História Thanks for the memories - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Amor, Bangtan Boys, Drama, Romance, Vhope
Visualizações 6
Palavras 1.059
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Não vou dizer nada, só leiam.

Capítulo 3 - Dammit!


Chapter 3 – Dammit!

 

            O beijo foi curto. Curto até demais para o gosto dos meninos, mas era necessário se afastar agora, pois os pais de Hoseok haviam chegado – mais cedo – em casa.

 

            Hoseok ouviu o barulho da porta de entrada, das chaves sendo colocadas no aparador próximo à porta, dos sapatos sendo tirados e deixados em um local próprio para eles, palavras de uma conversa não terminada e passos, passos cansados, mas rápidos, do lado externo de seu quarto. Ele se apressou para voltar ao personagem hetero que tinha em casa, sim, ele não contou para os pais tinha medo da reação deles.

 

            Leves batidas foram dadas na porta e por sorte Hoseok já estava preparado para quem estivesse ali. Taehyung, obviamente, não estava entendendo nada e não havia tempo para explicações, então ele simplesmente seguiu o amigo.

 

            “Oi mãe”, cumprimentando-a um pouco desanimado, mas ele tinha seus motivos para isso.

 

            “Oi meu amor”, ela o abraçou, como sempre bem carinhosa, “Quem é este jovem?”, olhando para o Tae.

 

            “Ah!”, se desfez do abraço e o apresentou para sua mãe, “Mãe, esse é o Taehyung, meu amigo. Estávamos andando e começou a chover e a nossa casa era a que estava mais perto, então eu não achei que seria problema”

 

            “Nem de longe isso seria um problema”, falou olhando para o filho e em seguida se virou para Tae. O som da chuva aumentando deixou os barulhos internos da casa um pouco abafados dificultando a fala da senhora, “Acredito que você vai ter que ficar na nossa casa até a chuva passar ou alguém irá busca-lo?”

 

            Hoseok se lembrou do acidente de Taehyung e se apressou para responder: “Ah mãe, ele não pode falar, mas por causa da chuva acho que ele deveria ficar”

 

            “Por que ele não pode?”, perguntou a mais velha curiosa.

 

            “Ele sofreu um acidente grave e esta em fase de recuperação ainda”

 

            “Então como ele se comunica?”, a conversa estava incomodando Tae, a mãe de Hobi estava falando como se ele não estivesse presente, como se não estivesse no mesmo quarto.

 

            “Escrevendo em um bloquinho de notas”, o acastanhado mostrou o bloquinho e deu um sorriso amigável.

 

            A senhora deixou os garotos a sois. Quase que no mesmo minuto que ela fechou a porta Tae mostrou algo escrito em seu bloquinho de folhas. Hoseok suspirou e negou com a cabeça e disse:

 

            “Eles são muito preconceituosos, iriam me deserdar ou algo do tipo”, ouviram a Sr. Jung os chamarem para jantar com uma voz abafada, devido a porta do quarto estar fechada, “Vamos comer você deve estar com fome"

 

            [...]

 

            Passaram o jantar elogiando o bibimbap que era igualzinho da província Jeolla, onde vendiam os melhores bibimbap da Coreia. Tudo estava indo bem até mencionarem o nome da Sook, mesmo que seu nome significasse bondade e pureza ela não era nada disso, não passava nem perto. A família de Sook estava à beira da falência, a empresa do pai estava indo de mal a pior nos negócios, então decidiram fazer com que Hoseok e Sook se casassem. Hoseok se recusa a se casar com ela, dizia que além de chata era interesseira, mas ninguém o dava ouvidos. Se o casamento acontecer cada uma das famílias ficaram com X% de cada empresa, já era o bastante para salvar a família de Sook da falência.

 

            Taehyung ficou um pouco chateado com o comentário da Sra. Jung, não sabia que Hoseok estava praticamente noivo. Tentou disfarçar sua expressão, mas as aulas de teatro do ensino médio não o ajudaram a escapar os olhos observadores de Hoseok, que se sentiu mal por não ter avisado nada. Taehyung praticamente caiu de paraquedas em sua casa e nos problemas presentes nela.

 

            “Mãe podemos falar disso em outro momento, por favor?”

 

            “E quando iremos falar? Você nunca esta em casa, nunca quer conversar sobre isso, nunca se importou com o assunto. Me diz, Hoseok, o que quer?”, sua voz saiu com um tom de raiva e frustração, mas era a realidade Hoseok raramente se encontra em casa justamente para não ter que ouvir esse tipo de coisa.

 

            “Eu quero que a senhora pare de falar sobre isso, já lhe disse que não quero me casar com aquela interesseira!”, a mesa ficou em um silencio “Não quero e não vou me casar com ela e também já disse N motivos para isso não ocorrer. Agora podemos encerrar esse assunto!”

 

            “Jung Hoseok!”, agora foi à vez de seu pai se pronunciar – pronunciar era maneira de dizer, pois ele gritou com o filho –, “Você ira se casar com ela querendo ou não!”

 

            Essa foi à gota d’água, Hoseok estava cansado de seus pais ditarem seu futuro, ele queria descobrir o mundo e principalmente se descobrir, mas seus pais estavam restringindo isso, restringindo para seu próprio filho.

 

            “VOCÊ ACHA MESMO QUE VOU ME CASAR COM ALGUÉM QUE CHUPA O MESMO QUE EU CHUPO”, ele estava embriagado pela raiva, pelo ódio que sentia em relação à seus pais. Precisava sair daquela casa o mais rápido que podia.

            Seus pais não sabiam o que dizer. Seu filho praticamente se assumiu para eles de uma maneira bruta e raivosa. Simplesmente ficaram parados de boca aberta. Hoseok aproveitou essa chance e saiu de casa, mas antes fez um sinal para que Taehyung o acompanha-se e assim o mais novo fez.

 

            [...]

 

            “Desculpe por aquilo”

 

            Eles estavam no quarto de Tae, sentados no chão. Hobi com uma taça de vinho e Tae apenas com água, pois não podia tomar nada além da mesma. O acastanhado lhe entregou o bloquinho escrito “adorei o que você disse, poderia fazer stand up kkkk”.

 

            Riu soprado, “Acha mesmo?”, o outro assentiu, “Já tenho uma profissão agora”.

 

            Kim Tae pode sentir a dor do parceiro e não queria que ele se sentisse assim. Queria que se sentisse aliviado ou até mesmo feliz por ter contado para seus pais, tudo bem que não era como queria – e nem sabia se queria contar – mas tirou um peso de suas costas, um peso que de vez em quando tirava seu sono. Hoseok pode sentir os braços de Tae envolverem sua cintura. Aquele abraço transmitia muita coisa, tanto palavras já ditas quanto as não ditas, pode transmitir compreensão, apoio, ternura, amizade e até mesmo amor, mas era difícil dizer poderia ser tudo mas ao mesmo tempo podia ser nada.

 



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