História SLAVE TO LOVE - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Palavras 1.856
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Famí­lia, Ficção, Misticismo, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa noite belezuras 😀😀😀
Capítulo docinho 💕💕💕💕

Capítulo 9 - Reconciliação?


Fanfic / Fanfiction SLAVE TO LOVE - Capítulo 9 - Reconciliação?

Reconciliação? 

 

 

CARINA 

 

Voltar para casa depois de uma discussão é sempre difícil. E quando se é casada com alguém como Willian, se torna pior ainda.

Tudo porque ele tem o dom de me fazer sentir culpada, sem ao menos dizer uma palavra. Seu ar compreensivo me irrita e acabo por provoca- lo, o que faz com que ele seja irônico. 

E pronto, voltamos a discutir... quer dizer , tem sidos assim nos últimos três anos, depois que eu soube que ele me traiu. Por mais, que eu tente compreender e relevar a situação, afinal ele estava fragilizado e eu não colaborei muito para mudar esse quadro, ainda assim me sinto ferida, magoada. 

Portanto, quando dou por mim, já estou fazendo algo para feri- lo também. E eu que nunca me achei vingativa, me vejo presa nesse ciclo vicioso. 

Justamente, porque não me imagino sem ele. Porém, às vezes chego a pensar que o odeio !!!

 

 

Quanto a Doug ... ah, ele é único !!!

Só de pensar nele me sinto amolecer e meu corpo esquenta, como se eu estivesse sendo consumida por algum tipo de febre.

Mesmo tendo prometido a mim mesma que não iria mais procura -lo, tendo conseguido que Prescott o transferisse para que não nos encontrássemos, não resisti a tentação. E na primeira deixa dada por Will, corri para os braços dele. 

Contudo, são tantas coisas que nos impedem de ficar juntos ...

Além do fato de eu ser casada, ele é mais novo.  Não viveu tudo o que tem para viver e provavelmente, a família dele também não me aceitaria. Como a minha não aceitaria à ele, principalmente, sendo o pivô da minha separação. 

E além do mais, temos experiências de vida completamente diferentes. 

Não sei nem mesmo porque estou pensando nessa possibilidade, já que ele nunca falou a sério sobre isso. A não ser na cama e assim não conta.

No calor da paixão, todos os homens querem tudo, prometem tudo.

Se bem que a pergunta aqui é outra : eu  teria coragem de acabar com o meu casamento para ficar com Doug  ?!

Inquieta, fui para o quarto e observei Will dormindo de bruços, sem camisa, abraçando o meu travesseiro. 

Será que estou pronta para encarar meus sentimentos ?

O que sinto por meu marido ?! E por Doug ?! Será que isso que estou vivendo é uma crise existencial ?!

Depois do domingo que passei na casa da Maya, me dei conta de que tenho vivido levada pelos meus impulsos. Sem considerar as consequências dos meus atos e graças a Deus, tenho dado sorte.

Muita sorte.

Mas um dia, tudo isso pode mudar e então o que farei ?

Antes que eu me consumisse nesse mar de angústia de perguntas, para as quais eu não conseguia achar respostas, Will se remexeu na cama e acordou.

Sonolento, virou – se e pareceu surpreso por me ver ali, a observa- lo.

- Amor, está tudo bem ?- falou rouco, sentando na cama e passando as mãos pelo rosto – Aconteceu alguma coisa? 

- Calma, está tudo bem. – me aproximei e fiquei em pé entre suas pernas – Eu só estava te vendo dormir. E não queria te acordar, desculpe. 

Ele me abraçou, apoiando a cabeça em meu ventre e estremeci com o toque quente daquelas mãos. 

O cheiro de banho que vinha dele me inebriava e sem pensar duas vezes, segurei o queixo dele com delicadeza e juntei nossos lábios. O beijo que começou terno da parte dele, logo se aprofundou, transformando -se em um redemoinho de paixão. 

Em poucos minutos, eu já estava nua e as mãos fortes seguravam meus seios com destreza, estimulando meus mamilos até os mesmos ficarem rígidos e arrancar um gemido de prazer e antecipação. 

Eu me esfregava em seu corpo quente e sua masculinidade provava o quanto ele me desejava. Passei a distribuir beijos pelo seu tórax forte, apertando seus músculos. Minhas mãos tinham vontade e um ritmo próprio. 

Will também sabia como me deixar louca e logo inverteu as nossas posições,  fiquei deitada com a minha intimidade completamente úmida e exposta. Antes de me tocar , ele me admirou e disse :

- Tão linda, tão minha ... Não vejo a hora de estar dentro de você.

Com firmeza, abriu minhas pernas e apertando minhas coxas, mergulhou sem pudor, me penetrando  com a língua rápida e sugando meu clitóris, até me fazer gozar em sua boca. 

Em seguida me beijou com o meu gosto nos lábios, enquanto continuava a me estimular com os dedos longos e habilidosos. 

- Will ... te quero... agora !!! – meio que pedi ou ordenei em um frenesi de paixão. 

Então ele ficou passando a cabeça do seu membro na minha entrada sensível, me fazendo contorcer de tesão e quanto mais ele me provocava, mais ansiosa eu ficava.

Aflita e sem me conter mais, o coloquei dentro de mim e travei as pernas, sem  dar a ele chance de escapar. 

- Puta que pariu, Car !!! Que delícia !!! – os olhos azuis dilatados eram mais uma prova do seu prazer.

- Não me provoque, Will !!! Eu disse que te quero e agora !!!

Contraí minha musculatura e comecei a me movimentar, logo estávamos em sincronia. Éramos um só corpo e ouso dizer, que naquele momento um só coração. 

O êxtase nos arrebatou e ficamos embolados, numa confusão de braços e pernas. 

Quando conseguimos nos recuperar, Will me abraçou e apoiei minha cabeça em seu peito. 

- Eu te amo, Carina. Você é minha vida. – disse baixinho, como se tivesse medo de quebrar o encanto. 

Apenas o beijei e respondi :

- Eu só quero parar de brigar, de viver nessa constante tensão Will.

- Eu também, amor.-  concordou acariciando meus cabelos – E se nós procurássemos ajuda...

- Como assim, ajuda ?! – interrompi.

- Terapia de casal, Car. Nós precisamos de ajuda ... eu preciso. E faço o que for preciso para não te perder.– disse humilde- Quero e preciso aprender a lidar com o meu ciúme e minha insegurança. E principalmente, com a culpa por ter ferrado com o nosso casamento. 

Os olhos marejados, não deixavam dúvida quanto à sua sinceridade. E isso me fez sentir mil vezes pior, por já o ter traído. 

- Will, tudo bem. – respondi, o abraçando como se quisesse me fundir à ele.- Vamos fazer a terapia e tudo o que for possível. Eu ... eu te amo, ok ? E nós vamos ficar bem. 

É, talvez seja essa a solução e a resposta para ao menos uma das muitas perguntas que me afligem. 

 

 

WILLIAN 

 

Conversar com Colin, aliviou bastante a angústia que eu estava sentindo. Além de me fazer enxergar uma alternativa, para tentar salvar meu casamento. 

 

FLASHBACK ON

 

Liguei para Colin, se muita esperança de encontrá – lo disponível. Afinal, solteiro em um sábado à noite, ele deveria estar em algum encontro. 

Mas para minha surpresa, ele atendeu e disse que estava em casa, assistindo jogo e me convidou para ir para lá. 

Sem demora, peguei na geladeira uma caixinha de cerveja, deixei um bilhete para Car ( não que ela fosse se importar ) e segui para o apartamento  dele.

Ele já me esperava, tinha pedido pizza e já tinha latinhas geladas. Entreguei as que trouxe e brinquei :

-Esse sim, é o jeito de receber um amigo !!! Vocês americanos, estão começando a aprender.

Ele deu sua sonora gargalhada e replicou :

- Verdade, precisamos que vocês australianos, nos ensinem. 

Nos acomodamos na sala e ele me encarou, direto como sempre :

- O que aconteceu Will ? Você e a Car brigaram de novo? 

- É tão previsível assim ? Eu podia só querer conversar com um amigo.- falei suspirando. 

- Infelizmente amigo, com esse ar abatido e em pleno sábado à noite, não há como pensar em outra possibilidade. – disse sorrindo melancólico .

- Você está certo mais uma vez, Colin.  Nós discutimos pele manhã, ela saiu e não tinha voltado até a hora que saí de casa.

- Você tentou falar com ela ?

- Sim, mas o celular cai direto na caixa postal. – passei as mãos pelo cabelo desanimado – Ela precisa desse tempo... E sei que está bem, provavelmente, na casa da Maya. 

Vi quando a expressão dele mudou ao ouvir o nome de nossa amiga. 

- É, provavelmente. Sabe Will, não quero ser intrometido, mas por que vocês não  procuram ajuda profissional ?

- Você diz, um terapeuta? Não sei ... talvez ... – me remexi inquieto na poltrona. 

- Quanto meu irmão morreu, meus pais procuraram um terapeuta e pararam de culpar. Passaram a culpar a mim.- disse com um sorriso sem humor. 

- Eu sinto muito Colin.

- Tudo bem. – retomou sério – O que quero dizer, é que talvez vocês possam encarar de frente o problema e resolve-lo, com a orientação correta. É óbvio que se amam, então não razão para desistir desse amor, cara.

- Eu vou pensar ... talvez, você tenha razão. – falei pensativo – É como procurar um médico, quando se está doente.

- Exatamente !!! Porém, no momento o paciente é o seu casamento e por sorte, tem imensa chance de cura meu amigo.

Nesse momento a pizza chegou e entre uma fatia e uma latinha, o tempo passou. 

 

FLASHBACK OF

 

Terapia de casal. 

Eu que sempre fui adepto da discrição, que sempre achei que um casal deve resolver seus problemas sem pedir ajuda ou palpites a ninguém, agora estou disposto a me abrir com uma terapeuta se isso fizer com que Carina continue me amando. 

Não suporto mais esse clima de guerra fria em que estamos vivendo. E nem o ciúme que me corrói ...

Nós sempre fomos tão amigos, parceiros e agora é como se eu fosse, um colega com quem ela divide o apartamento. Aquela intimidade gostosa que tínhamos, se perdeu e às vezes, me sinto constrangido diante das situações mais simples. 

Me pergunto, quando nós nos tornamos dois estranhos, habitando o mesmo espaço ?!

Porque meus sentimentos por ela, só se fortaleceram !!!

 

E perceber que a recíproca talvez não seja a mesma, é extremamente doloroso. 

Todavia, Carina tem o dom de me confundir. 

Ao mesmo tempo que demonstra total indiferença por mim, basta um toque e a sinto se desmanchar em meus braços.

Não é possível que ela esteja fingindo todo esse tempo. Ou é ?!

Sempre que fazemos amor, passamos por um período de bonança. O problema é que tem havido mais tempestades, do que períodos de calmaria ultimamente. 

E principalmente, a tenho sentido mais distante, como se algo ou alguém, estivesse tomando sua atenção e seu afeto. E isso sim, é aterrorizante. 

Porém, o mais difícil eu já consegui,  que era fazê – la aceitar a ideia.

 Agora só preciso encontrar um bom profissional, para começarmos o tratamento. 

De minha parte também vou procurar um analista, talvez o da agência mesmo. Que me foi oferecido na época da emboscada, mas que recusei por medo que me achassem um fraco.

Pois bem, já passou da hora de lidar com todos esses fantasmas. 

Espero conseguir manter a coragem, quero voltara ser inteiro para Carina. Ela não merece nada menos que isso.


Notas Finais


Beijos de luz, amoras/amorecos 💋💋💋💋


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