História Terapia de Casal - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Capitão América, Os Vingadores (The Avengers)
Personagens Natasha Romanoff, Steve Rogers
Tags Casal, Natasha Romanoff, Romance, Romanogers, Steve Rogers
Visualizações 38
Palavras 5.082
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Cheguei :)

*Se encontrarem algum erro grotesco me avisem

*Quero agradecer novamente a autora NorthernLights17

*Por favor, antes de falarem que isso ou aquilo é plágio esclareço novamente que a autora acima permitiu o uso das falas.

*Atenção a narração, okay? Começamos com a Natasha e terminamos com o Steve

Vamos nessa....

Capítulo 5 - Bônus II


—Vamos lá, Natasha...é só dizer. - Sua voz soa rouca e sexy. -

Puta merda

Puta merda

Puta merda...

—Me foda, Capitão. - Passo minha língua por entre meus lábios de forma sedutora. -

—Safada. - Um sorriso pervertido brinca nos lábios de meu marido. -

Cheia.

Completamente cheia.

Cheia até o talo

É assim que me sinto toda vez que o membro de Steve estica minha vagina ao máximo para acomodá-lo.

—Oh Ste... - Fecho os olhos em total deleite. - Mais...mais forte..

—É assim que você gosta não é?

—Sim, sim....

As estocadas de meu loiro ganham força me levando ao céu...

Natasha?

Epa... essa voz não é do meu marido

Natasha, caramba!

Uma voz irritada e...feminina?

Abro os olhos e dou de cara com Hill

—Caralho! - Dou um pulo da cama. - Quer me matar do coração, porra? - Arfo. -

—Eu? Você que estava ai gemendo: "Vai, Steve...Vai..."

Maria solta uma gargalhada. Passo as mãos por meu rosto totalmente constrangida e irritada.

Merda!

Há três dias Steve está em missão. Três dias longe do meu marido gostosão...Não me levem a mal. Eu sei me satisfazer sozinha, mas nada jamais poderá ser comparado a ter o pênis de Steve me fodendo loucamente.

—Muda essa cara de pervertida. - A voz de Hill soa debochada. - Seu filho está dando um show na sala de treinamento. Preciso lembrar que a S.H.I.E.L.D não é berçário?

—Vai se foder.

—Eu ia falar: Vai você, mas esqueci... Steve está em missão. - Solta risadinhas irônicas. -

Bufo, irritada. Passo por Hill a ignorando.

Maldita! Zombar da vida sexual dos outros é muito fácil.

Assim que eu vire no corredor, um som agudo me faz ter vontade de dar meia volta e sumir dali, infelizmente, quando penso em fazer isso Clint me vê.

—Nem pense nisso, Natasha. Esse menino está levando todos a loucura.

—Você tem filhos, Barton, inclusive um bebê...deveria saber controlar uma criança.

—Acontece que Feestranho não é meu filho.

—Cale a boca. - Rosno. Empurro meu amigo e adentro a grande sala de treinamento, no segundo seguinte, Tony joga Fedrerico em meu colo. -

—Esse garoto não é normal. O doritinhos precisa de um novo nome, uma fralda nova, uma família nova.

—Calado, Stark. - Ajeito Fred em meu colo. Respiro fundo. - Vamos lá, querido, mamãe vai trocar sua fralda.

—RÁ! A dona aranha está bancando a sensível. - Tony solta uma gargalhada. - Para com isso Natasha, nós já te conhecemos há muito tempo.

Senhor, me ajude a não socar a cara de Anthony Edward Stark contra a parede.

Stark é a segunda pessoa que ignoro em menos de dez minutos. Caminho com Fred Birrento Rogers de volta para meu dormitório. Graças aos céus Maria não está mais lá, porém, infelizmente, minha cama sim e isso trás de volta meu sonho.

Balanço a cabeça.

Foco, Natasha!

—MEU DEUS DO CÉU! O que esse garoto comeu? Isso fede esgoto.

—Hill, alguém já te ensinou que entrar no quarto alheio sem bater na porta é falta de educação? - Minha voz sai anasalada já que tento prender a respiração enquanto troco a fralda de Fred. - Joga no lixo pra mim? - Estendo a fralda suja. -

—De jeito nenhum! - Nega, firmemente. - Esse negócio é tóxico. Joga você e lave bem as mãos depois.

Reviro os olhos

—Fica de olho no Fred.

—Okay.

Estou terminando de lavar as mãos quando ouço um baque e logo depois o choro alto de meu filho. Corro de volta para o quarto.

—O que você fez?

—Ele caiu.

—Como assim ele caiu? - Brado, alterada. -

—Não levanta o tom pra mim, você é a mãe.

—Eu estava lavando as mãos.

—Por que ao invés de ficar me xingando você não pega seu filho do chão? - Arqueia a sobrancelha esquerda. -

Só então me toco que Fedrerico ainda está caído no chão, esperneando. O pego rapidamente tentando acalmá-lo.

—Pronto, amor....pronto. - Reprimo a vontade de chorar. - Hill, eu estou ficando maluca. Não nasci pra ser mãe. - Balanço Fred de um lado para o outro. - Três dias sozinha com ele e eu não sei mais o que é dormir, comer, pentear o cabelo...eu pareço um zumbi daquele filme Guerra Mundial Z.

—Natasha...

—Eu sei, eu sei o que você irá dizer: Você é casada com o Rogers, vocês já eram casados quando o Fedrerico chegou, mas eu...

—Natasha?

—Eu amo o Fred, mas estou exausta. Trouxe ele pra cá pois achei que seria mais fácil para cuidar dele, mas a verdade é que eu não funciono sem o meu marido. Eu preciso do Steve Certinho Rogers.

—Natasha, cala a boca.

—O quê? - Questiono, confusa. -

—Fedrerico parou de chorar. Se você fechasse a boca por um segundo teria percebido isso.

Só então noto que meu pequeno me encara quietinho enquanto chupa seu dedão esquerdo.

—Você é uma boa mãe Natasha, pare de duvidar de si mesma. - Da dois tapinhas em minhas costas. - Agora que tal você se deitar um pouco?! Tente dormir, qualquer coisa você chama o Barton, okay?

Afirmo

—Hill? - Ela me olha. - Jamais diga para alguém o que eu te disse.

—O quê? Que você pediu arrego só porque o Rogers não está aqui? Seu segredo está seguro comigo.

Dou um pequeno sorriso.

Oh Steve....eu realmente preciso de você.

***-***-***-***

—Rhodes levanta esse traseiro do chão! Sam! WANDA! Eu vou matar vocês. - Grito, irada. -

—Agente Romanoff?

Viro-me, dando de cara com Fury

—Sim?

—Podemos conversar a sós?

—Estou treinando os novos Vingadores, não está vendo? - O diretor arqueia a sobrancelha, me obrigando a respirar fundo e me acalmar. - Sim, Fury?

—Desde quando o treino dos Vingadores envolve uma criança? - Indica Fred que naquele momento serve como um peso com o qual Sam faz flexão e extensão de braço. -

—Não tenho com quem deixá-lo, Fury. - Fecho os olhos por alguns segundos. -

—E o que eu tenho com isso?

—Nada.

—Foi o que pensei. Resolva seus problemas, Romanoff, não os traga para a minha base. - Caminha em direção a saída. -

—Velho ranzinza. - Resmungo. -

—Eu ouvi isso, agente.

Reviro os olhos.

—SAM!

***-***-***-***

—Boa noite, querido. - Digo, após verificar se tudo está nos conformes com Fred. Alongo meu pescoço de um lado e depois do outro. - Maldito dia longo.

Caminho em direção ao meu quarto, apesar da cama me parecer tentadora tudo que eu necessito no momento é da minha banheira. Ah sim...aquela banheira cheia de espuma e uma boa taça de vinho. Okay, talvez eu esteja exagerando...assim que mergulho naquela imensidão quentinha e branca meus músculos relaxam e um pequeno gemido escapa de meus lábios. Fecho meus olhos deixando minha mente divagar por entre a realidade e os sonhos.

Péssima ideia.

O sonho de mais cedo volta com força total. As mãos de meu doce Capitão...sua língua...seu membro grande, grosso e totalmente delicioso.

E as coisas prazerosas que ele já fez comigo...

O meu corpo esquenta com o pensamento, esfrego minhas coxas ao me lembrar de sua boca em mim, nos meus seios, na minha intimidade...

Hmmm....

Levo minha mão direita entre minhas pernas, me esfregando...

Imagens de minha boca no pênis de meu marido invadem minha mente...Maldito Rogers e seu pênis viciante.

Os gemidos de Ste se misturam com os meus

Suspiro, levando minhas mãos para o interior de minhas coxas, passo meus dedos por minhas dobras, sem realmente me tocar.

—Você é tão gostoso, Steve... - Gemo. -

Deslizo um dedo para dentro de meu núcleo e... PQP. Estou quente. Fervendo.

Começo um entra e sai tortuoso e excitante, porém preciso de mais. Meu corpo clama por mais.

Muito mais.

Adiciono um segundo dedo a combinação ao mesmo tempo meu polegar pressiona meu clitóris.

Levo minha outra mão ao meu seio esquerdo, o belisco enquanto gemidos desconexos saem de minha boca.

Posso ouvir a voz de meu marido: "Vamos, amor, goze para mim"

—Oh, Steve!

Meu orgasmo foi forte e rápido.

E tenho que admitir: Frustrante.

Respiro fundo.

Termino totalmente lânguida e cansada. De olhos fechados e respiração ofegante ainda não me sinto saciada.

—Poxa a brincadeira já acabou?

Imediatamente abro os  olhos dando de cara com uma imensidão azul. Steve me encara com um sorriso entre o tímido e o sacana...

—Vem brincar comigo, Soldado. - Sussurro. -

Uma euforia toma conta de mim. A noite está apenas começando.

***-***-***-***

—Como foi a missão? -Indago, me arrumando melhor na banheira. Meu marido permanece sentado atrás de mim e Deus, apesar da nossa conversa banal consigo sentir quão o Grande Rogers está animado. -

—Normal. - Massageia meus ombros. - Você parece tensa. Como foi ficar com Fred?

Me seguro para não falar tudo que passei.

—Confuso e corrido. - Ste solta uma pequena risada. - Mas, no final, deu tudo certo. - Tombo a cabeça para trás somente para encarar o rosto bonito de meu marido. -

—Você é linda. - Ele, sussurra. -

E você é muito devagar. Segure a língua, Natasha.

Apenas dou um sorriso me inclinando, unindo meus lábios com o de Ste.

As mãos de meu loiro passeiam pela lateral de meu corpo, acariciando os lugares certos e com a pressão certa.

—Nat? - Interrompe nosso beijo. -

—Eu preciso de você, Steve. - Sussurro. -

—Aqui? - Ele me encara. -

—Aqui e agora! - Rosno, impaciente. -

Steve Rogers

Ah minha nossa...

Ah minha nossa...nossa...NOSSA...

Foco, Rogers! Foco!

Porra, quem consegue manter o foco quando o corpo nu de Natasha se move de maneira tão sensual sobre o meu? Deus, minha esposa é uma visão e tanto, tão linda e sexy, subindo e descendo no meu membro, porcaria, eu já estou perto, pronto para liberar meu prazer dentro dela.

Sem me conter mais, levo a mão ao seu centro e pressiono seu inchado clitóris, Nat arfa quase caindo sobre mim.

—Vem, amor, assim... - Gemo, sentindo sua intimidade apertando meu pau, seu corpo tremendo sobre o meu, puxo seu corpo para baixo e abocanho seu seio. -

Chupando e mordiscando o mamilo duro e pontudo, minha ruiva arfa e geme meu nome de olhos fechados. Sua cabeça levemente inclinada para trás, a boca entreaberta, as mãos segurando firmemente as bordas da banheira enquanto o movimento de sobe e desce faz com que meu membro fique cada vez mais duro, mais inchado, pronto para soltar meu prazer.

Mudo a boca para o outro seio e agarro sua bundinha empinada a fazendo subir e descer mais rápido, mais forte sobre meu pau.

Minha esposa chega ao seu orgasmo assim que estoco fundo em seu calor, gritando e choramingando, sua pela suada sobre a minha, com mais uma estocada gozo, derramando meu prazer dentro dela.

Acaricio as costas de minha ruiva sentindo sua pele quente e suada, sua respiração doce fazendo cócegas no meu pescoço. Eu nunca havia me sentido assim antes. Nem mesmo em relação a Peggy.

Sexo com a Natasha é sempre intenso....Eu já não consigo imaginar minha vida sem essa mulher. A agente fria e calculista se transforma em uma fração de segundos na esposa confiante, cheia de si e totalmente sexy capaz de provocar loucuras e me deixar alucinado de tesão e amor.

Nem ao menos me reconheço mais.

E isso não é bom...

É ótimo.

Sinto a respiração de minha mulher se acalmar.

—Que tal continuarmos isso no nosso quarto? - Beijo a têmpora esquerda de Natasha. - Em nossa cama... - O vão de seu pescoço. - Com você nua... - Beijo a bochecha direita. - Cavalgando em cima de mim...

A próxima coisa que faço é pegá-la no colo.

O destino?

Prazer absoluto

***_***_***_***

—Steve?

—Hum?

—Atende essa merda de celular. - Resmunga, com a voz sonolenta. -

Bufo.

Geralmente não me incomodo em acordar cedo, é até uma hábito meu, mas levando em conta o horário que Natasha e eu fomos dormir....estou exausto.

E não. Não foi porque ficamos fazendo amor o tempo todo, depois da banheira quando eu estava prestes a matar toda saudade que sentia de minha esposa, meu filho resolveu que era uma ótima hora para acordar e fazer seu típico escândalo.

Traduzindo: Fred manteve Nat e eu acordados até as quatro da manhã.

—ROGERS!

—Já vou. - Levanto-me da cama tentando assimilar de onde vem aquele maldito barulho irritante. Encontro meu celular jogado embaixo da cama. Como ele foi parar lá? Não faço a mínima ideia. - Alô?

—Rogers, venha para a S.H.I.E.L.D.

—O quê? - Indago, confuso. -

—Você me entendeu.

Tudo que escuto depois é o tum, tum, tum... Fury desligou na minha cara?

—O que Nick queria?

Natasha, resmunga.

—Que eu vá a S.H.I.E.L.D e espera...como sabe que era o Fury?

—Eu sei.

Natasha levanta-se e... caralho.

Aquela carinha amassada, o cabelo bagunçado em um estilo sexy selvagem e para fechar com chave de ouro minha ruiva está vestida com uma de minhas camisas.

—Steve?

—S-sim?

—Pare de me olhar como se fosse me devorar a qualquer momento.

—E-eu não estou...

—Sim, você está. Anda logo, sabe que o Nick detesta ficar esperando.

Suspiro cansado.

Ainda não tive o suficiente de minha mulher.

***_***_***_***

Olho ao meu redor.

Escritório

Natasha

Escritório+Natasha= Grande Rogers duro como vibranium.

Suspiro, tentando arranjar coragem para encarar aquela pilha de relatórios. Maldito Fury... achei que teria pelo menos um dia de folga após chegar de missão. Quem me dera....

Por ser o chefe dos Novos Vingadores é minha responsabilidade analisar e corrigir os relatórios das missões e índice de aproveitamento deles.

Droga....

Pelo menos posso fazer isto no escritório de casa e estou mais relaxado.

Escritório.

De casa.

Escritório...

Estranhamente a casa esta em silêncio. Quando cheguei, Natasha e Fred não estavam. Minha mulher deve ter levado nosso filho para tomar sol.

Sorrio ao constatar que Nat está me saindo uma grande mamãe leoa. Sei que ela ainda vive cheia de dúvidas, mas...

Mas....mas....mas... que porra é essa? A porta do escritório se abre me deixando petrificado com a visão que tenho.

Minha boca se abre em total choque quando encaro Natasha.

Meus olhos passeiam por todo seu corpo, sua saia preta de cintura alta, a blusa branca de botões, uma sandália de salto preta e os cachos ruivos soltos em um penteado simples e totalmente sexy.

—Chefe? Precisa de ajuda? - Ela me olha de cima a baixo. -

Me sinto corar ao notar os olhos verdes de Nat se deterem em uma parte específica do meu corpo, droga, eu deveria ter subido minha calça quando terminei de fazer aquilo.

Minha esposa/secretária? me lança um sorriso sedutor.

—Como sua secretária é minha função ajudá-lo em tudo. - Aproxima-se de mim. -

Oh Deus...

Levo um minuto para entender o que se passa e mais um segundo para entrar no personagem.

Vamos jogar....

—Não sabe mais bater na porta, Srta. Romanoff? - Pergunto, arqueando a sobrancelha. Uso um tom de voz rouco e sensual. -

—Sei, Senhor Rogers, mas ouvi alguns gemidos vindos daqui...me perguntei se havia algo de errado acontecendo.

Droga. Ela me ouviu.

Inspira e expira. Hora de colocar meu pequeno plano em ação. Chegou o momento e eu não vou perder a oportunidade. Não mesmo.

—Não há nada de errado, Srta. Romanoff.

—Certeza? - Ela questiona, sensual. -

—Absoluta, aliás....acredito que eu lhe devo um favor, não é? - Indago, enquanto me recordo da última vez que estivemos nesse mesmo escritório. Nat me chupando com maestria... oh ela é muito boa nisso. -

Natasha me encarou, chegando ainda mais perto de mim.

—Bem, chefinho todo-poderoso, por favor, não faça nada que não seja de sua vontade. - Natasha me da um sorriso provocante enquanto se inclina para frente e me ajuda com as calças. Assim que minhas roupas estão em seus devidos lugares, tanto quanto é possível, e eu estou apresentável novamente, puxo minha esposa para meus braços e começo a abocanhar seu pescoço. -

—Eu sequer sonharia em fazer algo que eu não tenho vontade, Srta. Romanoff. - Asseguro, falando contra a pele perfumada dela, no melhor tom distante, calmo e recatado, próprio de um chefe. Natasha tremeu. -

Eu usei o tom e como uma boa conhecedora minha esposa sabe o que significa.

Você quer brincar, Senhora Rogers?

Então, vamos brincar. Arquitetei isto durante o tempo em que fiquei em missão. Ah sim...que os jogos comecem.

—Okay, vou morder a isca, então, o que você quer fazer?

Natasha questiona, correndo suas mãos pelo cabelo e apanhando a isca que eu deixei à sua disposição.

Boa agente obediente.

Em resposta, deslizo minhas mãos dos ombros dela ao mesmo tempo em que começo a erguer a cabeça. Então, em perfeita sincronia, dei um agarrão no bumbum de Nat enquanto fito intensamente seus olhos. Natasha assustou-se, boa demais nesse personagem, num sobressalto, arregalando os olhos verdes, mas eu estou satisfeito em enxergar o desejo fluindo ali prontamente.

Perfeito.

Minha esposa adora brincar e preciso admitir: ela está fodidamente gostosa nesse papel de secretária sexy e inocente.

E por mais que eu queira muito prolongar a brincadeira, tenho um plano em mente. Meu plano é simples: irei fazer Natasha Romanoff Rogers implorar para que eu tome posse dela.

—O que eu quero... - Respondo baixando meu tom de voz e plantando um beijo leve, superficial em seus lábios. - É que você levante sua saia e se debruce sobre a minha mesa, por favor, amor.

Ela me fitou, apreensiva, antes de passar por mim e ficar diante da minha mesa. Então como uma excelente provocadora fez questão de lançar um olhar tímido e sexy-como-o-inferno sobre seu ombro, lentamente abaixando o zíper lateral de sua saia.

E como, pelo amor de tudo o que é mais sagrado, eu vou conseguir aguentar até o fim quando apenas um olhar dessa mulher me faz querer implorar.

Droga de mulher gostosa.

A saia caiu na altura de seus tornozelos, expondo o seu virginal fio-dental aos meus olhos famintos. Quando Natasha se inclina sobre a mesa, empinando seu traseiro, inevitavelmente deixo escapar um gemido de desejo que tenho certeza que minha ruiva ouviu.

Depois de nossa última peripécia neste mesmo escritório, está na hora de minha adorável esposa implorar por mim.

Sento em minha cadeira, me inclinando arrogantemente de modo que seus quadris e traseiro estão bem diante do meu rosto. Eu sei que Nat ouviu o barulho do couro quando me sentei, mas ela não se virou ou ficou tensa. Entendo isto como um sinal de que ela não está nervosa, embora tenha aprendido o suficiente sobre Natasha durante todo esse tempo de casados, sei que ela não demonstraria mesmo se estivesse.

—Me diga, Srta. Romanoff... o que você sente estando assim....tão vulnerável?

Encaro o corpo de minha mulher. Natasha está totalmente a minha mercê. Ahh toda aberta para mim.

Exposta.

Sensual.

—Steve...

Minha ruiva ronrona. Sei que Nat não gosta de se sentir exposta, mas se ela soubesse o quão linda fica sem toda aquela máscara de Viúva Negra.

—Mmm... você gosta de ficar nesta posição tanto quanto eu gosto de te ver assim, querida? - Pergunto a minha mulher usando minha voz mais grossa, estilo fuck-me-please. -

Qual é, eu vivo no século XXI

Natasha fez menção de virar sua cabeça, sem dúvida para me dar uma resposta sarcástica e totalmente incendiária, mas eu ordeno bruscamente:

—Não se vire, por favor.

Bastaria apenas um olhar de minha ruiva em meu rosto para ela perceber o quanto eu estou desesperado para tê-la, e eu preciso manter pelo menos a ilusão de um homem controlado. Surpreendentemente minha esposa segue minha ordem, parando de se mexer enquanto me responde suavemente:

—Eu tenho o pressentimento de que você está aproveitando tudo isso mais do que eu, Senhor Rogers.

Safadinha perceptiva.

—Você pode estar certa, amor. - Concordo, sombriamente, porque sem chance de alguém neste planeta ter alguma vez apreciado uma vista tanto quanto eu estou adorando esta daqui. - Mas mais uma vez, nós não estamos aqui para o seu prazer.

—E-eu achei que nós estivéssemos aqui para retomar o que aconteceu aquela vez.

Natasha gagueja ..hum..Ótimo sinal.

Me aproximo e começo a correr minha mão para cima e para baixo de sua coxa, indo do seu joelho até bem abaixo do seu centro.

—Dificilmente. - Bufo, embora aquilo fosse exatamente verdade. - Nós estamos aqui para eu punir você.

Os seus dedos se apertam nas bordas da mesa quando me levanto abruptamente, me certificando de que ela ouviu a batida de minha cadeira contra a janela.

—Por quê?

Ela arfa, suas costas subindo e descendo rapidamente conforme sua respiração acelera no que pode ser excitação ou apreensão.

—E eu preciso de um motivo? - Questiono em uma voz de desdém. - Que tal por você ter me feito agir como um garotinho com hormônios prestes a explodir enquanto eu estava em missão?

—E como exatamente eu fiz isso?

—Povoando meus sonhos, bebê. Que tal me pedir desculpas? Por isso e por todas as vezes que me fez implorar por você. Peça desculpas por me torturar e talvez eu não lhe castigue.

Eu quase faço uma dancinha ridiculamente feliz quando percebo que Natasha entendeu minha jogada, e ainda melhor, quando ela começa a fazer parte da brincadeira com total entusiasmo.

Tenho que admitir: Estou amando esse jogo

—Nem que o céu caia, eu vou pedir desculpas a você. - Natasha me responde em uma voz desafiadora. - Faça melhor, infeliz. Eu não tenho medo de você.

Porra, como eu amo esta mulher. Me aproximo por trás, sentindo o calor irradiando da sua pele nua.

—Oh, Nat... - Sussurro baixinho em seu ouvido, em um falso tom de desculpas. - Você realmente não deveria ter dito isso.

Então levo minha mão bruscamente até a sua nádega esquerda, provocando um grito seu e uma palpitação em meu membro. O grito foi seguido por um rosnado quando bati nela mais uma vez.

Eu já havia tentado vários níveis de joguinhos sexuais com Natasha ao longo de nosso casamento, mas dar uns tapas no traseiro de Natasha Romanoff Rogers enquanto ela está debruçada sobre minha mesa me excita mais do que qualquer coisa. Mas bem, para falar a verdade Natasha Romanoff até mesmo fazendo merda nenhuma é capaz de me excitar mais que qualquer outra garota já conseguiu.

—Você gosta disso, sua provocadorazinha? - Grunhi para ela, mal me controlando para não roçar em sua perna. Eu preciso me lembrar de que isto não tem como objetivo me dar prazer, isto é sobre ela. Sempre sobre ela. - Esfregando este corpinho apertado contra mim e não me deixando tocá-lo. Que maldita provocadora você é, não? Me responda!

—Vá se foder, seu idiota. - Minha esposa devolve insolentemente. Passo para o outro lado de seu traseiro e bato levemente mais uma vez, amando o som da minha mão atingindo a sua carne. Eu estou sendo incrivelmente cuidadoso com a quantidade de pressão em sua pele, mas no caso de ela não estar gostando do meu tratamento, levo minha outra mão até entre suas pernas para me certificar de que isto está deixando-a excitada. -

Oh sim. Isso está definitivamente funcionando. Meus dedos voltam pegajosos, e Natasha relutantemente deixa escapar um gemido.

—Há. - Dou uma gargalhada desagradavelmente para ela, dando mais uma palmada de leve. - Você arruinou essa sua calcinha de renda, minha gostosa esposa excitada. Dada a sua atual condição, você não acha que deveria estar implorando para eu foder você ao invés de mandar eu me foder?

—Por favor... - Minha ruiva ri, mas a risada está deformada pelo desejo. - Eu acho que consigo encontrar alguém melhor qualificado que você para me aliviar.

Eu rudemente agarro seus cabelos, puxando sua cabeça para trás para poder sussurrar minha resposta contra seu ouvido delicado.

—Maldita. Resposta. Errada.

Estou perdendo o controle com rapidez com as respostas atrevidas de minha querida esposa/secretária, então não é minha culpa quando praticamente rastejo para cima dela, meu peito colado às suas costas. Só um pouco, prometo a mim mesmo.

Ainda estamos jogando? Claro que sim.

—Feche os olhos, vire a cabeça e abra a sua boca.

Sinto Natasha tremer sob mim, mas obedientemente ela fecha seus olhos e vira cegamente a cabeça em minha direção.

No segundo que sua boca se abre minha língua já está em sua garganta, prendendo-a no lugar com uma mão na base do seu pescoço. Nat me beija de volta com extremo vigor, gemendo em volta da minha língua intrusiva. Quando sinto suas unhas arranharem meu cabelo, relutantemente me afasto.

—Você vai implorar - Respiro em seu rosto, contente por seus olhos ainda estarem fechados. - Somente quando eu estiver satisfeito darei o que você quer.

A deixo absorver minhas palavras enquanto dou passo para trás. O som do meu cinto sendo aberto faz Natasha vacilar, sua respiração alta e irregular. Meus olhos estão fixos na curva do seu agora corado bumbum, então eu facilmente percebo quando ela tenta discretamente esfregar as pernas uma na outra.

Meu cinto se desprende completamente bem no momento em que vejo Nat tentando aliviar a sua excitação, que escorre por suas pernas. Enrolo a tira de couro em meu pulso uma vez, então eu consigo controlar melhor a velocidade e força e a estalo levemente contra o interior de sua coxa. A intenção não é provocar dor, jamais faria isso com minha esposa, mas sim o choque do cinto de couro contra a pele desprotegida.

—Pernas abertas. - Aviso - Isto é, a menos que você implore para mim. Neste caso você pode envolvê-las em meu pescoço enquanto eu lambo você todinha.

Minha mulher grunhi em frustração separando suas pernas minimamente. Não o suficiente.

—Mais. - Ela as separa um pouco mais, e eu bato meu cinto em seu traseiro como forma de aviso. - Mais abertas, Romanoff. O máximo que você aguentar.

Ela obedece, expondo mais de sua calcinha branca arruinada, e eu não posso conter o gemido alto diante daquela visão. Natasha da uma leve risada quando me ouvi gemer, fazendo-me mais uma vez amaldiçoar minha falta de autocontrole.

—Acha isso engraçado, querida esposa? - Me viro, onde encontro o ângulo perfeito, e me certifico de que tenho o cinto firme em minhas mãos. - Veremos quem vai estar rindo quando eu terminar. - A acaricio por cima de sua calcinha, sentindo-a praticamente pulsando sob meus dedos. Natasha solta um soluço estrangulado, e eu sei que ela está mordendo seu lábio. - Você mexeu com o cara errado, amor. Agora eu tenho que mostrar a você o que acontece quando se brinca comigo.

Levo a tira de couro até ela rapidamente, não contra seu traseiro, mas entre suas pernas, de maneira que ela raspe de leve seu clitóris. Novamente não o suficiente para machucá-la e sim o bastante para causar uma pitada de prazer.

—DEUS! - Natasha grita, batendo com suas mãos na mesa e trazendo um sorriso aos meus lábios. Eu poderia dar uma de presunçoso, se não fosse pela dor latejante em minha virilha. O tempo de recuperação da minha ereção quando estou perto dela é malditamente impressionante. -

—Qual vai ser, Natasha? Quero ouvir o doce som da vitória...quero te ouvir suplicar por mim.

Continuo estalando o cinto contra ela, tomando o cuidado de acertar em cheio seu centro nervoso. Como previ, Natasha é descuidada lá pela terceira pancada, balançando seus quadris na esperança de criar maior fricção tanto quanto tentava escapar da deliciosa tortura. O couro preto do meu cinto está úmido com seus sucos, e vê-lo brilhando daquela forma me deixa ofegante como um demente.

—Implore. - Ordeno a minha esposa arfante, esperando que ela desista e então eu finalmente possa me enterrar dentro dela. - Porra, peça.

—N-não! Eu não vou implorar! - Sua voz é de longe a desafiadora de antes, ela está desesperada, a um passo de dar o braço a torcer. -

—Você é minha e você vai fazer o que eu estou dizendo. - Falo claramente, abandonando o cinto e brincando com seu clitóris com meus dedos. - Eu quero que você se desculpe por todas as vezes que me provocou neste escritório e que exija que eu te possua.

Desista logo, amor. Eu não sei quanto tempo mais consigo brincar desse jogo. Eu preciso tanto de você...

Natasha da um soco na mesa, derrotada, me fazendo ranger os dentes com a ideia de ela se machucar.

—POR FAVOR! - Ela geme alto, empurrando seus quadris em minha mão. - Me desculpe por provocar você, por favor, por favor, me possua.

Música para os meus ouvidos. A viro de frente para mim assim que as palavras deixam sua boca, sem ter forças para me vangloriar por enquanto. Natasha cedeu primeiro, mas eu estou prestes a esquecer a necessidade de tê-la implorando e apenas dar a nós dois o que tanto queremos, necessitamos.

Quando Natasha está cara a cara comigo eu agarro firmemente seu traseiro e forço suas pernas a se enrolarem em minha cintura, grunhindo quando o seu ponto úmido faz contato com minha ereção. Nossas bocas se unem em um beijo tão feroz que eu posso sentir o gosto de sangue. A princípio não sei dizer se é sangue meu ou dela, mas depois que permito que aquele gosto preencha minha boca faminta, o sabor adocicado me da a absoluta certeza de que o sangue é dela.

Por alguma razão doentia e totalmente desconhecida por mim, isso me descontrola ainda mais, e eu gemo em sua boca enquanto tenho pensamentos assustadores sobre... comê-la viva.

Devorar o seu corpo.

Enquanto nos forçamos e empurramos e nos atiramos um contra o outro, eu nos movo, então agora Natasha está sentada em minha mesa e eu estou em pé entre suas pernas. O móvel é da altura perfeita para permitir que eu entre fundo dentro dela, e eu silenciosamente agradeço por isso.

Eu estou a segundos de abrir minhas calças e fazer loucuras com minha mulher, quando o choro de Fedrerico soa alto, angustiado e terrivelmente violento.

Droga, Fred...

—Não se atreva a sair daqui.

Minha ruiva rosna.

Tarde demais! E ao encará-la ela sabe disso.

A cabeça de Natasha bate em meu ombro, em frustração, ela não é a única com esse sentimento.

—Ste...

—Eu sei...

É filho, eu te amo, mas estou determinado a permitir que esta seja a última vez que você consiga destruir meu momento de prazer com sua mamãe.

Continua...?


Notas Finais


Sei que estamos acostumados com o Steve todo certinho, mas quis mostrar que a sessão teve o efeito desejado. Eu deixei minha imaginação rolar e...ROGERS SE SOLTOU LEGAL! UHAUAHA

MAIS UMA SESSÃO E UM BÔNUS....E DEPOISSSS FIM!!

Deixe um comentário e faça uma autora feliz :)

Um beijo enorme

Tia J sz


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