História T h r e e - Capítulo 10


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Drama, Jungkook, Romance, Taehyung, Taekook, Three, Threesome, Vkook
Visualizações 204
Palavras 2.897
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Harem, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Postando pelo celular, me perdoem pelos erros

BOA LEITURA!

Capítulo 10 - X - Fool


Fanfic / Fanfiction T h r e e - Capítulo 10 - X - Fool

Eu sei a verdade agora
Eu sei quem você é
E eu não te amo mais
Nunca existiu e nunca existirá
Você não sabe o quanto me traiu
De alguma forma, você faz todo mundo de tolo

 

Evanescence – Everybody's Fool

 

 

 

 

O fim de semana na cabana serviu pra me fazer pensar como eu nunca havia feito antes.

 

Eu estava basicamente manipulando as pessoas que estavam perto de mim, então decidi rever minhas atitudes e fazer o que era certo, começando por Yura. Eu sabia o quanto minha "ajuda" estava sendo importante para ela, que estava feliz e radiante desde que eu havia concordado com toda aquela palhaçada, então o que eu precisava fazer naquele momento era por um fim naquela história para que minha consciência ficasse um pouco — mesmo que muito pouco — mais limpa.

Eu estava esperando-a no dormitório já faziam algumas horas, ela havia saído com Jimin e seus pais para uma reunião, por esse motivo nenhum dos dois haviam ido para a faculdade naquele dia — e nem Jungkook — o que me fez pensar, por algum motivo, que eles estariam participando de algum tipo de reunião relacionada aos papéis que Jungkook tinha em mãos no dia em que eu o vira no refeitório, na última quinta feira. Não conseguimos conversar no sábado, que seria o dia em que nos encontraríamos, devido a minha viagem surpresa com Taehyung, então, dando a desculpa de que eu estava indisposta, lhe enviei uma mensagem adiando nosso encontro para a terça-feira.

O que não me deixava surpresa era o quanto eu estava sentindo falta dele.

 

Apesar de ele mesmo dizer que era uma péssima companhia, eu ficava tão encantada quando ele estava por perto, que o que eu menos podia pensar era no quão "sem noção" ele era ás vezes. Fazer piada quando não podia, olhar pras pessoas com cara feia e odiar quando eu o encarava por muito tempo era uma das coisas que mais me incomodava em Jungkook. Ah, se ele soubesse o quanto eu gostava de observá-lo ele jamais se chatearia por eu fazê-lo. Na realidade, sua personalidade era tão distinta que muitas vezes me deixava confusa demais pra criar alguma imagem definitiva em relação a ele.

 

Assim como Taehyung, Jungkook era imprevisível.

 

— Day-Ah, eu cheguei! — Ouvi a voz doce de Yura, focando meus olhos para a porta recém aberta, enquanto ela carregava uma mochila e uma pequena pilha de pastas em suas mãos. — Aish que reunião chata, aquele idiota do Jungkook consegue ser ridiculamente exigente quando quer. — Ralhou irritada. — Não sei pra que tanta chateação por causa de uma droga de contrato!

 

— Contrato? — Perguntei curiosa. — Que tipo de contrato?

 

— Jungkook-ssi contratou a empresa dos meus pais pra montar os contratos de ações da empresa que ele está abrindo, porém ele colocou umas cláusulas ridículas, e adivinha quem vai ter que analisar as propostas? — Começou a retirar da mochila um notebook e outras dezenas de documentos. — Eu mesma, porque aquele idiota do meu irmão faz tudo o que ele quer.

 

— Eles são amigos a muito tempo? — Alfinetei tentando parecer desinteressada. — Digo, eu vi seu irmão e Jungkook conversando no refeitório semana passada.

 

— Uh? Eles são unha e carne. — Se sentou na cama retirando os sapatos e jogando-os no canto do quarto. — Só que de todos os amigos do meu irmão, Jungkook é o mais difícil de lidar.

 

— Difícil? — Disso eu claramente não podia discordar.

 

— É, ele tem um círculo de amigos bem específico. — Arqueei uma sobrancelha do intuito de ela perceber minha confusão e abrir o jogo de uma vez. — Mas as únicas pessoas que o suportam o suficiente são Jimin e Tae, o segundo não sei como, eles são absurdamente diferentes, mas tão grudados que parecem siameses. — Senti meu peito apertar e uma sensação indescritível se apoderar do meu corpo. Minhas mãos tremiam e eu encarava Yura atônita sentindo minha respiração falhar e cada músculo do meu corpo se contrair. Abri e fechei a boca algumas vezes tentando formular uma frase porém nada saía. Minhas suspeitas eram verdadeiras, eles se conheciam, eles eram amigos! Isso era muito maior e pior do que eu poderia imaginar... Como eu iria lidar com algo assim? — Está tudo bem Dayane? — Yura questionou visivelmente preocupada.

 

— Sim... Eu estou bem. — Afirmei sorrindo falsamente enquanto a via dar de ombros e dar atenção aos papéis que estavam em suas mãos. — Eu vou dar uma volta. — Me levantei ás pressas pegando apenas minha bolsa e calçando um sapato qualquer. Eu me sentia sufocada e minhas pernas estavam bambas, eu sentia que poderia despencar a qualquer momento.

 

Como eu pude ser tão burra?

 

Por que eu não pensei que eu precisaria fazer algo caso minhas suspeitas estivessem corretas. Mesmo que eu ainda tivesse uma pequena chance de estar errada, eu me agarrei a toda aquela expectativa positiva, não me permitindo, nem por um mísero segundo, pensar no que eu faria caso toda aquela teoria que minha mente havia construído fosse verdade. Agora a realidade estava o batendo em minha porta e tudo o que eu conseguia pensar é no quão estúpida eu era por me deixar entrar em tal situação, a mesma na qual eu não tinha a mínima ideia do que fazer para sair.

 

Sai do bloco do dormitório a passos rápidos, puxando meus próprios cabelos em frustração, tentando chegar em uma solução, pensando em algo que não fosse magoar a nenhum dos dois. Eu não queria que a amizade deles fosse prejudicada, eu sabia o quanto aquilo poderia afetá-los, e de forma alguma eu queria ser responsável por qualquer coisa ruim que pudesse acontecer a qualquer um deles. Eu sentia vontade de chorar apenas por pensar nessa possibilidade.

 

Eu queria ligar para qualquer um dos dois, pedir perdão durante horas e implorar para que nada mudasse entre eles, para que as coisas continuassem tal como estão, mais isso era impossível, eles não me perdoariam nunca, eu sabia isso, e queria morrer a cada segundo em que tal fato melhor era assimilado por minha cabeça tão confusa.

 

 

Senti minha visão embaçar por alguns segundos antes das lágrimas escorrerem incessantemente por meus olhos, abracei meu próprio corpo e passei a caminhar sem rumo pelas ruas de Seul, me sentindo psicologicamente perdida, desconsolada e culpada.

 

 

 

 

Eu não tinha ideia de quanto tempo fazia que eu estava sentada naquele bar olhando a porta de entrada abrir e fechar através do tom do vidro esverdeado da garrafa de soju que estava em minha frente, eu contava as gotas de água que escorria assim como as lágrimas em meus olhos, conforme o líquido gelado perdia temperatura, e eu pensava inutilmente numa forma de resolver meus problemas. Confesso que caminhar sem rumo até encontrar aquele local onde mulheres não costumavam ir — apesar de eu sempre estar ali com Jungkook — fora talvez a melhor coisa que eu havia feito naquele dia, apesar de não ter resolvido nem um terço do que eu precisava, ir até lá me fazia espairecer, e mesmo que o que eu menos tivesse direito naquele momento era de dar "férias" para minha cabeça, aquela foi a única atitude que eu havia sido capaz de tomar até aquele momento.

 

Eu queria poder escorrer assim como aquelas gotas d'água, e desaparecer sem que ninguém soubesse onde eu estava, apenas para me livrar de tudo aquilo e não precisar sentir o peso de tamanha decisão sobre meus ombros, o tamanho daquela maldita decisão que eu não queria tomar.

 

Eu deveria abrir o jogo?

 

Eu deveria terminar tudo com os dois? Ou eu deveria terminar com um só?

 

Eu fui sincera com Jungkook desde o início a respeito de ter alguém além dele, porém eu nem mesmo cogitei a ideia de falar algo a respeito com Taehyung, então eu deveria terminar com Tae e continuar com o conturbado e confuso relacionamento — resumido a sexo e bebidas — que eu tinha com Jungkook? O que eu deveria fazer? Droga eu não tinha ideia.

 

— Porque será que eu tinha certeza que te encontraria aqui? — Ouvi a voz de Jungkook e meus olhos se arregalaram por um instante, me fazendo girar a cabeça mantendo-a jogada sobre o balcão e encarar sua imagem por alguns instantes. Ele vestia uma camisa social branca com calças pretas e se encontrava parado ao meu lado, uma pequena ruga se formava entre suas sobrancelhas enquanto ele me observava um tanto confuso. Girei minha cabeça novamente colando minha testa no balcão, tentando a todo custo pensar numa boa desculpa pra eu estar com os olhos inchados por ter chorado ali durante a tarde inteira. — Você está chorando? — Perguntou puxando uma cadeira e se sentando ao meu lado. — Hey... — Me chacoalhou, segurando minha mão.

 

— Jungkook-a... — Funguei me endireitando na cadeira e esfregando meus olhos.

 

— Você não respondeu minhas mensagens. — Iniciou relutante. — Eu sei que nós tínhamos combinado de sair amanhã, mas você sempre responde.

 

— Me desculpe. — Peguei a garrafa levando-a a boca e tomando um gole do líquido direto do gargalo, tirando uma expressão desgostosa dele.

 

— Bebendo como um moribundo ás seis da tarde e chorando como uma condenada... — Afastou os cabelos que estavam grudados em minha testa — Que droga aconteceu com você Dayane? — Questionou enquanto eu fazia uma careta por sentir o soju queimar minha garganta.

 

Direcionei meu olhar a Jungkook que ainda parado, na mesma posição, sustentava sua expressão pesada que exigiam respostas, porém eu também conseguia ver preocupação. Eu queria ter coragem de abrir o jogo com ele e dizer o motivo pelo qual eu estava no fundo do poço, porém seria basicamente impossível fazer isso sem levá-lo para esse mesmo lugar comigo.

 

— Você já tomou alguma decisão completamente idiota e não sabe como lidar com as consequências dela? — Questionei com a voz um tanto embargada, entrelaçando seus dedos cumpridos nos meus. Percebi sua expressão se suavizar e ele girar os olhos em negação.

 

— Dayane, quando se é adulto tudo o que nós fazemos é tomar decisões erradas, depois passar o resto da vida tentando concertá-las. — Sorriu de forma terna. — Estar vivo é isso, errar e acertar.

 

— Meu erro envolve muitas pessoas...

 

— Então cabe a você tirá-las disso, é sua responsabilidade. — Retirou a garrafa das minhas mãos, colocando-a sobre o balcão e deixando algumas notas de won ali, para pagar pelas bebidas. — Só não julgue a si mesma por ter errado, ninguém é perfeito menina, e nem tem a obrigação de ser, ainda mais você. — Suspirei concordando, me sentindo mais leve por ouvi-lo me chamar daquela forma. Ele havia me chamado de menina pela primeira vez quando eu havia me sentido relutante em lhe dizer meu nome após nosso encontro na boate, desde então isso se tornou basicamente um apelido quando dito por ele.

 

— Eu vou fazer alguma coisa a respeito Jungkook, só não sei por onde começar, está tudo tão confuso e aish!. — Desci da cadeira, parando ao seu lado. Ele sorriu e tocou minha testa com seu dedo indicador. — Idiota! — Resmunguei tocando minha própria testa.

 

— Você é inteligente, não será difícil achar uma solução para seus problemas, só precisa ser um pouco menos destrambelhada. — Apontou para a saída e passou a caminhar, me fazendo segui-lo um pouco cambaleante pelo efeito da bebida, até que, por fim, estivéssemos fora daquele estabelecimento.

 

Senti a brisa fria da noite que se aproximava bater contra meu corpo fazendo com que eu me abraçasse na tentativa de evitar ser atingida pelo ar com baixa temperatura. Jungkook parou e me encarou de forma neutra, me causando um desejo imenso de me jogar em seus braços. Seus cabelos castanhos estavam cobrindo seu rosto parcialmente, e as luzes amareladas á pouco ligadas da cidade devido ao por do sol que ocorrera a tão pouco tempo contrastavam com sua pele clara, o deixando mais bonito do que eu era capaz de lembrar.

 

— Eu senti sua falta Jungkook. — Sussurrei num fio de voz sem ter certeza de que ele houvesse escutado, de fato.

 

"Eu senti sua falta" logo se transformaria num "eu sentirei sua falta" quando eu conseguisse ser sincera o suficiente e abrir o jogo com ele, porém como eu faria isso? Como tomar tal decisão sabendo que eu poderia perdê-lo? Ele retirou o maço de cigarros de seu bolso, pegando uma unidade do câncer na embalagem e o levando aos lábios, acendendo-o com a chama de seu esqueiro dourado, que logo foi colocado de volta no bolso de sua calça. Ele tragou-o, expelindo a fumaça para cima, fazendo-a ser levada junto ao vento.

 

Me aproximei dele o suficiente pra tocar seus braços cobertos pelo tecido fino de sua camisa, deslizando meus dedos pelo local sentindo as veias saltadas que cobriam sua pele. Retirei o cigarro de sua mão jogando-o no chão, beijando-o logo em seguida. Eu sentia o sabor da nicotina em seus lábios tão doces mesclar-se com o do álcool que eu havia ingerido, enquanto meus dedos se emaranhavam nos fios macios de seu cabelo. Cada vez que eu o trazia mais para perto de mim, apertando meu corpo contra o dele, eu sentia que estávamos mais distantes, me fazendo apertá-lo ainda mais.

 

Eu o queria mais perto.

 

Quando nos separamos, Jungkook sorriu, apertando as chaves de seu carro em suas mãos e me orientando a segui-lo até encontrarmos o veículo. Entramos rapidamente e após alguns minutos logo chegamos a nosso destino. Como de costume, não escolhemos uma suíte específica, apenas apertamos o botão para selecionar uma aleatória e fomos nos beijando aos tropeços até estarmos dentro daquele quarto de motel num tom azul escuro. Retirei meu tênis ficando apenas com a meia longa rosa claro que eu utilizava, desabotoando meu shorts jeans e deixando-o cair por minhas pernas. Eu usava apenas uma camiseta branca simples com sutiã, então não me preocupei em remover essas peças, apenas fui até Jungkook o ajudando a retirar suas roupas. Desabotoei sua camisa enquanto ele retirava seus sapatos e abaixava o zíper de sua calça colada, que evidenciava os músculos de suas coxas.

 

Nossas mãos eram ágeis, éramos apressados, eu precisava senti-lo, eu queria tocá-lo.

 

Ele colocou seus polegares em cada lado de meu quadril, segurando minha calcinha, enquanto me fazia caminhar de costas, até chegarmos na cama. A peça fora removida sem dificuldade, e eu senti meu corpo estremecer quando seus dedos percorreram toda a extensão de minha intimidade. Ele levou os dedos a sua própria boca sugando-os, sentindo meu gosto, corei automaticamente.

 

— Porque você está envergonhada? — Questionou divertido abrindo minhas pernas e se deixando sobre mim, segurando seu próprio peso em seus antebraços. Senti sua ereção roçar minha virilha, me fazendo arfar com o contato. — Eu nem fiz nada e você já está tão molhada Day...

 

— Jungkook... — Cobri meu rosto com uma de minhas mãos e ele riu, afastando-as e beijando meu pescoço. Seus lábios faziam uma trilha de beijos em minha mandíbula, meu rosto e minha boca, porém logo ele resmungou.

 

— Porque não tirou essa droga dessa blusa? — Suas mãos apertaram o tecido, erguendo-o até a altura dos meus seios cobertos pelo sutiã.

 

— Me desculpe. — Coloquei meu rosto na curva de seu pescoço.

 

— Só dessa vez... — Abri um pouco mais as pernas, colocando meus pés cobertos pelas meias em sua panturrilha, ele me penetrou vagarosamente, me fazendo gemer baixinho em seu ouvido.

 

— Você vai me foder com força, não é? — Mordi seu ombro olhando o quão erótica era a imagem de nós dois conectados através do espelho no teto. Ele se retirou de mim lentamente com um sorriso sínico no rosto, me fazendo querer socá-lo.

 

— Hoje não Dayane, nós estamos sem preservativo, eu vou me controlar.

 

E de fato ele estava se controlando.

 

A cada estocada lenta, eu gemia e arranhava suas costas enquanto o sentia entrar e sair de mim lentamente, como ele nunca havia feito. Eu estava tão excitada e aquilo estava sendo tão prazeroso que por um momento eu quis me esquecer completamente de toda aquela confusão. De fato era impossível não pensar em toda aquela situação, porém estar ali, sendo preenchida por Jungkook enquanto o ar quente que saia por sua boca aquecia a pele do meu pescoço transformava aquela sensação em um pouco menos terrível. Cruzei minhas pernas em seu quadril quando ele acelerou um pouco os movimentos, apertando seu quadril de acordo com a intensidade de cada investida.

 

Jung... Ah Jungkook! — Gemi sentindo que eu gozaria a qualquer momento.

 

— Menina, tira essas pernas daqui! — Ralhou comigo apertando minha coxa para que eu o soltasse, porém eu apertei minhas pernas ainda mais, jogando meu quadril contra o dele.

 

— Hmm, Oppa... — Fechei meus olhos o ignorando completamente, sentindo por fim meu corpo estremecer e eu explodir em um orgasmo que me fez soltar um longo gemido, afundando ainda mais minhas unhas em Jungkook, que logo também chegou ao ápice, se desfazendo dentro de mim.

 

— Filha da puta. — Me xingou após dar a última estocada. — Eu não quero uma criança, pelo amor de Deus Dayane. — Ri com sua preocupação, soltando minhas pernas de seu quadril, o observando se jogar ao meu lado na cama, ofegante.

 

— Eu tomo pílula seu idiota, não vou engravidar.

 

— Espero que não mesmo. — Sorriu pra mim, me puxando para mais perto dele. — Está se sentindo melhor?

 

— Uhum...

 

— Isso é bom por que.... — Ele ficou em silêncio repentinamente, me fazendo encará-lo curiosa. Não entendi naquele primeiro momento o motivo pelo qual ele me encarava num misto de surpresa, receio e raiva.

 

— Jungk... — Ia falar, porém fui interrompida pelo tom autoritário de sua voz.

 

Quem te deu esse colar Dayane?


Notas Finais


eita D:


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