História Teoria do Caos - Capítulo 6


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Categorias Liana Liberato, Nash Grier
Personagens Nash Grier, Personagens Originais
Tags A Teoria Do Caos, Liana Liberato, Nash Grier
Visualizações 89
Palavras 1.822
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Gente, é oficial... NÃO consigo parar de postar. Eu falei para mim mesma - anne você só vai postar o próximo capítulo daqui quatro dias pra dar tempo das pessoas lerem - e aqui estou eu postando depois de dois dias.... ME PERDOEM.

PS: Eu amo a Liana Liberato mais do que eu amo eu, olha essa mulher ♡

Capítulo 6 - Eu odeio festas


Fanfic / Fanfiction Teoria do Caos - Capítulo 6 - Eu odeio festas

 

 

Passo a tolha freneticamente em minha roupa tentando secá-la. Mas é claro que não consigo. Já lavei minha boca diversas vezes e até usei um enxaguante bucal do banheiro, mas meu bafo de bebida ainda está horrível e eu nem bebi de verdade. Jogo a toalha em cima da cama e saio do quarto vendo as mesmas pessoas se agarrando nos corredores, Johnson está logo no fim do corredor conversando com algumas pessoas, então sigo na direção oposta e desço as escadas mais uma vez.

Desisto de ligar para Noah e de procura-lo, saio da casa sentindo o frio da noite me atingir. A essa hora qualquer pessoa pode ser um assassino em potencial e a menos que eu queira ir a pé até minha casa e arriscar ser assaltada, eu devo esperar Cameron.

Me sento no capô de seu Audi R8 e destravo meu celular pensando se devo ou não ligar para minha mãe e contar sobre minha horrível experiência de ir a uma festa novamente. Desisto quando vejo que já passam das onze hora e meus pais provavelmente já estão dormindo faz tempo, isso se meu pai não foi chamado para algum plantão.

As nuvens estão carregadas, o céu está alaranjado e não há nenhuma estrela, o vento está gelado e começando a ficar um pouco mais forte. Os copos vermelhos e azuis vazios estão rolando pelo asfalto, o que não é nada ecológico. Abraço meus braços começando a sentir mais frio do que eu gostaria e imagino se Cameron vai mesmo ir embora hoje ou se vai dormir por aqui.

Sinto algo ser colocado em meus ombros me dando um leve susto, ao olhar para o lado vejo Johnson. Não gosto dos amigos do meu irmão, mas estou com tanto frio que ajeito a jaqueta de couro em meu corpo e cruzo os braços dando um leve sorriso em forma de agradecimento. Ele sorri de volta e se senta no capo do carro de Cameron comigo.

— O que está fazendo aqui fora sozinha? — ele pergunta e posso jurar que ele está escolhendo bem as palavras e eu não o culpo, afinal, sou um poço de gentileza.

— Esperando Cameron sair para me levar para casa.

— Perdeu sua carona?

— Digamos que sim. — rio sem humor.

— Eu posso te levar se você quiser. — ele diz e eu o encaro. — Não é tão longe.

— Que tipo de irmã eu seria se não esperasse meu irmão para leva-lo para casa? — pergunto e ele sorri. — Conhecendo Cameron bem, sei que ele está bebendo mais do que deveria.

Johnson pensa em falar algo, mas um garoto aparece na porta da casa berrando seu nome. Algumas pessoas até encaram o moreno na porta da casa enquanto ele corre em nossa direção. Eu o conheço, é claro, mais um dos amigos do meu irmão e do insuportável do Nash. Eu poderia dizer que Cameron tem uma lista grande de amigos que eu, infelizmente, conheço bem e eu não gosto de nenhum deles.

— Que bom que achei vocês. — Gilinsky diz com a respiração acelerada como se tivesse corrido uma maratona.

— Vocês? — pergunto e ele me encara.

— Sim, Brooke. — ele respira fundo. — Cameron está caindo de bêbado...

— Não é novidade. — o interrompo.

— Mas a novidade é que ele está apanhando de uns caras.

Pulo do carro tão rápido que nem sei como não caí de cara no chão. Johnson e Gilinsky correm atrás de mim e o moreno passa na minha frente me mostrando o caminho. Dou a volta pelo jardim chegando perto da piscina, onde consigo ver um montinho de pessoas rodeando outras pessoas. Empurro aquelas pessoas tentando entrar no montinho e quando finalmente consigo vejo dois caras grandes, muito grandes, batendo em Cameron e ele, bêbado como um gambá, mal consegue se defender.

Entro no meio daquela palhaçada ouvindo os caras reclamarem e por pouco não sou acertada por um soco, mas Johnson me puxa antes. Eu odeio Cameron, mas a única pessoa que pode fazê-lo sofrer sou eu, não esses dois armários em forma de gente.

— Chega! — grito tentando puxar Cameron mais uma vez. Um dos caras o empurra com força no chão e ele não se levanta, mas está acordado.

Me coloco na frente de Cameron esperando que um dos armários tente me matar, afinal, sou tão pequena que com um soco deles eu já entro em coma. Johnson se coloca na minha frente e fala algumas coisas com os dois armários e eu ignoro completamente me ajoelhando ao lado de Cameron vendo o estrego que fizeram nele.

— Que droga. — digo vendo o corte em seu lábio. — Vem. — puxo seu braço o levantando, ele mal consegue parar de pé de tão bêbado. Passo seu braço em meu ombro tentando aguentar todo seu peso.

— É só isso? — Cameron pergunta com sua voz arrastada, me afasto um pouco quando um dos caras tenta vir pra cima mais uma vez, mas Gilinsky o segura. Será que o Cameron é só um burro bêbado ou também tem problemas mentais?

— Cala a boca e vamos embora. — digo o arrastando comigo para o carro.

Coloco Cameron sentado no capô do carro enquanto tento achar as chaves em seu bolso, assim que consigo abro a porta tentando o colocar no banco do carona, mas é claro que não seria tão fácil. Uma criança de 2 anos daria menos trabalho do que o Cameron bêbado. Depois de alguns minutos tentando o empurrar para dentro do carro, finalmente consigo o jogar ali e bater à porta com força, o que por pouco não arranca seus dedos que estavam do lado de fora. Cameron resmunga algo dentro do carro enquanto segura seus dedos que eu espremi na porta sem querer.

Me encosto na porta respirando fundo e vejo três sombras altas se aproximando. Johnson, Gilinsky e para minha infelicidade, Nash. Passo a mão no cabelo com raiva e bufo, não estou com paciência para nenhuma das gracinhas de Nash no momento.

— Como ele está? — Johnson pergunta olhando para Cameron que está brincando com os dedos dentro do carro.

— Bêbado como um gambá. — digo.

— Não é melhor levar ele pro hospital? — Gilinsky pergunta.

— Meu pai é cirurgião, ele pode cuidar dos machucados do Cameron e se achar necessário ele mesmo leva pro hospital. — digo dando a volta no carro.

— Acho que você arrancou os dedos dele. — Nash diz e eu reviro os olhos.

— Isso não é nada perto do que ele merece por estar caindo de bêbado e se metendo em brigas. — digo um pouco alto demais. — E você, que se diz tão amigo dele, deveria ajuda-lo a parar de se viciar cada vez mais.

— Não jogue a culpa em mim, Brooke, o Cameron já é bem grandinho e sabe o que faz.

— Já você é só um idiota, mimado e arrogante que não tem noção de nada que faz. — digo me aproximando enquanto cuspo as palavras.

— Melhor ser isso e aproveitar minha vida do que ser como você e ser infeliz. — ele diz no mesmo tom que eu. — Vejam só, eu sou uma adolescente responsável que não fica bêbada em festas e sou um exemplo de como ser careta. — ele diz fazendo uma imitação fajuta da minha voz.

— Eu sei me divertir enquanto estou sóbria, não sou como você que tem uma vida tão falsa e cheia de pessoas inúteis que só estão perto de mim porque querem meu status que precisa de álcool pra fingir que tenho uma vida boa. — digo tão perto dele que sinto seu hálito de cerveja. — E a propósito, vai se foder. — dou a volta no carro e abro a porta do motorista, mas antes de entrar os encaro, que estão me olhando como se eu tivesse acabado de fazer algo terrível. — Tenham uma boa noite Johnson e Gilinsky. Nash, o que tenho haver.

Entro no carro ignorando qualquer coisa que Nash diga e acelero deixando os três para trás. Cameron está resmungando algumas coisas que não consigo entender no banco do passageiro, chega a ser engraçado, porém eu odeio quando ele bebe tanto. Viro a esquina e estaciono no meio da rua para colocar o cinto de segurança nele, afinal, não quero ser culpada se ele decidir saltar do carro.

Eu odeio quando Nash me tira do sério, tudo que eu queria poder fazer é não ligar com nada que ele diz, ou ligar para ele de qualquer forma, mas não é como se tivesse um botão que desligasse isso. Sim, talvez Nash ficasse ainda mais chato depois de tudo que disse pra ele – como se fosse possível –, mas alguém precisa colocar o Nash em seu lugar e eu não me importo de ser essa pessoa.

 

 

— Cameron, para de graça! — digo tentando tirá-lo do carro.

Ele está segurando no banco e não quer sair de jeito nenhum, a chuva começou alguns instantes depois de sairmos da casa de Johnson e não está ajudando em nada. Tento puxá-lo mais uma vez, mas acabo escorregando e caindo no chão que, devido a chuva, está levemente lamacento. Minha vontade é de tacar uma pedra nele, mas sei que não devo agredir animais.

Me levanto e por fim consigo tirá-lo de dentro do carro, arrasto Cameron até a porta da frente, ele é pesado e não está ajudando em nada. Assim que entramos ele literalmente se joga no chão e eu vou junto não conseguindo suportar o peso dele.

Subo o primeiro degrau da escada ouvindo Cameron reclamar algumas coisas que não consigo entender, ele deve estar falando latim ou algo do tipo. Arrasto ele até a metade da escada e então começo a ficar mais cansada do que já estou. A vontade mesmo é de jogá-lo da escada e fingir que ele caiu sozinho. Talvez assim ele aprenda a lição.

— Que droga. — ouço a voz do meu pai e olho para cima vendo-o de pijamas no topo da escada.

— É, é uma droga. — digo relaxando um pouco.

— Eu sempre soube que você ia acabar matando ele.

— Era ele ou eu. — digo ainda o segurando.

— Precisa de ajuda pra enterrar?

— Meu plano era deixa-lo no quarto e fingir que foi suicídio. — digo e meu pai ri nasalado descendo a escada até nós.

— É um belo plano, mas se sua mãe acordar nós dois estamos mortos também. — ele se abaixa encarnado meu rimão. — Você está muito encrencado, Cameron. — então ele passa um dos braços de Cameron em seu pescoço e o levanta do chão. Passo seu outro braço no meu pescoço e subimos as escadas juntos enquanto o meu irmão inútil canta alguma música desconhecida.

Assim que deixo Cameron em seu quarto, entro no meu tirando a jaqueta de Johnson que agora está ensopada, eu tenho que devolvê-la, mas amanhã eu penso sobre isso. Tomo um banho demorado esperando que o cheiro de bebida que eu nem mesmo bebi saia de mim. Coloco meu pijama e me jogo na cama esperando que o sono venha, o que acontece mais rápido do que eu pensei.


Notas Finais


Eita que o Nash e a Brooke estão se desentendendo... Adoro.

Pessoal, eu imagino a casa da Brooke como a casa do filme "Quando um Estranho Chama", porque eu simplesmente amo a arquitetura da casa e por eu imaginar a casa assim é que tem a parte da 'lama', já que a entrada da casa, como podem ver, é basicamente terra mesmo, já que é situada na 'floresta'. No ínicio da fanfic eu deu aquela breve explicada sobre o lugar onde ela mora, que é afastada das outras casas, quase fora da cidade. Inclusive quem quiser assistir o filme pra ter uma ideia de como é a casa, eu super recomendo, é um filme ótimo, pra quem gosta de suspense. Casa: http://es.web.img2.acsta.net/medias/nmedia/18/36/16/77/18648957.jpg

Até o próximo sz


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