História Temptation - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Sehun, Suho, Tao
Tags Chanbaek, Crossdresser, Hunhan, Kaisoo, Sebaek, Yaoi
Visualizações 571
Palavras 2.912
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Lemon, Romance e Novela, Suspense, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Capitulo 1


– Então vai ser hoje?

– Sim. Já o fiz esperar demais. – sorri olhando meu delicioso namorado correndo com a bola debaixo do braço, me virei para Yuri e sorri maliciosamente.

– Pobre Sehun, mal sabe o que espera. – ela debochou e rolei os olhos.

Tudo bem que eu estava enrolando Sehun há algum tempo, mas era bom pra ele, assim ele dá valor a mim.

– É bom pra ele, sabe suar um pouco. As vadias que ele saia antes davam pra ele logo de cara. Assim o homem enjoa. – ela fez uma careta e ri.

– Hmmm, se você diz. – ela me lançou um olhar estranho e a ignorei me levantando do gramado e indo até ele que já tirava a camisa e não podia deixar de secar seu corpo.

Meu namorado era gostoso. Não tinha como negar.

– Oi gato.

– Oi lindo. – ele me agarrou me segurando pela cintura e me erguendo do chão, sua boca imediatamente na minha, gemi agarrando seus cabelos.

– Aproveitando o treino? – ele moveu as sobrancelhas e sorri.

– Oh sim. Garotos suados correndo atrás de uma bola, uma loucura. – me abanei mordendo o lábio, e ele riu e me colocou no chão, indo para o vestiário, sua mão na minha me puxando junto com ele.

– Então, vamos sair hoje?

– Claro, sexta feira, papai libera. – ele riu.

– Oh vou ter que encarar o senhor Byun.

– Oh sim, mas não se preocupe eu escondo a arma que ele tem na gaveta antes de você chegar. – ele fez uma careta e eu ri.

– Então que tal me acompanhar no chuveiro? – apontou para o vestiário e suspirei.

– Sehun...

– Qual é Baekkie, a gente já ta junto há um mês.

– Mas é só um mês. Eu sou um moço de família. – ele bufou e contive a risada.

– Então eu já vou.

– Ok, vou também, me pega as sete.

– Claro.

Ele resmungou e me deu um beijo rápido e correu para o vestiário, fui em direção ao estacionamento onde minha linda moto vermelha estava.

Lembro quando a comprei, meu pai quase teve um ataque quando cheguei em casa com ela, mas mamãe adorou e o convenceu. Sem contar que eu amava a velocidade, a emoção do vento nos cabelos e o melhor, era ótimo sentir algo entre as pernas, talvez eu sentisse Sehun entre as pernas hoje a noite. Ri sozinho e subi na moto, coloquei o capacete e liguei, saindo do estacionamento.

Minha casa não ficava muito longe da escola, logo eu estacionei em frente a casa de dois andares, onde morei minha vida toda, musica alta se ouvia saindo pelas janelas e sorri, sorte nossa que as casas eram meio longe uma das outras, ou mamãe ouviria um monte de reclamações.

Entrei em casa jogando as chaves na mesa da sala e ri, mamãe balançava os quadris na frente do fogão e cantava como uma louca.

– Hey, está ensaiando para algum show de talentos? – gritei acima do barulho e ela riu se virando pra mim.

– Quem me dera bebê. Mas admita, sua mãe canta bem pra caralho.

– Oh sim, Beyoncé teria vergonha perto de você. – ela sorriu orgulhosa.

– Eu sei que sou demais. – ela se vangloriou e ri indo pro meu quarto. – Jantar sai às seis e meia.

– Ok, vou me arrumar, Sehun vem me buscar as sete.

Por eu ter ficado depois da aula assistindo o treino de Sehun, já passava das cinco, entrei no meu quarto, basicamente organizado, com alguns pôsteres de bandas minha cama, a penteadeira com minhas maquiagens e perfumes, e a escrivaninha cheia de livros e papeis, deviam ser deveres, mas depois eu faço.

No meu mural, não havia nenhum aviso urgente, então dava pra enrolar mais um dia, sorri para uma foto minha e de Sehun e estava decidido que hoje seria o dia. Fui até a cômoda e peguei uma calcinha de renda preta, eu amava usar calcinhas, e algumas roupas femininas, não via nenhum problema naquilo, peguei uma calça jeans daquelas bem coladas e uma camiseta branca, joguei as roupas sobre a cama e fui para o banheiro que tinha no meu quarto.

Tomei um banho demorado, aproveitando pra me depilar, e lavei os cabelos com meu xampu favorito. Voltei para o quarto enrolado na toalha e me vesti rapidamente, já era seis e papai não gostava de atrasos.

Vesti as roupas e fui pra penteadeira, e fiz uma maquiagem básica, nada muito forte, sequei os cabelos e me admirei.

– Você está gostoso, Baekhyun.

Ri de mim mesmo e desci. Cheguei à cozinha e papai já estava à mesa, enquanto mamãe colocava os pratos.

– Oi papai.

– Oi Baekkie, andou aprontando hoje?

– Que isso pai, sabe que eu nunca apronto. – ele rolou os olhos e deu um gole em sua cerveja.

– Vai sair?

– Sehun vem me pegar.

– Rum. – ele resmungou e contive o riso, meu pai não era grande fã de Sehun, e se ele soubesse o que planejava para hoje, ele passaria de namorado indesejado, para odiado.

– Hey, quer ajuda? – falei chamando a atenção da minha mãe.

– Claro bebê, pegue a jarra de suco na geladeira. – sorri e fiz o que ela pediu.

Nos sentamos na mesa e comemos conversando sobre trivialidades do nosso dia. Mamãe era dona de casa, e seu dia era arrumar a casa e fofocar com as vizinhas quando ela foi ao mercado.

E eu bem, preferi não comentar sobre os amassos que dei com Sehun atrás da escola na hora do almoço.

Terminei de comer e lavei o meu prato e subi pra escovar os dentes, me apressei refazendo a maquiagem e peguei uma jaqueta jeans, ouvi a campainha enquanto descia as escadas, corri evitando que papai abrisse a porta.

– Tchau. – gritei já abrindo a porta e sorri para Sehun.

– Antes da meia noite bebê. – papai gritou e rolei os olhos.

– Hoje é sexta. – ouvi o resmungou e minha mãe sussurrando algo.

– Ok, só não chegue de manhã. – dei uma risadinha.

– Tudo bem, beijos família.

– Oi. – ele deu seu lindo sorriso.

– Oi gato. – ele segurou minha mão e me levou para seu carro, um BMW preto que ganhou do seu pai.

Ele correu para o lado do motorista e entrei do lado do passageiro, me sentei aproveitando o calor do carro, ele sorriu e dirigiu rapidamente para longe da minha casa.

Fomos até a praia, e ficamos nos amassos em seu carro, mas eu sabia que ele queria mais.

E ele não demorou nada a mostrar isso.

Ele beijou meu pescoço e suspirei, sua mão apertando minha coxa com força já afastando minhas pernas e tentando me tocar. Sem pensar abri as pernas e sua mão encaixou em meu membro, ai se eu não estivesse de calça jeans.

– Deixa eu tirar isso, Baekkie. – ele sussurrou esfregando a mão entre as minhas pernas, o jeans roçando contra meu membro me fez gemer.

– Aqui não Sehun.

– Você não quer? – ele mordiscou atrás da minha orelha e gemi.

Eu queria muito. Muito mesmo. Afinal namorávamos já a mais de um mês, e Sehun era lindo e gostoso, e já estava na hora de passarmos dos amassos e irmos ao que interessava.

– Sim, mas não no carro. – ele suspirou se afastando.

– Sua casa?

– Meus pais estão lá. – ele praguejou e sorriu.

– Que tal a casa do meu pai?

– E se pai não está lá? – mordi o lábio, eu nunca havia visto o pai de Sehun, só conhecia sua mãe, ela era uma pessoa bem legal, meio metida a granfina, mas normal.

– Ele sempre sai às sextas.

– OK. – Sehun praticamente exultou enquanto ligava o carro e dirigia para a casa de seu pai.

Seus pais eram divorciados já havia alguns meses, pelo que Sehun havia me contado. Parece que sua mãe era muito ciumenta, e ele não suportava mais suas crises.

O pai dele devia ser um arraso pra provocar tanto ciúmes, mas também, Sehun era uma delicia. Rosto forte e bonito e um corpão. Jogava no time da escola, e todos babavam por ele.

Mas no momento ele era meu, e eu o faria ficar doidinho por mim. Ah hoje eu ia me esbaldar com ele.

Sehun estava louco pra nossa primeira vez, eu não era nenhum virgenzinho, mas eu havia feito ele esperar, sabe deixar o rapaz na vontade.

Quando finalmente chegamos, Sehun me puxou para dentro da casa e nem consegui ver nada. Já me agarrava me puxando para o quarto dele e nem fechou a porta já me jogando na cama, caindo sobre mim.

O abracei enquanto beijava seus lábios com desejo, as mãos afoitas tentavam me livrar das roupas, sem deixar de me beijar desesperadamente. Gemi me livrando das suas roupas também.

Ele se livrou da minha camiseta e começou a chupar meu mamilo, arquei meu corpo me esfregando em seu pau já duro através da cueca.

– Camisinha. – gemi baixinho e ele grunhiu e pegou na gaveta, ficou de joelhos e se livrou da ultima roupa que cobria seu sexo, lambi os lábios quando seu pau saltou, não era imenso, mas dava pro gasto.

Ele colocou a camisinha enquanto massageava o pau, e tirei minha calcinha, fiquei acariciando minha entrada e chamando por ele.

Ele sorriu e veio sobre mim voltando a me beijar, gemi alto e entrelacei as pernas em sua cintura. Ele grunhiu conforme seu pau mergulhava dentro de mim e arfei alto rebolando, deixando ele me possuir.

– Oh sim... – ele gemeu começando a se mover e movi meu corpo acompanhando o seu ritmo, estava arfando e gemendo quando percebi uma movimentação atrás de Sehun.

Meus olhos se arregalaram ao ver um homem na porta nos olhando, ele lambia os lábios e me olhava com fome, gemi alto sentindo o pau de Sehun pulsando dentro de mim. O homem sorriu e pensei em gritar, dizer ao Sehun que tinha um cara nos olhando, mas a situação estava muito excitante e eu só conseguia arfar olhando aquela delicia me encarando com desejo.

Ele era alto com ombros largos, uma barba por fazer no rosto quadrado, muito másculo, os cabelos em um tom que me era famíliar e os olhos intensos que me encaravam com fome. Meus olhos desceram por seu corpo maravilhoso usava uma camisa social com alguns botões abertos, revelando pouco do seu peito, e quando cheguei às calças minha respiração falhou, ele estava com o mais lindo e delicioso pau que eu já vi.

Totalmente ereto enquanto se tocava e me olhava como se fosse me devorar, abri a boca, mas minha garganta estava seca, e engoli em seco, ele sorriu e colocou o dedo na boca fazendo sinal de silencio.

E como um completo devasso, eu fiquei.

Gemi alto sentindo Sehun se mover mais rápido, embora Sehun me fodesse eu só conseguia olhar para aquela delicia de homem que me devorava ali, a como eu queria estar com a boca naquele mastro.

O homem arfou jogando a cabeça para trás, e minha entrada pulsou. Porra ele estava gozando, senti o pau de Sehun pulsando também, e ele investiu mais forte e rápido, acertando minha próstata e eu gritei.

– Oh isso, mais rápido... – o homem arqueou uma sobrancelha e sorri lambendo os lábios, ele arfou e moveu a mão no seu pau mais rápido e saiu rapidamente do quarto, voltei a me concentrar em Sehun, eu já estava gozando e ele me acompanhava.

Seu corpo pesado caiu sobre o meu e ele arfava.

– Uau, foi incrível Baekkie.

– Foi mesmo.

Minha mente não saia daquele homem, mas quem diabos era ele?

Sehun se jogou para o lado ofegante, tirou a camisinha a jogando no chão e fechou os olhos, ouvi sua respiração calma e arquei a sobrancelha.

Ele dormiu?

Aff, eu ainda estava pulsando aqui, achando que teríamos mais uma, e o cara dorme. Me levantei olhando em direção a porta, será que ele ainda estava por ali? Sai do quarto me sentindo uma vadia, antes dei uma olhada na cama e Sehun até roncava, rindo sai do quarto e olhei pelo longo corredor.

Havia umas três portas e somente uma estava aberta, caminhando lentamente fui até lá, meu coração batia rapidamente e minha respiração vinha forte. Engoli em seco e me aproximei, olhei para dentro e era um quarto, estava bem claro lá dentro, mas o que chamava a atenção era o cara deitado na grande cama, era com certeza o gostoso que ficou me olhando.

Só que agora essa delicia estava nu, o peito forte e não muito musculoso mas muito perfeito, a única coisa que atrapalhava sua nudez gloriosa era a cueca branca que na verdade não escondia nada do seu pau enorme, gemi esfregando as pernas e ele se levantou de repente me encarando. Mordi o lábio sem saber o que fazer, ele sorriu, um sorriso sexy como o inferno e eu queria me jogar nele.

– Está perdido? – sua voz rouca e sexy ecoou pelo quarto e suei frio, corando miseravelmente e dei uma risadinha nervosa.

– Mais ou menos. – ele sorriu e tirou seu pau pra fora da cueca e o massageou na minha frente, voltei a esfregar as pernas.

– Bem se você estava procurando isso aqui, acabou de achar. – ele piscou apertando seu pau e gemi.

– Oh... eu... eu...

– Venha aqui, vadia. – ele ordenou e praticamente corri ficando parado ao lado da cama. Ele riu e tirou a cueca e pegou meu pulso, sorriu maliciosamente e levou minha mão ao seu pau.

– Vamos não se faça de tímido, pois sei que você não é, delicia.

– Eu...

– Você?

– Nada senhor.

– Bom, agora venha, meu pau quer carinho.

Puta merda.

Sorri apreciando aquela maravilha, o apertei e ele gemeu alto, sorrindo subi na cama de joelhos e comecei a acariciá-lo, precisei das duas mãos para envolvê-lo todo, era tão grosso.

– Isso delicia, massageei minhas bolas. – falou roucamente e obedeci, havia algo na voz desse homem que me fazia arrepiar todo.

Massageei suas bolas com uma mão e a outra ainda em seu pau, peguei um pouco do gozo que escapava da ponta e espalhei em sua glande, ele arqueou os quadris.

– Coloque na boca. – levantei os olhos para seu rosto e os olhos me encaravam com luxúria pura.

Engoli em seco e sem deixar de olhá-lo abaixei a cabeça e beijei a ponta, ele gemeu e agarrou meu cabelo.

– Isso delicia, bota essa boquinha safada no meu pau. – meus olhos giraram e minha entrada piscou na hora.

Lambi os lábios e abri bem a boca e o engoli, sério tive que abrir muito a boca, seu pau era muito grosso, ele gemeu alto arqueando os quadris e seu pau bateu em minha garganta, e ainda tinha um bocado pra fora, agarrei com as mãos seu pau e enquanto o chupava.

Fazendo ele entrar e sair da minha boca, como se ele estivesse me fodendo, gemi com seu pau na boca e ele arfou, e puxou meu cabelo me tirando dele, ele gemeu e pegou algo na gaveta e sorrindo me entregou.

– Coloque em mim, e depois senta no meu pau.

– Sim senhor. – ele sorriu e abaixei os olhos, abri a camisinha e coloquei em seu pau, dando beijos por seu cumprimento.

– Anda logo delicia, quero sentir esse seu cuzinho apertado.

– Oh Deus...

– Nada de Deus, é Sr. Park. – ele riu e meus olhos se arregalaram.

– Se... senhor Park?

– Sim, algum problema delicia? – arqueou uma sobrancelha e meteu a mão na minha entrada e colocando dois dedos, eu arfei. – Por que esse rabo gostoso parece super animado de estar aqui.

– Não senhor Park. – gemi vergonhosamente, seus dedos eram longos e arfei quando ele os curvou dentro de mim, os tirando.

– Hmmm, delicia. Agora chega de falar, vem e senta no meu pau.

Totalmente trêmulo e gemendo subi em cima dele e agarrei seu pau o guiando para minha entrada, ele sorriu safado e agarrou minha cintura e me puxou para baixo, abaixei a cabeça e vi seu pau entrando lentamente em mim.

– Oh senhor... – gemi alto praticamente esquecendo do mundo.

Isso é que é ser fodido. Ele estava tão fundo, esmagando meu ponto sensível, engasguei quando ele me fez subir e descer em seu pau.

– Isso delicia, geme alto. – eu grunhi e gritei sentindo cada arremetida que ele dava em mim, ele me puxou pra frente e levou meu mamilo na boca.

Minha entrada pulsava loucamente e meu peito subia e descia com força, meu corpo inteiro tremia, meus dedos dos pés enrolaram e gritei alto sentindo meu gozo vir forte.

– Mais já, delicia? Eu ainda nem comecei.

Oh meu Deus!

Ele riu olhando minha cara de choque e me tirou do seu pau ainda duro, e me virou de costas, sua mão passeando por minha bunda e deu um tapa.

– De quatro. – obedeci imediatamente, e ele acariciou minha bunda e apertou. – Empina pra mim. – fiz como ele mandou e gritei ao sentir ele entrar profundamente e quase gozei novamente.

Meu corpo inteiro se arrepiou e apertei o lençol com força sentindo ele entrando e saindo, se possível nessa posição ele ia mais fundo que antes, e mais apertado.

– Você gosta assim vadia?

– Oh sim...

– Então geme pra mim.

Eu gemi e gritei, meus olhos fechados de prazer, ele rebolava e metia com força rosnando e entrando com força.

– Não pare... Oh deus...

Ele saiu de mim lentamente e voltou em uma arremetida funda e gritei abrindo os olhos e olhando pra frente e meus olhos se arregalaram.

Sehun me encarava com a boca aberta, ele estava nu e seu pau ereto enquanto me olhava sendo fodido por esse homem gostoso que era seu pai.

Mais que merda.



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