História Sobrenaturais - Mestiços - Capítulo 7


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Palavras 2.956
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Escolar, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Magia, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Desculpem qualquer erro.
Boa leitura.

Capítulo 7 - Hybrids


Fanfic / Fanfiction Sobrenaturais - Mestiços - Capítulo 7 - Hybrids

             Isabelly


"Eu..." Ele nem esperou que eu respondesse e colou sua boca na minha me beijando, seus lábios eram tão macios contra os meus, e seu beijo era tão bom quanto o que ele me deu naquele dia, sua mão apertando minha cintura causava uma descarga elétrica por todo meu corpo.

"Você não... Nós não deviamos ter feito isso." Falei ofegante quando quebramos o beijo em buscar de ar.

"Por que não ?" Quis saber com sua testa colada na minha.

"Porque... Porque... eu... porque... não deviamos." Me enrolei toda pra responder, ainda estava zonza por causa do beijo.

"É por causa dele não é ?" Questionou se afastando de mim. "É por causa do Gilinsky, é ele que você quer." Se virou de costas pra mim.

"Não é isso... Quer dizer é... Não é ... Droga!" Praguejei depois de me enrolar mais uma vez, passando às mãos pelos cabelos frustrada.

"É melhor eu sair daqui antes que você diga algo que eu não quero ouvir." Disse indo até a porta.

"Froy espera."  Chamei, mais ele saiu batendo a porta com força.

Dei um suspiro e saí para a sacada, recebendo um leve brisa fria no rosto. Olhando para um ponto ao longe vi um vulto desaparecer por entre às casas da vizinhança.

Fiquei pensando que talvez fosse aquilo que o Froy estivesse vendo aquela hora, será que era aquele lobisomem de novo ? Isso me causou arrepios e voltei pra dentro trancando a porta, como se isso fosse impedir aquele monstro de entrar aqui.

Peguei meu celular e vi que já era bem tarde, mais exatamente quatro horas, e eu estava morrendo de fome, então decidi descer e procurar algo para comer.

No andar de baixo procurei até achar a cozinha, quando encontrei fui recebida por um cheiro delicioso de bolo de chocolate.

"Olá menina." Uma mulher de cabelos brancos disse.

"Olá." Respondi indo até a geladeira.

"Procurando algo para comer ?" Perguntou.

"Sim, não comi nada hoje ainda, nem sei como estou em pé ainda."

"Que tal um pedaço desse bolo ? Fiz pra você, sua mãe disse que o seu favorito."

"Seria ótimo."

Ela me serviu um pedaço bem grande do bolo e um copo de suco, e ficamos conversando enquanto eu comia. Ela me disse que seu nome é Tereza, e que trabalha pra familia Gutierrez desde quando Petter nasceu, por isso eles a tratam como se fosse da família.

Quando terminei de comer sair para fora da casa e fui dar uma volta no jardim dos fundos, que aliás é muito bonito, andei um pouco por alí e depois voltei pra dentro.

O resto do dia não vi ninguém, além dos empregados, então fiquei no meu quarto, até anoitecer quando Valentina apareceu pra falar comigo.

"Posso entrar ?" Perguntou assim que abri a porta depois que ela bateu.

"Claro." Respondi dando passagem pra ela entrar.

"Então como você está ?" Quis saber sentando no assentos que tem nos pés da cama.

"Um pouco confusa ainda, mais estou bem." Respondi me sentando ao lado dela.

"Eu queria que seu pai estivesse aqui, ele teria sabido como falar isso pra você sem te assustar." 

"Ele sempre teve muito jeito com assuntos... complicados." Falei fitando meus pés. 

"Sim, ele tinha." Concordou comigo.

"O que ele era ?" Perguntei, virando o rosto pra olhar pra ela.

"O John era um apenas um humano." Respondeu sem olhar pra mim.

"Um humano ?" Indaguei sem entender.

"Sim, um humano. Ele era um dos poucos humanos que viviam aqui naquela época. Nós éramos muito amigos sabe." Disse com tristeza na voz. '

Então ele não era um sobrenatural. Mais que porque se arriscou mesmo assim só pra me proteger ?'  Me perguntei.

"Vocês nunca foram casados de verdade não é ?" Questionei.

"Não, na verdade quando fui embora daqui com vocês, eu estava noiva do Petter, nós íamos nos casar." Ouvir isso foi levar um tapa na cara, Valentina tinha deixado sua vida para trás só pra ajudar o John a cuidar de mim e me proteger.

"Acho que fui muito injusta com você durante esses últimos anos, peço desculpas por isso mãe." Aquela palavra saiu da minha boca com naturalidade, sem que eu pensasse. "Se é que eu posso te chamar assim ainda." Acrescentei.

"É claro que você pode querida." Afirmou me abraçando.

"Obrigada." Agradeci retribuindo o abraço.

"Não queria ter que dizer isso agora, mais amanhã você começa a estudar no colégio daqui." Informou.

"Tinha até me esquecido que preciso estudar." Comentei com um suspiro.

"Você vai gostar do colégio tenho certeza." Disse se levantando e indo em direção a porta. "O jantar vai ser servido daqui meia hora." Avisou antes de sair.

Antes de descer tomei banho, não esquecendo de trancar a porta dessa vez, e também usei o chuveiro mesmo. Quando terminei o banho voltei para o meu quarto, arrumei meu cabelo e desci para o jantar que foi bom, tirando o fato de que o Froy nem falou comigo.

Depois do jantar tentei falar com ele, mais o garoto realmente estava chateado comigo, e me ignorou completamente e isso me irritou muito.

"Tuuudo bem, não quer falar comigo não fala." Falei pra porta fechado do quarto dele, que fica em frente ao meu.

No meu quarto troquei às roupas que estava usando por um conjunto de moleton preto e fui dormir.


             ☆  ☆  ☆


No dia seguinte acordei bem cedo, estava um pouco ansiosa pra conhecer meu novo colégio. Aproveitei os minutos à mais que tinha e decidi relaxar um pouco naquela banheira de novo, por isso peguei minhas roupas e fui para o banheiro.

Fiquei mais ou menos uns vinte minutos lá, isso tirando o tempo pra enxer a banheiro, quando saí me enxuguei e me vesti alí mesmo. De volta ao meu quarto fiz uma maquiagem leve e dei um jeito nos cabelos fazendo uma trança baixa, estava quase pronta quando alguém bateu na porta, fui até ela e abri a mesma.

"Oi, bom dia." Falei mordendo o lábio inferior quando vi quem era.

"Bom dia. A Valentina pediu pra te entregar isso." Froy disse me entregando uma sacola.

"O que é isso ?" Perguntei olhando dentro.

"Acho que você vai ter que trocar de roupa, esse aí é o uniforme da escola." Respondeu pondo às mãos no bolso do jeans que estava usando.

"Não acredito." Reclamei, nunca gostei dessa coisa de uniforme, na minha antiga escola não tinha, você ia com a roupa que queria.

"É melhor você ir trocar logo se não vamos chegar atrasados." Froy me avisou.

"Aonde está a Valentina ?" Perguntei.

"Ela e meu irmão tiveram que sair bem cedo, não sei pra onde foram." Respondeu.

"Certo, obrigada." Agradeci e voltei pra dentro e fui trocar às roupas que estava usando pelo tal uniforme.

Abri a sacola e a primeira coisa que tirei foi uma saia xadrez preta e branca, depois uma camisa branca de algodão com um estrela cadente bordada junto com uma lua cheia  e um pentagrama do lado esquerdo do peito e por ultimo um casaquinho preto que também tem o mesmo bordado do lado esquerdo, com um suspiro vesti aquilo, tive que por um shortinho por baixo da saia porque estava um pouquinho curta, calcei uma bota de cano médio, dei uma última olhada no espelho dando mais um suspiro e fazendo uma careta pro meu reflexo e saí do quarto com minha mochila pendurada no ombro.

"O que foi ?" Perguntei para o garoto que ficou me encarando  enquanto eu descia a escada. "Sei que ficou ridículo."

"Muitas meninas matariam pra ficar ridícula como você." Disse sorrindo.

"Haha, muito engraçado Gutierrez." Falei e fui em direção à cozinha.

"Aonde você vai ?"

"Vou pegar algo pra comer, estou com fome."

"Não dá tempo estamos atrasados." Me informou. "Vem você come no colégio." Acrescentou abrindo a porta e me esperando passar.

"Só pra você saber eu fico muito mal humorada quando estou com fome." Falei passando por ele e saindo pra fora, pra um dia nublado e frio.

"Espera aqui vou pegar o carro."

"Pensei que fossemos andando." 

"Se você conseguir andar dez quilômetros pra fora da cidade em cima desses saltos aí, nós podemos tentar, eu consigo fácil fácil." Froy disse e sumiu pela lateral da casa, voltando alguns segundos depois dirigindo um carro preto esportivo, e parou na minha frente.

"Você tem permissão pra dirigir isso ?" Perguntei entrando no lado do passageiro.

"Claro que tenho." Respondeu fazendo uma careta e arrancando com o carro.

"Quantos anos você tem Froy ?" 

"Dezenove." Respondeu sem tirar os olhos da estrada.

"Dezenove, dezenove ou... cento e dezenove, talvez duzentos e dezenove ?" Questionei vendo ele tentar segurar o riso, mais falhando.

"Só dezenove Isabelly." Respondeu fazendo sinal negativo com a cabeça. 

"O que foi que eu disse de errado agora ?" Questionei morrendo de vergonha.

"Nada, é só que você fez uma cara  tão engraçada." Respondeu me olhando de lado, me fazendo sentir mais vergonha ainda.

"Se você tem dezenove, por que ainda estuda ?" Perguntei mudando de assunto.

"É por causa do que eu sou." Respondeu sem dar mais explicações.

"Não entendi, vampiros precisam ficar mais tempo na escola ?" Questionei tentando entender.

"Não Isa, como vou te explicar isso ?" Perguntou pra si mesmo. "Olha existem os vampiros, os lobisomens e os feiticeiros..."

"Feiticeiros ?" Indaguei, ninguém tinha me dito nada sobre feiticeiros. 

"Sim, tem feiticeiros também, e eu sou um mestiço, um híbrido." Parou de falar e olhou pra mim pra ver se eu estava entendendo e então continuou. "Eu sou metade vampiro e metade feiticeiro." Quando disse isso fez um gesto com uma das mãos e aquela luz vermelha que vi aparecer nas mãos dele no dia anterior apareceu, me fazendo dar um pulo, mais logo fiquei hipnotizada com aquilo.

"Eu vi você e o Jack fazendo isso ontem. Ele também é um híbrido como você ?" Perguntei desviando o olhar de sua mão  pra  ele, aquela luz tinha sumido.

"Sim, ele é metade lobisomem e metade feiticeiro." Respondeu com desdém.

"Tem outros como vocês ?"

"Não, Gilinsky e eu somos os únicos mestiços que se tem notícia em mais ou menos mil anos." Respondeu sério e pensativo.

"Acho que vou levar um tempo pra conseguir entender tudo isso." Falei imaginando o que mais teria pra mim saber com relação a esse mundo.

"Não se preocupe, eu vou te ajudar." O loiro disse pegando minha mão.

"O você acha que eu sou Froy ?" Perguntei fitando nossas mãos juntas.

"Sinceramente eu não faço idéia, você tem essa coisa estranha que deixa sua aura embaçada, pra quem não sabe que você é uma sobrenatural, você é apenas uma humana, mais pra quem sabe o que você é... fica difícil dizer a qual espécie você pertence, entende ?" Tentou explicar. "Mais eu realmente espero que você seja uma vampira." Acrescentou com um sorriso carinhoso, sorri de volta e não falei nada.

Encostei a cabeça na janela do carro e fiquei observando o caminhos por onde passávamos, já tínhamos saído da cidade, e pegado uma estrada de terra, que estava molhada por causa da chuva que tinha começado a cair.

Milhares de coisas se passavam pela minha cabeça, mais uma única estava me encomendando, o fato de não saber o que eu sou.

"Tudo bem ?" Froy perguntou levando minha atenção de volta pra ele.

"Sim. Você ainda não me disse por que ainda tem que continuar na escola."

"Como eu disse, é por causa do que eu sou, eles acham que precisamos continuar estudando por sermos diferentes..." percebi que ele se referia ao Jack também enquanto falava "...não se sabe quase nada sobre nossa espécie, dizem que isso só aconteceu uma ou duas vezes na história, então não tem quase nenhum registro sobre isso,precisamos pesquisar em livros antigos pra entender como nossos poderes funcionam, é bem complicado sabe." Respondeu passando uma mão pelos fios dourados.

"Espero que eu não seja como vocês, se já está difícil entender um sobrenatural normal, imagina um tão... diferente assim." Fiz uma careta.

"Estamos chegando." Avisou apontando pra uma construção enorme que mais parecia um palácio antigo, cercado por muros altíssimos e rodeada por uma mata com árvores super grandes.

"Uau!" Foi tudo que consegui dizer quando passamos pelos portões entrando dentro do terreno do colégio.

"Não vai me dizer que você gostou?"

"Eu sou fascinada em coisas antigas." Falei admirando aquela arquitetura antiga.

"Se eu soubesse tinha dito que tenho duzento e dezenove anos." Brincou me fazendo rir alto disso.

"Você é inacreditável Froy." Falei antes de descer do carro e me ver em meio à vários adolescentes andando pra lá e pra cá no estacionamento. Passei o olhar ao redor, até eles pararem em dois garotos parados a poucos metros de eu estava. Fiz um movimento pra ir até onde o Jack estava com um garoto loiro, mais uma mão no meu braço me impediu de ir até lá. 

"Aonde você vai ?" Froy perguntou mais sério agora.

"Falar com o Jack." Respondi.

"Você não vai não." Disse depois de dar um longo suspiro.

"Como é que é ?" Perguntei fingindo que não tinha entendido direito.

"Você não vai, porque o Róger e a Amélia querem falar com você antes de você ir pra aula." Respondeu tentando disfarçar a tensão na voz.

"Eu só vou dar um oi pra ele." Falei puxando meu braço e fui até onde o moreno estava observando aquela cena, e ele ficou parado alí, me olhando ir.

"Oi." Falei dando um sorriso fechado.

"Oi Isa, como você está ?" Jack perguntou dando um beijo no meu rosto.

"Bem eu acho." Respondi.

"Finalmente vou conhecer a famosa Isabelly." O garoto loiro de olhos verdes que estava com ele disse, recebendo uma cotovelado do moreno.

"Cala essa boca Johnson." Jack disse sem graça.

"Eu sou famosa ?" Questionei olhando pra ele, mais quem respondeu foi o amigo dele.

"Com certeza, esse cara aqui não para de falar em você, em como a Isabelly é linda, doce, meiga, ela parece um anjo." Disse fazendo umas caras engraçadas, me fazendo rir dele.

"Johnson acho que estão te chamando vai lá ver o que é vai." Jack tentou se livrar do amigo.

"Sério ? Não ouvi nada." O outro disse fazendo uma careta tentando ouvir algo.

"Só cai fora daqui Johnson." Jack foi mais direto revirando os olhos.

"Ah! Entendi você quer ficar sozinho com ela, no meio desse monte de gente. A gente se vê depois Isabelly, já você eu não sei G, pelo o olhar que o Gutierrez tá lançando pra você acho que não vou te encontrar com vida outra vez." Johnson disse sem sair do lugar.

"Ele não queria que você vier aqui." Jack afirmou olhando para o garoto que estava vindo em nossa direção.

"É que eu tenho que falar com o Róger e a Amélia antes da aula." Expliquei.

"Vamos Isa, o sinal já vai tocar e eu tenho que te deixar na sala deles." Froy disse passando um braço por cima dos meus ombros de forma possessiva e ignorando completamente o outro, que ficou olhando fixamente para o braço dele.

"Claro." Falei tirando o braço do loiro de cima de mim. "A gente se vê depois Jack." Fiquei na ponta dos pés pra dar um beijo no rosto dele, mais o garoto virou o rosto bem na hora e o que seria um beijo na bochecha, virou um celinho, que foi o suficiente pra fazer com que o Froy investisse contra ele, me derrubando no chão quando se jogou em cima do Jack.

"De novo não." Johnson disse me ajudando a levantar. "Você está bem ? Não quebrou nada não né ?" Quis saber.

"Eu tô bem sim." Respondi assustada vendo Froy e o Jack brigando. "Eles vão se matar Johnson, faz alguma coisa." Pedi entrando em pânico. 

"Eu não sou nem doido de me meter na briga desses dois, eles podem fazer picadinho de mim." Disse levantando as mãos em sinal de rendição.

"Eu te disse pra ficar longe dela Gilinsky." Froy disse antes de voltar à atacar o Jack de novo. Eles eram muito rápidos, eu quase não conseguia ver os movimentos que eles estavam fazendo. 

"Pena que quem decidi se quer ou não que eu fique longe é ela, e não você Gutierrez." Jack rebateu com um tom duplo na voz, ele estava no meio do processo da transformação pra lobisomem, ao nosso redor já estava se juntando vários alunos, alguns apenas olhando, outros incentivando a briga.

"Se você não vai fazer nada eu vou." Falei para o Johnson e quando vi que os dois estavam em uma distância razoável um do outro, joguei minha mochila no chão e corri me colocando entre eles.

"Volta aqui garota , ta maluca ?" Johnson gritou comigo, mais nem liguei.

"PAREM." Gritei com o coração acelerado pensando que merda eu pensava  que estava fazendo pra me colocar bem no meio da briga de dois mestiços raivosos.

"Eu não quero te machucar Isa, saí daí." Froy rosnou mostrando as presas, seus olhos estavam negros, sem nenhum resquício do lindo azul deles.

"Não, se vocês querem brigar vão ter que passar por cima de mim." Falei com firmeza, desafiando eles a continuarem.

"Isabelly, por favor saí." Jack pediu em um tom mais suave, me encarando com os olhos brilhando em amarelo, e sua mãos já eram garras com unhas grandes e afiadas, provavelmente foram elas que fizeram dois cortes no rosto do Froy. 

"Eu não vou sair daqui." Afirmei me negando a sair, e percebendo os olhares dos outros a nossa volta, com certeza querendo saber quem era aquela maluco que estava se metendo na briga daqueles dois.

"Tudo bem, eu passo por cima então." Froy disse dando um impulso, eu sabia o que ele ia fazer, por isso não sei como, fui mais rápida que ele e coloquei meu corpo na frente do Jack e recebi todo o impacto do golpe que ele deu, sei que foi burrice minha, mais o que eu podia fazer ? Deixar que eles continuassem brigando por minha causa ? Não né. 

Só sei que senti uma dor dilacerante no peito,todo o ar do meu pulmão sair de uma vez e meu corpo voar pra trás junto com o corpo do Jack, que passou os braços ao meu redor, amenizando a força da minha queda à mais ou menos quatro metros de onde estávamos.

"Isabelly." Ouvir Froy gritar.




              



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