio que exercia sobre seus gemidos e grunhidos naquela hora se evaporou de forma vergonhosa, principalmente quando o menor grudou-se ainda mais ao corpo maior para acariciar aquela parte em questão com mais afinco, se fartando com cada arfada que a cada passagem de segundos ecoava de forma mais alta dos lábios inchados e vermelhos do seu alfa.

— M-Mochi... — seu rosto se contorceu a uma careta de prazer exacerbada, denunciando a fartura de libido que o denominava naquele momento, apoiado de forma desengonçada na parede da cabine do banheiro de um consultório médico, com um ômega se deleitando em chupar seu mamilo esquerdo. Sentia-se impudico por realizar tais coisas impuras em um lugar público, mas ao ter os lábios esfomeados de Jimin chupando aquela parte em questão que oscilava de dor para prazer, qualquer pensamento lhe fugia a mente e transformava-os em arfadas longas e gemidinhos baixos. — A-assim, a-amor. — arfou alto ao que uma mordidinha nada fraca fora desferida no biquinho de seu botãozinho; um vermelho forte se expandindo por ali coberta pela saliva do ômega quando este se afastou, agora pra dá atenção no outro mamilo endurecido.

O Park empenhava-se ao seu máximo para devolver todo o prazer lhe causado quando seu alfa lhe chupava ali; ambos eram sensíveis naquela região do corpo e os hormônios da gravidez apenas a aumentava em Jungkook. Então fazia da forma como seu alfa fazia consigo: começava a acariciar o bico do mamilo durinho com a ponta da língua, e logo mais abocanhando-o como estivesse chupando seu membro, não economizando na saliva e nos dentes que prenderam o biquinho do botão róseo, aumentando o estado frenesio da mente do mais novo. O prazer que sentia naquele mesmo estava fora do auge do que poderia por em qualquer outra coisa; seus dedos formigavam querendo traçar alguma parte do corpo esbelto de Jimin com suas mãos, mas conhecia a mente do marido, o ômega era maldito o suficiente em cumprir o que lhe fora dito e o abandonar, com seus mamilos doloridos e agora uma ereção que supria todo o espaço de suas vestes inferiores.

Quis enterrar seus dedos nos fios rosados de Jimin e puxar seu rosto em direção ao seu tórax novamente, quando o menor se afastou depois de — literalmente — babar os dois botõezinhos — agora, — cobertos por marcas de dentes, uma vermelhidão pigmentando a pele alva e a saliva reluzindo a luz natural que vinha de fora. As bochechas salientadas estavam vermelhas e constantemente ainda mais cheias quando a língua de Jungkook passava por entre elas, buscando um autocontrole que logo não existiria mais. 

Jimin apenas sorriu; aquele sorrisinho maroto e travesso enquanto descia lentamente, sendo capturado pelos olhinhos estupefatos e sedentos do mais novo, ao buscar em sua mente como alguém agia na maior parte do tempo alguém gentil, fofo e “inocente”, para depois transformar-se em uma perdição demasiada alta para a sanidade pouca de Jungkook e seu lobo interior aguentar. Ofegou surpreso quando os dedos gordinhos traçaram um caminho do seu peitoral até os gominhos de sua barriga na medida que a cabeça de Jimin baixava respectivamente com seus traçando aquela naquela região, e novamente perdeu o domínio sobre os gemidos que saltavam de sua garganta quando a língua de Jimin tocou-lhe a pele ardentemente; a carícia findando-se quando acomodou o corpo no próprio quadril sustentado pelos joelhos dobrados, enquanto os olhinhos pequenos demonstravam agora um ar intenso e felino e Jungkook apenas sabia arfar: a ereção crescendo cada vez mais e os seus mamilos sentindo saudades do prazer que a boquinha volumosa de seu ômega os proporcionava. 

O Park já estava preparado pra descer os dedinhos sobre a braguilha da calça extremamente colada que Jungkook usava — talvez tenha dado algumas olhadas nada castas, mas só talvez mesmo —, porém, como nada é perfeito:

— NÃO TENTE ME ENGANAR, EU SEI O QUE EU VI!

Um grito raivoso reverberou pelo cômodo do banheiro, a seguir de passos altos e logo a uma batida de porta tão forte que fizera Jimin perder o equilíbrio e cair de bunda no chão, encarando seu alfa de olhos arregalados; um olhar devolvido com total sucesso pelo mais novo.

— À questão é essa: você sempre ver demais, parece um lunático enxergando coisas onde não tem. — uma voz mais grossa e autoritária soou, e o casal dentro da cabine não demorou muito a notar que o mesmo era um alfa, e possivelmente, o outro que gritara, era um ômega. 

Suspiraram. 

Aquilo era mesmo sério? Se o universo não quer que eles tenha um momento íntimo, era só dizer, poxa vida!

— VOCÊ ESTAVA COMENDO A VADIA COM OS OLHOS!

— SABIA QUE ESSA VADIA É MINHA IRMÃ?!

— Continua sendo vadia do mesmo jeito. — desdenhou. — E pelo jeito você é vadio que nem ela!

— Quer saber? Até a ideia de cometer incesto é mais gratificante do que manter um namoro com uma praga sanguessuga como você. — vociferou o provável alfa.

Jimin — que ainda continuava no chão, vale ressaltar, — encarou o alfa que também continuava na mesma posição de antes — pareceria até a brincadeirinha de jardim infantil de “estátua”, — com um olhar de “mas o que porra a gente faz agora?”. Jungkook só soube devolver com um “eu também não sei, merda”, pra logo em seguida pensar “o diabo adora me fazer sofrer em um banheiro né? Só não espero pari aqui também, porque aí já é demais!”

— ENTÃO VOCÊ ADMITE QUE QUER FICAR COM AQUELA NEIDE? — os gritos voltaram, assim como a impaciência de um alfa em ficar trancado naquela maldita cabine que estava começando a irrita-lo por causa do calor e da situação propriamente vergonhosa, e o medo de um ômega ao pensar na possibilidade que poderiam tê-los pego fazendo “certas indecências”, no banheiro.

— MELHOR DO QUE FICAR COM UM PROJETO DE CLAUDIA!

— ENTÃO VAI, COME ELA! BUNDAS COMO A MINHA NÃO SE ACHAM FÁCIL POR AÍ NÃO, MUITO MENOS EM UMA QUALQUER COMO AQUELAZINHA!

— Acho que o seu cu já passou da data de validade de tanto ser arrombado. Se brincar, até um braço inteiro passa por esse buraco negro!

Mas que porra..., pensou Jimin.

— NÃO ERA ISSO O QUE OS SEUS GEMIDOS ME DIZIAM!

— Você é um imbecil. É sempre tão egoísta ao pensar no seu próprio orgasmo, que nem ao menos percebia que aquilo não eram gemidos de prazer e sim de dor, pelo meu pau ser constantemente estrangulado pelo seu cu! Acha que apertando daquele jeito nos deixa sentir prazer? Eu ainda quero ter filhotes, obrigado, e não é fodendo um cu fora da validade que eu vou conseguir isso, tô fora.

— AH, É ASSIM ENTÃO? ENTÃO ESCUTA ESSA FILHÃO: EU TENHO AIDS! OUVIU? EU TENHO AIDS!

— Pra mim já chega! — rosnou Jungkook irritado, movendo-se tão subitamente que assustou Jimin mais uma vez, fazendo ele dá um leve salto, pra logo em seguir acertar a bunda no chão novamente. Choramingou manhoso, levantando-se calmamente com a mão apoiada no lado direito de seu quadril onde doía mais. Sua bunda estava doendo, e nem era pelo motivo qual gostaria que fosse.

Mas que merda hein. 

— O que você vai fazer? — sussurrou o menor para Jungkook que ajustava sua camiseta em seu torso novamente; mas com uma leve abertura no final que mostrava alguns gominhos do abdômen do mais novo, já que o cós da calça era baixo e alguns botões faltavam para a camiseta se fechar completamente. Jimin franziu o cenho, negando com a cabeça, ao notar a intenção do alfa: — Você não vai sair assim!

— Ninguém mandou ser tão impaciente. — retrucou, olhando pro ômega vendo um bico irritado formar em seus lábios. Jungkook suavizou sua expressão. — Vida, eu sei que você não quer ficar aqui tanto quanto eu, ouvindo os gritos desses dois malucos, então deixa o ciúmes de lado ok? Em casa eu sou todinho seu, hyung. — piscou o olho esquerdo.

“Vida”; “hyung”;

Era oficial: Jungkook realmente queria acabar consigo. 

Infelizmente, não sendo em todos os sentidos. 

— Tudo bem... — disse ainda emburrado, logo rosnando baixinho ao ouvir os gritos aumentarem do lado de fora, com ofensas tais como “EU SEMPRE SOUBE QUE TU ERA UMA PROSTITUTA COM ESSE CU MAIS ALARGADO DO QUE ALARGADOR DE ORELHA”, ou “TEU PAU É TÃO PEQUENO QUE EU PRECISO DE LUPA PRA ENXERGAR!”.

Jungkook pegou em sua mão, entrelaçando seus dedos lhe oferecendo conforto, antes de empurrar a porta e ver os donos de tantos gritos enfurecidos e estridentes, que automaticamente os cessaram quando o jovem casal passou pela porta da cabine.

— É, vocês ouviram...? — começou um deles, surpreso.

— Sim, ouvimos tudo. — cortou Jungkook com sua delicadeza de mamute, lhes dando um olhar hostil mesclado ao sarcasmo. — Vocês não é o que chamamos de discrição, e se me permite dizer, nem de um casal.

— Jungkook! — Jimin apertou seus dedos, como forma de repreensão. — Queiram desculpar o meu marido... — o ômega sorriu de forma desajeitada e tímida.

— Sabe, vocês sabem o que acontece quando irritam um ômega grávido? Não? — Jungkook ignorou os dizeres do menor que realmente temeu pelos dois briguentos, porque se tinha uma coisa que o Jeon mais odiava do que ser o centro das atenções, essa coisa era ser atrapalhado no sexo. Guiou seus olhos até o meio das pernas do seu marido e viu que o volume era consideravelmente menor do que antes. Talvez a irritação fizera o broxar um pouco. De novo. — Imagina irritar um alfa grávido, ainda por cima alfa lúpus? Doideira né? Porque não existem alfas que possam gerar filhotes... — ele riu com ironia, soltando-se da mão do seu ômega e caminhando em direção aos dois que estavam deveras confusos. — Então acho melhor realmente não existirem, e que se existir, que vocês não topem com eles nenhuma vez, porque eles não serão tão piedosos como eu. — sorriu; mas não era um sorriso de “ah, como eu estou feliz”, era mais como um “eu tô puto, com muita vontade de chutar a cara de alguém, mas vamos bancar a fina”. — Então gente, passar bem, espero que possam resolver suas desavenças.

Jimin encarava tudo com um olhar perplexo, e nem tivera tempo de capturar a expressão dos outros que estavam ali além do seu marido, pois logo fora puxado por Jungkook para saírem daquele banheiro, que carinhosamente o alfa apelidou todos de “inferno pessoal de um alfa grávido bolinha-que-ainda-não-está-bolinha”.

— O que foi aquilo? — perguntou Jimin, quando enfim saíram do consultório médico e passaram a andar pela rua. — Você realmente me deu medo. — riu; mas era uma risada de nervoso mesmo. 

— Talvez grávidos costumam ser um pouquinho psicóticos quando estão irritados. — Jungkook riu e apertou ainda mais os dedinhos que estavam entrelaçados aos seus. — Mas me desculpe por isso. Entretanto, eu realmente estava irritado; meu lobo estava puto pra falar a verdade.

— Não, tudo bem, eles realmente eram uns idiotas. — assegurou Jimin, retribuindo o aperto. — Mas será que aquele cara realmente tinha AIDS? — ele riu, ao recordar-se.

— Eu não sei... — respondeu, sincero. — Ei, você acha que... cê sabe. — fez uma pausa, gargalhando mentalmente com que iria dizer. — O meu é tipo... pequeno? — brincou. Cessaram seus passos esperando o sinal abrir. Talvez devesse contratar outro motorista, o da família havia voltado para Busan, alegando ter trabalho por muitos anos e que agora merecia um descanso com seus parentes. — e Yoongi só lhe dava carona quando iam para o trabalho ou lugares juntos — as vezes tendo-o que o forçar, porque seu melhor amigo era um grande filho da puta.

Desculpa mamãe Min. 

— Mas que tipo de pergunta é essa? — corou envergonhado, acreditando fielmente que estava deixando Jungkook tempo demais com o babaca do Taehyung. — É claro que não! — exasperou-se, não notando a brincadeira que o mais novo tinha feito, apenas quando este gargalhou alto. — Aish! Mas e então, eu te aperto muito forte? — contornou a situação, retrucando a brincadeira no mesmo nível de provocação.

— Na medida certa.

— Jungkook! — o menor sentiu as bochechas corarem, e realmente, não parecia em nada com sua versão extremamente pecaminosa de minutos atrás. Mas amava cada traço de Jimin na mesma medida, pois era dessa forma que o outro o completava.

— Ué, mas foi você que perguntou. — justificou, como se falasse o óbvio.

Jimin revirou os olhos.

— Babo! — lhe xingou, mas seu sorrisinho tímido demonstrava o quanto que aquilo não era sério.

— Também te amo Mochi!

— Aqueles dois eram doidos, mas espero que eles se acertem acima de tudo. — e fora por ele que era perdidamente apaixonado. Como sempre, o menor desejava o bem, não importava pra quem fosse.

— Mas você não tem AIDS, tem?

Você é terrível. 


Notas Finais


BIXO, BIXO, BIXO, BIXO, CÊS NÃO TEM NOÇÃO DO QUANTO EU AMO UM ÔMEGA POWER BOTTOM, SÉRIO.

Eu espero que vocês estejam gostando da personalidade de Jikook nessa fic, pq eu fico meio insegura. Porque não é muito fácil achar fics onde que exista um alfa sensível ou de um ômega que seja pulso firme. Não estou querendo criticar gente, mas na maioria das vezes retratam os ômegas como um ser altamente delicado e frágil - eu sei que é algo próprio do ABO -, mas pra mim eles são bem mais que isso entendem?

É porque eu não me sinto confortável com toda essa submissão que impõe nos ômegas, MESMO que seja do próprio universo. A mesma coisa do Jungkook. Eu não pude muito explorar a personalidade séria dele pq já no terceiro capítulo houve o feitiço e tals, aí tem a parada dos hormônios que está deixando o pobre doidinho referente a essa troca de personalidades. O Jungkook é um alfa, ainda por cima lúpus, é da espécie dele se impor, eu entendo, mas isso não quer dizer que não possamos fazer um alfa sensível e amoroso certo? Através da gravidez, o Jungkook vai poder mostrar isso, não apenas pro Jimin, mas pros outros também.
Quem tiver lido essa nota monstro, fale comigo pelos comentários pra saber se está realmente bom, pq SG foge muito dos "padrões", do universo ABO e eu fico insegura quanto a isso.

E me desculpem se essa cena quente realmente ficou ruim, eu tentei dá o meu melhor, mas eu não tava no pique em escrever lemon, então peço desculpas. E escrever cenas quentes não é meu forte.

Maaaaasss espero que tenham gostado, e gente, eu peço que não interpretem isso de AIDS como uma piadinha de mal gosto ok? AIDS é uma doença séria eu sei.

Até o próximo capítulo meus pudins (acho que vou começar a chamar vocês assim -q)

JUNGKOOK MELHOR BROXA QUE A GENTE RESPEITA -Q


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