História Sleep Well - Capítulo 4


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Categorias Jeff The Killer, Lendas Urbanas, Slender (Slender Man)
Personagens Jeff, Personagens Originais
Tags Creepypasta, Everlasting, Jane Arkensaw, Jane The Killer, Jeff The Killer
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Palavras 801
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Slash, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Canibalismo, Estupro, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


(Leiam as notas finais)

Capítulo 4 - Monótono


“Isabelle Arkensaw e Gregory Arkensaw.”

Sharon e eu estávamos paradas em frente às lápides de meus falecidos pais, minha tia permanecia de cabeça baixa enquanto orava por meio de sussurros. Eu olhava ao redor daquele cemitério na intenção de não ficar encarando por muito tempo as lápides deles, é como se uma parte de mim estivesse dentro daqueles caixões enterrados a sete palmos debaixo da terra.

Minha tia contou-me que duas de minhas amigas, Dani e Marcy, tiveram os restos de seus corpos cremados por decisão de suas famílias e Erica foi enterrada em sua cidade natal. Descobri que o senhor e a senhora Woods foram enterrados nesse mesmo cemitério que estávamos.

“— Os policiais não encontraram o corpo do irmão mais velho. — comentou minha tia antes de virmos para cá.”

O que será que aquele lunático fez com o corpo do próprio irmão? Perguntava-me mentalmente diversas vezes.

O céu estava nublado deixando aquele ambiente mais fúnebre, os corvos pousavam em cima das árvores secas enquanto corvejavam, era bizarro o barulho que eles faziam. Trajávamos trajes escuros propriamente para a ocasião, o preto sempre caiu bem em mim, no momento era minha cor favorita, talvez porque representava meu estado de espírito.

— Melhor irmos Jane, logo irá chover. — disse calmamente enquanto erguia a cabeça.

Assenti enquanto deixava duas rosas brancas nos túmulos de meus pais, havia mais flores ali então presumo que foram deixadas por amigos e colegas. Combinei com tia Sharon de vir visitá-los todo mês em uma data exata.

Posso superar o peso de uma despedida, mas jamais vou esquecer aqueles que partiram.

( ... )

O tempo passou e consequentemente tive que seguir em frente, no começo foi difícil, mas acabei acostumando. Comecei a estudar em casa por motivo óbvio, seria melhor poupar-me de falatórios e olhares intimidadores devido a minha aparência. Minha tia é gerente de marketing em uma grande empresa, a mesma saía cedo para trabalhar e muitas vezes voltava à noite, raramente ela tinha folga então quase todos os dias eu ficava sozinha.

Sharon pagava para um médico especialista cuidar das minhas queimaduras, eu fazia vários tratamentos de pele para pelo menos cicatrizar as feridas, o dermatologista alegou que minha pele não voltará a ser como era antigamente, mas se eu fizer diariamente os tratamentos, futuramente minha pele estaria curada. Também tomava remédios para acelerar o crescimento do meu cabelo e de minhas sobrancelhas, por enquanto eu usava a peruca que ganhei.

Estava tomando café da manhã enquanto vislumbrava o dia lá fora, o céu estava num tom de azul claro e os raios solares entravam pela janela a frente. De supetão escuto passos rápidos descendo as escadas, minha tia apressadamente aparece na sala de jantar.

— Bom dia querida. — cumprimentou-me enquanto enchia um copo com o suco da jarra.

— Bom dia tia. — respondi mordendo uma torrada. — Não vai tomar café? — perguntei a fitando.

— Infelizmente não vai dar, hoje terei uma reunião com os funcionários da impressa e não posso me atrasar. — explicou. — Dormiu bem?

— Sim. — menti.

— Bom, eu vou indo, tem comida pronta na geladeira, se você ficar com fome é só esquentar no micro-ondas. — disse terminando de beber o suco.

Assenti.

— Até mais tarde, meu bem. — despediu-se beijando minha testa.

— Até... — sorri minimamente.

Suspirei após ouvir o barulho da porta fechando, terminei de comer e apoiei a cabeça na mão, encarava o ambiente ao redor com tamanho desânimo. Diversas vezes eu tinha esses devaneios repentinos e quando me dava conta acabava sussurrando palavras sem nexo. Essa semana terei consulta com uma terapeuta, Sharon a pagou para vir aqui em casa, ela disse que seria bom para mim.

Senti Mabel roçar nas minhas pernas fazendo-me soltar uma leve risada devido à sensação. Levantei da cadeira e agachei acariciando a cabeça da mascote.

— Ei Mabel, está com fome? — obtive apenas um miado como reposta. — É claro que está. — sorri me levantando do chão.

Tirei a mesa do café da manhã e arrumei tudo em seu devido lugar, em seguida coloquei a ração da gata na pequena tigela decorada e a deixei no canto da cozinha, em questão de segundos Mabel veio em passos leves em direção a sua tigela cheia.

Deixei a cozinha no mesmo momento em que subia as escadas a caminho de meu quarto, pensava repentinas vezes em algo para ocupar minha mente, chegando ao quarto sentei-me na cama fitando o porta-retrato na cômoda ao lado. A foto foi tirada quando eu ainda era criança, eu estava no colo da minha mãe e meu pai estava ao lado com o braço ao redor dela, sorríamos demonstrando toda felicidade que sentíamos. Minha atenção se voltou para um quanto qualquer do quarto, fitava o nada com tamanho tédio.

Essa sensação de solidão permanecia no ar deixando-me com um sentimento de vazio interno.

Estava vivendo a pura monotonia.


Notas Finais


Como eu disse, os primeiros capítulos seriam bem entediantes...
Eu queria agradecer a @afortunada por sempre estar comentando, muito obrigada Vick <3
Em breve irei escrever mais capítulos, porém estou sem motivação alguma, e isso me chateia bastante... Eu realmente queria saber a opinião de vocês, sobre a estória, o que estão achando, se dá pra melhorar e tals. Críticas construtivas serão de grande ajuda.
E só pra ressaltar: Comentários são sempre MUITO bem-vindos, nem que seja apenas um "continua".


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