História Sinônimo de Sangue - Capítulo 7


Escrita por: ~ e ~Deyna_Dey

Postado
Categorias Mitologia Egípcia
Personagens Personagens Originais
Visualizações 12
Palavras 1.145
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Notas do Autor


Oi! Oi! Oi!

- Nossa mais nova coautora ~Deyna_Dey. Ela também está postando essa fanfic lá no Wattpad, porém ela é um pouquinho diferente desta aqui. Confiram!

'Boa Leitura'

Capítulo 7 - Capítulo 7


Anrão ficou pasmo apenas olhando fixo nos olhos dos filhos, eles assustados transmitiam isso através do olhar. Pouco a pouco Miriã foi tirando suas mãos de cima dos ombros de Arão, Arão por sua vez, não tinha palavras e nem ações, ficou parado tenso olhando para o pai.

Anrão não sabia descrever seus sentimentos, era ums mistura de alegria e decepção. Alegria pois finalmente, Miriã havia encontrado alguém para sua vida e, decepção pois era uma pessoa que ele nunca permitiria que ela casasse. A final, eles eram irmãos.

- Então, o que Num falou era verdade? - Anrão colocando as mãos sobre o rosto e apoiando-se na cadeira.

- O que Num falou? - Arão olhando no fundo dos olhos de Miriã, como se pedisse permissão para levantar, ela assentiu e ele levantou trêmulo. 

- Que você estavam.... namorando. - Anrão travando a mandíbula, ignorando a alegria que sentia.

- Pai, eu posso explicar. - Miriã levantando-se bruscamente e indo em direção ao pai.

- Não precisa. - Ele respondeu forçando um sorriso. - Eu já sei de tudo. 

- Foi apenas um mal entendido pai. - Arão segurando firme na mão de Miriã. 

- Eu só queria ter recebido a notícia por vocês e não por outra pessoa. - Anrão vendo as mãos juntas dos filhos. 

- Mas tudo aconteceu tão rapidamente. - Miriã explicando. - Foi assim, vapite-vupite.

- Poderiam ter falado no início. - Anrão sentando-se.

- Nós íamos contar. - Arão ajoelhando-se perante o pai. 

- Tardaram muito. - Anrão com a mão no peito.

- Podemos contar agora se quiser? - Miriã sentando no chão ao lado do pai e do namorado/irmão. 

- Comecem, por favor. - Anrão pediu.

- Começou assim... - Arão respirando fundo e sentando ao lado de Miriã. - Nós acabamos nos apaixonando. - Olhando profundo nos olhos de Miriã, entrelaçando as suas mãos com as dela.

- Do nada? - Anrão levando a mão ao queixo, não acreditando nas palavras dele.

- Em um acidente. - Miriã pronunciou. 

- E como foi o suposto acidente. - Ainda ríspido em suas palavras.

- Estendi a mão para que Miriã levantasse e ela tropeçou puxando-me para frente dela e aí...

- Vocês se apaixonaram. - Estalando os dedos. - Ela caiu e você se apaixonou por ela.

- Sim, quando nossos lábios se juntaram. - Arão completando. - E não é de hoje que eu a observo.

- Então tudo veio depois de um beijo? - Anrão perguntou, vendo-os assentir. - Normal, uma paixonite de adolecente.

- Acho que vai muito além disso. - Miriã apertando as mãos de Arão. - Um elo, por exemplo. 

- Hm. - Anrão suspirou, dando de ombros. - Num me contou que estavam namorando, e eu nem vou exitar em perguntar quando, porque não quero me decepcionar outra vez.

- Ainda agora. - Miriã respondeu, vendo-o ficar supreendido.

- Num me contou a algum tempo. - Anrão lembrando-se.

- Talvez, Deus, já tivesse revelado a ele. - Arão sorriu. 

- Não iria revelar uma coisa que não vai existir. - Anrão pigarreando alto.

- Ou não, né? - Miriã arqueando as sobrancelhas. - Pode ser algo possível também. 

- Totalmente fora de lógica! - Anrão aumentando o tom de voz. - Impossível!

- Por que não deixa nós sermos felizes? - Miriã perguntou baixo. Anrão comoveu-se com a forma que a filha falou.

- Nós apenas queremos amar alguém que nos faça feliz, que nos ame também. - Arão pegando nas mãos do pai.

- Alguém nos apóie nas horas precisas, e nos faça ser quem somos. - Miriã sorrindo para Arão, vendo-o corresponder. 

- Para isso não lhes falta pretendentes. - Anrão empurrando a mão do filho. - Zelofeade, é um deles.

- Mas eu não gosto dele, não suporto a voz dele e não admito os abusos dele para perto de mim! - Miriã levantando o tom de voz cada vez mais. - Entenda de uma vez por todas, eu não vou me casar com ele, simples! - Quase gritando.

- Eu quero que se case com ele. - Anrão ficando de pé. - Vai se casar com ele sim. 

- Pai entenda, de uma vez. - Miriã também se levantou - Eu não quero de forma alguma me casar com ele.

- Mas você não tem escolha. - Anrão mostrando que estava irritado. 

- Quero saber, papai, se a mamãe casou forçado com o senhor? - Arão ficando de pé ao lado de Miriã. 

- Não. 

- E por quê Miriã tem que ser forçado?

Anrão suspirou fundo, passou as mãos nós longos cabelos e lembrou que acima de tudo ele era pai. Deveria cuidar e amar seus filhos, não os forçando a fazer ou a casasse com quem ele queria. Queria que seus filhos fossem livres para escolher quem bem entendessem. 

- Jurei a Joquebede, que não interfira na vida amorosa de vocês. - Anrão passando as mãos uma na outra. - Mas não acho que isso seja correto. 

- Também não achava. - Miriã pegando nas mãos do pai. - Mas Arão me convenceu de que era o que o nosso coração queria. 

- Como acha que a nossa família vai ficar? - Anrão olhando nos olhos do filho.

- Eu sei papai que muitos iram condenar a gente, por conta do nosso amor. - Anrão chegando por trás de Miriã e abraçando a sua cintura. - Lutaremos até o fim.

- Eu vou demorar me acostomar com essas ações de vocês. - Rindo, vendo o abraço de Arão. Pegou nas mãos dos dois filhos e completou:

- Vou demorar aceitar a ideia, mas se for para serem felizes. Lutem pela felicidade e amor de vocês. Eu os amo de qualquer jeito, com qualquer pessoa.

Os três se abraçaram timidamente, sentindo um amor que fluía do corpo deles. Aquele fino e pequeno laço que ligava o coração de Miriã e Arão, agora, se transformou em um laço médio, mais forte e também resistente. 

Joquebede entrou um pouco confusa em casa, os três não ouviram se quer o barulho e nem notaram a entrada da mãe. Ela por sua vez, foi até a cozinha e ficou de lá, observando tudo.

Aos poucos, o abraço foi se desfazendo e sorriso formando no rosto de cada um. Embora a conversa foi um pouco confusa e tensa, conseguiram chegar a um consenso geral.

- E agora, temos a sua confirmação? - Miriã perguntou sorrindo. Anrão fingiu está bravo, fazendo todos rirem.

- Papai. - Arão chegou ao pai e fingiu ajeitar a roupa. - Quero pedir a mão de sua filha em namoro. Tenho sua permissão? 

- Toda. - Bagunçado o cabelo dos filhos. - E agora, que tal um selinho em comemoração?

Os filhos juntaram os lábios e Anrão tapou os olhos em forma de brincadeira. Joquebede que segurava um tigela deixou cair no chão, totalmente espantada. Todos a olharam suspresos, por não ter notado ela entrar.

Amália ainda estava desacordada, pedia muito sangue gradativamente. Foi quando Num, seu marido, entrou bruscamente na casa.


Notas Finais


Comentem :)

1002 beijos no polegar esquerdo do pé.

- Até breve!


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