História Swords And Guns - Capítulo 3


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Personagens Personagens Originais
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Fantasia, Ficção, Magia, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


<3

Capítulo 3 - Missão Falhou


Fanfic / Fanfiction Swords And Guns - Capítulo 3 - Missão Falhou

Ano: 2017

Cidade: New York

Narradora: Autora

Com um pirulito na boca, sentada na janela do apartamento, seus cabelos molhados penteados para trás. Vestia apenas uma regata, calcinha e meias. Cantarolava alguma música enquanto limpava a sniper. Seu pássaro parecia se mexer como se dançasse o que a dona cantava, em cima da cama.

Pelo visto era apenas uma dor de cabeça passageira, Murda – Ela desceu da janela

Estou me sentindo bem de novo, eu achei que fosse alguma coisa importante, algo relacionado ás frases estranhas que ouvi no sonho – Colocou a mão na cabeça

Mas estou feliz que não seja nada demais – Sorriu

Ela deixou a arma em cima de sua cama e pegou suas roupas, terminando de se vestir. Pegou uma bolsa, onde guardou a arma e a colocou em suas costas. Já na cozinha, apenas ergueu o braço e o pássaro vôo até ela.

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Já no local onde faria seu trabalho, ela estava em um beco. Tinha que saber onde estava cada guarda nos telhados.

Murda – Olhou o pássaro em sua mão

Ela o jogou para cima e o animal saiu voando. Após alguns minutos, ele retornou.

Bem, vamos ver o que você viu, meu pequeno amigo penoso – Ela o segurou em suas mãos novamente

Aproximou seu rosto do dele e o olho azul brilhou mais forte. Então, imagens vieram á sua cabeça. Ela viu onde cada guarda estava, assim como Murda havia visto. Apertou os olhos e balançou a cabeça, seu olho voltou ao normal e ela sorriu para o pássaro.

Bom trabalho, Murda – Fez carinho nele

Agora, temos mais trabalho a fazer – Ela jogou a bolsa no ombro

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Um dos guardas caminhava de um lado para o outro, armado, observava o movimento das ruas. Até que sentiu algo contra sua cabeça e uma faca sendo colocada contra seu pescoço.

Outro guarda, também distraído, estava com mais outros quatro em cima do telhado. Ele bocejou. Viu então uma luz azul. Ele estranhou e coçou os olhos.

Vocês viram aquilo? – Perguntou o guarda

Aquilo o que? – Disse outro

Isso – Vetra apareceu atrás dele

Ela quebrou seu pescoço, em seguida, a luz azul se moveu em uma velocidade surpreendente, atravessou uma faca no pescoço do outro guarda e empurrou o terceiro para que caísse do prédio, o último ficou paralisado. Vetra apareceu em sua frente, sorrindo para ele. O homem não teve nem tempo de gritar e ela atirou em sua cabeça com uma pistola.

Ela olhou em volta. Logo seu pássaro voltou para ela.

Que estrago, em? – Vetra

Ela e Murda assentiram. Ela foi até a ponta do prédio, afastando o corpo de um dos guardas e começou a montar o local perfeito para o tiro perfeito.

Após isso, posicionou-se, olhando pela mira. Murda parou em cima da arma.

Achei você – Ela olhava o homem na festa

De repente, um flash lhe veio á cabeça. Ela se desconcentrou um pouco e passou a mão na cabeça. Voltou a olhar pela mira, mas o flash voltou novamente. Ela caiu para trás e ligou o comunicador em seu ouvido, o usava apenas em emergências.

Fire! – Vetra

Vetra, o que houve? – Fire estranhou, Vetra nunca entrava em contato durante as missões

Tem algo... Errado! – Estava sentindo uma dor imensa em seu peito, seu corpo se contorcia no chão

Senhor, há algo errado, Vetra não parece bem – Fire

Do que está falando? – Conrad

Ouviram o som da eletricidade do corpo de Vetra pelo comunicador. A eletricidade estava cercando totalmente o corpo dela e a gargantilha em seu pescoço estava brilhando.

Aah! – Vetra gritou

O que diabos está acontecendo, Vetra?! Mandem alguém para lá, agora! – Conrad ordenou

Vetra gritava e se contorcia no chão, um show de faíscas se mostrava acima do prédio. Murda tentava se aproximar da dona, mas a eletricidade saindo do corpo dela o impedia.

Vetra abriu os olhos e seu olho azul brilhou em tamanha intensidade, seu corpo se curvou, flutuando no ar e a gargantilha em seu pescoço brilhou.

Vetra! – Fire a chamava do outro lado do comunicador

De repente, uma luz branca começou a se formar do lado de Vetra, como um portal, e então, um homem saiu dele, caindo no chão e o portal se fechou. A mulher bateu suas costas no chão e a energia de seu corpo se dissipou. Ela começou a tossir e se virou, tentando se levantar.

O homem mais adiante estava abaixado no chão, tentando se recompor. Vetra levou sua mão ao pescoço e notou que sua gargantilha havia sumido.

M-merda... – Ela se levantou com dificuldade

O homem pareceu ouvi-la, ele também sentiu que o amuleto não estava mais em seu pescoço, virou-se, a encarando.

Você! – Ele desembainhou a espada

Vetra o olhou assustada. Ele se levantou e foi em direção a ela. A mulher se arrastou no chão, de costas, tentando se afastar dele.

Não chegue perto de mim – Vetra formou uma esfera de eletricidade na mão e apontou para ele

Murda pousou na lâmina da espada e pareceu encarar o homem.

Onde eu estou? Onde está o amuleto? – Perguntou visivelmente irritado

Você acabou de sair de um portal que surgiu do nada e quer começar as perguntas? – Vetra arqueou a sobrancelha

Não teste a minha paciência, sua estúpida – Ele aproximou mais a lâmina dela

Não me ameace, idiota – Ela o encarou

Onde está o amuleto que me trouxe aqui? – Ele perguntou

Espere, um amuleto o trouxe aqui? – Vetra

É o que estou dizendo, garota burra – Disse

Isso deve ter algo á ver com o que aconteceu... – Ela pensou

Minha gargantilha também sumiu, será que foi ela e o amuleto dele que o trouxeram aqui? De onde esse cara veio afinal? Olha essas roupas – Ela o olhou de cima a baixo

Ele virá até você

Ajude-o

O apocalipse

Está chegando

O... Apocalipse – Ela disse

O que? – O homem perguntou

Só poderia ser aquilo, estavam tentando avisá-la através dos sonhos. Algo grande estava vindo e por algum motivo, eles haviam se encontrado.

Ela desfez a esfera em sua mão e se levantou. Ele manteve a espada apontada para ela.

Eu já abaixei a minha arma, que tal abaixar a sua? – Vetra apontou para a espada

Terá que me dar motivos melhores para que eu abaixe minha lâmina – A encarou

Tudo bem, o que quer saber? – Vetra assentiu

Onde estou? – Perguntou o homem

New York – Vetra

O que diabos é New York? – Ele fez uma careta confusa

Você fala igual ao Conrad – Vetra

Quem? – Perguntou

Ninguém – Vetra

De onde você veio? – Vetra

De Niitsu, Japão – Respondeu

Niitsu? Essa cidade nem existe mais – Vetra

Ela raciocinou um pouco e o olhou incrédula.

Espera, espera, de que época você é? – Vetra

Que pergunta idiota, garota, 1192, é óbvio – Disse simplesmente

Puta merda – Ela colocou as mãos na cabeça

Me mandaram um samurai de 800 anos – Vetra disse surpresa

Do que está falando? – O homem se mostrava confuso

Acredita em viagens no tempo, amigo? Porque foi o que você acabou de fazer, estamos em 2017 – Vetra

O que? – Ele deu um passo para trás

Não pode ser, como cheguei tão longe? – Perguntou

O tal amuleto que você falou, de alguma forma estava conectado com a minha gargantilha, você chegou e ambos desapareceram, provavelmente eles são amuletos antigos, usados para viagens no tempo – Vetra

De onde você o tinha? – Vetra

Meu amigo... Ele me entregou – Ele parecia meio receoso em falar sobre aquilo

Se ele te entregou, talvez soubesse que você iria parar aqui, o que ele te disse depois que te deu o amuleto? – Vetra

Disse que deveria encontrar a caçadora – Disse

Caçadora? – Vetra pareceu surpresa

Sim, você a conhece? Preciso encontrá-la – Disse o homem

Olha, dada as circunstancias, eu diria que a sua caçadora, sou eu – Vetra

Ele a encarou por um momento e em seguida, deu uma risada. A mulher arqueou a sobrancelha.

Você? Você é uma criança, não pode ser uma caçadora, tem quantos anos, 15? – Ele ria da cara dela

Ela jogou uma esfera de eletricidade que explodiu ao lado dele, o assustando.

Você é um idiota, eu tenho 25, mais respeito, por favor – Vetra

E sim, eu sou uma caçadora, descendo de uma família de caçadores – Vetra

Vê isso? – Uma esfera de eletricidade surgiu em sua mão aberta

Isso é passado de gerações entre a minha família, cada família de caçadores possui um elemento, ao qual os caçadores controlam, a minha, é a eletricidade – Vetra

O olho azul, representa o meu elemento, o cinza, bom, é a cor comum do meu olho – Ela deu de ombros

Então você tem esses poderes, pois é uma caçadora? E não um dos demônios? – Ele perguntou

Demônios? – Vetra

Sim, o rei demônio estava invadindo nossa cidade, seus demônios estavam nos massacrando, eu estava no meio dessa batalha antes de parar aqui, meu amigo... Meiji, acabou morrendo lá – Ele apertou o punho

Mas não antes de me dar o amuleto e me trazer aqui, ele disse que eu deveria encontrá-la para parar com isso e impedir que eles destruam tudo – Disse

Ela o olhou sem dizer uma palavra.

Isso é coisa demais para minha cabeça, preciso beber alguma coisa – Disse simplesmente

Está brincando? Acabei de dizer que os demônios estão vindo e você quer beber? – Ele disse inconformado

Escute, seja lá quem você for, nós precisamos colocar os pontos nos is e resolver isso, e não vamos fazer isso no alto de um prédio, já que estragou minha missão, o mínimo que pode fazer é me deixar beber algo, os demônios ainda não estão aqui, o que significa que ainda temos tempo para nos preparar, mas enquanto ainda não nos preparamos, eu quero beber algo – Ela parou na frente dele

Você é inconseqüente, garota – Ele cruzou os braços

É, eu sei – Vetra deu de ombros

Ela recolheu suas coisas e Murda veio para o seu ombro.

Ah, eu esqueci de perguntar – Vetra foi até ele novamente

Qual o seu nome? – Vetra

Akio, Takeda Akio – Akio

Certo, Akio, eu sou a Vetra, Vetra Nyx – Ela estendeu a mão para cumprimentá-lo

Ele encarou a mão dela e apenas se curvou.

Ok, então – Ela deu de ombros

Foi em direção as escadas que levavam para o terraço onde estavam.

Você vem? – Vetra

O homem suspirou e a seguiu.



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