História Somnolence - Capítulo 2


Escrita por: ~ e ~LadyVermilion

Postado
Categorias Fairy Tail
Personagens Cana Alberona, Erza Scarlet, Gray Fullbuster, Jellal Fernandes, Juvia Lockser, Layla Heartfilia, Levy McGarden, Lucy Heartfilia, Lyon Vastia, Mavis Vermilion, Michelle Lobster, Natsu Dragneel, Sting Eucliffe, Zeref
Tags Depressão, Drama, Fairy Tail, Hentai, Lie - Luka Megurine, Lucy, Lucy Andrade, Morte, Nalu, Natsu, Romance, Short Fic, Somnolence, Song-fic, Tragedia
Visualizações 40
Palavras 3.018
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


GENTEEEEEEEEEE, VOCÊS VIRAM QUE A LARISSA ENTROU PARA A FAMÍLIA SS AGORA? AAAAAAAAA, EU FIQUEI TÃO FELIZ *COF COF*

Como vão vocês? Ansiosos para a continuação dessa história que nem eu estou entendendo? .-.

Então, turminha do barulho, a Lari criou uma conta aqui no site e, caso vocês queiram conversar ou acompanhar ela, é só pesquisar pela conta @LadyVermilion. Tenho certeza de que darão altas risadas! XD
Maaaaaas, eu só vou deixar ela dar as caras nas notas finais :D

Então, voltando mesmo ao que interessa, nós conversamos para decidir sobre quantos capítulos a fic vai ter. Eu estava pensando (como disse à vocês) em dois ou três, mas ai fiquei meio que indecisa sobre a fanfic terminar e deixar vocês cheios de dúvidas e outras coisas, como raiva de mim (PAREI PAREI PAREI). Por isso, decidimos que Somnolence terá quatro capítulos! Ou cinco, dependendo do meu bom humor, hahaha XD É que senão ia ficar complicado para vocês entenderem definitivamente qual é o verdadeiro problema da Lucy, o porquê do Sting ter agido como um bosta deve agir (?), as parada com o Natsu Gostoso e com a Michelle, entre outros fatores.

AAAAAAH, DEUSU DU CÉU EU ME BUGUEI COM ESSE CAPÍTULO! E espero conseguir bugar vocês também. Todas essas dúvidas serão solucionadas, mas não nesse capítulo e sim no(s) próximo(s). Então, caso haja necessidade extrema de saber de alguma coisa, podem perguntar ai nos comentários, só não se esqueçam de que nós duas não daremos spoilers XD

Enfim, não vou enrolar. A gente se vê lá nas notas finais? Então beleza! :3

Boa leitura! <3

Capítulo 2 - Parte II - Stronger


Fanfic / Fanfiction Somnolence - Capítulo 2 - Parte II - Stronger

Stronger - Parte II
Por Lucy Andrade

 

“A menina louca e solitária, desajeitada e mal vestida, exagerada e dramática. Aquela que observava o nada, que aprecia simplicidade. Que é simples, mas de boa qualidade.”
Cleisla Rodrigues

 

Acordei no dia seguinte com a cabeça latejando mais do que ontem. Até parecia que eu tinha sido atropelada por um caminhão enquanto dormia. Eu estava na minha cama, e a mesma se encontrava arrumada, o que significava que eu não tinha ido parar lá a muito tempo. Bocejei, me sentindo como se tivesse carregado um elefante durante o dia inteiro. Resmunguei, calçando meus chinelos e me arrastando em direção ao banheiro, batendo a porta com força e abrindo a gaveta da pia, pronta para tomar mais uns dois comprimidos de remédio. Ao erguer a cabeça, dei de cara com o meu rosto refletido no espelho, notando um brilho que até então eu não possuía nos olhos. Meus lábios estavam inchados, a cara toda marcada de manchas desconhecidas e o cabelo pior que uma vassoura de vó. No mesmo instante, lembranças da tarde passada invadiram a minha mente.

Ele tinha mesmo vindo aqui em casa.

Bati em meu rosto duas ou três vezes, jogando aquela porcaria de anti-depressivo no lixo e prendendo o meu cabelo em um coque firme. Dei dois pulos de alegria, apanhando meu roupão e saindo do quarto às pressas, gritando e acordando a todos por onde eu passava.

Desci as escadas enquanto deslizava minha mão pelo corrimão, tomando cuidado para não cair e calculando meticulosamente cada passo que eu dava. Por mais que ele não estivesse aqui, eu sabia que ele tinha vindo, e por isso mamãe também precisava saber. Fui em direção a cozinha, berrando e nem sequer notando que tínhamos visita.

— Mãe!

Layla se virou rapidamente em minha direção, quase derrubando a xícara de chá que segurava nas mãos. Junto dela estava Mavis, que sorriu ao me ver tão animada.

— Oh, bom dia, Dra. Mavis — desejei, não me chamem de mal educada.

A loira sorriu ao me ver alegre, balançando a cabeça em sinal de quem me cumprimentava de volta. Mamãe franziu o cenho e eu, no lugar dela, faria a mesma coisa, afinal não era todo dia que eu costumava acordar desse jeito, feliz.

— Meu Deus, Lucy, o que aconteceu enquanto você dormia? — as duas me perguntaram.

Abri um sorriso que há um bom tempo eu não conseguia colocar para fora. Puxei uma cadeira e me sentei, calada e observando mamãe colocar alguns alimentos sobre a mesa. Mavis se aproximou, ajeitando os cabelos dourados e se sentando ao meu lado. Apanhei a garrafa de leite, vendo que as duas aguardavam ansiosamente pela minha resposta. Suspirei, tomando coragem e desabafando:

— Ele está vivo! — gritei. — Mãe... Dra. Mavis... eu não estou ficando maluca, eu juro que... ele venho aqui ontem. Era ele, de carne osso! Eu conseguia vê-lo, eu conseguia... tocá-lo... — mirei minha visão em direção ao meu colo. Com certeza elas deviam estar pensando que eu tinha enlouquecido de vez.

A Vermilion olhou confusa para mim igual a Layla, trocando olhares curiosos. Olhei para a porta de soslaio, lembrando de cada toque que Natsu havia me dado no dia anterior. A Heartfilia mais velha se levantou, aproximando-se um pouco mais de mim.

— Ele quem, Lucy?

— O Natsu, mãe! — gritei, batendo as mãos contra a mesa, me sentindo um tanto ofendida. — Ele está vivo!

Mavis, que antes bebericava um gole de café, agora mais parecia um ser humano sendo enforcado de tanto que engasgava. Mamãe cambaleou, se apoiando em uma das cadeiras e fixando seu olhar em um único ponto. Provavelmente ela havia ficado zonza, e aquela era a única maneira de recuperar o seu foco de volta. Num piscar de olhos, senti suas mãos macias envolverem meu rosto enquanto ela me fitava no fundo dos olhos.

— Lucy, não me faça passar mais vergonha do que você já fez ontem quanto eu cheguei em casa com a Mavis e peguei você no seu quarto dormindo sem roupas — entortou a boca, falando de canto e um pouco mais baixo.

Franzi a testa. — Como assim “no meu quarto”? Mãe, eu dormi na sala ontem e todos nós sabemos que eu não sou sonambula.

Novamente, as duas se encararam, fazendo uma expressão um tanto quanto debochada. Me senti uma verdadeira idiota, era como se eu realmente tivesse falado alguma doideira ou pirado de vez. Me sentindo desconfortável, levantei-me rapidamente, empurrando a cadeira com toda a força que possuía no momento e pisando duro em direção para a porta que dava na sala. Antes de me retirar do cômodo, olhei de canto para trás, cerrando os punhos.

— Vocês podem não acreditar no que estou lhes dizendo, mas o Natsu apareceu aqui ontem, e eu sei muito bem disso.

Dito isso, me retirei sem nem sequer esperar por uma resposta. Sequei algumas lágrimas teimosas que insistiam em escorrer por minhas bochechas, e assim comecei a subir as escadas, ouvindo mamãe murmurar coisas como “acho que precisaremos aumentar a dose ou senão procurar um psiquiatra”. Ao entrar em meu quarto, caminhei em direção ao meu computador, vendo que Erza havia me feito um convite para irmos tomar um sorvete com o pessoal hoje a tarde. Aceitei, caminhando em direção ao banheiro e me despindo, ligando o duche e entrando debaixo da água morna. Fechei os olhos, encostando minha testa no vidro do box embaçado e gelado e suspirando, sentindo uma queimação nas minhas costas. Após alguns minutos parada na mesma posição chorando sem parar, lavei e enxaguei meus cabelos, saindo enrolada em duas toalhas: uma na cabeça e outra no corpo. Coloquei uma calça moletom branca que ia até o meio de minhas canelas, uma blusa preta curta que deixava meu umbigo à mostra e que tinha alças finas e mangas curtas e o meu allstar branco. Amarrei o cabelo em um rabo de cavalo alto, apanhando minha bolsinha e correndo em direção a porta da sala.

— Onde você pensa que vai, Lucy?

Virei-me para trás, dando de cara com Layla. Rapidamente, voltei a olhar para frente, posicionando uma de minhas mãos sobre a maçaneta e apertando os dentes. Antes de sair, olhei de canto para trás, fazendo uma expressão um tanto quanto desanimada.

— Conversar com pessoas que entendem a minha situação melhor do que você.

Dito isso, abri a porta, liberando a passagem e correndo pelo enorme jardim. Abri o portão da frente com certa dificuldade, já que minhas mãos estavam trêmulas. Eu já não conseguia mais identificar o que eu estava sentindo. Não sabia se estava com raiva, feliz, triste, pensativa... a única certeza que eu tinha de mim mesma era a de confusão. Estava completamente perdida, louca atrás de respostas, cujo as mesmas não foram me dadas ontem a noite pela única pessoa que sabia realmente do que havia acontecido com Michelle. Será que eu o veria outra vez? Será que eu veria o Natsu outra vez?

Pensei, correndo pelas ruas movimentadas de Magnólia. Erza me disse para ir até a sorveteria onde o Gray e o Lyon faziam bicos, o que não era o caso hoje. Apanhei o tablet — já que eu tinha arrebentado o coitado do celular na parede — enquanto começava a remexer em minha galeria de fotos, dando um sorriso bobo e deixando uma lágrima grossa escorrer a cada imagem em que o rosto de Michelle e de Natsu apareciam nas mesmas. Ergui a cabeça, vendo Levy acenar de longe para que eu pudesse vê-los. Imediatamente, corri para atravessar a rua, quase sendo atropelada por um carro. Xinguei o filho da puta que estava dirigindo, voltando minhas atenções em direção ao local.

— Quanta lerdeza, Lucy. Eu te mandei a mensagem ontem a noite e você só me respondeu hoje cedo — Erza começou a resmungar, fazendo drama. — Fiquei tão ofendida com a sua falta de consideração que pensei que meu coração fosse desmoronar — continuou com seu teatro, colocando uma das mãos sobre a testa e a outra sobre o peito.

Todos começaram a rir, mas não de mim, e sim da ruiva. A Scarlet era boa em tudo, menos em fazer atuações (principalmente quando se trata de drama).

— Dá um tempo, Erza — puxei uma das cadeiras, me sentando ao lado de Levy. — Eu estava ocupada fazendo outras coisas.

Gray me encarou, arqueando uma das sobrancelhas. — Tipo?

Abri a boca uma ou duas vezes, mas não disse nada. Eu realmente estava indecisa sobre se devia contar aquilo para eles ou não, afinal nem eu sabia mais o que é que estava acontecendo comigo. Juvia percebeu que eu não estava normal, ou melhor, que algo estava me incomodando, afinal eu nunca fui normal.

— Ah, claro, já sei o que foi — Jellal, que estava sentado ao lado de Erza, deu um pulo e falou. — Você e o Sting ficaram fazendo gracinhas durante a noite, não?

Gargalhei, engasgando com minha própria saliva enquanto me xingava por dentro.

— Por que vocês acham que eu estou sem celular?

Gajeel coçou o queixo. — Sei lá, talvez por quê você quebrou ele? — sugeriu enquanto Levy batia na própria testa, sussurrando um “eu mereço”.

Bufei, roubando o suco de Erza e bebericando um gole, já que o meu ainda não havia chegado. Eu tinha certeza de que ela me xingaria por fazer aquilo, mas eu estava pouco me fodendo. Encarei sua expressão confusa, rindo enquanto permanecia com o canudo na boca, sugando o líquido. Após isso, me afastei, me jogando contra a cadeira e colocando as mãos sobre a cabeça, me sentindo meio bêbada. Será que aquilo era cachaça?

— Deixa de ser idiota, o Sting me ligou ontem de noite e terminou comigo — falei, respirando fundo enquanto todos me encaravam. — O que foi? Ele terminou comigo, pelo celular mesmo. Não foi à toa que eu taquei aquela porra na parede.

A Scarlet bateu os dedos consecutivamente sobre a mesa enquanto Jellal se abaixava do meu lado, apanhando minha bolsa e enfiando a mão lá dentro enquanto apanhava um aparelho. O mesmo vibrava e na tela estava mostrando que mamãe me ligava desesperadamente. Arregalei os olhos enquanto o Fernandes depositava o aparelho sobre a mesa, cruzando os braços e me encarando com desdém.

— Desde que você chegou ele está ai, vibrando sem parar — Cana se pronunciou pela primeira vez.

— Achei que você já tivesse percebido — Lyon bufou, escorregando sobre a cadeira. — Lerda.

Vou arrebentar a sua cara!

— Lucy, o que você andou bebendo além dos remédios? — a ruiva cruzou os braços.

Levantei-me, assustada e deixando que o mesmo caísse, porém Levy o salvou de uma queda que o quebraria, só que de verdade.

— N-Não pode ser! — gaguejei. — Galera, na boa. Eu até posso ser meio louca da cabeça, mas eu juro que ele me ligou e terminou comigo!

Gray bufou. — Tá, tá... ele pode até ter terminado com você. É só ver no histórico de chamadas se teve alguma ligação dele ontem de tarde.

Meus olhos se abriram e eu rapidamente apanhei o mesmo. Haviam dez chamadas perdidas de mamãe, uma da Erza — que provavelmente foi de hoje cedo, quando eu estava discutindo com mamãe na cozinha — e cinco do... Sting? Não, eu realmente devia estar ficando paranoica. Abri o histórico, vendo que só haviam chamadas de minha família e de meus amigos, nada do Eucliffe. Minhas mãos tremeram, assim como lágrimas começaram a cair de meu rosto.

— E então? — o Fullbuster me encarou torto.

Abaixei os braços, fixando o horizonte. — Nada.

— Então por quais razões está chorando? — Gajeel cruzou os braços. — Ele não terminou com você, tu deve ter sonhad... — fiz um sinal com a mão para que ele parasse de falar.

— Erza, pode vir no banheiro comigo?

A ruiva me encarou torto, franzino o cenho. Juntei as mãos, pedindo uma coisa que eu quase nunca pedia para ninguém: por favor. Depois de insistir, ela finalmente resolveu me acompanhar, pedindo para que todos esperassem um pouco. Fomos até o lado de dentro, deixando a galera confusa e com cara de tacho.

Entramos, nos certificando de que não havia ninguém. Erza trancou a porta, se sentando sobre a pia e me encarando.

— O que houve?

Não disse nada, apenas me aproximei do espelho embaçado, ficando de lado para ela. Retirei minha blusa e, logo em seguida, meu soutien, deixando todo o meu tronco à mostra. A Scarlet corou, como se ela nunca tivesse me visto sem roupas. Ia se pronunciar, porém fiz um sinal para que se calasse. Comecei a procurar sinais da tarde passada por toda a parte da frente de meu meu corpo, seios e pescoço, porém não encontrei nada. Minhas lágrimas se engrossaram e eu desabei, me apoiando sobre a pia.

Tudo não havia passado de um sonho.

— Lucy, você está me deixando assustada! — Erza se abaixou. — O que foi que acontece...

Aconteceu que eu fui enganada por uma fantasia minha! — a interrompi, gritando.

— Me explica essa história direito.

Sequei algumas lágrimas, tentando engolir o choro e falar sem soluçar. Coloquei minhas roupas, não fazendo a miníma questão de ajeitá-las.

— Eu tinha acabado de chegar da consulta com a Mavis. Mamãe havia saído e eu tinha ficado sozinha em casa quando o Sting me ligou e terminou comigo — solucei. — A diferença é que, depois de tudo isso, alguém bateu na porta de casa. Eu me lembro de tudo, Erza, era como se tivesse sido agora, foi muito real — continuei. — O cheiro dele, os toques dele, o sorriso e as palavras dele não passaram de uma mentira. Foi tudo um sonho!

Até então, a ruiva não me compreendia, mas quando eu pronunciei a palavra “sorriso” ela arregalou os olhos de imediato, se levantando e me puxando também. Logo em seguida, segurou meus ombros com firmeza, me encarando no fundo dos olhos como se já soubesse de tudo.

— Não vai me dizer que era o...

— O Natsu? Sim, era ele.

Não foi preciso dizer mais nada. Erza parecia tão abatida quanto eu, porém eu conseguia ver a raiva e o sarcasmo no fundo de suas orbes escuras. Ela me ajudou a me acalmar, já que eu estava parecendo um caco de novo. Alguns minutos se passaram e, quando eu finalmente consegui parar de chorar, saímos do banheiro. Minha cara estava inchada, e meu peito doía muito, demais. Aquela era a pior dor de todas. A dor de um sonho que devia ter sido real, de uma fantasia que a minha própria mente tinha criado. Minha cabeça estava completamente zoada, pois eu ainda tinha certas dúvidas: por que eu estava dormindo sem roupas e, ainda por cima, no meu quarto? Por que a cama não estava bagunçada? E por que o cheiro dele estava impregnado nas minhas narinas e no meu corpo?

Eu só queria respostas, e tinha certeza de que precisaria ser mais forte para o que der e vier.

Ao chegarmos na mesa novamente, todos nos olhavam — inclusive as outras pessoas presentes na sorveteria —, ansiando por uma resposta. De presente, ganhei o suco de Erza enquanto ela explicava a história para os outros. Era engraçado ver o quanto eu era iludida, mas graças a Deus eles levaram à sério. Levy me olhava com pena, me perguntando mais sobre os detalhes, só que eu não conseguia respondê-la. O tempo passou, e a ruiva se ofereceu para me levar de volta para casa junto com Levy. Acabei aceitando, um pouco mais tranquilizada. Fomos conversando no meio do caminho, e eu pude concluir que teria que ter uma séria conversa com a Mavis depois de hoje.

Chegamos em casa e eu as convidei para entrar. Ao pisar dentro de mesma, levei um puta de um susto, pois mamãe me esperava em cima do sofá com uma das mãos na cintura enquanto a outra estava segurando o interfone. A diferença é que ele estava quebrado. Na hora, idéias se formularam na minha cabeça e na cabeça das garotas.

— Lucy, eu acho que você estava falando sério — Levy disse enquanto uma gota de suor escorria por sua testa. — A diferença é que não foi o celular que você quebrou, mas sim o interfone da sua casa.

Engoli seco.

— Já entendi tudo — mamãe suspirou, soprando sua franja. — Vou descontar da sua mesada.

Afinal, que porra estava acontecendo ali? Até agora de pouco eu tinha terminado o meu namoro de merda, depois vi que tudo não tinha passado de um sonho e, agora, eu chego na minha casa e encontro o telefone fixo quebrado! O destino está pensando que eu sou o quê? Palhaça?

Dei de ombros, puxando as duas para as escadarias até chegarmos no andar de cima. Entramos no meu quarto e Erza começou com seu interrogatório, querendo saber o que é que estava havendo. Eu também queria, e tive a certeza de três coisas: tenho que aumentar a dose de meus remédios, tenho que conversar seriamente com Mavis e, principalmente, com o Sting e que precisava procurar um psiquiatra urgentemente.

Falei para minhas amigas esperarem um pouco enquanto eu me dirigia até o banheiro. Retirei minhas roupas, tomando um banho rápido e sentindo minhas costas queimarem igual a hoje cedo. Ignorei aquela dor chata, me enrolando em uma toalha e me retirando do mesmo.

Levy e Erza me olharam com desdém enquanto eu caminhava em direção ao guarda-roupa, apanhando algumas peças de roupas. Franzi o cenho, arregalando os olhos e mostrando o dedo do meio para Erza quando percebi que a Scarlet encarava-me com malícia enquanto mordia o lábio inferior.

— Vai tomar no seu cu! — gritei, lhe tacando uma pelúcia na cara. — Eu vou me trocar no banheiro, não precisam me encarar dessa maneira!

A ruiva riu. — Lucy, tira a toalha.

— Como é que é?! 

— Só tira a toalha!

Engoli seco, fechando os olhos e deixando com que a mesma deslizasse por meu corpo. Meu rosto queimou de vergonha e eu pude escutar Levy murmurar um “meu Deus”, indignada. Logo em seguida, Erza pegou meu celular, abrindo a câmera e tirando uma foto de minhas costas. Estranhei, porém tudo ficou ainda mais escroto quando ela me mostrou a fotografia.

— Talvez você não tenha ficado doida. Por um acaso essas marcas são chupões?

Congelei. Aquilo não podia estar acontecendo.

Continua...


Notas Finais


❥ @LadyFullbuster (Lucy):
“Eu só preciso de respostas...”.
Parabéns, se você entendeu a referência, você é um mito :v
GENTE, TÁ VIVO OU TÁ MORTO??? AAAAAAAAAAAA EU NÃO SEI DE MAIS NADA!
Quando eu disse que a história era muito louca vocês pensaram que era brincadeira, nenon? Pois bem, repito: essa fanfic é muito, mas muito maluca! Mais maluca do que a Melanie ;u; (eu amo ela genttttt <3)
Bom, eu não tenho muito o que dizer aqui, pois como eu estou muuuito empolgada vou acabar deixando escapar alguma coisa XD
Nos vemos nos próximos capítulos? Eu espero que sim :D
Kissus da tia loka aqui <3

❥ @LadyVermilion (Larissa):
Oeee, gente maravilhosa! Como vão? Olha, a Lucy (maah prima) é uma vaca e eu acho que vou matar ela, então não estranhem qualquer demora dela para atualizar fanfics hehehe
Quem ai atrás da tela também acha a Luka divosa??? Gente, eu amo ela, amo o cabelo dela, amo as músicas dela e amo Lie! Foi um milagre a ideia ter se encaixado dentro da melodia rsrs
Eu estou adorando escrever essa fic, serião mesmo! Nunca pensei que seria um trabalho reconhecido por vocês, leitores que moram no meu heart :3 Por isso, não desistam da fic! Prometo que tudo se esclarecerá até o último capítulo <3
Beijos!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...