História Sr. Sandman - Capítulo 2


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Categorias Blake Lively, The Walking Dead
Personagens Andrea, Carl Grimes, Carol Peletier, Dale Horvath, Daryl Dixon, Glenn Rhee, Hershel Greene, Lori Grimes, Maggie Greene, Negan, O Governador, Personagens Originais, Rick Grimes, Shane Walsh
Tags Diana, Drama, Esperança, Romance, Sandman, Shane, Shane/oc
Visualizações 27
Palavras 1.142
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Lírica, Luta, Mistério, Misticismo, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi gente!

Dei uma pequena demorada para atualizar, por que fiquei estudando feito louca para meus testes.
Por isso o capítulo não ficou tão grande como eu queria,mas vou ir aumentando aos poucos.

Não esqueçam de comentar nem que seja um "Continue" isso me estimula a escrever a fanfic.

Sem mais de longas...

Tenham uma boa leitura!

Capítulo 2 - Capítulo 1 - Doutora


Fanfic / Fanfiction Sr. Sandman - Capítulo 2 - Capítulo 1 - Doutora

Pov’  Diana Peterson

 

Assistia em pânico, os sobreviventes  parados   na frente  do  CDC.   Eles  pediam  ajuda e queriam entrar, mas  Jenner  estava  hesitando  e eu sabia  o porque.   Contudo,  o grupo foi cercado  precisavam  sair dali imediatamente, mas  um homem permanecia em frente a   câmera. Ele  gritava  em pleno pulmões, tentando nos convencer a deixa-los entrar.  Já  estava começando a ficar aflita e  Jenner  também.

 

 

- Fique  aqui!  - Ele  mandou.  

 

- Ok.  -  Foi tudo o que eu disse.

 

 

Jenner  havia  ido  abri o portão para eles.    Permaneci sentada   ali na  minha cadeira e peguei minha  xícara  de chá, tomando um gole em seguida.    Peguei  meu livro e comecei a ler, mas  logo desisti.    Por  muitos  meses  foram somente eu e  Jenner.   A  maior  parte de todo nosso pessoal ou se  matou  ou então fugiram.   

 

Resolvi não ficar ali.  Não estava  pronta para conhecer pessoas  novas.  Eu nem ao menos  gostava de conhecer novas pessoas. Antes disso, começa eu era  uma  jovem reclusa e meus  amigos eu podia contar nos dedos.   Meu foco sempre foi a carreira e meu futuro.  Não tive tempo para  outras coisas e  agora é  que  não tenho mesmo.

 

Fui ao banheiro e  lavei meu rosto. Olhei para  mim mesma e tive vontade de  chorar.   Não que eu não gostasse  da minha  aparência, mas  é que   eu sempre me pareci  com minha  mãe.  Eu puxei quase tudo dela.   A cor do cabelo, a cor dos  olhos e   o sorriso com covinhas.  Do meu pai  puxei o nariz e também um sina  de nascença no queixo, que  era  marca registrada da  nossa família.   Eu sinto  tanta falta deles e  o pior  é que eu nem ao  menos sei se  estão bem ou se  estão vivos.    Toda  vez que  eu me  olho no espelho, vejo  minha mãe e  é justamente ai que a saudade  aperta.

 

 

Quando sai do banheiro, topei com Jenner.

 

- Até que enfim te encontrei - Ele me  perguntou.  -  Preciso da sua  ajuda, para  coletar amostras de sangues de cada  um deles.    -  Jenner  explicou.

 

 

-   Já estou indo.  -  Digo indo  pegar o material.

 

 

(...)

 

 

Entrei na  sala e todos  os  olhares se  voltaram para  mim. Sinceramente, apesar de todos  ficarem   dizendo que sou muito bonita,  eu odeio ser o centro das atenções.   Deus  me  livre ser  uma daquelas  mulheres que só faltam por  uma melancia na cabeça se pintar de azul, prefiro ficar  no  meu doce anonimato.

 

 

-   Essa é  a Doutora Diana Peterson.    – Jenner me apresentou.

 

-  Olá!  - Digo forçando um sorriso.

 

Pego uma  seringa e a preparo.   Escolho  um membro do grupo aleatoriamente. Quando me aproximei do mesmo pude notar que ele era  um homem bonito, porém estranho.     Ele  me  olhava  como se estivesse contemplando um anjo ou algo assim, seus  olhos até  brilharam.

 

Resolvo  ignorar isso.  Vai saber  as experiências traumáticas que esse homem vivei por ai.   Eu não vi de perto nada do que aconteceu lá  fora.  Vi algumas  noticias  nos  monitores, mas tenho certeza que deve ser  muito pior.

 

O homem a  minha frente tocou delicadamente  meu braço para que eu  não o toca-se.  Estreitei meus  olhos. Será que ele tem medo de  médico ou injeção.  Ele  depois   me soltou e   eu prossegui meu trabalho, doida para me afastar do mesmo.

 

 - Qual o seu nome? -  Pergunto tentando quebrar aquele  clima estranho.

 

 

- Shane...Walsh...  – Ele respondeu pausadamente.

 

 

- Certo,  coletei seu sangue agora veremos se está tudo bem com ele.   – Digo dando um sorriso  mínimo.

 

 

Afastei-me do  mesmo e me aproximei de  um garoto que tinha  lá.  

 

 

(...)

 

Pov'Shane Walsh

Fiquei  abismando quando vi aquela  mulher entrar.   Quem era ela?    Como podia se parecer com a  mulher  que apareceu nos meus  sonhos  ontem?   Será   que  fiquei tão aficionado com essa coisa de Sandman e com meu sofrimento, que estou enlouquecendo?

 

As dúvidas  lotavam meus  pensamentos, quando vi a tal Diana se afastar. Eu a toquei e  pude sentir  sua pele macia, provando que ela era real.    Observei ela ir até   Carl colher seu sangue.  Carl  nunca gostou  muito de agulhas era visível seu desconforto, tanto que Diana começou a conversar com o mesmo e  não demorou muito para Carl ser convencido  por ela.   Ele tomou e  sem  reclamar  muito, coisa que eu estranhei.   Depois, Diana sorriu para  o mesmo. Um sorriso que   pareceu ser o mais  genuíno que ela deu até  agora.   Diana entregou  a  Carl um pirulito e  o  mesmo  o pegou  alegre. Depois a mesma  foi até Sofia.  Sofia tomou rapidamente e também  um agrado da  médica.

 

 

Enquanto isso eu observava encantado, a maneira de como ela  gostava de lidar com crianças.  Digo isso, pois ela  parecia ficar desconfortável perto dos  outros, principalmente dos  homens do grupo.    Depois  de  ela e  outro doutor terminarem,  ela levou as  amostras , enquanto  Jenner  nos  guiava pelo  local

 

 

Tudo que eu queria era ficar perto dela e   ver  se ela realmente  poderia  ser tudo  que   tinha  imaginado quando pedi o sonho.     Sei que pareço um idiota, mas  nesse  mundo de  hoje  por que  não podemos ao menos alimentar alguma  fantasia ou  esperança, por   mais idiota que seja?

 

(...)

 

 

Eu havia acabado de sair do  banho.   Sentia-me  bem mais  leve e menos  sujo.   Pena que  não pude aproveitar  muito.    Estava indo até  onde o Doutor Jenner disse  que seria  distribuído o jantar.   Porém me perdi pelos corredores e acabei indo parar  em outros  dormitórios.    

 

Fiquei vagando até  ouvir  um barulho de  um dos  quartos.    Eram  vozes  e  resolvi segui-las.  Abri  a porta devagar e  vi  ela.   Diana  estava deitada em cima de  um tapete  e  mexia em um pequeno laptop, ela parecia ver  um vídeo. Era um vídeo de aniversário de 15 anos.     Pude espiar e  vi ela  um pouco  mais  nova com um belíssimo vestido e  ao  lado  uma  moça  muita parecida com a mesma, com certeza a sua  mãe. 

 

Diana sorria para a tela  do computador.     Era  o  mesmo sorriso que vi em meus  sonhos.  Era  um sorriso daqueles  bonitos que   fazem um dia ruim ficar bom,  que   iluminam    você.  Fechei a porta e  bati na mesma.

 

 

Ouvi-a desligar rapidamente  o laptop e  correr  pelo quarto.  Depois ela abriu a porta com um  olhar semelhante ao de  uma criança que estava aprontando.    

 

 

- Pois não?  -  Perguntou  com formalidade.

 

- Eu não queria incomodar.   – Digo envergonhado.   -  Bem é que eu me perdi nos corredores e  queria saber onde   fica o refeitório.  -      Coço  a nuca de nervoso.    

 

 

 

- Bem eu ia para  lá agora mesmo.  – Ela diz.  -  Podemos ir  juntos.     – Ela sugeriu.

 

 

-Certo.  -  Digo tentando disfarçar  minha felicidade. Não queria assustá-la.

 

 

O caminho nos fomos em silêncio, mas pelo menos eu estava perto dela.  Podia  sentir um cheiro adocicado de  morango no ar e presumi que era dela.   Sorri involuntariamente, enquanto a  olhava.   Essa  mulher  já começava  a bagunçar ainda mais meu coração.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


O que acharam do capítulo?

espero que tenham gostado :)

Acha que postarei outro na próxima sexta.

Obrigada por lerem :)

Muitos beijos de luz e abraços carinhosos <3 <3 ;)


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