História So Greedy - Capítulo 9


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Personagens Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Justin Bieber, Máfia, Romance
Visualizações 18
Palavras 1.129
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Mistério, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Cross-dresser, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


"Dor"

Faz quase um mês que eu não posto, mas consegui postar o nove.
Não tem previsão para quando eu terminar o capítulo 10.
Os motivos são: acadêmicos e eu não estou conseguindo escrever o 10 do jeito que eu gostaria que ele saísse.
Vai ser um capítulo um pouco mais pesado, mas talvez demore bastante.
Algum dia ele saí e então os 11, 12, 13 e outros talvez virão junto.
Peço desculpas pela demora deste.
Boa leitura. ♡

Capítulo 9 - Pain


Andei calmamente até os degraus, subindo um de cada vez com lentidão. Quando me vi, já estava com a mão aberta, pronta para apertar a campainha que se encontrava a centímetros de mim. Respirei fundo, ganhando coragem para tocar. Em um impulso um tanto quando desesperado, apertei-a, que despertou, fazendo o barulho que eu tanto conhecia. Era uma melodia que minha mãe adorava. Era como um piano tocando suas teclas mais afinadas. Era o som que minha mãe adorava tocar no piano branco que ficava na sala de estar, ao lado de uma janela que mostrava todo o lindo jardim que a mesma mandava o jardineiro cuidar todos os dias, para que não tivesse nenhuma folha fora do lugar.

Vi a cortina de renda se remexer, revelando o rosto franzido de Claire, era uma das governantas que minha mãe havia contratado em 2010, quando eu tinha meus plenos dezesseis anos. Eu estava mais rebelde do que minha mãe ainda aceitava, o que era normal para a idade que eu tinha.

Claire abriu a porta com cuidado, enquanto a seu rosto esbanjava curiosidade.

— Senhorita Aubrey? Por que tocaste a campainha? Perdeu tua chave de novo? —Ri fraco da quantidade de perguntas que ela havia feito.

—Perdi. —Eu disse, rindo pelo nariz.

Ela acompanhou meu riso, e então, abriu espaço para eu passar pela porta, dizendo para deixar as malas ao lado da escada, e que iria deixar tudo arrumado em meu quarto.

Subi as escadas com cuidado, e quando cheguei ao topo, senti um arrepio percorrer pelo meu corpo todo.

Me virei para esquerda do corredor, onde havia a suíte dos meus pais, e dois escritórios. Ao outro lado, o direito, tinha o meu quarto, o meu escritório e dois quartos de hospedes.

Fui andando com cautela, e ao chegar ao quarto da minha mãe, bati na porta com os olhos fechados, como se conseguisse sentir a dor chegando. Ouvi apenas um “entra”, frio e grosso. Já sabia de quem se tratava.

Abri a porta com cuidado, vendo a grande cama, apenas com meu pai em cima da mesma, e ao seu lado minha mãe sentada na poltrona de couro preto, de pernas cruzadas, lendo um livro, com seus óculos a ponta do nariz. Ela tinha um olhar rígido, o qual, com certeza, meu pai nunca mais veria.

—Claire... Eu já disse que... —Pausou a fala assim que me viu entrar pela porta. —Aubrey! —Exclamou em um grito baixo, já que meu pai dormia calmamente.

Ela veio em minha direção, andando mais rápido do que costumava, e me abraçou com força.

—Que saudade, filha. —Ela me apertou contra seu peito, respirando fundo.

Suspirei, sentindo todo aquele possível alivio que sentia na manhã daquele mesmo dia, sumindo.

Ela desencostou a cabeça de meu ombro, olhando para mim com felicidade. Agora era ela que estava sentindo alívio. Ela virou um pouco para trás, para dar uma rápida olhada ao meu pai. Voltou seu corpo para frente, e me olhou com tamanho amor que eu sempre via em seus olhos ao olhar para mim. Apontou com a cabeça para a porta, e eu entendi que ela queria conversar comigo em algum lugar da casa que não fosse o seu quarto. Então, saímos do quarto, indo até o meu escritório. Eu sentei na poltrona da mesa de trabalho, a qual era giratória, e ela no sofá bege que eu lembrava que havia comprado junto aos outros moveis daquele lugar.

—Como você está? — Perguntei a ela. Era uma pergunta de resposta obvia, mas eu iria ser educada.

—Acho que é a pior época que eu já vivi na minha vida. Presumo que seja a sua também. — Ela disse com um sorriso triste.

—É. É a pior da minha também. —Eu disse, e vi os olhos dela encharcarem.

Uma lágrima escorreu em seu rosto.

—Vai ser no sábado. —Ela disse, se deixando cair ao choro.

—Espalhou para todos os órgãos, não é? — Eu disse, contendo o meu choro.

—É obvio. Ele nem anda mais. Ele mal consegue comer, como não teria espalhado por todo o corpo se ele vai morrer daqui cinco dias? Como ainda tem duvida? —Ela chorava desesperadamente.

Fui até o sofá e a abracei fortemente. Eu liberei algumas lágrimas, mas nada como ela chorava.

Pensei em falar sobre a minha mudança à Los Angeles, mas, com certeza, aquele não era o momento certo. Na verdade, talvez nunca houvesse um momento certo.

Ela se soltou de meu abraço, dizendo que iria ver meu pai, e então, eu fui ao meu quarto.

Me sentei na cama, desbloqueando o meu celular, e vendo uma mensagem do Justin chegar no mesmo.

—Justin: Como está por aí?

—Péssimo. Nunca vi minha mãe desse jeito.

—Justin: Imagino. Boa sorte, Aub.

—Obrigada.

Eu estava cansada demais para aguentar tudo aquilo, tanto que dormi rapidamente, sem mesmo ver meu pai.

[...]

Acordei com a minha mãe gritando. Eu, assustada, saí do quarto andando com rapidez, encontrando uma imagem nada boa.

Era a nossa escada, ensanguentada. A quem pertencia o sangue?

Era o sangue do meu pai, o qual se encontrava caído na mesma.

Seus olhos estavam abertos, os quais escorriam o liquido vermelho. Ele era pálido.

Não havia brilho no olhar. Não havia olhar algum.

Morto. Era isso que ele estava.

Minha mãe estava por cima dele. Ela chorava.

Mas, tudo acabou quando eu acordei em um susto. Percebendo, que, na verdade, era tudo um pesadelo, e que mais tarde, viraria realidade.

E doeria, doeria para caralho.

Após aquilo, o meu sono não apareceu mais, meus olhos não se pregavam. Era como uma tortura que não acaba. E não acabaria pelos próximos dias.

A hora passava.

04h57min.

Ainda sem sono.

05h38min.

Como a minha mãe ficaria quando meu pai partisse?

05h59min.

Continuava sem sono.

06h19min.

Meu pai acordava todos os dias às seis e vinte.

Logo, ele acordaria naquele próximo minuto.

Ouvi barulhos na casa, era minha mãe. Eu reconheci pelo som grudento que suas pantufas demonstravam.

E lá estava. O primeiro dia dos mais torturantes.

Ela adentrou meu quarto, dizendo, que, hoje iriamos passear um pouco pela cidade para meu pai tomar um novo ar que não fosse o de casa ou o de hospital. Concordei vendo um pouco de felicidade faiscando.

Iriamos tomar café as seis e quarenta, e, na hora marcada, eu estava lá.

Eu me sentava à esquerda de minha mãe, e a minha direita, havia o meu pai.

Ele pouco se mexia, minha mãe o ajudava a comer. Ao seu lado, havia uma cadeira de rodas.

Ele não andava mais.

Foi angustiante. Era tudo silencioso, minha casa não era assim. Nunca foi.

Eu sentia uma energia pesada. Mas como já havia dito, eu era uma boa atriz. Minha mãe não percebera nada.


Notas Finais


Espero que tenham gostado.
Eu peço paciência com a demora.
Mas não adianta eu postar um capítulo pequeno e fraco só para ficar atualizado.
Eu espero do fundo do meu coração que vocês entendam.

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Nos vemos no próximo.


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