História Stalker - Capítulo 22


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Armin, Castiel, Dakota, Dimitry, Jade, Letícia, Li, Lysandre, Nathaniel, Nina, Peggy, Personagens Originais, Viktor Chavalier
Tags Crazy In Love, Elo, Insane Love
Visualizações 15
Palavras 1.304
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Científica, Harem, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Reescrevi esse capítulo e estou repostando, aproveito para avisar que na última temporada de Elo, cortei a suposta gravidez de Niele porque sim.

Capítulo 22 - Acredite no que quiser


Niele e Leonardo estavam tomando café quando Lorelei veio sorrindo como um psicopata que era e disse:

— Perdão por atrapalhar esse momento família, mas temos companhia.
— Quem? — Perguntou Leonardo levantando-se nervoso.
— Delirium e cia. — Falou Lorelei. — Quer que eu cuide delas?
— Não, eu… Vou falar com elas. — Falou Leonardo.
— Posso ir com você, Leo? — Niele perguntou levantando-se.
— Sim. Não vejo problemas. — Falou Leonardo.

Os três seguiram até uma sala reservada onde cinco mulheres que Niele conhecia bem, esperavam por eles.

— Lyra? Ora, se não é uma surpresa vê-la aqui! — Leonardo sorriu.
— O que eu posso dizer? — Lyra sorriu e deu de ombros. Seus cabelos estavam novamente tingidos de branco, tornando-a a imagem perfeita de Rosalya. — Senti saudades da ação.
— Otterley? O que faz aqui? Não estava com Lysandre? — Niele perguntou nervosa, achando que ela fosse uma traidora.
— Otterley é minha espiã. — Falou Leonardo. — E ela não é a única.
— Essa coisinha fofa faz parte do Delirium. Não é? — Disse Lyra jogando um braço em torno dos ombros de Otterley.
— É sim. — Disse Otterley sem desviar o olhar de Niele por um segundo, temendo a reação dela.
— Então vocês estão do nosso lado? Por que? — Disse Niele um pouco confusa.
— Porque Lysandre é um pé no saco e eu cansei dele. — Disse Lyra.
— Já passou da hora de ele morrer, esse infeliz. — Falou Emma Burns.
— Chegaram em boa hora. Podem ajudar no treinamento da Niele. Ela precisa aprender a se defender. — Falou Leonardo.

Lyra encarou Niele e sorriu maliciosamente.

— Temos que pôr um fim a base do Lysandre e garantir que dessa vez ninguém continuará de onde ele parou. — Falou Leonardo.
— Ou seja, vamos reduzir a Anarquia a uma única base… A sua?! — Falou Lyra.
— É isso aí. — Falou Leonardo.
— Mas… Leo? Pensei que quisesse por um fim nisso tudo. — Disse Niele.
— A Anarquia já foi longe demais para simplesmente deixar de existir. — Falou Amanda. — Mesmo que a gente destrua todas as bases, alguém continuará de onde pararam. Por isso, é melhor que haja uma base sólida, a qual possamos confiar.
— Mas a Anarquia não pode continuar. — Falou Niele. — As coisas que eles fazem… Tráfico de pessoas, drogas, prostituição…
— O dinheiro para as armas e a construção das bases precisa vir de algum lugar. Quanto acha que custa manter o Instituto Avera? — Falou Lyra.
— Mas a minha base não mexe com tráfico de pessoas. — Garantiu Leonardo. — Essa é a prioridade da base da Roxie.
— Sim, cada base tem um meio próprio de ganhar dinheiro. A base do Kevin Lochlainn, por exemplo, mexe com tráfico de drogas e armas. — Explicou Lyra.
— E a sua base, Leo? — Perguntou Niele antes de engolir a seco.
— Jogos legais e ilegais. Tenho vários cassinos em Las Vegas. — Leonardo respondeu. — Também mantenho uma filial do Instituto Avera, mas não mantenho cobaias como Lysandre fazia. Pode falar com a Renata Swan depois, se quiser. Ela vai te explicar o que fazemos, mas… Basicamente, trabalhamos na reversão da configuração que Lysandre faz em suas vítimas. Todas aquelas mulheres que ele transformou em clones seus, Niele, ajudamos elas. Devolvemos seus rostos e as fizemos esquecerem do trauma pelo qual passaram.
— Por que se importa? — Niele perguntou sem acreditar muito.
— Porque a maioria de nós escolheu fazer o bem em vez de fazer o mal? — Falou Leonardo. — Porque temos algum sentimento, porque somos humanos, ao contrário de Lysandre. A primeira vez que visitei as instalações do Instituto Avera e vi todas aquelas mulheres, a forma como eram tratadas… Nunca tinha visto tanta dor e sofrimento juntos. Antes disso, achava que nunca sentiria nada, mas estava errado.
— Você deveria ser grata ao Lysandre por ele sempre tê-la sedado, Niele, porque ele não fazia isso com as outras. — Disse Lyra. — Ele gostava de ouvi-las gritando. Já vi muitas morrendo em cirurgias.

Niele recuou, chorando, assustada.

— Ele tem que morrer. — Falou Lyra.

 

† † †

 

Nina se encontrou com Henry em uma cafeteria e disse-lhe da melhor maneira possível que queria terminar com ele. Henry não entendeu o porquê e se chateou muito. Nina teve pena dele, mas se manteve firme em sua decisão. Por nada no mundo poria a vida de Henry em perigo. Preferia que ele a odiasse mas que estivesse vivo.

“É só até isso tudo finalmente terminar”, pensou Nina.

 


† † †

 

Nathaniel estava em um quarto de hotel que trabalhando. Diante de um mural com fotos e recortes de jornais e uma lista de nomes e endereços. Ele tentava pensar como um anarquista, ou o melhor… Como Lysandre.

— Para onde você pode tê-la levado seu desgraçado?

Alguém bateu à porta com insistência e Nathaniel sacou sua arma se aproximando devagar. Espiou pelo olho mágico e ao ver quem era, guardou a arma e abriu a porta. Recebeu uma bofetada.

— Assassino! Monstro! Eu sei o que você fez! Como pode? — Disse Violette.
— Posso saber do que estou sendo acusado? — Perguntou Nathaniel sem se alterar.
— De matar o meu pai ou acha pouco? — Falou Violette.
— O quê? Você está louca? Não tem nem cinco minutos que falei com Castiel e ele está bem vivo. — Falou Nathaniel.
— Não se faça de bobo! Sabe muito bem que estou falando de Kentin! — Disse Violette com ódio e entrou.

Nathaniel encostou a porta e encarou a garota. Inexpressivo.
Violette se frustrou ao não ver um sinal de arrependimento ou constrangimento em Nathaniel.

— Não entendo como a mamãe pode continuar amando-o sabendo que você é um monstro. E alguma vez ela teve escolha? Porque até onde o meu pai me contou você ameaçou matá-lo caso a minha mãe não ficasse com você. Também tem o Lysandre sempre perseguindo-a. Acho que ela escolhe ficar com você por medo e também porque você sabe como prendê-la. Dois tapas e um beijo. Não é? — Falou Violette.
— Não. Está errada. Niele me ama como eu a ela! — Falou Nathaniel.
— Veremos… Quando Lysandre morrer e não haver mais motivos para ela TOLERAR você. — Violette riu. — Eu li o diário dela, sei que ela é uma manipuladora nata, capaz de fingir amor quando lhe é conveniente. Foi assim com o Ken. Por que acha que com você é diferente? Quem minha mãe realmente ama, embora negue, é o Castiel! Você sabe disso. Ela o ama tanto que tem se sacrificado por anos só para que ele continue vivo. Se isso não é amor, eu não sei o que é!
— Eu fiz um favor ao Kentin quando o matei. Ele era tão patético que ele mesmo teria posto um fim a sua existência miserável se eu não tivesse feito isso por ele. — Falou Nathaniel com ódio.
— Ele chegou mais perto do coração dela que você e isso você não pode perdoar. ADMITA! — Falou Violette.

Nathaniel se aproximou dela e a encarou em silêncio por um tempo antes de dizer-lhe:

— Sabe o que a Niele era antes de eu moldá-la? Uma tola como você. Dava até pena. Felizmente, vi algum potencial nela e a recriei aos poucos, sutilmente, sem que ela percebesse. Não importa o que aconteça ou o que você tente… Garotinha… Niele sempre será minha e nunca me dirá não. Não disse nem mesmo quando matei a mãe dela. — Falou Nathaniel.
— O quê? Minha avó… Você… Matou… Minha avó?! — Disse Violette atônita.
— Pois é… Foi de longe minha melhor obra. — Falou Nathaniel sorrindo, orgulhoso.
— Você é pior que Lysandre! — Falou Violette se aproximando da porta.
— Oh, até que enfim alguém reconhece isso! — Falou Nathaniel rindo. — Já sabe… Não fique em meu caminho ou mato você e a Niele nem vai saber. Farei com que pareça obra de Lysandre.

Violette abriu a porta e saiu apressada, sem dizer mais uma palavra. Nathaniel fechou a porta e suspirou.

— Me perdoe, Violette? Mas é melhor que pense que sou um monstro, só assim deixará de me amar e não culpará sua mãe por nada. — Falou Nathaniel num sussurro, chateado.



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