História Sweet Ghost - Vkook - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), Neo Culture Technology (NCT)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jisung, Jungkook, Mark, Rap Monster, Suga, V
Tags Boyxboy, Ficção, Sobrenatural, Taekook, Vkook, Yaoi
Visualizações 60
Palavras 2.688
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Ficção, Fluffy, Lemon, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Violência, Visual Novel, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


AAAA ❤ Olá chuchus da minha horta, tudo bom?
Nervosa? KKKKKKKKKK tô nada, imagina.
Estou tentando ser ativa no site, então vou começar essa nova história (que antes era Jikook, mas passei pra Vkook pq Vkook é meu meu otp sz)
Lembrando que as coisas vão acontecer naturalmente na história, então tenham paciência comigo pq não sou apressada kkkk
Espero que gostem da história e aproveitem cada capítulo que vou postar futuramente.

Boa leitura ♡

Capítulo 1 - The Curse


POV: Narrador

Você acredita em fantasmas?

Jeon Jungkook nunca acreditou. Para falar a verdade, quando seus pais morreram, ele achou que poderia se contatar à eles de alguma forma — Jeon sempre teve uma mentalidade muito fértil —, mas com o passar dos anos, ele viu que, espíritos, presenças intelectuais e até mesmo "fantasmas", são coisas que as pessoas inventam para assustar "criancinhas ingênuas". Ao ponto de vista do maior, mesmo que uma pessoa seja um adulto maduro, se ela acredita em fantasmas, não irá passar de uma criancinha ingênua.

Jeon é alguém enérgico, e na maioria das vezes, muito neutro. Ele não se conforma até hoje por ter perdido seus pais em um acidente de carro. Foi algo surreal para o rapaz. Ele não estava presente na hora, mas sabe exatamente o que aconteceu naquele dia — ou pensa que sabe.

Flashback On

27 de abril de 2007 – Sexta-feira

10:12 PM

Era o dia do aniversário de Myung Hee — tia de Jungkook —. Seu pai, sua mãe e seu irmão de quatro anos de idade foram ao aniversário da própria, porém, Jeon preferiu ficar com sua avó pois o pequeno tinha um melhor amigo chamado Park Jimin que, em modesta parte, era como seu irmão. A avó de Jungkook sempre deixava Park ir a casa dela para fazer companhia a Jeon, já que o pequeno morava ao lado de sua casa.

[…]

O aniversário foi bem agitado. Jiwon, pai de Jungkook, bebeu não ao ponto de ficar totalmente bêbado, mas se alcoolizou um pouco além da conta. Eram exatamente 2:25 da madrugada, os pais do garoto já estavam indo embora. Eles se despediram de todos que ali estavam e foram para o carro. O irmão menor de Jungkook estava dormindo, por isso, a Sra. Jeon colocou-o cuidadosamente na cadeirinha para crianças, no banco de trás, entrou no carro, e por fim, Sr. Jeon começou a conduzir o automóvel. A estrada estava escura, havia pouca iluminação no lugar, e para piorar, Sr. Jeon não se encontrava 100% são de qualquer coisa que passava diante de seus olhos. Ele apenas dirigia seu carro em alta velocidade

— Jiwon, dirija devagar! — Murmurou Sra. Jeon, enquanto olhava para a janela.

— Eu estou dirigindo devagar. — Disse o maior, com uma voz chapada.

— Jiwon! — Gritou Yang Lee, vendo o automóvel sendo conduzido ainda mais rápido. — Pare o carro agora! — Ordenou ela, segurando o braço direito de seu marido e o balançando levemente, porém o mesmo desmaiou inesperadamente. Sra. Jeon, totalmente apavorada, tentou parar o carro, mas infelizmente o mesmo saiu da estrada e caiu de uma altura de cinco metros.

Nessa hora, Jungkook e Jimin brincavam de sua brincadeira favorita. Os dois contavam histórias assustadoras um para o outro no meio da madrugada. Mas depois de um tempinho, seus olhos começaram a pesar, então, assustados, eles deitaram juntos em uma cama e se abraçam fortemente, acabando dormindo despercebidamente.

Na manhã daquele sábado, Jeon acordou. Jimin não estava mais lá; o menor havia acordado mais cedo e foi para sua casa. Jeon se levantou e foi até o banheiro, escovou seus dentes e terminou de fazer suas higienes. Logo após, o pequeno saiu do quarto onde passou a noite e desceu as escadas, e quando chegou lá em baixo, ele não encontrou quem costumava ver todas as manhãs em que dormia em sua avó; seus pais não estavam lá para buscá-lo. Na verdade, não havia quase ninguém na casa, apenas sua avó, que havia acabado de chegar de um hospital. Ela não estava com uma expressão muito boa, seus olhos se encontravam fundos e cheios de lágrimas. Jeon, após ver que sua avó já estava em casa, correu para a sala na expectativa de ver seus pais juntos à ela também, mas quando pisou no tapete daquela sala e olhou para o rosto totalmente entristecido de sua avó, o pequeno tombou a cabeça para o lado, arqueou as sobrancelhas e perguntou, se aproximando cada vez mais de sua avó:

— Vovó? Você está bem? — A senhora olhou diretamente para o garoto curioso. — O que aconteceu? — Tornou Jungkook, tentando descobrir o motivo da senhora à sua frente estar daquele jeito.

— Jeon! — Exclamou ela, com uma voz trêmula. Ela, por fim, fez o pequeno se sentar no sofá e lhe contou uma história. A mesma havia dito que seus pais e seu irmão menor morreram em um acidente de carro. O pobre garoto ficou incrédulo. Seus olhos se encheram de lágrimas e ele começou a chorar. Naquele momento, seu coração se partiu e ele realmente se sentiu mal, por mais que fosse apenas uma criança de dez anos, ele pôde sentir o que sua avó sentiu naquele momento; a dor de perder alguém que ele realmente amava.

Dês de então, a avó de Jeon passou a tomar conta do mesmo. Ela se mudou para a América do Norte e passou a morar em Nova York. Jeon fez novos amigos no lugar, mas sentia tanta falta de Park Jimin. Sentia falta de seu pai, de sua mãe e de seu pequeno irmãozinho que, por mais que ele fosse um pouco travesso, era a companhia de Jeon dentro de sua antiga casa...

Flashback Off

Jeon foi crescendo, seu ponto de vista foi mudando e, por mais que hoje ele seja um homem de 20 anos de idade, ele ainda tem amigos imaginários em que o próprio deu os mesmos nomes de seus pais. Sua imaginação continua fértil como sempre. O maior já se acostumou a falar sozinho sempre que não há ninguém por perto também. Isso já é um hábito para o rapaz […]

20 de Janeiro de 2017

20:30 PM

POV: Jungkook

Saí do trabalho mais tarde hoje — costumo sair mais tarde toda sexta-feira —. Passei em frente às lojas da cidade e parei em frente à uma vitrine, dando de cara com meu reflexo. Meus olhos estavam com um ar cansado, minha calça de moletom cinza estava meio amarrotada e minha bota de cano médio bege continha lama nos cantos. Minha blusa branca simples estava com alguns resíduos de catchup e isso me fez suspirar pesado e arrumar o gorro preto que usava sobre a cabeça. Estava a carregar uma mochila em minhas costas onde continha meu uniforme de trabalho. Eu trabalho em uma lanchonete como garçom, mas sempre acabo fazendo algo à mais do que atender clientes. Mas hoje foi meu último dia de trabalho, amanhã irei voltar para a Coréia. Quando meu pai morreu, ele me deixou uma casa de herança que, após meus 20 anos, ela seria definitivamente minha, e agora, com essa idade, finalmente poderei morar naquela casa, isto é algo que deixa realmente empolgado.

Quando saio do trabalho à noite, aproveito para dar uma volta pela cidade e admirar a beleza da mesma — algo que já enjoei pois moro aqui à praticamente uma década —. Andava pelas ruas da cidade, mas logo parei em um carrinho onde vende Hot Dog's e comprei um para mim. Seria divertido ter um melhor amigo para poder dividir um Hot Dog. Meu amigo mais próximo daqui é o Edward, ele fazia faculdade comigo, porém eu me formei e agora não falo mais com ele com tanta frequência.

Hoje faz muito calor, por isso as ruas estão bem movimentadas. Olhando para os lados, eu percebi uma mulher comum saindo de uma "nova loja'' aqui na cidade, aquela mulher parecia estar feliz, ela sorria abertamente com a mão em sua barriga um pouco saliente, mas... que loja é essa que nunca vi por aqui? Não entendo muito dessas coisas, mas se não me engano, esta loja se parece muito com aquelas que você entra e há alguém com uma bola de cristal em cima de uma mesa e várias cartas do tarô em volta dela. Como se chama as pessoas que preveem o seu futuro mesmo? Ah, deve ser... videntes. Olhando para a loja eu comecei a pensar: "Será que algo interessante irá acontecer em minha vida no futuro?" Provavelmente não, ela continuará sendo a mesma vida tediosa de sempre.

Passei reto pela pequena loja, até que alguém me surpreendeu.

— Psiu, criança! — Levantei a cabeça imediatamente e olhei para trás, vendo uma mulher parada em frente àquela loja, com uma roupa de cigana. Ela fez um sinal com o dedo indicador para mim ir até ela. Arqueei as sobrancelhas e fui até onde a mesma se encontrava, parando em sua frente.

— Sim? — A olhei desentendido.

— Não está curioso para saber o que irá acontecer em seu futuro? — A mulher perguntou com um sorriso em seu rosto. Logo vi que lhe faltava um dente, e que ela parecia mais uma mendiga do que uma vidente. Sua voz era trêmula e cansada, soava mais como uma voz de bruxa, sem ofensas. Provavelmente deve ser mais uma fajuta querendo arrancar dinheiro das pessoas através de mentiras.

—Ah, não, muito obrigado! — Disse e me curvei, saindo do local, mas algo me impediu de finalizar minha ação.

— Eu sei o que você está pensando. — A mulher me puxou no mesmo momento — Você pensa: "essa mulher deve ser só mais uma louca querendo arrancar dinheiro das pessoas", mas, menino, eu sou muito mais profissional do que imaginastes. Eu realmente prevejo o futuro das pessoas, e posso ver o passado também. Não quer fazer o teste? Os primeiros cinco minutos são grátis. — Ela disse com um sorriso tão convincente em seu rosto, que acabei cedendo, mas logo aquele sorriso que havia em seus lábios desapareceu feito mágica. Ela passou a me olhar séria.

— Eu irei fazer o teste! — Disse sorrindo um pouco – talvez muito – intimidado. A própria continuou me olhando séria e logo me puxou para dentro da loja, fechando a porta imediatamente. Fiquei assustado pois a mulher parecia nervosa, parecia que leu algo em meus olhos que com certeza não tinha sido nada agradável.

— Sente-se criança. — Falou. Me sentei em um banco à frente da mesinha onde continha uma bola de cristal e cartas do tarô. Olhei em volta e vi um cenário bem exótico. Havia pedras, conchas e coisas que não sabia nem exatamente o que era, espalhadas por todo o lugar. Então a mulher começou a passar as mãos por cima da bola de cristal. Ela sussurrou em um tom que eu consiga ouvir:

— Pobre criança!

Olhei para suas mãos se movimentando lentamente por cima da bola de cristal.

— O que você pode ver? — Perguntei curioso. A mesma demorou um pouco para responder, pois estava tentando se concentrar em seu trabalho.

— Vejo que sua infância foi destruída. — Respondeu com os olhos fechados, os espremendo fortemente.

— O que mais?

— A sua vida, ela... — Ela fez uma pausa — Ela foi uma grande mentira!

— Como assim? — Perguntei sem expressão.

— Você... — A mulher continuou movimentando as mãos por cima da bola. — Você foi enganado, criança! — Seus olhos se abriram subitamente.

— Como assim eu fui enganado?

— Conte-me sobre seu passado! — Murmurou a mulher.

— Meu passado? — A encarei. A própria apenas acenou a cabeça, indicando positividade. — Você não é vidente? Porque não fala sobre ele? — Perguntei brincalhão e vi seu olhar de irritação. — Ok, ok... Bom, quando eu era uma criança... eu tinha uma família.

— Prossiga. — Disse, com firmeza.

— Eu tinha um pai, um irmão e uma mãe pelos quais eu amava indescritivelmente. — Meus olhos começaram a ficar marejados.

— Prossiga!

— Certo dia, eles sofreram um acidente, e então morreram tragicamente.

— NÃO! — A mulher gritou, me deixando assustado.

— Não o que? — Disse fungando, praticamente chorando.

— Não, não, não, não, não! — Ela exclamou incrédula. — Criança, quem lhe contou isso?

— M-Minha avó, por quê?

— Ela mentiu. — A vidente levantou-se de sua cadeira e aproximou seu rosto do meu. — Você foi enganado. — Tornou a mulher, com os olhos arregalados.

— Como assim? — Continuei sem entender e funguei mais uma vez. — Minha família não morreu?

— Sua mãe não está morta, criança! — Ela olhou para a bola de cristal. — Seu irmão também não está.

— E meu pai? — Perguntei boquiaberto.

— Seu pai bateu as botas tragicamente! — Disse sem pausas.

— M-Mas onde minha mãe está?

A essa altura, já começo a me preocupar. Minha mãe? Viva? Eu estou em uma novela ou o que? Não sei se acredito nessa vidente, mas pelas coisas positivas que ela me afirmou sobre minha vida, acredito que ela possa não estar mentindo.

— Quem tem que saber isso é você, criança! Seus cinco minutos acabaram. — A mulher falou, organizando a mesa e guardando as cartas, que nem foram usadas.

— Não tem problema, eu pago o preço que quiser. Por favor, onde minha mãe está? — Disse, pegando minha carteira.

— Eu já irei ir embora, criança. Se quiser, volte amanhã... — Falou ela, se levantando.

— Moça, por favor, eu preciso muito saber. Amanhã eu estarei na Coréia. — Me levantei e segurei o braço da própria, a olhando intensamente. Ela me olhou, me dando esperanças de que iria me deixar ficar mais uns minutos, mas logo desviou o olhar.

— Desculpe, eu não posso te ajudar. Por favor, saia! — Falou a vidente, saindo de minha vista e abrindo a porta da loja.

— Eu pago o valor que você quiser! — Insisti, indo até ela e entregando minha carteira.

— Rapaz, eu irei contar até três para você sair daqui!

— Moça! — Falei franzindo a testa.

— Um! — A mesma começou a contagem.

— Por favor, só mais cinco minutos?

— Dois!

Continuei olhando para ela, na esperança de que ela cedesse os 5 minutos.

— Três! — Finalizou a mulher, vindo até mim. — Eu avisei! Spiritus dei ferebatur super aquas! — Praguejou ela, fazendo um gesto indecifrável com as mãos.

— O que? — Perguntei confuso.

— Eu avisei para sair, você não quis me ouvir, agora não reclame de todos os males que a sua volta passar a existir.

A mesma pegou meu braço e me colocou para fora da loja, logo fechando a porta. Fiquei sem entender uma palavra do que ela havia dito, só sei que depois daquilo, fiquei meio zonzo, mas logo voltei para minha casa. Adentrei em casa e vi minha avó sentada no sofá.

— Boa noite, filho! — A mesma me olhou, apenas sorri e subi para meu quarto, como de costume.

Hoje foi um longo dia, cheio de controvérsias e surpresas. Ainda não acredito que minha mãe e meu irmão estão vivos. Minha avó mentiu para mim? Ou deram alguma informação errada para ela? Eu só sei que quero voltar para Seul o mais breve possível. Só espero reencontrar minha "família" novamente e poder abraçá-la com todo minha força e não soltá-la por nada nesse mundo. Aquela vidente sabia de algo sobre mim e não quis me revelar. Por quê? Por que me deixou com tantas duvidas? E o que foi aquilo que ela disse antes de eu sair de sua loja? Aish! Mas com tantas coisas na cabeça, não consigo parar de pensar em minha mãe. Eu realmente sinto saudades de dizer "Eu te amo, Omma" sabendo que minha mãe estava me ouvindo. Mas a realidade é que sempre achei que em algum lugar ela estava me ouvindo, seja em qualquer lugar mesmo. Mas agora estou certo de que todas as vezes que eu falei isso, ninguém me ouviu. É algo que me parte o coração só de pensar, mas se aquela vidente maluca estiver certa mesmo, eu finalmente poderei reencontrar minha mãe e dizer na conclusão de que ela irá me ouvir:

— Eu te amo, Omma! — E assim, finalmente selarmos nossa prova de que poderemos nos tocar através um forte e apertado abraço de mãe e filho que nada pode substituir nesse hospício que, indiscutivelmente é chamado de mundo.


Notas Finais


Me desculpem por qualquer erro, eu só erro na minha vida 😂
Caso tenham gostado, comentem pra mim saber a opinião de vocês, ok? Comentários são realmente importantes pra mim :)
Nos vemos no próximo capítulo, estarei postando logo logo.
Obrigada por terem lido, amo vocês de verdade.

Kisses da Tae 💙


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