História Só uma garota inocente - Capítulo 2


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Categorias A Bruxa de Blair, A Garota da Capa Vermelha, A Hospedeira, Among the Sleep, Corpse Party, Fran Bow, Jeff The Killer, Lucius, Slender (Slender Man)
Personagens Jeff, Lucius, Mr. Midnight, Personagens Originais
Tags Pessoas Boas Nesse Mundo
Visualizações 23
Palavras 591
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Luta, Mistério, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Sobrenatural, Suspense, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Capítulo 2


Acordo com sons de passos vindo de baixo da árvore, aproximo da janela da casinha e vejo dois seguranças do orfanato com lanternas me procurando. Me agacho para não me verem e espero eles saírem de perto da casinha, quando eles se distanciam saiu da casinha e corro na direção oposta deles mas me bato com alguém na minha frente me fazendo cair no chão sujo de folhas verdes e secas.

- Está perdida criança ? - o homem pergunta andando em minha direção e eu recuando para trás.

Começo a ficar ofegante e quando me levanto para correr ele me agarra no braço bruscamente e me joga no chão ficando em cima de mim.

- Parece assustada criança - ele rindo de mim.

- Sai de cima de mim ! - falo me debatendo para ele me soltar.

- Você é muito barulhenta - diz antes de me dar um soco certeiro e me nocautear.

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Acordo dentro de um quarto estranho mal iluminado pela janela trancada e com barricadas, sento na cama onde estou e toco minha cabeça onde doía e vejo que está sangrando, ouço a porta se abrir e o mesmo homem que me nocauteou entra no quarto.

- Vejo que acordou criança - disse sorrindo.

Seu sorriso é tão grande e assustador que me paralisa de medo mas volto ao normal quando começo a ficar nervosa.

- Quem é você ? Por que estou aqui ? E o quer fazer comigo ? - falo em uma única vez me afastando dele.

- Não se preocupe criança, você está segura comigo.

- Como assim segura ? Você me acertou na cabeça e diz que estou segura com você ? - aumento o meu tom de voz.

- Olha como fala comigo criança ! - ele joga uma cadeira que estava perto dele na parede fazendo em pedaço de madeira.

Fico quieta e respiro fundo.

Ele saiu do quarto braço e ouço ele trancar a porta.

Começo a reparar mais no quarto e vejo que tem um guarda-roupa pequeno, uma penteadeira com uma escova de cabelo e um espelho rachado ao meio.

*Parece que ele é louco. Tenho que cair daqui, mas como ? A janela está barricada, a porta trancada. É melhor eu esperar para um momento perfeito.

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Ele entra com um prato de pão é uma garrafa de água mineral.

- Comida - ele olhando para mim.

Continuo a olhar pela janela com as cortinas abertas , ele sai sem dizer nada ou fazer algo com os móveis novamente, olho para o prato e só pego a garrafa, analiso a garrafa para ver se ele colocou algo e vejo um comprimido se dissolvendo na água.

- Filho da puta - digo colocando a água de volta no prato.

Ouço gritos e choros vindo através da porta do quarto e ele abre a porta jogando uma garotinha com aparência de oito anos.

- Fique aí ! - disse ele trancando a porta.

- Não por favor ! - ela disse batendo na porta com toda a sua força mas nada acontece.

- Ei ! - chamo a atenção dela.

Ele olha para mim chorando e vem em minha direção me abraçando. Toco sua cabeça fazendo cafuné para acalma-la.

- Calma… - consolo ela.

Depois de um tempo ela para de chorar e levanta a cabeça.

- Meu nome é Maria - disse sentando na cama.

- Prazer. Sabe quem é ele ? - pergunto.

- Acho que é Jason - disse.

- Jason… - penso.

- É Jason, foi o que eu disse. Será que vamos sair daqui ?

- Sim, eu vou tirar a gente daqui - ela me abraça sorrindo ao ouvir o que eu disse.



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