História The Apocalypse - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Palavras 1.202
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção Científica, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi dnv sz sz

Vou postar mais um cap hoje (no caso esse aqui) porque sim

Boa Leitura!

Capítulo 2 - Lost in the Woods


Fanfic / Fanfiction The Apocalypse - Capítulo 2 - Lost in the Woods

-Sarah? – chamei seu nome em voz alta, olhando ao redor. Ela havia sumido. – SARAH!

O desespero tomou conta de mim só de pensar que ela tinha ficado pra trás. Eu não podia simplesmente deixar ela morrer lá dentro e seguir meu caminho, precisava voltar e tirar ela do prédio, mesmo que pálida e sem pulsação.

Respirei fundo e quando estava prestes a entrar ouvi tiros vindo do lado de dentro, seguidos de passos rápidos e precisos.

-SARAH! – dei um abraço rápido nela. – Você tá bem?

-Sim, mas a gente precisa ir – ela disse ofegante.

-Espera, foi você que deu os tiros? Onde conseguiu a arma? – perguntei, curiosa.

-Tropecei nela no chão, devia ser do porteiro – ela respondeu com certo pesar na voz, provavelmente por perceber que tinha roubado de um morto. – Agora é melhor a gente ir, os zumbis tão começando a se aproximar do prédio

Me virei e acabei me deparando com uma horda de zumbis que deviam ter sido atraídos pelos tiros e gritaria e um frio percorreu minha espinha, mas logo a sensação passou.

-Ai não, merda, merda, merda, não pode ser – falei ao colocar as mãos nos bolsos e sentir os mesmos vazios. – A chave do carro ficou lá em cima

-O quê? – Sarah cuspiu as palavras, indignada.

-Não tenho culpa de não ter previsto isso – respondi sarcasticamente, o que fez minha irmã revirar os olhos.

-Ótimo, como a gente sai daqui então? – ela perguntou, passando Snow para seu outro braço.

-Hm...eu, eu não sei... – respondi, gaguejando. Sem a chave o carro não ia ligar, e voltar para o apartamento era impossível naquele momento.

-Ei, vem comigo – ela disse, como se de repente tivesse tido uma ideia.

-O quê? – perguntei, mas ela já estava atravessando a rua, então decidi apenas seguir.

-Passa a chave – ela disse, chegando por trás de um desconhecido que estava subindo em sua moto. – Agora!

Ele se apressou e virou a chave no painel, mas quando estava prestes a dar partida, Sarah apontou a arma na cabeça dele e destravou a mesma, enquanto eu observava a cena totalmente sem reação.

-Prefere que eu estoure sua cabeça aqui mesmo ou que eu te deixe sair sem ferimentos? – ela perguntou, o encarando com um sorriso psicopata. –Muito bem – ela terminou, assim que ele entregou o pedaço de metal na mão dela e saiu correndo.

Pensei em dizer alguma coisa, mas as palavras nem sequer saíam da minha boca.

-O que foi? É nosso único jeito de sair daqui. Você vêm ou não? – ela disse, subindo na XJ6 preta e me encarando.

-Você nem sabe dirigir moto – minha voz finalmente saiu, resultando em uma pergunta estúpida.

-Eu sei, por isso você vai dirigir – ela respondeu e eu subi na moto, ainda sem acreditar que aquilo realmente estava acontecendo.

Peguei a chave da mão dela e uma onda de adrenalina tomou conta de mim, me fazendo dar partida e acelerar.

-Calma, a gente tá sem capacete, se você bater essa merda a gente morre! – ela gritou para que eu conseguisse ouvir.

-Relaxa bebê! – gritei de volta e virei em uma rua um pouco mais iluminada, onde o caminho parecia estar limpo.

Quebra de Tempo

Uns 40 minutos se passaram, estávamos indo a toda velocidade pela rodovia, desviando de carros e zumbis, quando perdi o controle e acabamos caindo. A moto rodava pela pista, enquanto nós batemos em um carro abandonado.

-MERDA! – gritei, não me importando se ia atrair mais zumbis ou não. – Você tá bem?

-Sim – ela se levantou e continuou segurando Snow com toda sua força. – E agora?

Olhei em volta e percebi que todos estavam abandonando seus carros naquele ponto, buzinando e se escondendo debaixo dos automóveis: uma horda de aproximadamente uns 500 zumbis vinha em direção oposta.

Engoli em seco e tentei ligar a moto, mas o motor tinha pifado, e mesmo que conseguíssemos, o tanque estava quase vazio. Novamente não havia saída a não ser roubar.

-Você faz a parte suja, eu fico com a Snow – disse, encarando Sarah e apontando para os carros.

-Não

-O quê? – perguntei confusa.

-Não dá tempo – ela respondeu com os olhos marejando, a cabeça encostada em um dos carros. No mesmo instante, Snow começou a latir e tentar sair do colo da dona.

A horda de zumbis agora chegava perto de nós, a apenas uns 10 metros de distância. Não tínhamos tempo para pegar um carro, mas tínhamos energia para correr.

Fomos surpreendidas por um zumbi que saiu de um dos carros mais próximos, seguido e alguns outros que estavam mais longe.

-SARAH! – gritei, fazendo sinal para ela sair dali e dando um tiro na criatura ensanguentada e suja. Acabei errando a mira e acertando seu tórax, mas as balas já tinham acabado.

Saí em disparada atrás de Sarah e Snow, que estavam adentrando uma floresta, mantendo as duas no meu campo de visão. Parecia que quanto mais eu corria mais me afastava delas, a sensação de não conseguir alcançá-las por poucos metros era horrível. Até pensei que não podia ficar pior, mas ficou: um terço da horda estava vindo atrás de nós, debaixo de uma chuva que começou a cair repentinamente.

As gotas geladas caíam sobre mim como facas afiadas, fazendo meu corpo parecer 3 vezes mais pesado, e minhas pernas começaram a fraquejar. Minha visão começou a se distorcer e por mais que eu tentasse chamar Sarah minha voz ficava presa na garganta. Eu sabia que ia morrer ali e acabar como um zumbi, só restava me entregar.

Avistei uma luz no meio da escuridão da noite e ouvi gritos. Uma energia percorreu meu corpo, me incitando a não desistir, mas já era tarde demais para eu conseguir raciocinar.

Pov Sarah

Depois de passar mais de meia hora correndo pela floresta e carregando Snow no colo, avistei uma casa iluminada entre as árvores e comecei a gritar desesperadamente por ajuda, a fim de que alguém percebesse e abrisse a porta, e foi exatamente isso que aconteceu.

A porta se abriu e de lá saíram Gusta e Castanhari, carregando um facão e uma pistola.

-AQUI! – dei um último grito que acabou me esgotando de vez.

Eles correram em minha direção e me ajudaram a ir até a porta, me fazendo várias perguntas que eu ignorei até chegar na mais relevante.

-Cadê a Tess?

Como não conseguia mais falar, comecei a gesticular que não sabia e que achava que ela estava na floresta, de modo que eles conseguissem me entender.

-RAFA! – os dois começaram a gritar, enquanto entravam na casa me carregando.

-O que f...Sarah? – Cellbit disse, ao chegar na sala e se deparar com a cena. –Cadê a Tess?

-Na floresta, a gente precisa achar ela

-Tá, eu vou junto

Nesse momento, Kéfera e Sasa saíram da cozinha e vieram ver o que estava acontecendo.

-Põe ela aqui no sofá, eu vou pegar uma coisa pra ela comer – Kéfera disse, senti um certo tom de nervosismo em sua voz.

-Aqui – Sasa colocou uma almofada atrás da minha cabeça e os meninos saíram em disparada até a floresta, enquanto eu me segurava para não chorar e acariciava Snow.

Passaram-se alguns minutos até que eles voltaram, carregando ela no colo.

-TESS! – gritei, e me levantei com certa dificuldade. –Tess?



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