História Strange family - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Lemon Delicinha, Magia, Orange, Yaoi, Yuri
Visualizações 17
Palavras 750
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Escolar, Fantasia, Ficção, Lemon, Magia, Orange, Romance e Novela, Sobrenatural, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


IAEEEE POVOOO
Vortei
Espero que vcs gostem dessa historinha tanto quanto eu amei ter a ideia no meio aula de ciências em que o professor falava de sistema respiratório.

Beijinhos e boa leitura.

Capítulo 1 - I


    Matt POV's

   Minha visão estava meio turva, minhas pernas meio bambas e eu só sabia que estava segurando algo.

   Era tarde da noite, não haveria ninguém acordado em casa. Foi o que pensei.

--Você devia para de beber. Isso deixa ele muito preocupado, sabia?-- Meu irmão mais novo, Alex, diz assim que entro em casa.

   Ultimamente ele tem aprendido novos feitiços, como, por exemplo, se transformar em animais, ele estava na forma de um gato.

   Entro na casa, fecho e escoro minhas costas na porta, pondo minha mão livre sobre os olhos.

--E você devia parar de sair com aquele inútil do Bruno.-- Digo.

--Pra você é fácil falar! Você faz esses acordos com as pessoas e depois que consegue o que quer as mata do jeito mais escroto possível!-- Ele argumenta, voltando para a forma humana.

--Olha a boca.-- O repreendo me levantando e indo até a cozinha.

--Ei ei ei!! O que é isso?!-- Ele segura meu braço destro, onde havia a garrafa de alguma coisa.

--Bebida ué.

--Não. Isso.-- Ele vira meu pulso e vejo uma macha vermelha em toda manga do meu casaco.

--Por incrível que pareça, eu não bati ou matei ninguém.-- Solto meu pulso e levo o bico da garrafa aos lábios.

   Alex tira a garrafa da minha mão e levanta a manga que cobre meu braço. Ele suspira e balança a cabeça negativamente.

--Senta aí. Vou ver o que posso fazer.-- Ele diz apontando para uma das cadeiras e indo pegar a caixa de primeiros socorros. --Você sabe que quando ele vir isso vai te dar o maior sermão, né?

--Sim.-- Ele tira meu casaco e o leva até a lavanderia.

   Meus olhos estavam pesados, mas ainda conseguia me manter acordado.

--Matt, Matt, o que vai acontecer quando eu não estiver aqui para cuidar de você?-- Pergunta molhando um pedaço de algodão em algo e logo o passando sobre meus machucados.

--Espero nunca descobrir.-- Sussurro.

   Ouço passos vindos do corredor e Gabe para na frente da porta da cozinha.

   Ele estava apenas com um blusão da GAP e uma boxer.

--Que bom que voltou.-- Diz sonolento.

--Me desculpe.-- Abaixo a cabeça.

--O que aconteceu?-- Gabe se aproxima de nós e levanta meu rosto.

--N-não sei. Acho que alguém me bateu.-- Digo, ele suspira e volta para o quarto. --Onde está Cecília?

--Dormindo com Madu. Você deveria pelo menos diminuir um pouco a quantidade de bebida, né?

--Não consigo, você sabe que esse é o único jeito que tenho pra tentar esquecer as merdas que fiz no passado.-- Alex termina o curativo.

 --Vá dormir e amanhã tente se desculpar com ele, está bem?-- Aceno com a cabeça e vou para o quarto.

   Apesar de Gabe e eu dormirmos juntos temos camas separadas. Quando entro o vejo sentado em sua cama, lendo seu livro sobre demônios.

--Gabe...-- Tento o chamar, ele apenas murmura em resposta. --Me desc-

--Não precisa se desculpar.-- Ele larga o livro sobre a cama, se levanta e me dá um abraço apertado. --Matt todas as vezes que você sai eu me preocupo...

--...

--Fico com medo de você acabar não voltando.-- Passo meus braços pelo seu pescoço. --Eu sei que você tem seus problemas e intrigas, mas por favor...--Sinto suas lágrimas molharem minha camisa.

   Me afasto um pouco, levanto seu rosto e lhe dou um beijo na testa.

--Gabe...-- Sorrio. --Não precisa se preocupar, está bem? Eu sempre vou voltar. E se acontecer algo você tem a Cecilia, que te ama acima de qualquer coisa.

   Vocês devem estar perguntando o que Gabe e eu somos. Não somos nem namorados, nem ficantes, muito menos amantes.

   Apenas temos uma amizade de longa data, assim como a que tenho com sua irmã Cecília.

   Nós acabamos nos tornando uma família, estranha (muito, muito estranha), mas uma família.

   Alex é o mais novo e o mais responsável, Cecília e Madu as "irmãs mais velhas", só que não tem muita cabeça pra isso. Gabe é como um irmão do meio: sempre que o mais novo ou as mais velhas aprontam quem tem que resolver tudo é ele. E por fim: eu, o "inconsequente", como puderam perceber. Mas sempre faço o possível para proteger esses quatro.

   Só que de umas semanas pra cá tenho olhado para Gabe de uma forma diferente, já senti isso antes, é uma coisa boa. Sempre que estou perto dele quero abraça-lo e encher seu rosto de beijos.

   O problema é que eu não sei se ele é hétero, bi ou homosexual e tenho medo de tentar me aproximar dele e nossa amizade acabar.

   Além de que se ele se magoar por minha causa Cecília me mata.


Notas Finais


Entchão oq acharam?
Me digam please.
Sorry por qualquer erro de digitação ou de português😁

Beijinhos e até o próximo capitúlo


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