História Storms and Stars - Capítulo 17


Escrita por: ~

Postado
Categorias Supergirl
Personagens Alex Danvers, Kara Zor-El (Supergirl), Lena Luthor
Tags Alex Danvers, Drama, Kalex, Kara Danvers, Lena Luthor, Romance, Supercorp
Visualizações 311
Palavras 3.159
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), FemmeSlash, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Deus sabe que estou tentando não enlouquecer, mas essas mulheres não me deixam em paz!!! Por isso que cá estou eu já atualizando de novo essa história. Nem Alex, nem Kara, Lena ou até mesmo Wynonna me deixam dormir. Elas simplesmente exigem que eu dê voz a elas, então...

Mais uma vez MUITO OBRIGADO a todas pelos comentários! Vocês são bem foda (com o perdão da palavra). Acho muito legal saber a opinião de vocês, ver toda essa divergência (só não se matem por causa da fanfic, ok? hahaha). E confesso que todo esse feedback também contribui para eu me manter super ativo, ainda mais ansioso pra descobrir com vocês o que vai acontecer com essas mulheres tão fodidas e incríveis que a gente ama e odeia ao mesmo tempo.

Esse capítulo tá recheado de sexo e Lana Del Rey. Espero que gostem! ;)

bjoks

Capítulo 17 - Capítulo XVII - Entrega


 

ALEX

É sexta-feira a noite e não estou de serviço. Me recuso a ficar em casa vendo coisas deprimentes na televisão e sofrendo por Kara. Eu posso ter cometido erros, mas ela também cometeu e se ela tem o direito de tirar um tempo para si, eu também tenho.

Pego Daniel e levo para a casa dos meus pais. Ele vai de bom grado, sem reclamar. É como se meu menino me entendesse melhor que eu mesma. Ele sente que eu preciso de um tempo também.

— Vai se divertir, mamãe — ele me diz quando eu o abraço e me despeço na porta da casa dos meus pais. 

— Eu vou sim, meu amor. Mas domingo é o nosso dia, ok? Nós vamos nos divertir muito! — prometo a ele, batendo em sua pequena mão.

— Beleza!

— Vai em paz, minha filha. Eu vou cuidar muito bem desse menino lindo — minha mãe fala, sorrindo para mim. E agora, depois das decisões de Kara, eu sinto que ela está ao meu lado. Finalmente.

— Obrigada, mãe. 

— Não me agradeça. E não se esqueça que eu quero que você seja feliz — ela se aproxima e segura meu rosto, me dando um beijo carinhoso na testa que me deixa emocionada. — Você ainda é jovem e tem uma vida toda pela frente. Viva, Alex.

Dou um sorriso ao ouvi-la e é exatamente o que pretendo fazer.

Assim que saio, pego o meu carro e dirijo rumo ao endereço de Wynonna. Provavelmente não é uma boa ideia, pois ela é uma assassina que ainda corre o risco de voltar à prisão e eu sou uma agente do FBI, mas ela é a única pessoa que consigo pensar em estar perto nesse momento. A única pessoa com a qual consigo me abrir e relaxar por mais estranho que pareça. E desde o dia que dormimos juntas, nunca mais conversamos.

"On the streets of L.A.

Where the future is now

We dance like nobody is watching us

And we live like we want to

But it can all get a little crazy

Unless there's something to hold on

For me, that was true love."

Quando bato a sua porta, ela demora um pouco até abrir e quando o faz, Wynonna não parece surpresa em me ver.

— Deixa eu adivinhar: outra briga com a esposa? — sorri com seu humor de sempre.

— Sem brigas dessa vez. Estou separada momentaneamente — digo ainda parada a sua porta.

— Momentaneamente? — ergue as sobrancelhas, olhando-me. — O que isso significa?

— Que estou separada agora. Amanhã eu já não sei — dou de ombros. — Achei que você quisesse sair para beber.

— Veio me buscar pra irmos beber? — arregala os olhos e em seguida abre um sorriso enorme. — Agora sim, Danvers! — da um empurrãozinho em meu ombro. — É disso que estou falando. Esse tipo de atitude! — sorri e corre para dentro do apartamento, voltando em seguida com a jaqueta de couro em seu corpo. — Vambora, estou pronta.

— Já? — ela sai do apartamento e vai praticamente me arrastando pelo braço até o elevador. — Eu jurava que você ia reclamar de ter que sair com uma chata feito eu — debocho dela já dentro do elevador.

— Bom, só pelo que você disse e pelo seu convite acho que já não está mais tão chata — me olha de lado, sorrindo com malícia. — E de qualquer forma nós vamos ir beber. E eu bem sei que você é bastante divertida bêbada.

— Idiota! — rio de seu comentário. — Você conhece algum lugar legal? Faz tempo que eu não saio para esse tipo de lugar...

— Não se preocupe. Eu conheço a vida noturna de National City como a palma de minha mão. Confie em mim, babygirl. Eu vou levá-la às alturas!

Seu comentário me excita. Apesar de ser louca, Wynonna é divertida e eu gosto do seu jeito. Ela me traz algo novo, diferente. Faz eu sair da zona de conforto. Ela me desafia e eu não sei recusar desafios.

Wynonna me leva até um bar em uma região do outro lado da cidade. É um bar quase subterrâneo, escondido. Mas é enorme e está cheio de gente. Há três mesas de sinuca, máquinas de jogar como num fliperama e muita bebida boa. Já tomei três doses de tequila e sinto que estou alta, alta...

— Vai devagar, agente Danvers. Eu não vou carregar uma mulher do seu tamanho pra casa — Wynonna fala com deboche ao ver a maneira que estou bebendo.

— Como se fosse ruim ter que me carregar — falo em tom provocativo, me levantando e me afastando do bar. 

Ela me segue em direção a pequena aglomeração de pessoas que está dançando. Eu me infiltro no meio das pessoas, ergo meus braços e começo a dançar lentamente ao som de Lana Del Rey.

Wynonna está parada, olhando para mim. Seu olhar é de uma felina. Está me estudando, me observando com atenção e conforme eu vou me empolgando na dança, balançando meus quadris, ela sorri e se aproxima devagar quando eu a chamo com o indicador. Quando Wynonna chega bem perto, eu ponho os braços sobre seus ombros e ela segura meu quadril. Nós dançamos juntas, com ritmo.

"I was a young girl, selfish and wild

Like a fire in L.A.

Hot like the summer and mean like a child

Who keeps crying till she gets her way

(Like a true star)."

Wynonna me gira e eu rodopio como uma donzela dançando com um príncipe. E quando volto para seus braços, eu gargalho. Nossos corpos colidem com força e agora estamos coladas. Sua testa está colada com a minha e eu posso sentir o cheiro único que ela tem. Aquela mistura perigosa e excitante de cigarro e tequila. Eu agarro seu rosto e a beijo com vontade. Ela me beija também, mas não paramos de dançar. Suas mãos deslizam pelo meu corpo. Sinto um apertão em minha bunda e o mesmo me faz rir contra seus lábios. Invertemos as posições e ela fica de costas para mim, rebolando e esfregando sua bunda em mim. Minhas mãos passeiam pelo seu belo corpo e eu aspiro seu perfume com o rosto enfiado em seu cangote. 

Sinto que nós duas estamos cada vez mais altas e a sensação é indescritível.

Dançamos por mais um bom tempo e nossa dança é extremamente sensual e provocativa. Wynonna me acende toda e eu faço o mesmo com ela, tocando cada parte que minhas mãos alcançam. Nós nos provocamos até não aguentarmos mais. Bebemos algumas cervejas e em seguida eu a puxo até o banheiro do bar. Nós quase caímos ao entrar no mesmo. 

— Eu disse: você fica bem melhor bêbada — ela fala aos risos.

Eu a empurro para dentro de uma cabine e nós mal entramos e eu já lhe agarro, calando sua boca com outro beijo.

Wynonna me cola na parede e arranca meu casaco e abre minha calça às pressas. Eu faço o mesmo com ela. Tiro o cinto de sua calça e uso ele para puxá-la pelo pescoço. Nós nos encaramos e sorrimos antes de voltarmos a nos beijar. Wynonna abaixa minha calça e toca minha calcinha enquanto chupa minha língua. Eu aperto seus braços e passo as unhas por sua pele pálida, certificando-me de que vou deixá-la marcada.

— Vira — sussurra de um jeito autoritário para mim e eu me finjo de boba.

Seguro seu rosto com força e continuo a beijar seus lábios, querendo provocá-la. Então Wynonna me para e me vira de costas com força, o que me faz gargalhar de tesão. Eu inclino bem meu quadril para trás, colando minha bunda contra seu corpo. Ela geme com o contato e aperta forte minha cintura, em seguida dá um tapa forte na minha bunda e abaixa minha calcinha, tocando meu sexo por trás. Eu estou toda encharcada e agora derreto em sua mão...

— Tão molhada — comenta em meu ouvido, mordendo meu lóbulo enquanto esfrega os dedos em meu clitóris. 

"There were roses in my hair

Rock and roll and blaring, I was in trouble

No one could rock me, like you could

I was a bad girl gone good."

E inesperadamente enfia dois dedos em mim, me fazendo quase gritar. Com a outra mão Wynonna agarra meus cabelos e os puxa para trás. E no ato eu lembro de Kara. Lembro da última vez que transamos loucamente antes de nossas vidas desmoronar. Foi exatamente assim que ela me fodeu. E lembrar disso me deixa ainda mais excitada.

— Me fode rápido — mando, empurrando meu quadril em direção dos seus dedos.

Ela ri e puxa meus cabelos com ainda mais força.

— Sempre querendo mandar — sussurra antes de morder meu pescoço com força. 

Ela para e senta sobre a o vaso sanitário que está com a tampa abaixa. Me puxa e abaixa toda minha calça. Eu tiro depressa meus sapatos e a calça. Sento em seu colo e Wynonna me pega com força. Eu agarro seus cabelos selvagens e a beijo intensamente. Sua mão volta ao meu sexo e ela passa a me comer com força e rapidez enquanto me beija, tentando controlar os meus gemidos.

Wynonna me fode tão gostoso que eu não consigo pensar em mais nada. Não consigo sofrer, mesmo quando cenas indevidas vem a minha mente. Eu estou muito bêbada e muito excitada e é tão bom. Bom pra caralho que até consigo me sentir feliz por um momento.

Eu arranco sua camiseta e o sutiã. Mordo seu pescoço e ombros e logo estou chupando seus seios. Wynonna se levanta comigo em seu colo e me coloca novamente contra a parede. Quando solta minhas pernas, eu inverto as posições e enfio a mão dentro da sua calcinha também, pressionando seu clitóris. Ela está toda melada também e meus dedos deslizam facilmente para dentro de seu interior. E é como uma viagem alucinante...

Depois de um tempo, estamos peladas, suadas e ofegantes caídas no chão do banheiro sobre nossas roupas espalhadas. Eu estou encostada a uma parede e Wynonna a outra. Minhas pernas abertas estão sobre as suas. Eu estou totalmente exposta, literalmente aberta como não estive nunca antes para ninguém além de Kara.

— Isso foi quente — eu digo aos risos. Wynonna me olha com aquele olhar cafajeste e sorri.

— Você é quente, Danvers. Literalmente.

Gargalhamos juntas e ela vem quase engatinhando para mim, sentando sobre minhas coxas. Eu abraço sua cintura e encosto o rosto em seu peito, sentindo seus seios macios e úmidos de suor. Ela acaricia meus cabelos e beija o topo da minha cabeça. Eu fecho os olhos e a abraço com força, querendo morar nesse instante, nesse momento único.

"Look at me now, I have everything

You gave to me and my heart can sing

I was a kid who could only drink

Dancing tables making deals with devils

Like a drunk beauty queen

Fighting the fantasy, hooked on the scene

And it brought me to my knees

And it's all because of you."

KARA

Eu não sei que horas são exatamente, mas sei que é tarde. Já faz horas desde que Lena chegou e estamos sentadas no tapete em frente a lareira. Já bebemos duas garrafas de vinho e conversamos sobre tantos assuntos que eu nem consigo me lembrar. Só sei que sua companhia é muito agradável e Lena me faz rir de doer a barriga.

— Você deve ter sido uma criança terrível — falo após ouvir um de seus relatos que me fazem rir. — Que bagunceira! Não consigo imaginar uma menininha fofa como a Annie aprontando todas essas coisas.

— As aparências enganam — diz aos risos. — Mas eu realmente gostava de aprontar. Era uma forma de chamar atenção dos meus pais. Foi meio inútil, mas...

Vejo a mudança em seu semblante. Toco sua mão que está sobre o tapete. Enrosco nossos dedos num toque firme e Lena me encara.

— Você tem toda a minha atenção — digo baixinho e eu vejo o reflexo das chamas em seus olhos. 

Lena sorri. Aquele sorriso único que ela tem.

— Tenho?

— Uhum.

— Sabe o que eu queria? — ela tem aquela excitação infantil no rosto.

— O quê? — estou curiosa para saber.

— Dançar com você. Vamos?

Eu nem tenho tempo de responder e Lena já está se levantando. Eu levanto em seguida, meio tonta. Ela também está meio alterada do vinho, mas parece estar falando sério sobre dançar. Eu gosto da ideia, embora não seja boa dançando.

— Sem música?

— Espere...

Ela sai andando pela sala em busca de alguma coisa. Então acha seu celular e volta a se aproximar. Lena coloca uma música para tocar e deixa o celular sobre o sofá. Eu logo reconheço a canção. É Lucky Ones de Lana Del Rey. Sorrio.

— Eu adoro essa música! — falo e ela parece surpresa.

— Eu também! Me dá a honra? — estica a mão em minha direção e eu sorrio, ansiosa como uma criança. 

Seguro em sua mão e me aproximo. Paramos uma de frente para a outra. Lena coloca uma mão em meu quadril e a outra segura a minha. Coloco minha mão livre sobre seu ombro e lentamente começamos a nos mover.

Nós dançamos devagarinho, embaladas pelo som e pelo momento. Eu fico com meus olhos fixos nos seus e me perco neles. São tão verdes, tão profundos. Me sinto totalmente hipnotizada. Meu corpo ganha vida própria e parece se mover sozinho, com leveza. É como se eu soubesse dançar e o fizesse todos os dias há anos. É a sensação que Lena Luthor me traz. De que tudo é leve e fácil. De que tudo é possível. E faz tempo que eu não me sinto assim. Que não me sinto invencível.

Ela sorri para mim e eu sorrio de volta. Nós roçamos nossos narizes e encostamos nossas testas. Aumentamos o rimo dos movimentos conforme as batidas da canção. Lena se empolga e eu também. Quando ela me solta, eu dou uma rodopiada, rindo como uma criança e volto para seus braços. Ela me aperta gostosinho e voltamos a posição inicial, encostando nossas testas.

Depois de muito tempo dançando e bebendo, estamos tontas e cansadas. Então deitamos no tapete e ficamos um longo tempo em silêncio até que eu a ouço.

— Sabe, Kara, apesar de tudo que aconteceu desde que nos conhecemos, as confusões, as dores, os problemas que sem querer eu trouxe a você e a sua vida, ter te conhecido foi a melhor coisa que aconteceu em toda minha vida — eu me viro para encará-la nesse momento. Meu coração quase saindo pela boca — Fez tudo o que eu passei até agora ter valido a pena. Eu não mudaria nada, absolutamente nada se soubesse que tudo que passei me traria até este momento, até você. Eu passaria por tudo de novo.

Sua declaração inesperada me pega totalmente desprevenida. Estamos deitadas de frente uma para a outra. Meus olhos conectados aos seus. E há tanta sinceridade em suas palavras. A forma como falou, o jeito que está me olhando... Eu sei, eu sinto dentro de mim que é verdade. Que Lena não está mentindo ou aumentando o que sente só para me agradar. Porque ela não precisa disso. 

Meu coração está batendo tão forte que eu tenho medo que ela possa ouvi-lo. Nesse momento eu me sinto quase explodindo de tanta emoção, de tantos sentimentos. Suas palavras me causam um frisson inexplicável e minha reação é a única possível: eu a beijo loucamente. Com tanta vontade, com tanto desejo. Como se fosse a última vez. Como se nada mais no mundo existisse.

Eu subo sobre Lena, encaixando minhas pernas em seu quadril. Seguro seu rosto e sinto suas mãos em minha cintura. Eu a beijo sem parar. Como se fosse devorá-la. E esse é o meu desejo no momento: devorá-la inteira. Mesmo assim, não quero fazer nada com pressa. Quero saborear cada momento, cada instante e principalmente cada parte de Lena.

Ela se ergue, sentando-se comigo em seu colo. Quando faz menção de tirar minha blusa, eu simplesmente ergo os braços. Lena sorri para mim e eu copio seu gesto, tirando sua blusa. Em seguida é a vez de darmos adeus aos nossos sutiãs. Nuas da cintura para cima, nos abraçamos com força e sinto nossos seios colarem. Suspiramos juntas com o contato de nossos corpos. Eu deslizo meus dedos delicadamente por suas costas; sua pele é tão macia... Lena segura meu rosto com carinho e beija meu nariz antes de voltar a beijar meus lábios.

Agarro seus cabelos enquanto me perco em seu beijo. Lena me aperta com mais força. Nossos corpos estão tão colados que sinto seu coração batendo junto ao meu. Então ela se impulsiona para frente, derrubando-me no tapete e ficando sobre mim. Eu enrosco as pernas ao redor de sua cintura e passo as unhas por suas costas até a nuca. Lena mordisca meu queixo e desce pelo meu pescoço fazendo um caminho lento de beijos em direção aos meus seios. Quando finalmente sua boca encontra um dos meus mamilos, agarro seus cabelos escuros.

Lena aperta meus seios enquanto suga meu mamilo devagarinho. E no processo seus olhos encontram os meus. Mesmo sob efeito do álcool, eu sinto uma pitada grande de vergonha por estar nessa situação inédita com ela. E como se percebesse isso, ela sorri de maneira doce para mim, me tranquilizando.

Lena pega minhas mãos e as coloca no chão a cima da minha cabeça. Nossos dedos se entrelaçam e sua boca volta a subir pelo meu pescoço em direção aos meus lábios. Ela move o corpo sobre o meu, roçando-se em mim. Eu sinto sua coxa pressionar meu sexo e gemo baixinho, pois já estou bem excitada.

Sem se demorar, Lena se ergue, ficando de joelhos entre minhas pernas. Ela tira com facilidade minhas roupas de baixo, deixando-me totalmente nua. Então olha para o meu corpo todo lentamente até encontrar meus olhos outra vez. E o seu olhar é tão profundo e desejoso. 

— Você é a mulher mais linda que já vi — sussurra antes de se deitar sobre mim mais uma vez. 

Eu abraço seu pescoço e a beijo em resposta, pois não tenho palavras para lhe responder. Lena simplesmente me deixa sem elas, o que é algo raro de se acontecer, pois além de psicóloga sou uma pessoa extremamente falante e filosófica; mas ela consegue me deixar sem saber o que dizer com mais frequência do que deveria.

Estou totalmente entregue a Lena e aos seus toques. Eles me acendem mais e mais. São toques intensos, lentos e carinhosos. Eu gemo, suspiro, lhe aperto. Suas mãos passeiam livremente pelo meu corpo até que sinto Lena me tocar onde eu mais necessito. Sua mão está no centro de minhas pernas e seus dedos sabem exatamente o que fazer. Ela me acaricia devagarinho enquanto olha dentro dos meus olhos. Eu gemo baixinho enquanto sinto que estou desvanecendo sob seu toque...

Como se ela percebesse que estou alucinando com seu toque, indo para outra dimensão, Lena sussurra em meu ouvido no momento que me penetra:

— Fique comigo, Kara.

Eu fecho os olhos e agarro seu corpo grande ao sentir seus dedos dentro de mim.



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