História Sweet Insanity - Capítulo 26


Escrita por: ~ e ~Akira_Gremory

Postado
Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Armin, Castiel, Dakota, Dimitry, Iris, Kentin, Lysandre, Personagens Originais, Rosalya, Viktor Chavalier, Violette
Tags Assassinato, Coelho, Espíritos, Fantasmas, Insanidade, Jake Rabbit Face, Lovely Spicy, Mediunidade, Morte, Psicopata, Sangue
Visualizações 19
Palavras 1.563
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Mistério, Misticismo, Policial, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


*Capítulo escrito por Akira (Lila e Cass) e Charlie

Capítulo 26 - Jogadores só amam quando estão jogando


Adria deixou flores no túmulo de sua mãe e voltou para sua casa. Não sua antiga casa, mas sua nova casa, onde agora vivia com sua mãe biológica e a irmã caçula.
    Quando Adria estava internada, o estado de saúde de Sally piorou e ela sabia que tinha pouco tempo. Não queria deixar a filha desamparada e foi atrás de Carina Jenkins, a verdadeira mãe de Adria e lhe explicou a situação. Carina era uma boa mulher, se não ficara com a filha fora só porque era muito nova na época em que dera a luz a menina e tivera medo da reação dos pais – ela viera do Canadá só para estudar e acabara engravidando, decidira dar a filha uma enfermeira, a qual acabou ajudando mensalmente, mas nunca quis ver a menina com medo de se apegar a mesma -.
    Carina retomara os estudos e se formara como advogada. Era uma das melhores do país. Moveu céus e terra para tirar a filha da clínica psiquiátrica.
    Sally contou a Adria que Carina era sua mãe biológica e também que estava morrendo. Adria ficou arrasada porque estava perdendo sua mãe e porque ela, na verdade, não era sua mãe. As duas passaram os últimos meses juntos até Sally finalmente falecer e Adria não ter escolha senão morar com Carina. As duas nunca chegaram a se tratar de forma carinhosa e íntima como mãe e filha, mas não se davam mal, e Carina se esforçou para dar uma vida melhor a Adria.
    Adria e Kentin trocavam cartas desde quando foram injustamente internados e nessas cartas, só conseguiam falar de dor e vingança.
    Assim que soube que Kentin seria liberado, Adria convenceu Carina a se mudarem para Boca Raton. Carina não gostou muito da ideia, mas Adria insistiu e ela acabou cedendo. Adria tomou o cuidado de não ser vista por nenhum conhecido durante as duas primeiras semanas em que voltou a sua cidade até Kentin regressar. Os dois se encontraram e voltaram a planejar sua vingança contra todos.
O primeiro passo estava dado: Franca e Dafne sabiam que eles estavam de volta e que dessa vez vieram para ficar.
Agora faltava só começar a fazê-las pagar por tudo, não só elas, mas todo os outros que debocharam deles.

— Um a um, todos vão cair. — Disse Adria encarando seu reflexo no espelho com ódio.


✠✠✠

 

— Eu não acredito nisso! — Dalila exclamou incrédula. — Você não vai.
— Mas é claro que não vou. — Castiel abriu um sorriso irônico. — Eu vou passar a noite toda fazendo deveres escolares e rezando, okay?
— Deixa de ser imaturo!
— Olha, a solução é simples, vá comigo. — Castiel disse o óbvio. — Mas eu vou, você querendo ou não.

Dalila bateu o pé, irritada com a maneira que Castiel era tão cabeça dura com essas coisas e por isso saiu do quarto, batendo a porta e fazendo com que, acidentalmente ou não, as janelas tremessem.

— Isso não vai ficar assim.

 

✠✠✠

 

Franca não dormiu bem noite passada. Ainda estava abalada pela forma como Adria reaparecera em sua vida. Deus, ela estava mais linda que antes. Mas quem era aquele cara que estava com ela? Franca queria morrer só de imaginar aquele infeliz tocando a sua Adria.

— Não, ela não é mais minha. Tenho de tirar essa besteira da cabeça. O que ela quer é me ferir, mas não vou deixar. Posso sangrar, mas ela nunca vai me ver chorar. Nunca.

Franca se levantou, obrigando-se a ir até o closet. Escolheu sua melhor roupa. Iria a festa de Dave com Dafne e esfregaria na cara de Adria que estava bem, que o retorno dela não a afetara nenhum pouco.


✠✠✠


Castiel estava meio abalado pelo drama de Dalila, mas isso não impediu que ele fosse para a festa e se divertisse ao máximo, até notar algo que tinha cem por cento de certeza que não queria ter visto.

Era Dalila, ela estava deslumbrante com sua blusa colada e decotada, e um shortinho curto que combinava perfeitamente com a roupa, mas nada disso incomodou muito Castiel e sim o olhar desafiador que ela mandava para ele. Era como sela estivesse desafiando ele para alguma coisa e ele tinha certeza que acabara de concordar com o desafio e tinha assinado um acordo com o demônio.

Castiel entendeu o jogo, era um simples jogo de provocações, onde quem cedesse primeiro perdia e provavelmente acataria a ordem ou pedido do outro.

Ele se encostou na parede, pendeu a cabeça para o lado

Ele observou Dalila, atento aos movimentos lentos que ela fazia de acordo com a música, atento a maneira que ela se "esfregava" em uma garota qualquer que Castiel não conseguia identificar pela luz do local, mas sabia que estava ficando excitado e furioso.

Excitado por ela estar tão linda, sexy e desafiadora com ele, E furioso por ela estar se agarrando com outra pessoa.

Ele saiu do local onde estava, em passos firmes foi até Dalila e pegou pelo braço, levando a garota para um corredor da casa, onde ocorria a festa, e a jogou contra a parede.

— O que está fazendo? — Ele perguntou furioso.
— Curtindo a festa, não é óbvio? — Dalila riu debochada.
— Você estava se esfregando nela!
— Oh, ciúmes cassy? — Dalila sorriu travessa, Castiel tinha acabado de entender o porque dela não querer que ele fosse a festa. — Você é um irmão bem ciumento.
— Namorado. — Castiel se aproximou bruscamente da garota, colando suas testas. — E eu não gosto de ver minha garota se esfregando em qualquer pessoa.
— É? — Ela provocou e recebeu como resposta um beijo violento e cheio de desejo.

Ah, como isso era perigoso…Eles poderiam ser vistos a qualquer momento, por qualquer pessoa, o que só aumentava a excitação dos dois.

Castiel ouviu um barulho e quebrou o beijo rapidamente, encarando uma garota que havia deixado o copo de bebida cair no chão.

— Ah, merda! — Castiel bufou. — Era a Erin, né? Eu vou atrás dela.
— Não! Eu vou. — Dalila colocou sua mão no ombro dele. — Você pode acabar se alterando com a garota.


✠✠✠

 

A festa de Dave se estendeu de sua casa até uma parte da floresta, também, ele era popular e convidou tantas pessoas que perdeu as contas.

Franca e Adria se encontraram na festa e ficaram naquele jogo de provocação, fingindo que nenhuma se importava com a outra quando estava mais que óbvio que era justamente o contrário. Difícil dizer qual das duas se machucava mais, se Franca se atirando nos braços de Dafne ou Adria nos de Kentin.


[…]


Natasha e Troy acabaram se encontrando e se sentaram no tranco serrado de uma velha árvore enquanto bebiam e conversavam. Troy viu Erin passar correndo por ali como se estivesse fugindo de alguém. Ele sabia que não era de sua conta, mas, ainda assim, decidiu ir ver se a garota estava bem ou se precisava de ajuda. Deu uma desculpa qualquer a Natasha e se afastou. Acabou perdendo Erin de vista e desistiu de procurá-la. Estava prestes a voltar até onde Natasha estava quando viu Rose acompanhada de Clara – a moça que ele encontrara no baile, aquela noite -. Troy riu, balançando a cabeça e pensou em ir lá cumprimentar a maluquinha, mas Dalila veio com tudo e esbarrou nele. Ele deu uma bronca nela, mas ela o ignorou, correndo. Troy se virou para onde vira Clara e Rose, mas Clara havia sumido e Rose conversava animadamente com Alexy e Henry.

“Ué, mas pra onde ela foi?”, Troy pensou confuso.


[…]


Natasha achou que Troy deu um jeito de se livrar dela porque se cansara dela e foi buscar mais bebida quando encontrou Kentin e Adria juntos. A princípio, não o reconheceu, mas olhando melhor, ela teve certeza de que era Kentin. Ela se perguntou quando ele voltara e por que não lhe contara nada. Quando Kentin notou a presença dela, ela disfarçou e se apressou em se afastar. Kentin pediu licença a Adria e foi atrás de Natasha.
    Adria ficou sem graça quando Kentin a deixou sozinha e foi atrás dele.

 

[…]


Ambre Hanson bebeu um pouco mais do que estava acostumada e se sentiu mal. Procurou Charlotte e Li para que uma delas lhe desse uma carona de volta para a casa, mas não as encontrou. Decidiu então ligar para Nathaniel, mas não conseguiu sinal.

— Droga. — Ambre disse com raiva e se afastou da multidão em busca de sinal.


Ambre acabou se perdendo. Tentou seguir o som da música “Blame it on the boom” de “Black Stone Cherry”, mas acabou seguindo para a direção contrária já que o som parecia vir de toda parte.
    Enjoada, parou embaixo de uma árvore para vomitar. Ouviu o farfalhar das folhas dos arbustos e o estalar dos galhos.  Virou-se para trás, mas não viu ninguém se aproximando.

— Tem alguém aí? — Ambre perguntou, mas ninguém lhe respondeu. — Vai se ferrar. — Ambre balançou a cabeça, imaginado que na certa, se tratava de algum nerd babaca que a seguira.

Ambre se virou e deu de cara com Jake. Não teve tempo de gritar. Uma lâmina perfurou-lhe a barriga quatro vezes antes que a loira caísse no chão se engasgando com o próprio sangue. O homem coelho agarrou seus tornozelos e saiu arrastando-a. Ambre tentou se agarrar aos arbustos e troncos de árvores em seu caminho mas foi em vão. Ao bater com a cabeça em uma pedra, a chefe das líderes de torcida perdeu a consciência.



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