História Supernatural - BTS - Capítulo 9


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Supernatural
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys (bts), K-idols, Supernatural
Visualizações 18
Palavras 2.165
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Luta, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Estou dividindo bastante o caso para que não fique muita coisa para ler em um só cap.
Boa leitura.
Espero que gostem.

Capítulo 9 - Espelho, espelho meu - Parte 4


Fanfic / Fanfiction Supernatural - BTS - Capítulo 9 - Espelho, espelho meu - Parte 4

-Ela quem? – insisto ainda tentando entender.

-Shin Jimin... Ela fala comigo... Todos os dias – a garota fala com a voz rouca. Um misto de medo e bizarrice, estaria mentindo se dissesse que não estava me dando calafrios.

 

*Tae ON*

Coço minha nuca, à espera de alguma boa alma atender a porta.

Pessoas apressadas e focadas em suas vidas corridas, passavam pela estreita calçada em frente a grande casa branca.

Eu estava agora na porta de madeira luxuosa da residência da primeira pessoa que havia tido contato com o espelho. Lee Jung Gil, um comerciante velho no ramo. Me mantive informado de algumas coisas a respeito da figura. Ele realmente estava há muito tempo mexendo com mercadorias, até mesmo contrabandeada. Eu tinha em mente que ele era aquele tipo de pessoa que apenas o dinheiro importa.

Coloco a mão na cintura já cansado da espera.

Um pingo de água cai em meu rosto, me fazendo olhar para cima e sentir mais alguns em seguida. Que merda.

Depois de alguns minutos tomando chuva, a porta se abre, revelando um senhor dentro da imensa casa.

Ele era de tamanho mediano, mas menor que eu, seus cabelos bem arrumados, me fizeram questionar o quanto de gel para cabelo ele havia despejado em sua cabeça. Suas expressões marcadas pelo tempo entravam em harmonia com o terno preto de gravata verde claro que o mesmo trajava. Quem usa terno para ficar em casa?

-Posso ajudar? – ele pergunta com os olhos estreitos.

O mais velho me da uma breve brecha na porta, me revelando algumas silhuetas femininas.

-Sim... Estou interessado em uma peça sua. E estou disposto a pagar qualquer quantia.

Qual era meu plano? Simples, tirar todas as informações possíveis JungGil, elas seriam de grande ajuda.

Logo um sorriso surge nos lábios do homem, ele realmente havia caído no meu papo.

-Claro meu rapaz, entre – Termina e me da passagem para entrar.

A casa era grande e a cor branca predominava nas paredes. Os móveis pareciam ser caros e bem cuidados. As silhuetas vistas antes agora se mostravam em perfeitas mulheres seminuas. Ao todo, havia contabilizado quatro delas.

-Sente-se rapaz – ele aponta para o sofá.

Obedeço ao mais velho e me uno ao móvel preto e macio. JungGil vai até detrás do balcão da cozinha e pega uma garrafa de vinho e como se não fosse suficiente, as jovens mulheres, trajando apenas sutiã e calçinha, me encaram com uma expressão muito chamativa. Essa conversa vai ser interessante.

-Sinta-se a vontade meu jovem... Meu nome é JungGil .Minhas garotas nos farão companhia, se importa? – pergunta se sentando no sofá da frente e bebendo um pouco vinho, me entregando outra taça em seguida.

-Jamais – respondo traçando um sorriso ladino e encarando as garotas de volta.

-Me diga garoto. Qual seu nome e o que deseja de mim – ele pede e faz um sinal com as mãos, chamando as quatro moças que se aproximam rapidamente, sem tirar aquelas expressões do rosto.

Ao finalmente se fazerem presentes perto de nós, elas se separam igualmente. Duas em minha direção, duas em direção dele.

As que me escolheram fizeram questão de cada uma ir para um lado. A de cabelo curto preto do lado esquerdo, a de cabelo comprido e loiro do direito. Ambas, fazendo seu trabalho, pegam minhas mãos e as acariciam.

-Meu nome é Dong-yul – minto, mantendo minha identidade em sigilo e segurança - Eu sou amante das obras antigas, nunca nenhum outro tipo de arte me chamou atenção como essas. E recentemente eu fiquei sabendo de um espelho veneziano antigo que você comercializou há muito tempo atrás – começo, tentando despertar lembranças no subconsciente do mais velho.

JungGil olha para sua parceira ao lado. Ele encarava a mulher ruiva de belas curvas, mas com um corpo ainda magro como se ela fosse um poço de lembranças no qual ele tentava trazer o espelho a tona em sua mente.

-Ah é claro... Como posso ter esquecido – responde com o mesmo sorriso de antes nos lábios, enquanto desce as mãos para as coxas da moça. – Aquele espelho. Ele me trás boas lembranças.

-Pode-me dizer mais sobre ele? – inclino meu tronco para frente, ansiando pela resposta, mas algo tira meu foco da resposta do homem a minha frente.

Sinto uma mão entrando em contato com meu membro por cima da calça, sendo acompanhado momentos depois, por outra mão. Eita. Como se já esperasse isso, JungGil faz questão de beber mais um gole do vinho, sendo seguido por mim em seguida. Minha atenção estava sendo muito dividida.

Eu estava tentando pensar um jeito de me concentrar, mas estava difícil desse jeito.

-Ele era de uma antiga família rica da cidade em que eu nasci – Bebe mais e olha novamente a mulher – Foi dado a filha única do casal de comerciantes bem sucedidos – não satisfeito com a coxa, o mais velho leva a mão até a intimidade da jovem, a fazendo arfar e me fazendo travar o maxilar, estreitando os olhos, sem jeito com a situação – Eu não a conheci... Na época eu era apenas um bebe, mas aquele espelho virou uma lenda urbana na região.

Finalmente voltando o total foco na historia, escuto cada palavra do comerciante, ansiando por mais.

-Por que virou lenda urbana? – pergunto sentindo o que era apenas uma mão em repouso no meu membro, em transição para uma mão em movimento. Engulo em seco.

-Pelo o que aconteceu com a garota rapaz. Ela foi encontrada morta na frente do espelho. A lenda passou a ser contada da seguinte maneira: ela havia começado a se relacionar com um homem bem mais velho. Dizia ser amor eterno, mas ela não sabia que o homem era um psicopata que matava as mulheres da mesma idade que ela, que era por volta dos 17 – ele tenta se lembrar – para vender os órgãos. Mas ela descobriu da pior maneira. Uma noite, quando os pais da garota não estavam em casa, eles transaram e depois da noite divertida, ele a matou na frente do espelho, retirou seus órgãos e a ateou fogo - ele termina e suspira, sentindo uma provável pena da garota.

-Ateou fogo nela e retirou os órgãos? Ela ficou com uma aparência mumificada e necrosada quase irreconhecível certo? – pergunto mais detalhadamente, já entendendo muita coisa do meu caso.

-Sim... Foi a fofoca da cidade. Todos ficaram com muita pena. Ela era conhecida por ser muito vaidosa. Minha mãe quando me contou a historia me disse que ela se sentava na frente daquele espelho e lá ficava por horas e horas se olhando.

-O que aconteceu com os pais dela?

-Bom, de acordo com a historia, eles queimaram tudo da garota para que as lembranças não voltassem à tona, exceto uma coisa... Uma carta contendo um poema que a própria garota havia escrito, mas não sei onde possa estar e o espelho. Minha família eram comerciantes e compraram o espelho da família da garota por um dinheirão. Quando cresci, pensei que se vendêssemos o objeto ganharíamos uma grana preta, mas não foi isso o que aconteceu, tanto é que vendi por uma mixaria a uma loja qualquer.

-Como a garota se chamava? – pergunto

- Shin Jimin se não me engano.

Já tendo tudo que precisava eu estava ansioso para contar a Jin e Namjoon.

-Obrigado, agora tenho que ir – digo me levantando e reparando na expressão desapontada das garotas.

-Mas meu jovem... Não queria comprar alguma coisa? – ele se levanta também, com a intenção de me ver sair de lá sem dinheiro.

-Eu tinha interesse apenas no espelho, mas se já foi vendido... – digo e me viro em direção à porta, já fazendo uma careta ao escutar a forte chuva que caia lá fora.

-Talvez posso te oferecer outra coisa... Também relacionada à arte. – me chamando a atenção, me viro para o homem que estava com duas das garotas em cada lado.

As meninas se mantiveram com uma expressão de desejo e sensualidade. O mais velho me encara como se esperasse uma reposta certa, uma reposta que animariam todas as quatro. A única coisa que consigo fazer é: arquear a sobrancelha.

 *Jin ON*

- Shin Jimin? Quem é essa? – encaro a garota que ao escutar minha pergunta, apenas olha para o espelho.

Entendendo ao que ela queria se referir, observo o espelho aparentemente inofensivo, mas ainda muito estranho e bizarro.

-Então o que esta dentro do espelho fala com você? – me aproximo, me abaixando em frente a garota momentos depois.

-Sim... Você acredita em mim? – seus olhos brilhavam ao ouvir minha pergunta

-Sim garotinha... eu acredito. Preciso que me diga tudo o que esta acontecendo.

-Ela me disse que precisa matar. Que mata em horários específicos. - Ela explica e me surpreendo com o vocabulário da pequena.

-Qual horário?

-No mesmo que ela morreu... de noite – ela responde baixinho, quase em um sussurro, como se quisesse que apenas eu escutasse – Ela disse que quer nos matar.

-O que esta acontecendo aqui?! – Yuri entra no quarto e nos encara surpresa ao ver minha aproximação com sua filha. Percebo que ela havia entendido tudo errado.

-Não é o que está pesando-... – tento esclarecer tudo.

-O que estava fazendo com a minha filha? – com a voz mais alterada, ela me interrompe e pergunta irritada e preocupada - vem filha – puxa a garota para trás dela.

-Mamãe ele acredita em mim – a mais nova diz sorrindo.

-Acredita? O que andou falando para minha filha?! Vai embora da minha casa antes que eu chame a polícia – a voz alterada da especo para gritos.

Sem querer causar mais confusão apenas as encaro por breves segundos e saio do quarto, desço as escadas, indo em direção a porta principal e saindo pela mesma.

Pego meu celular assim que piso para fora da casa, sentindo a chuva cair em meu corpo e molhar minhas roupas. Ligo para Tae mas estranho ao ver que havia caído na caixa postal. Então, ligo para Nam, torcendo que não estivesse mais uma vez falando com caçadores.

-Diga Jin... Pegou o espelho? – ele me indaga ao atender o telefone, me causando um sentimento de alivio.

-Não, ocorreram imprevistos – explico caminhando até o carro debaixo da forte chuva. – Temos até de noite para acabar com o espelho. – afirmo e entro no carro, ligando-o imediatamente.

*Namjoon ON*

Com as mãos no bolso do casaco, espero Jin e Tae na varando do hotel.

Jin havia tido progresso e isso era de uma extrema ajuda. Eu já estava ficando cansado, o caso estava demorando muito e pessoas estavam correndo risco de vida.

O caso do ninho estava tendo progresso. Pelo menos, estava. O caçador havia perdido as pistas. Novamente à estaca 0. Mais a frente, vejo o Santa Fe preto se aproximar e estacionar bem a minha frente, sem desligar o motor.

Jin desce o vidro do carro e inclina a cabeça para frente.

-Entra. Vamos até a casa da Yuri.

Eu não sabia quem era Yuri, mas dei de ombro e caminhei até o carro, abrindo a porta depois de Jin a destrancar.

-Onde está o V? – Ele me pergunta.

-É o que eu queria saber também.

 

*Taehyung ON*

- Dong-yul, o que você fez com as boca foi incrível. – Comenta a morena de cabelos curtos ainda arfando.

As garotas estavam à minha frente, sem querer me liberar da casa.

-Eu tenho que ir – insisto pela décima vez.

O comerciante já estava cansado de ver suas garotas me impedindo de seguir meu caminho e decide tomar finamente uma atitude.

-Saiam logo do caminho - fala serio e cansado, já com sono.

Depois de oferecer suas garotas para mim, ele havia ficado na sala, enquanto eu subia com elas para o quarto. Minha aposta era que ele havia cochilado. Mas provavelmente havia cochilado tranquilamente depois de me tirar todo meu dinheiro com as garotas. Ah mas vamos lá, um caçador precisa relaxar às vezes.

Desanimadas, elas me dão espaço e eu sou capaz de sair. Já do lado de fora, pego meu celular e vejo chamadas perdidas de Jin e Nam. Isso vai da uma merda. Suspiro e ligo para Seokjin.

-Kim Taehyung aonde você esta? – um Jin bravo me questiona depois de atender a chamada.

-Tive alguns imprevistos. Pode vir me buscar? – interrogo com voz de pidão.

-Que droga Taehyung. Onde está?

 

*Namjoon ON*

Jin estaciona o carro na frente de uma grande casa branca cercada por uma cerca pequena e bege. Nela, estava um Tae aparentemente cansado e completamente molhado pela chuva.

Ele corre até o carro e abre a porta direita traseira, adentrando o automóvel.

-De quem é essa casa? – Jin pergunta explorando o lugar com os olhos, enquanto Taehyung ainda se ajeitava no banco detrás.

-Do comerciante que trouxe o espelho para cidade. Eu descobri muitas coisas e já sei como acabar com esse caso. – afirma o mais novo, jogando seus cabelos molhados para trás.

-Ótimo, vamos para casa da Yuri. – Jin termina e vira o volante, pisando no acelerador e voltando a dirigir rumo a casa de Yuri. Lá vamos nós.


Notas Finais


<3


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