História Sweet Poison - Jikook ABO - Capítulo 19


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Abo, Alfa, Bangtan Boys, Bts, Fanfiction, Jeon Jungkook, Jikook, Jimin, Jungkook, Kookmin, Ômega, Park Jimin
Visualizações 819
Palavras 2.019
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Fluffy, Hentai, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


AVISO: Capitulo um pouco hot...

Boa Leitura! ^^

Capítulo 19 - - Eighteen -


Fanfic / Fanfiction Sweet Poison - Jikook ABO - Capítulo 19 - - Eighteen -

“O homem que não sabe dominar os seus instintos, é sempre escravo daqueles que se propõem satisfazê-los.”

Jungkook P.O.V’s

     Estava com um pequeno “problema”, é a conseqüência de se agarrar a um ômega como Park Jimin. Deveria controlar meu desejo até todos irem embora, mas estava difícil conter, ficou ainda pior quanto o tal Jongin jogou em minha cara seu interesse em meu pequeno, existem pessoas que imploram por uma surra, mas não queria prejudicar meu padrasto. A culpa de tudo aquilo também é minha, se tivesse o marcado, nenhum alfa iria se aproximar daquela forma, e Jiminnie parece ser inocente o suficiente para não ver a maldade nas intenções de algumas pessoas.

     Controlar meus gemidos foi difícil, nunca é tarefa fácil, se contentar com o trabalho de suas mãos, quando se tem um ômega a sua inteira disposição, acontece que não podia trazê-lo para o quarto, e antes de enfrentar todos os convidados, deveria me livrar da ereção que estava entre minhas pernas, pois a mesma deixava uma marca bem visível em meu jeans. Me tranquei no banheiro de meu quarto, sentando sobre a tampa do sanitário enquanto fazia o trabalho que Jimin deveria estar fazendo, maldito ômega, dono dos meus desejos mais insanos.

      Tentava chegar ao meu ápice, imaginando seu corpo sob o meu, completamente suado, seus lábios inchados entreabertos, intercalando gemidos sôfregos enquanto implorava por mais contato, suas mãos fofas passando por minha pele, me excitando apenas com um simples toque, enquanto suas unhas cravavam em minhas costas, deixando vergões que demorariam a sair. Não me importava em carregar marcas de nossos momentos mais selvagens, ao contrário de tudo, me sentia honrado por carregá-las, ostentando um sorriso por meu trabalho bem feito. Tê-las ali, significava que havia feito o mesmo alcançar o prazer pleno, que desejávamos um ao outro na mesma intensidade.

     -J-Jiminnie... Isso, Bebê. –Seu nome saiu de forma rouca de meus lábios.

     Cheguei ao meu orgasmo, imaginando a criatura mais perfeita, ajoelhada em minha frente, mordendo os lábios, contendo o desejo por sentir minhas mãos em seu pequeno corpo. Esperei minha respiração normalizar, limpei toda a sujeira, erguendo meu corpo, ainda sentindo minhas pernas bambas. Agora mais que nunca, quero terminar essa maldita noite, ouvindo o ômega gemendo meu nome, implorando por mais, implorando por prazer. Ajeitei melhor minha imagem no espelho, e quando fiquei o mais apresentável possível, voltei para o primeiro andar.

     -Desculpem a demora, recebi uma ligação importante. –Me curvei, recebendo um sorriso de todos ali.

     -Esse é meu enteado. –Ouvi meu padrasto dizer. –Ainda vou levar esse garoto para trabalhar comigo.

     -Ele tem o perfil de grande empresário. –Ouvi o outro homem dizer.

     -Obrigado senhores. –Falei me sentando ao lado de meu pequeno.

     -A ligação parece ser mesmo importante. –O ômega sussurrou em meu ouvido, querendo mesmo me provocar. –Sua comida deve ter esfriado por conta de sua demora.

     -Não é isso que quero comer, Bebê. –Me aproximei de seu ouvido, sussurrando a resposta de forma lenta, vendo as bochechas do mais novo corarem ainda mais.

     Voltei a dar atenção ao jantar, assim que o ômega pareceu se aquietar em sua cadeira. Jimin dava atenção a prato de salada em sua frente, sem contar que era o único a beber suco de laranja, já que todos os outros, inclusive eu, nos deliciávamos com um bom vinho. O pequeno encarava a taça em minhas mãos, parecia querer provar a bebida, mas sabia que não seria aprovado por seu pai. Aproximei novamente de seu ouvido, sentindo todos os pelos de seu corpo eriçarem, assim que minha respiração se chocou contra sua pele.

     -Se conseguir segurar, eu deixo você beber um pouco mais tarde. –Sussurrei, o deixando confuso.

     Coloquei a taça de volta à mesa, reparei em todos no local, minha mãe conversava animadamente com a outra ômega, meu padrasto conversava com o sócio, e o garoto de mais cedo, pediu licença para atender uma ligação. E como sempre levei com filosofia de vida, se aparecer uma oportunidade, agarre-se a ela. Deixei minhas mãos sobre meu colo, e em questão de segundos, uma delas estava sobre a coxa do menor. Jimin sobressaltou levemente sobre a cadeira, ao sentir meus dedos apertarem a área interior de sua coxa esquerda.

     As maças de seu rosto ficavam ainda mais rubras, à medida que meus dedos aproximavam de seu membro coberto. Apertei levemente a área por cima de sua calça jeans, massageando a ereção que se formava ali, vendo o pequeno morder os lábios, controlando a vontade insana de soltar mais um de seus gemidos manhosos. Sabia que aquilo era maldade, mas queria ver até onde seu alto controle iria. Quando abri o botão de sua calça, e desci o zíper, colocando as mãos apenas sobre o tecido da boxer, o menor deitou a cabeça sobre a mesa, tentando controlar a respiração que ameaçava sair dos trilhos a qualquer instante.

     -Jungkookie, para... –Sua voz saiu falha, me dando ainda mais incentivo. –Hum...

     O pequeno gemido parece ter saído alto, pois minha mãe se virou na direção do pequeno ômega. Retirei minha mão de seu corpo, voltando a pegar a taça sobre a mesa, quero ver ele se livrar dessa agora. Jimin permaneceu de cabeça baixa, senti minha mãe se aproximar, colocando as mãos em suas bochechas.

     -Querido, você está bem? –A mais velha perguntou preocupada. –Sua temperatura está um pouco elevada, acho melhor ir dormir.

     -E-Eu estou bem. –Seu rosto ergueu para encará-la. –Agüento ficar mais um pouco.

     -Tem certeza, filho? –Meu padrasto perguntou, o encarando também preocupado.

     -Sim, Appa. –Ele sorriu como resposta, voltando com a respiração normal.

     Jimin me encarou, quase suplicando para não continuar com a pequena tortura, e por mais que aquilo estivesse divertido, achei melhor dar um basta, e esperar tudo acabar de vez. O tal Jongin voltou para a mesa, me encarando de forma desafiadora, em seguida começou a encher meu pequeno de perguntas, e tive que ficar em silêncio, sendo obrigado a ouvir as aventuras de infância deles, inclusiva as inúmeras vezes que o alfa salvou o pequeno de uma encrenca.

     Apenas respirei aliviado quando todos foram embora, meu padrasto foi para o escritório, e Jiminnie ficou ajudando minha mãe com a louça. Tomei um banho rápido, vestindo uma roupa mais leve, sabia que depois de minha provocação, o pequeno estava com raiva o suficiente para não aparecer em meu quarto. Assim que ouvi passos pelo corredor, abri levemente a porta de meu quarto, e como imaginei, ele passou direto, nem pensando na possibilidade de entrar.

     Esperei que a porta de seu quarto fosse fechada, caminhei pelo corredor, constatando que os mais velhos já estavam dormindo. Desci até o primeiro andar, pegando duas taças, e o resto do vinho que estava na geladeira. Caminhei a passos lentos pelo corredor, cada vez mais próximo de sua porta. Assim que entrei, ouvi o barulho do chuveiro sendo desligado. Jimin saiu do banheiro minutos depois, com um roupão cobrindo seu corpo.

     -Quer uma taça? –Perguntei vendo o menor dar um pulo para trás.

     -Omo! Você me assustou, Hyung. –O menor fez um bico levando as mãos, ao lado esquerdo do peito. –A propósito, ainda estou com raiva de você.  

     -O que eu fiz? –Me fingi de desentendido, vendo o mesmo revirar os olhos.

     -É sério isso? –Seus braços estavam cruzados na frente de seu peito, sua expressão de indignação, o deixava ainda mais fofo. –Estávamos na mesa de jantar, com visitas em casa, não é um local adequado para suas brincadeiras depravadas.

     -Desculpe, Bebê. –Deixei o vinho e as taças sobre a escrivaninha, me aproximando sorrateiramente de seu corpo. –Eu já disse o quão difícil é manter as mãos longe de seu corpo?

     -Jungkookie! –Sua voz se arrastou para fora de sua garganta, no momento em que minhas mãos alcançaram sua cintura.

     Levei uma das mãos até seu queixo, erguendo seu rosto, para encarar melhor seus olhos. Jimin umedeceu os lábios, passando sua língua entre eles, que para mim era mais que uma provocação, ele não fazia idéia do quão pornô era aquela cena. Mil e uma imagens passavam em minha mente, as mais diversas formas de lhe dar prazer. Aproximei meu rosto do seu, roçando nossos lábios, e quando o garoto se aproximou para findar o espaço, desviei minha boca puxando seu lóbulo entre os dentes.

     -Por que a pressa, Bebê? –Sussurrei, arrastando o nariz no porto abaixo de sua orelha. –Onde estar à raiva que dizia sentir agora a pouco?

     -Por favor, Kookie. –Seu tom se tornou ainda mais manhoso, sentindo seu corpo amolecer em meus braços.

     -O que você quer, Bebê? –Falei segurando firme sua cintura, deixado um chupão em seu pescoço. –Fala o que você quer, terei o enorme prazer em te atender.

     -Você sabe o que quero, Hyung. –Suas mãos pararam trêmulas em meus ombros. –Eu quero você, Jungkookie.

     Segurava todo o meu desejo, apenas para torturá-lo mais um pouco, queria ver o ômega implorando por mim, sentir o poder que minha voz havia sobre ele, e meu maior objetivo, e fazê-lo sentir tanto prazer, que o faça pensar duas vezes antes de procurar outro alfa.

     -O cheiro daquele idiota saiu de seu corpo, isso é bom. –Desci minhas mãos para base de sua coluna, dando impulsos para o menor enlaçar as pernas em minha cintura. –O único cheiro que ficará em você, será o meu.

     Joguei seu corpo contra a cama, tomando seus lábios de forma desesperada. O menor procurava se encaixar ainda mais em meu corpo, se esfregando em busca de mais contato. Minha respiração já se encontrava completamente descompassada, não diferente da sua. Desamarrei o nó de seu roupão, me deparando com sue membro inteiramente exposto, e já desperto. Agarrei a extensão do mesmo, vendo ele arquear às costas,  revirando os olhos.

     -Bebê! –Seus olhos se abriram em minha direção, carregados da mais pura luxuria.

     -Hum... Jimin arfou em resposta, deixando seus olhos vidrados aos meus.

     -Você é uma tentação, sabia? –Puxei seu lábio inferior entre os dentes. –Minha perdição. Não sabe os pensamentos impuros que tenho com você.

     -Jungkook-ssi... –Ele sussurrou, quase de forma inaudível, mas estava atento a cada pequeno movimento seu. –Hyung, o que você fez para resolver aquele probleminha?

     -Quer que eu te fale, ou quer que eu demonstre? –Aumentei a velocidade envolta de seu membro, sentindo seus músculos se contraírem. –Usei uma das mãos, imaginando sua boca aqui. –O garoto revirou os olhos, quase atingindo seu orgasmo. –Não sabe o quanto isso me excita. –Aproximei nossos lábios novamente. –Sua respiração me excita, sua pele me esquenta, seu perfume me enlouquece, você Park Jimin. Você me tira completamente a razão.

     -Ahhh... –Um grito escapou por seus lábios, no momento em que senti seu líquido em minhas mãos.

     Senti seus dentes apertarem meu lábio inferior, e puxá-lo de forma sensual, sua respiração falha. Tomei seus lábios em um beijo feroz, sentindo suas mãos pararem na barra de minha camisa, a puxando para fora de meu corpo. Sorri me sentando sobre o colchão, deixando minhas costas se chocarem contra a cabeceira da cama. Meu sorriso se intensificou ainda mais, ao sentir seu peso sobre meu colo, uma perna de cada lado de meus quadris, enquanto meus lábios foram tomados novamente. Nem mesmo entendi como o jogo virou a seu favor, ou o surto de coragem que se abateu sobre ele, mas estava amando tudo aquilo.

     Um de seus braços se esticou até a escrivaninha, pegando a garrafa de vinho, Jimin deu um gole no líquido, fazendo uma cara engraçada, provavelmente por conta do álcool. Em seguida, deixou a garrafa sobre o criado mudo, voltando a sua posição de antes, o menor segurou meu rosto entre as mãos juntando nossos lábios. Havia um pouco de vinho em sua boca, deixando o beijo ainda mias interessante, senti meu desejo aumentar de uma forma absurda, e o resto de meu controle dar a volta no universo, desejando uma boa sorte a nossa noite, que seria mais que atarefada. Como imaginei, acabaríamos sobre minha cama, mas nem em minha melhor hipótese, pensei na possibilidade de ser dominado por um ômega.

     Mas Park Jimin não é qualquer ômega.

 


Notas Finais


Me desculpem pelo capítulo meio bosta, não estou muito bem hoje...

Beijos e até o próximo capitulo! <3


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